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Diferenças entre Criacionismo e Ciência Moderna

 

CSC cabeçalho gráfico


Criacionismo

 Sodré Gonçalves



O criacionismo, que é um conjunto de estudos integralistas e tem caráter tanto  científico, quanto filosófico, religioso (permeando  todas as religiões).  Se destaca  principalmente pela religião judaico-cristã bíblica e engloba diversas áreas como:


1. Em relação a identificar o Criador, o criacionismo engloba  a linha do DI (movimento cientifico do design inteligente) com grandes cientistas representantes como :

Dr. Stephen Mayer, Michael Behe, William Dembski, Robert Marks e centenas de outros grandes nomes da ciência

http://www.discovery.org/a/2640

No Brasil,  destacamos o brilhante Dr. Marcos Nogueira Eberlin, que entre milhares de realizações de abrangencia mundial,  é o descobridor das reações de íons gasosos onde livros do mundo inteiro levam seu nome "reações de Eberlin". Lançou livro em defesa do DI, é criacionista bíblico.
http://www.fomosplanejados.com.br/capitulos/

2. Na biologia como estudo genérico e biologia evolutiva, bio-modificacional,  o criacionismo defende  a linha da hipótese falseável dos tipos básicos, onde falseia e testa até onde vai a ancestralidade comum, demonstrando ilimitadas centenas de possibilidades para certas filogenias, e unica possibilidade, pelos mesmos testes, para o homem.

Representam esta área os biólogos  baramilogistas, entre os quais destacamos o brilhante biólogo Siegrifield Scherer,  que lançou juntamente com o Dr Junker e outros 8 (oito) cientistas de renome)  o livro "Evolução, um Livro Texto Crítico" que está na 6ª edição e é candidato a se tornar livro didático na alemanha. Neste livro se defende as verdades evolucionistas, seus limites, suas extrapolações e as opções fisicas e metafisicas do criacionismo como sendo mais parcimoniosas. Exemplo: Este livro, muito antes de descobrirem que o DNA lixo não era lixo, defendia já em 1996, que a ciencia desconhecia as funções do mesmo.
http://igrejaadventista.no.comunidades.net/index.php?pagina=1414476357
http://crentinho.wordpress.com/

2.1 Na genética o criacionismo defende a entropia genética juntamente com os brilhantes  Dr J C Sanford (detentor de mais de 30 patentes genéticas), e o Dr Gerald Crabtree de Stanfor com sua última publicação (Fragil Intelecto) e antecipando a estes aqui no Brasil, eu mesmo defendia que as populações ancestrais tinham que ser mais hipervariáveis e ter cada vez menos acumulo de frequencia de alelos deleterios para poder sobreviver a uma previsão de  stress homozigotico no passado, como a tese da hipervariabilidade ancestral.


3. Na paleontologia tenho apresentado a tese da paleontologia do X e do T onde defendemos o contraste que existe entre as amostras de variáveis fósseis com a grande biodiversidade de hoje, representada por varias classificações. A
 falta de numero de variaveis morfologicas no registro fossil não é compativel com o tempo de 540 milhões de anos, que inclusive detém  maior numero de familias, e portanto tal quadro  revela que não houve tempo e nem circunstancias isoladoras capazes de gerar biodiversidade esperada no mundo fóssil. 


4. Na geologia,  o criacionismo tem representantes de destaque  como o Dr John Baumgardner, Sneeling, Chawduic, Leonard Brand,  e muitos outros, seguindo a mesma linha dos pais da geologia como Cuvier desprezados por Darwin quando este apostou nas teoria nova,  gradualista e uniformista de Lyell que seguia a filosolia uniformista de Hutton que era uma tendencia do iluminismo .

Segue a linha catastrofista tendo de acordo com o Dr Leonard Brand em seu livro "Historia da Terra" , 12 (doze) modelos catastrofistas, aqui no Brasil temos o Dr Nahor Souza que interpreta que a formação do cambriano ao pleistoceno foi rápida, caracterizada por SEE (BERTHAUD, MARSKE, CIZEAU E OUTROS)  e desencadeada por astroblemas inseridos posteriormente a coluna geologica, gerando segundo ele , a necessidade de uma automatica revisão temporal devido as altas escalas sedimentares envolvidas (SADLER).

Durante um ano e meio, testei as ideias do Dr Nahor com 4 brilhantes professores  de geologia da USP, unissinos, UNB e UEB, e confirmamos que as defesas criacionistas de tempo rápido para a formação geologica não encontram resposta por parte de quem defende gradualismo.

Na questão do tempo, podemos perceber que o criacionismo tem diálogo com no minimo 36 perspectivas datacionais harmonicas entre si,  e que o modelo geologico gradualista tem diálogo apenas com testes extramente polêmicos radiométricos. 



