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ARCA DE NOÉ
ARCA DE NOÉ

Aqui nós buscamos unir o conhecimento geologico e paleontologico as evidencias arqueologicas. Amigos, temos muito material evidenciando diluvio, catastrofes conjugadas, gigantescos tsunamis, asteroides, grandes movimentos globais energeticos. Muitos geologos de renome defendem modelos ligados ao diluvio. O Diluvio tem trilhões de evidencias, apresentamos aqui apenas 0.0001% delas

A ARCA DE NOÉ ENCONTRADA (PARTE 1)

 

Uma das mais criticadas historias narradas pela Bíblia Sagrada, é o relato sobre Noé e uma Arca de madeira na qual Deus haveria ordenado que fosse construída para salvar oito pessoas e varias espécies de animais de uma inundação global.

 

“Faze para ti uma arca de madeira de gôfer: farás compartimentos na arca, e a revestirás de betume por dentro e por fora”. Desta maneira a farás: o comprimento da arca será de trezentos côvados [133 ou 155 metros], a sua largura de cinqüenta [22 ou 26 metros] e a sua altura de trinta [13 ou 15 metros]. “Farás na arca uma janela e lhe darás um côvado [cerca de 50 centímetros] de altura; e a porta da arca porás no seu lado; fá-la-ás com andares, baixo, segundo e terceiro” (Gênesis 6.14-16)

 

Durante muito tempo esta historia como muitas outras contidas na Palavra de Deus foi motivo de zombarias e perseguições por parte de céticos e inimigos da Bíblia, pessoas que se acham auto suficientes e acreditam serem as verdades Bíblicas uma mentira sem fundamentos. É comum encontrarmos gente que discute sobre assuntos como estes e que sem sabedoria nenhuma querem se sobressair com opiniões baseadas em argumentos lidos em uma revista da banca da esquina, ou ditos em uma entrevista ou documentário por algum cientista qualquer do nosso século. Mas seriam as narrativas Bíblicas sobre o Dilúvio e a Arca realmente verdade? Teriam os arqueólogos cristãos criacionistas alguma prova contundente sobre este fato?
 

 

PROVAS CONSIDERÁVEIS E AVISTAMENTOS DA ARCA

 

Mostraremos a seguir uma prova realmente considerável da veracidade da narrativa Bíblica á respeito da Arca de Noé, essa historia que nos parece tão improvável ser verdadeira, no entanto deixaremos que a própria ciência da arqueologia comprove com fatos e documentos o tema que estamos expondo nesta matéria.

 

A narrativa sobre um grande dilúvio e uma arca com animais dentro dela é encontrado em lendas em quase todos os povos do mundo. Na china encontramos a historia de um homem chamado Nuh, que constrói um barco e salva sua família e varias espécies de animais da morte quando acontece uma inundação global. Ainda hoje a letra referente a oceano no alfabeto chinês é um barquinho com oito pontos em cima.

 

Se levarmos em conta que Nuh, pode ser uma forma transcrita de Noé e que a letra do alfabeto chinês para oceano é um barco mesmo e os oito pontos se referem as oito pessoas da família de Noé então, estaremos nos referindo a uma mesma pessoa. Sabemos que lendas eram comuns em antigas civilizações, mas encontramos representações em grande quantidade sobre um dilúvio e um homem chamado Noé, ou Nohas, Nuh, ou outros nomes de uma fonética bem semelhantes em civilizações bem distantes umas das outras. Por isso a uma grande probabilidade histórica da narrativa bíblica sobre a Arca não ser uma mera lenda.

 

 

A versão do Dilúvio que se acha no poema de Gilgamés diz o mesmo: “toda a humanidade virou barro” (XI:133). Utnapishtim, o herói do dilúvio, abriu a janela de sua arca e contemplou a terra seca. É também interessante notar que não foi a subida dos rios por causa da fusão da neve na Anatólia que causou o dilúvio. Segundo Utnapishtim, foi a tempestade que causou o dilúvio; uma tempestade vinda das nuvens, acompanhada de relâmpagos no céu. Quando prestes a testar as possibilidades de abandonar a arca, ele também soltou aves, como Noé. Os primeiros dois pássaros, uma pomba e uma andorinha, voltaram à arca porque “nenhum lugar de pouso era visível” (XI:148, 151). Não há dúvida aqui sobre a extensão vasta do dilúvio.

 

A semelhança entre a narrativa dos textos de Gilgamés e a escrita de Gênesis são incríveis e tais semelhanças de narrativas podem ser encontradas em outros textos antigos como no testo sumério de Eridu e do épico de Atra-hasis.

 

 

 

 

 

AS VÁRIAS PROVAS HISTÓRICAS DO DILÚVIO EM DIFERENTES POVOS

 

O Dilúvio foi algo tão espantoso que se torna quase impossível listar todos os relatos sobre este acontecimento que estão registrados em documentos e lendas antigas espalhados até nos mais remotos recantos do mundo.

 

Trata-se de um enorme registro global tal como se deveria esperar de um acontecimento tão grande.

 

Este acontecimento pode ser encontrado documentado em Cerimônias religiosas ligadas a ele, que podem ser vistas em tradições milenares da Índia, China, Egito e México. Tribos africanas e índios americanos também demonstram conhecer o fato de que um dia o mundo esteve submerso nas águas. Superficialmente podemos listar cerca de 250 lendas e narrativas do mesmo Dilúvio, todas em contextos culturais diferentes com enormes similaridades entre elas.

 

Os detalhes dessa narrativa foram modificados com o passar das gerações e influenciados pelo contato com o paganismo local. Contudo, a idéia básica de que houve uma inundação mundial enviada por Deus está claramente preservada em todas as mais distintas versões do Dilúvio.

 

 MAPA REGISTRANDO AS LENDAS DILUVIANAS: CADA MARCA É UMA LENDA ENCONTRADA

 


 

Dilúvio no Brasil

 

• No Brasil, o historiador Henrrera, especialista em tradição indígena latino-americana, documentou narrativas de alguns grupos indígenas que contam a história de um velho homem que sabendo que haveria uma grande inundação sobre a terra, construiu um grande barco colocou nele vários animais e sua família e acabou sendo o patriarca de uma nova raça humana.

 

 

Dilúvio no México

 

• No México os índios Tamanaques possuem uma antiga lenda que conta a historia de um casal com alguns animais que teriam sido avisados sobre um grande dilúvio e subiram até o alto de uma grande montanha chamada Tannacu que era protegida pelos Deuses e assim sobreviveu. Após cessarem as chuvas este casal deveria pro ordem divina repovoar a terra.

 

 

Dilúvio nos Estados Unidos

 

• A tribo Athapascen, da costa oeste dos Estados Unidos, também conta de uma incessante chuva que inundou toda a Terra. Apenas um semideus chamado Nagaitche sobreviveu e recriou a humanidade.

 

 

Dilúvio na Fenícia

 

• Na Fenícia podemos encontrar a lenda de Demeroon que teria vencido a destruição causada pelo deus Ponto.

 

 

Dilúvio no Arizona

 

• Os índios que vivem em reservas no Estado do Arizona e são conhecidos como Hopi, afirmam que são descendentes daqueles que sobreviveram a uma grande inundação que fora causada segundo afirmam pelo Grande Espírito para destruir todo o mundo dos antigos.

 

 

Dilúvio na Grécia

 

• Na Mitologia grega também encontramos o relato de um dilúvio causado por Poseidon que por ordem de Zeus havia decidido pôr fim à existência humana. Deucalion que juntamente com sua mulher Pirra, puderam salvar-se desta catástrofe construindo uma Arca e colocando dentro dela um casal de cada espécie de animal existente.

 

 

Dilúvio no Egito

 

• Em 1816, Belzoni, um arqueólogo italiano, encontrou o túmulo do faraó Seti I, da 19a. dinastia egípcia. Junto de sua múmia havia antigos hieróglifos que contavam a história de um dilúvio muito parecida com a narrativa bíblica. O faraó Seti I morreu em 1581 a.C., o que demonstra a Antigüidade dessa tradição.

 

 

Dilúvio na Índia

 

• Nas escrituras védicas da Índia encontramos um rei chamado Svayambhuva Manu, que foi avisado sobre o dilúvio por uma encarnação de Vishnu (Matsya Avatar). Matsya arrastou o barco de Manu e lhe salvou da destruição.

 

 

Dilúvio mapuche

 

• Na história do povo mapuche existe uma lenda que fala das serpentes Tentem Vilu e Caicai Vilu que também menciona um dilúvio destruindo todo o mundo antigo.

 

 

Dilúvio dos povos da Ilha de Páscoa

 

• O povo da ilha de páscoa também conta uma curiosa lenda que afirma que seus ancestrais teriam chegado lá após terem escapado de um grande dilúvio que teria destruído o lugar onde viviam chamado Hiva.

 

 

Dilúvio dos antigos Maias

 

• Os relatos dos antigos Maias também mencionam um dilúvio, que teria ocorrido por obra dos deuses que estavam insatisfeitos com os homens que haviam criado, pois os mesmos não os temiam e haviam se tornado extremamente maus, por isso veio um dilúvio e matou a todos. Diferente de outras narrativas, nesta ninguém foi poupado, todos morreram. Os deuses então recriaram os homens novamente.

 

 

Dilúvio dos Astecas

 

• No manuscrito asteca conhecido como Código borgia, Temos a história do mundo dividido em idades e eras, das quais a última terminou com um grande dilúvio causado pela deusa Chalchitlicue.

 

• Os Incas são um povo extremamente comprometido na propagação da tradição oral, onde os relatos lendários são tidos como religião, por isso as lendas são validas como historia deste povo e devem ser propagadas com total veracidade. Na mitologia Inca encontramos a lenda onde Viracocha destruiu os gigantes com uma grande inundação, e duas pessoas repovoaram a Terra (Manco Capac e Mama Ocllo mais dois irmãos que sobreviveram).

 

Estas são apenas algumas das lendas que são reconhecidas pelos seus povos como historias verídicas, na sua maioria remontando o inicio destas civilizações. Estas narrativas devem ser vistas com devido respeito pois não são invenções dos seus narradores mais sim suas origens.