5.Na Astronomia e Física segue a linha da sintonia fina como evidencia de um Criador
http://en.wikipedia.org/wiki/Fine-tuning
http://www.youtube.com/watch?v=i2rklwkm_dQ

5. Teologia Bíblica

6. Filosofia (Craig)

7. A fé e experiências de cada um e a sabedoria popular


Diferenças entre Criacionismo e Ciência Moderna

Criacionismo Integralista

Ciência, Filosofia e Teologia

Naturalismo Ateísta

(Ciencia e Filosofia)   

Criação : DI- Design Inteligente,

lei da biogênse, Complexidade Irredutivel


Abiogênse, Bipoeise, teoria do caos, panspermia, sopa primordial, endossimbiose


Biologia dos Tipos Básicos, ancestralidade com limites a tipos básicos, evolução com limites


Biologia da Ancestralidade totalmente comum, evolução sem limites


Genética de população com ênfase na entropia da informação, acumulo de fardo genético, maior importancia da deriva genetica e perda de Pool genico e patrimonio genetico nas populações derivadas e especiadas


Genética de populações com ênfase em possibilidades da mutação criar novas configurações através das mutações e seleção natural


Palentologia do X e do T. Demonstrando que, devido a grande variedade da biodiversidade atual, não houve tempo e nem condições de isolamento, das familias de especies representadas no registro fossil, se biodiversificarem. O registro fossil conta a historia de 543 milhões de anos da evolução das especies
Geologia Catastrofista representada por 12 modelos distintos, seguindo semelhante linha de Cuvier, pai da geologia, ênfase em astroblemas, reiterpretação turbididica e separação rápida e automatica de sedimentos pela lei da SEE - Segregação e estratificação espontanea. Ascamadas do cambriano ao pleistoceno se formaram em tempo rápido e pertencem ao cenarios de grandes eventos catastroficos interligados, quea literatura arqueologica em mais de 274 fontes sinópticas ao redor do mundo classificou de "diluvio".


Geologia gradualista de Lyell, com catastrofes esporádicas ocorrendo dentro de grandes intervalos de tempo. Recentemente abandonaram o uniformismo de Lyell/Hutton e o substituiram por atualismo (mesmas leis)


Datação: Apoia-se em 36 perspectivas datacionais que incluem o carbono 14, demonstrando harmonia datacional entre si


Datação: Apoia-se isoladamente em métodos radiométricos e confiança em constantes de decaimento durante bilhões de anos.


Astronomia: Apoia-se em argumentos ligados a Sintonia Fina orquestrada e premeditada pelo DI (Design Inteligente)


Big Bang, Cordas, Multiversos, explosões capazes de gerar sistemas


   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   


 

Criacionismo sendo uma  cosmovisão integralista, defende confirmações cientificas sobre linha temporal bíblica . Se expressa na teologia cristã do novo testamento e da nova aliança, como um dos dons do Espírito Santo, classificado como "palavra da ciência" pelo apóstolo Paulo, e busca ensinar aos homens assuntos ligados a  inteligencia e percepção positivista e objetiva  das coisas, enquanto filosofia e teologia atua mais em assuntos da sabedoria que tem  carater mais abrangente e trabalha mais com conceitos racionais e metafisicos.

 

Desta forma o criacionismo,  é uma ponte entre fisico, o filosófico e os aspectos metafisicos da existencia, buscando harmonizar e dar suporte cientifico as expressões mitológicas arqueologicas ligadas a um Deus criador, diluvio e comportamento adaptável e biodiversificador das especies (Neste ponto, o criacionismo baraminologista engloba a biologia evolutiva funcional, rejeitando apenas parte da biologia paloentologica historica.  

 

Destacam como cientistas defensores do criacionismo, cientistas da área de saúde os quais defendem uma ciencia milenar, e não secular, defendendo  práticas milenares de fitoterapias, o criacionismo vem convalidando o que se julgou ser  (desde o iluminismo e o modernismo) apenas lendas e mitos milenares descritos em centenas de fontes arqueologicas, sobretudo bíblicas,  discernindo pontos que eram vistos quase que apenas intuitivamente e/ou pela fé.

Sua preferencia pela Bíblia se dá pelo fato da propria Biblia com seus relatos literais e menos simbólicos que em outras fontes,  permitir um diálogo cientifico mais falseável (Popper). Desta forma, assuntos ligados a genealogias descritas com muitos nomes na Biblia, catastrofes como a de Sodoma e Gomorra (defendidas como literais pela geologia moderna no livro de geologia da USP "Decifrando a Terra") e catastrofes como do diluvio defendidas por muitos  geologos ao redor do mundo, e aspectos extremamente engenhosos da bioquimica celular,   são esclarecidos pelos milhares de cientistas pertencentes ao grande movimento do "Design Inteligente "como tendo forte diálogo com a ideia apresentada na Bíblia de um poderoso e inteligentíssimo Criador.