 

Podemos notar também uma incrível semelhança estatística entre as lendas, pois as mesmas apontam um número resumido de sobreviventes da grande catástrofe diluviana. Observemos as semelhanças:

 

--- 8 sobreviventes segundo a Bíblia.

--- 2 depois do dilúvio de Deucalião na mitologia grega.

--- 2.901 salvos na mitologia persa.

--- 2 a 6 sobreviventes no dilúvio caldeu de Xisuthrus.

--- 1 no dilúvio de Manu ( o mais antigo ) , do Catapatha-Brâhmana.

--- 4 ou 5 numa versão grega onde o dilúvio de Ogiges é mais antigo que o Decalião.

--- 8 no dilúvio de Manu ( Mahabharata ).

--- 8 no dilúvio de Kymris ( celtas belgas ).

--- 2 nos Edas dos Escandinavos.

--- 2 no dilúvio dos Lituanos.

--- 2 segundo as tradições dos Canaris do Equador.

--- 5 a 100 no dilúvio de Bochica ( Colômbia ).

--- 50 a 100 no dilúvio dos Chichimèques na primeira idade chamada atanutiuli ( sol das águas ). É chamado exatamente dilúvio universal.

-- 2 no dilúvio mexicano de Coxcox.

--- 4 nas tradições do Brasil .

--- Alguns sobreviventes no dilúvio da Nova Califórnia, dos Incas, etc.

 

Devemos ser no mínimo sensatos e admitir que tais semelhanças seriam impossíveis de serem observadas se não estivessem se referindo a um mesmo acontecimento. Se nos baseássemos apenas nestes relatos já poderíamos afirmar historicamente que o Dilúvio é um fato mais bem comprovado do que muitas teorias cientificas e que a Bíblia não mentiu sobre ele ter ocorrido.

 

Os relatos das lendas espalhadas pelas nações condizem perfeitamente com o relato bíblico e não condizem com as teorias dos cientistas. No entanto é lógico pensar que os inimigos da Palavra de Deus preferem forçar uma visão contraria ao Dilúvio mesmo sendo esta visão menos provável, do que crer em algo que está escrito no livro de Deus e provado historicamente com uma grande quantidade de evidencias históricas.

 

Além de bases lendárias da existência de uma Arca e um dilúvio global ou narrativas contidas em muitas culturas sobre a veracidade deste fato é importante contar o testemunho de varias figuras consideráveis da nossa historia que teriam afirmado ter tido contato direto com a Arca de Noé no monte Ararate. dentre muitas destas ilustres pessoas citaremos algumas:

 

1 - O historiador judeu Flavius Josephus declarou ter visto "um barco" levantado na montanha do Ararate

 

2 - Outro historiador secular do primeiro século, informou que madeiras de um navio descansado perto do cume do Ararate foram vistas.

 

3 - O famoso explorador Marco Polo em finais do 15º século fez menção que a Arca de Noé ainda era visível no "topo"  de Ararate.

 

4 - Berrossos (Sumo Sacerdote) historiador Caldeu, visitou o local em 475 A.C. quando escreveu sobre o fenômeno que testemunhou afirmando que era fácil perceber uma embarcação em repouso no alto da geleira.

 

5 - Arramanus, historiador egípcio de 30 A.C. é autor de uma história fenícia que menciona a existência da arca no monte Ararat.

 

6 - Nicolau de Damasco no mesmo período, foi o biógrafo de Herodes ("O Grande"). Ele falou da aterrissagem da Arca perto do Cume do Ararat e relatou que as madeiras ainda estavam lá.

 

 

7 - No século II, Teófilo de Antioquia escreveu em seu terceiro livro a Autólico: “...Os restos dessa arca até hoje são mostrados nos montes da Arábia” (leia o livro completo aqui).

 

O relato Bíblico afirma que a Arca teria repousado sobre a cordilheira do Ararate, (leste da atual Turquia e norte do Irã), região da antiga Armênia.

 

 

 

"No sétimo mês, no dia dezessete do mês, repousou a arca sobre os montes de Ararate. E as águas foram minguando até o décimo mês; no décimo mês, no primeiro dia do mês, apareceram os cumes dos montes" (Gênesis 8.4-5)

 

 

 

Em uma missão de rotina a Força Aérea Americana fotografou a mais de 4 mil metros de altura algo muito curioso nas imediações do Ararate. Os especialistas analisaram as fotos e emitiram um relatório que foi chamado de “anomalia do Ararate” isso foi mantido em segredo por mais de 50 anos.

 

Por fim em 1993 Porcher Taylor um estudante especializado em satélites e diplomacia começou a especular se realmente esses arquivos existiam. Ele acabou descobrindo que junto com as fotos de 1949 também haviam outras fotos tiradas por um U-2 (avião-espião) e fotos de alta resolução tiradas pela CIA em 1973 usando o satélite militar KH-9 e fotos mais sofisticadas tiradas pela CIA através do satélite KH-11 em 1976/1990/1992.

 

Depois de muitos esforços o serviço de defesa liberou 6 fotos das tiradas em 1949 e não foram suficientes para provar se a anomalia era uma formação rochosa ou algo construído por mãos humanas. As fotos foram tiradas de uma longa distancia e não estavam muito nitidez (1949).

 

Mesmo depois de outras tentativas usando um satélite comercial de alta precisão as fotos tiradas no verão de Outubro de 99 ainda não davam para descrever com certeza o que era aquela anomalia. Devido a varias camadas de gelo no monte Ararate não se podiam conseguir fotos com muita nitidez daquele lugar mesmo utilizando equipamentos de ultima geração.

 

 

 

Foram inúmeras as afirmações de pessoas que dizem ter avistado um objeto de enormes proporções nas imediações do Ararate, todavia devido ao difícil acesso que se tem ao monte pois a maior parte do ano ele fica praticamente coberto de neve, e muitos dos pesquisadores interessados nesta descoberta foram atacados por terroristas curdos, pois a região encontra-se sempre em forte conflito.

 

Estes acontecimentos impediram por muito tempo que provas consistentes viessem a tona. No entanto no ano de 1959, um piloto de um avião turco tirou fotografias aéreas de um objeto com a forma de um barco na cordilheira do monte Ararate, para o instituto Geodetic da Turquia. O Dr Brandenburger da Universidade estatal de Ohio, E.E.U. U, depois de estudar as fotografias conclui: “não tenho nenhuma duvida que é um barco. Em toda a minha carreira nunca tinha visto um objeto como este em uma fotografia aérea”.

 

O Dr Brabdenburger era um expert fotogrametria que havia descoberto as bases de mísseis em Cuba, durante o governo de Kennedy.

 

Uma equipe norte americana realizou uma expedição de um dia e meio no sitio arqueológico, apenas tempo suficiente para determinar uma prova cientifica. Fizeram uma pequena cratera em um lado da estrutura com dinamite, e logo viram que algumas peças de madeira petrificada foram reveladas, sua conclusão foi: “não há interesse arqueológico por este objeto”.

 

E acrescxentou: "Se este objeto fosse a Arca de Noé teria aproximadamente 4.400 anos de antiguidade assim a madeira teria que estar petrificada, mas deveria apresentar na madeira anéis de crescimento” (toda a madeira petrificada apresenta anéis circulares assim como toda a arvora que é serrada, e isso é usado para determinar a idade da arvore). A equipe então decidiu antes mesmo de fazer análise de laboratório que o objeto não era de madeira”.

 

As condições do mundo antes do dilúvio bíblico foram muito diferentes das de agora. A Bíblia afirma, “... porque Deus, todavia não havia feito chover sobre a terra... sendo que subia da terra um orvalho que regava toda a terra...”(Gênesis 2:5, 6). Sendo assim os anéis de crescimento da madeira que são causados pela água da chuva que sobe pelos troncos das plantas, não poderiam existir em um ambiente antediluviano. Isto foi exatamente o que a equipe norte americana encontrou, se a madeira do objeto apresentasse os anéis de crescimento poderíamos afirmar com certeza não se tratar da arca de Noé.

 

Depois de ler um artigo publicado na revista LIFE que falava sobre a expedição, Ron Wyatt um arqueólogo aficionado, visitou o tal sitio arqueológico em 1977. O sitio lhe chamou poderosamente a atenção e ele decidiu que a estrutura merecia que se continuasse com as pesquisas para saber se poderia ser a Arca de Noé. 

 MATÉRIA DA REVISTA LIFE DE 1960

 

 

EXPEDIÇÃO NORTE AMERICANA VISITANDO O LOCAL

 

Localizado a 6.300 pés á cima do nível do mar, estaria demasiadamente alto para ser os resto de um barco mesmo se tivesse havido uma inundação local. O objeto estava a mais de 200 milhas do mar mais próximo. As dimensões concordavam com as descritas na Bíblia sobre a Arca de Noé (Gênesis 6:15), medindo 300 cúbitos de largura, mais a altura era a maior que a mencionada na Bíblia devido aos lados do barco que haviam se deformado, o que é perfeitamente normal em um barco tão antigo. Apesar do desgaste e da erosão o objeto encontrado trazia fielmente o formato de um barco e apresentava uma angulação perceptível do que era a proa de um grande navio.

 

 RON JUNTO DA ARCA

 

 

 A ARCA VISTA DE OUTRO ANGULO

 

 

 A ARCA VISTA DO MONTE ARARATE ANTES DO TERREMOTO

 

 

LEITURALEITURAS DO RADAR

 

 

Um radar usado para penetrar na terra demonstrou que o barco tinha três cobertas, as cobertas superiores tinham desabado, deixando a coberta inferior intacta, na qual pode-se perceber claramente que tinha 144 quartos ou estábulos talvez. Também apareciam claramente paredes, cavidades, uma porta na parte frontal, rampas e cisternas grandes. Cercando a proa o radar pode mostrar quatro protuberâncias que se estendiam até a proa que provavelmente eram estabilizadores, para que o barco não naufragasse em grandes tormentas.

 

Ron provou o material nos laboratórios de Galbraith em Knoxville, Tennessee e demonstrou ser madeira laminada petrificada. As provas de carbono mostraram que as amostras do sitio demonstraram ter 4,95% de carbono, um conteúdo muito alto e pouco comum, em quanto outros artefatos arqueológicos tidos como sendo peças de madeira apresentavam apenas 1,88%, assim os cientistas ficaram convencidos que as amostras do sitio haviam sido com certeza matéria viva, ou seja, madeira. Testes sofisticados puderam também detectar titânio e alumínio.

 

 TRÊS CAPAS DE MADEIRA PETRIFICADA SENDO ESTUDADAS


 

 

DIAGRAMA FEITO APÓS PASSAREM O RADAR

 

 

OS LADOS DO OBJETO ERAM DE TABUAS E TRONCOS


 

 ESTRUTURA PETRIFICADA

 

 Madeira petrificada encontrada nas imediaçoes, testes com carbono 14 comprovam ser madeira de uma grande embarcação

 

 

Com o uso de quatro tipos de detectores de metal diferentes, foram encontrados muitos remanches de metal no objeto, que foram encontrados com intervalos regulares que formavam linhas paralelas, horizontais e verticais que cruzavam o barco definindo claramente a figura de uma grande embarcação.

 

Os testes feitos no metal determinaram que seria de um período anterior ao dilúvio bíblico, o que vem a nos lembrar da referencia bíblica que nos fala de Tubal-cain que era artífice de toda a obra de bronze e ferro e confeccionava instrumentos em metal e provavelmente trabalhava com fundição de metais antes mesmo do dilúvio (ver Gênesis 4:22). Nódulos de ferro também foram encontrados em cerca de 5400 lugares, que mostram modelos lineares constantes com o formato do casco.

 O DESENHO É DEMASIADAMENTE PERFEITO PARA SER NATURAL

 

 

 REMANCHE DE METAL FOSILIZADO

 

 RESTOS FOCILIZADOS DE METAL FUNDIDO

 

 

Em 1991, Greg Brewer, encontrou uma peça petrificada na frente da Arca, como resultado de uma serie de perfurações Rom também encontrou algo que foi determinado pelos testes científicos avançados ser o pêlo de um roedor extinto, também achou excremento animal petrificado e até cabelos humanos.

 

Todas as expedições têm ido procurar a Arca no monte Ararate, mas o que diz a Bíblia sobre a localização dela? Gênesis 8:4: “E a Arca repousou, no sétimo mês, no dia dezessete do mês, sobre os montes de Ararate". A Bíblia nos diz que a Arca repousou sobre os montes de Ararate e não sobre o monte Ararate como muitos por não prestarem atenção á Palavra erroneamente afirmam. Este objeto em forma de barco foi encontrado por Ron exatamente em concordância com a narrativa da Bíblia, esta situada a quinze milhas ao sul do monte Ararate sendo que ao fundo podemos ver o Ararate.

 

Os nomes dos lugares circunvizinhos estão associados interessantemente as descrições bíblicas do dilúvio. O vale se chama “O vale dos oito”, isso não poderia ser uma referencia clara aos oito sobreviventes do dilúvio? Uma aldeia no vale também se chama aldeias dos oito onde foram encontradas varias ancoras gigantes de pedra á milhares de metros á cima do nível do mar e a centenas de kilômetros do mar mais próximo.

 

Nas ancoras de pedras existem cruzes do cristianismo talhadas no período das cruzadas, evidencia que o povo da época das cruzadas também reconheceu ou tinha conhecimento da importância daquelas pedras para o cristianismo. Existem treze destas ancoras e todas formam uma linha reta em direção ao barco. Evidentemente Noé as soltou nas águas gradativamente até o lugar da Arca ter repousado.

 

ANCORA DE PEDRA


ALDEIA DOS OITO

 

 

Próxima á aldeia dos oito também se encontra uma aldeia que curiosamente se chama “O corvo não pode pousar”, não temos duvidas que isso se refere ao momento em que Noé soltou um corvo de dentro da Arca.

 ÂNCORA DE PEDRA

 

 OUTRA ANCORA EM OUTRA LOCALIDADE

 

Outra aldeia próxima se chama “Onde os remos foram invertido”, outra vez sugerindo que um barco passou alguma vez sobre esse lugar.

 

 

As ancoras de pedra devem ter tido um papel importante na trajetória da Arca durante o Dilúvio, elas explicariam o por que da Arca não ter virado durante as agitadas ondas do mar. Poderiam ter servido como estabilizadores do grande barco, segundo afirmam engenheiros especializados em construção de embarcações.

 

Após as tormentas terem cessado as ancoras já não seriam mais necessárias e poderiam aos poucos irem sendo liberadas por Noé a medida em que as águas iam se acalmando. Isto explicaria a curiosa trilha formadas por ancoras de pedra que apontam perfeitamente para o lugar onde a Arca repousou.

 

O governo Turco também tem enviado suas próprias expedições para o local com sua própria equipe arqueológica, as quais encontraram quatro barras intactas de metal cada barra tendo quatro pés de largura aproximadamente, que estão agora em poder do Ministério de Minas e Minerais da Turquia.

 

O governo determinou que esse sitio arqueológico seria a partir destas descobertas oficialmente um parque nacional, declarando que são os restos da Arca de Noé!

 

Fotos do jornal Discovery Times sobre a descoberta na Turquia 

 

 

  

 CENTRO PARA VISITANTES QUE FOI CONSTRUIDO PELO GOVERNO

 

 

 RON CONSTRUINDO UM MODELO DA ARCA

 

 

 MODELO PROPOSTO POR RON SOBRE O INTERIOR DA ARCA

 

 

 

O Modelo foi desenvolvido tendo por base as leituras dos radares e detectores de matais usados para delinear a Arca, também apoiados pela demarcação dos nódulos de ferro retirados do Navio.

 

 

PROVÁVEL ESTRUTURA INTERNA

 




 

A ARCA DE NOÉ ENCONTRADA (PARTE 2)

 

Neste capítulo faremos a análise de algumas evidencias que poderiam comprovar a veracidade das descobertas referentes a Arca de Noé feitas pelo senhor Ron Wyatt.

É importante lembrar que estes achados, por mais que não tenham tido a divulgação necessária e mesmo que não tenham aceitação por parte de alguns arqueólogos (isso se deve simplesmente ao fato de que o Sr. Ron Wyatt não é propriamente um arqueólogo formado, mas sim um médico anestesista), ainda assim não há como se invalidar uma descoberta munida de tão grandes e inúmeras evidências.

 

Também não é de se espantar que Deus em sua infinita sabedoria tenha ocultado tal descoberta dos olhos gananciosos de arqueólogos seculares que visam, na sua maioria, apenas a fama que lhes traria uma descoberta como esta.

Procurei com afinco artigos que afirmassem que as descobertas do Sr. Ron Wyatt fossem falsas. Encontrei após exaustiva pesquisa apenas uma meia dúzia de fontes com tal conteúdo. Porém nenhuma mostrava provas contrarias. Na verdade só haviam acusações referentes ao não reconhecimento do Sr. Wyatt como arqueólogo.

Uma das mais apoiadas oposições que pude notar era a afirmação de que as descobertas referentes a Arca de Noé eram muito recentes e careceriam de uma melhor avaliação ao longo dos anos para que assim pudessem ser ou não, reconhecidas no meio cientifico. No entanto isso não invalida em nada tal achado.

Pude observar porem que muitas outras fontes afirmavam que as descobertas feitas por Ron Wyatt eram realmente verdadeiras não podendo ser refutadas facilmente, devido a grande quantidade de indícios analisados em laboratórios bem conceituados em meio a arqueologia.

A descoberta da Arca é marcada logo no seu inicio com eventos sobrenaturais, pois parecia que o próprio Deus colaborava com o Sr. Wyatt, mandando um terremoto que culminaria por desenterrar o artefato esquecido no Monte Ararate.

A foto antes do terremoto mostra a arca encaixada profundamente no terreno circunvizinho. Em 1978, quando o Sr. Wyatt estava retornando a Nashville, suplicando que Deus mandasse um terremoto que "escavasse" o local. Ao chegar em Nashville leram a manchete, "Terremoto na Turquia oriental." ; A terra desmoronou em torno dos lados da arca, definindo a formação mais claramente e fazendo ela mais acessível para a pesquisa.

 

 


Fotos antes do terremoto e depois do terremoto


A probabilidade da suposta Arca do Sr. wyatt ser apenas uma formação rochosa é uma suposição pois ao contrario do que alguns afirmam, temos provas concretas de que este artefato é realmente madeira petrifica, testada e reconhecida em vários laboratórios que lhes forneceram autenticidade.

 

Sendo assim, para alguns que afirmam ser esta apenas uma formação rochosa comum no Ararate, será preciso tambem aprentar laudos científicos de material testado em ao menos um laboratório. Caso contrário não podemos reconhecer nenhum argumento como plausível.

Alem de comprovado ser o artefato composto quase que totalmente de madeira petrificada. Também é importante considerar alguns outros pontos como prova para esta descoberta:

 

A formação está na forma de um barco, com uma proa pontuda e uma popa arredondada.

 

Comprimento exato como notável na descrição bíblica.

 

 

A arca de Noé com 515 pés comparada ao Porta Aviões U.S.S.Kitty Hawk.O comprimento das ruínas da arca é 515 ft., que é exatamente 300 côvados egípcios (1 côvado = 20.6 polegadas)! Moisés foi educado em Egito e não era familiar com o côvado hebreu que, a propósito, ainda não era uniforme quando Moisés escreveu o gênesis.

 



A parte em cinza acima representa o esboço e forma com a qual a arca se encontra hoje. A bíblia diz que ela possuíu três níveis, e baseado nas medidas atuais de profundidade da arca, ela deveria possuir a aparência original com o complemento da parte hachurada marrom do esquema.

 

Descansa em uma montanha da Turquia oriental, combinando com o registro bíblico: "A arca descansou em cima das montanhas de Ararat" Genesis 8:4. (Ararat que é o nome do antigo país Urartu que cobriu esta região).

Madeira petrificada é encontrada em todo o artefato, como provado pela análise do laboratório.

 

 


Este exemplo da madeira petrificada mostra ângulos direitos distintos . O espécime foi encontrado por Ron Wyatt. Esta é uma foto de uma grande prancha do convés desenterrada antes dos oficiais turcos pela expedição e caracteriza três camadas distintas de madeira com a colagem que projeta-se pela extremidade. Foi testada e provou tratar-se de madeira petrificada.

 

Tem 18 polegadas de comprimento e tem alguns pregos visíveis. Especulou-se que esta camada de madeira escura como breu pode ser considerada a madeira de Gofer descrita no versículo bíblico. Esta madeira do convés foi analisada em laboratórios em Knoxville, Tennessee de Galbraith, e encontrada para ter um índice total do carbono de 0.7100%. Desta figura você deduziria o carbono inorgânico de 0.0081%, deixando 0.7019% carbono orgânico, indicando que já foi matéria viva.

 

Mais um exemplar de madeira petrificada reconhecida em laboratório


Encaixes com uma liga de metais sintéticos são encontrados envolvendo toda a Arca, provando ser esta uma construção artificial.

Foi encontrado na arca uma imensa quantidade de ligas e encaixes feitos com metal fundido. Este material é encontrado em abundancia e em todos os lados do objeto. Estas duas fotos abaixo são de outubro de 2000. Note como já houve dois prendedores grandes no rebite, mas agora somente um é visível.

 

Uma placa grande de metal foi posicionada atrás dos rebites. Houve uma leitura positiva do metal ao passar o detector de metal sobre os rebites. Não se deve surpreender ao encontrar ligas do metal usadas na arca, porque segundo gênesis 4:22, "Tubal-Cain, um instrutor de cada artesão no bronze e ferro”.

 

 


A Arca apresenta também rebites formados por metais refinados. Rebites de um metal diferente foram testados em laboratórios, e os testes afirmaram se tratar de um composto de metais sintéticos, como o titânio, o magnésio, alumínio, e outros.

 


Muitos afirmaram que Ron teria forjado esta evidência, e tal espécime não faria parte da descoberta, ou mesmo que teria sido alterado. Porém, uma equipe independente encontrou os mesmos objetos e os testaram. E se provou que tinham os mesmos metais, nas mesmas porcentagens!

 

Marcas onde são dois rebites de metal


Foram testadas mostras do Rebite Fossilizado e o Relatório Do Laboratório confirmou que Contêm Metais Sintéticos! Pode-se encontrar também o que parece ser parte de uma arruela grande que está deslizada sobre um eixo e fixada então no eixo se alargando para fora da extremidade do eixo.

 

Os círculos da foto foram feitos para demonstrar o efeito circular no espécime. O material circunvizinho no lado da arca em torno deste objeto teve uma cor esverdeada. Supondo uma forma circular, esta amostra seria do mesmo tamanho do rebite encontrado pelo Sr. Wyatt. (a foto na direita é do rebite como nós o encontramos na arca).

 

 


Foram testados algumas amostras de metal encontradas na Arca, nos laboratórios de Galbraith de Knoxville Tennessee. Os testes foram feitos para detectar alumínio, ferro, e o titânio. Os resultados mostram 8.35 % do metal do ferro, metal do alumínio 8.35%, e o metal de 1.59% titânio. O que pode ser visto como surpreendente é que estes metais não podem ser encontrados na natureza! Foi comprovado que tal objeto é sintético, e foi produzido usando tecnologia avançada!

 

Estes resultados são similares àqueles produzidos na análise do rebite encontrado pelo Sr. Wyatt. Desde que o espécime fossilizado, supõe-se que uma grande parcela dele é agora composta por reposição de sílica, reduzindo a porcentagem do metal que estava originalmente nela quando foi feita. Estes rebites são encontrados em diversas posições na parte externa da arca, e enterrados provavelmente dentro da arca as centenas ou aos milhares. Na comparação com outra, este espécime está em condições mais pobres.

Outros itens que foram encontrados em uma das laterais da Arca após serem testados em laboratório revelaram também serem sintéticos. Os resultados de teste dos laboratórios de Galbraith, terminados em junho 2001, revelam-na têm o metal de alumínio sintético nele! Contem 8.08 por cento de metal de alumínio, 8.24 por cento de metal do ferro, 1.34 por cento de metal titânio, e 3.82 por cento de metal do magnésio.

 

 


Em maio, 1985, Dr. John Baumgardner de laboratórios de Los Alomas, inspecionava a arca com um detector de metal e disse: "ferro não decomposto!" Um feixe retangular estava projetando-se do lado da arca, com flocos do ferro. Encontrou um suporte angular direito bonito do ferro feito que fosse esticado e martelado, mostrando o gradiente preferencial. John testou-o em laboratórios de Los Alomas e encontrou-se para ser 91.84% o ferro FE203.

Abaixo está o que se suspeita ser a parte de um lastro de metal jogada no fundo da arca quando os artesãos terminaram de dar forma aos suportes do metal e tinham excesso do metal sobrando. Observe as características quase côncavas em cada lado, onde outras partes do lastro foram pressionadas de encontro a ele quando estava ainda quente. Esta peça foi encontrada próxima a Arca.

 


Uma outra peça parece ser algum lastro de manganês que foi derramado no casco em estado líquido, endurecido então ficou com a curvatura do casco (foto baixo). Tem um revestimento no lado convexo, e o lado liso parece ser de metal. Foi encontrado a alguns pés da arca.

 


Há também um outro tipo de lastro do metal que foi encontrado no casco da arca. É composto do manganês primeiramente, que é um material formado por magnésio que foi usado nos rebites de metal. Encontrado por Ron Wyatt.

 


Um outro objeto encontrado na lateral da Arca, comprovaram os exames de laboratório, se tratar de um composto de metal fundido. O objeto é de forma quadrada e trazia em si marcas que provavelmente teriam sido causadas por impacto de um grande martelo ou outra ferramenta. É provável que tal impressão tenha sido causada quando o objeto ainda estava quente e semi-derretido.

 



Nas laterais da Arca são visíveis as formas da madeira petrificada. Pode-se observar as grandes tábuas bem destacadas usadas para construir a embarcação.

Alguns inimigos da descoberta afirmaram que esta formação é algo comum no Monte Ararate, que seria formada por rochas e camadas rochosas dispersas na posição horizontal, dando assim a impressão de serem tabuas empilhadas umas sobre as outras.

 

Porém, o que podemos ver claramente é que o formato da madeira petrificada da Arca encontrada por Ron, não segue este padrão, mas se mostra verticalmente, como se fossem tábuas em pé, isso não poderia ser uma rocha sedimentar, tal afirmação seria improvável cientificamente.

As varreduras do radar mostram um teste padrão regular das madeiras dentro da formação da arca revelando quilhas, estrutura de suporte para a quilha (Keelson), amuradas, anteparos, câmaras animais, sistema da rampa, porta na parte dianteira direita, dois tambores grandes no 14' dianteiro; x 24', e uma área central aberta para o fluxo de ar a todos os três níveis.

 

Madeiras verticais do reforço lateral

 

O lado ocidental, estibordo da arca ostenta as madeiras as mais definidas do reforço, quatro estão claramente visíveis acima

 


Ron Wyatt fazendo uso de uma broca fez uma pequena perfuração na embarcação petrificada, que o fez ter acesso a uma câmara contendo o coprolite do estrume de animais petrificado, pêlo de gato e também a base de um chifre. Foi encontrado também o que se acredita ser cabelo humano, e a fibra sintética que é similar a fibra ótica.

 

A abertura foi lacrada em seguida para que não houvesse contaminação devido ao contato com o exterior, cuidados muito comuns em meio a arqueologia, para preservar os artefatos encontrados, pois nestes casos as simples mudanças na umidade do ar ou outros efeitos externos podem destruir artefatos preservados por milhares de anos, ou mesmo acelerar este processo.

 

Artefatos encontrados no interior da Arca


Evidências externas também foram encontradas nas proximidades. Além das provas que mostramos nas matérias anteriores outros artefatos tem surgido para comprovar a veracidade desta descoberta.

Um objeto feito de cerâmica possuindo entalhes de um pássaro, um peixe e um homem usando uma touca, segurando um martelo com o nome Noé, foi achado pelo arqueólogo Dr. Shea a aproximadamente 20 jardas da Arca. Acredita-se que tenha sido feito por civilizações que habitaram naquele lugar e que reconheciam ser aqueles os restos da lendária Arca de Noé.

Há também uma estranha rocha que emite sons como o de uma cavidade oca, possivelmente um pedaço de casca de alguma árvore que poderia ter sido parte da cobertura da embarcação foi encontrada a uma curta distância do artefato em questão.

 


É importante citarmos também a existência das estranhas pedras de âncora que continham as marcas de cruzes, supostamente uma forma de reconhecimento como relíquia religiosa.

A descoberta da Arca de Noé na Turquia é marcada por inúmeras evidências. Existem alguns grupos de arqueólogos que criticam vorazmente a descoberta e que até se empenham por tentar provar ser esta uma grande fraude.

 

Porém, devemos admitir que seria uma incrível coincidência que exatamente nas montanhas do Ararate, exato lugar onde a Bíblia menciona que a Arca teria repousado, uma suposta formação rochosa em forma de barco, medindo as exatas medidas referidas na Bíblia e com laudos acusando conterem altos níveis de madeira petrificada e metais em abundância seja encontrada assim tão perfeita.

Esta descoberta não só condiz com relatos históricos feitos por vários historiadores famosos, conforme mencionamos nas matérias anteriores, como também possui uma relação muito intima com os povos locais que testemunham ser esta a Arca de Noé. Além de várias evidências de material recolhido no local que foram analisadas em vários laboratórios e comprovaram ser de artefatos que remontam os tempos anti-diluvianos.

O que podemos concluir com tudo que estamos lendo neste artigo é que há uma grande probabilidade de que tal artefato encontrado no Monte Ararate seja realmente a embarcação construída por Noé.

 

Contudo, não esperamos que o mundo científico seja amigável com tal achado, pois tornar esta descoberta conhecida como verídica implicaria em dizer que Deus é um ser realmente existente e que provavelmente tudo o que possuímos de informação história contida no Livro de Deus também seria verdade. Isso invalidaria centenas de anos de teorias contrarias ao criacionismo. Tal acontecimento não seria possível principalmente mediante a desonestidade de muitos dos cientistas que defendem a evolução e outras fábulas.