Também destaco que há um diálogo científico cada vez mais convalidado e aceito na comunidade cientifica , do criacionismo bíblico  com grande parte do darwinismo e com a teoria sintética da evolução, pois que o criacionismo defende uma rápida (ver especiação em tempo real) e sucessivas sub-especiações (ver deriva genetica) degenerativas (ver Baumgardner,  JC Sanford e Gerald Crabtree) e adaptativas capazes de criar em 5000 anos toda a biodiversidade atual (ver argumento do T), a partir de 5%  das especies sobreviventes a grande catastrofe. Chamado de baraminologia, este viés criacionista explica como eram distintos os tipos básicos ancestrais criados por Deus e ainda prevê testes taxonômicos que revelam os limites sub-especiativos de ancestralidade comum em milhares de especies (ver livro "Evolução, um livro texto critico, de Scherer, Junker e mais 10 cientistas alemães)  


Mas porque o criacionismo é tão rejeitado sobretudo pelos ateus e agnosticos que dominam e se desenvolvem na comunidade científica?


As explicações para essa inimizade são:


1. Aspectos morais e espirituais

2. Aspectos epistemologicos

3. Aspectos historicos ligados a reação iluminista e laicismo educacional

4. Cultura estabelecida



1. Aspectos morais e espirituais


15 Porei inimizade entre você e a mulher, entre a sua descendência e o descendente dela; este ferirá a sua cabeça, e você lhe ferirá o calcanhar".

 


Desde os tempos remotos que existe uma inimizade e aversão inexplicável atuando no homem em relação a reconhcer ou não a Deus em seus caminhos. Esta aversão se expressa sobretudo por idolatrias onde certas coisas substituem a Deus no foco, veneração, adoração e admiração contemplativa. Assim sempre ocorreu a veneração de outros deuses, e atualmente do Estado, de imperadores, de personalidades, de si mesmo, de poder, de papas, de santos, de igrejas, e atualmente de ciencia e de tecnologia. O ódio a Deus encontra em alguma idolatria sua expressão, e busca por diversos expedientes justificar sua postura, no filme o "alto da compadecida" por exemplo, ocorre um exaltar dos atributos de Maria como sendo mais misericordiosa e compreensiva que Jesus.

No campo cientifico não faltam argumentos de idólatras da mesma usando a estrategia de exaltar pontos fracos da religião e exaltar pontos fortes da ciencia como se fossem instituições totalmente opostas, um cientista que se presta a esta metodologia enganosa se chama Richard Dawkins.

Exaltando os beneficios da ciência, como se a ciencia não tivesse tambem promovido tantas desgraças na humanidade, e exaltando as desgraças promovidas pela religião, como se ela não tem promovido tantas bençãos no mundo, seguem multidões de extremistas, generalizando e cumprindo assim a profecia biblica da inimizade mística que ocorre no coração daqueles que odeiam Deus e buscam, com o espírito do engano, ferir o calcanhar dos descendendentes dos filhos que reconhecem existir um Deus.

Os aspectos morais tambem são relevantes, pois todo jovem que se vê castrado em suas preferencias sexuais, pelas lições morais na Biblia, e instintivamente vai reagir combatendo ferozmente seu repressor e torcer para que seu concorrente libertador possa ter a razão e lhe dar base para poder curtir a vida como quiser. Desta forma a juventude é facilmente dominada por seus abundantes hormonios, e não poucos professores, pois se percebe ser a maioria divorciados e solitários, vão dar amplos suportes ao liberalismo moral e sexual de todos, podendo ser assim tambem beneficiados e altamente compensados prazerosamente com isso. A tentação de moças e rapazes extremamente belos no ambiente universitario é um fator que deve ser levado em conta. No livro de geologia "Decifrando a Terra" da USP encontra-se descrito camadas de carvão nos locais em que provavelmente situaram Sodoma e Gomorra que assim como Pompéia, cidade caracterizada pela prostituição, foram sumariamente queimadas.


 

 

 

E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar. 
Gênesis 3:15

 2. Aspectos epistemologicos


Uma pergunta se destaca no mundo acadêmico, "porque Deus é tão evitado?". O Dr Marcos Nogueira Eberlin (dep quimica UNICAMP)  ao explicar as trilhões de evidencias de um Criador, inicia uma explanação sobre esta questão


Também "Recentemente, um homem insuspeito como o Professor Richard Lewontin, conhecido evolucionista de Harvard, declarou -- foi publicado na New York Review of Books - que, apesar de todas as contradições da tese evolucionista, apesar de todos os fracassos, os evolucionistas têm a declarar que, tendo fechado questão com o materialismo, eles não permitirão que Deus entre, pondo o pé na porta.

 

Eis o texto de Lewontin:

 

"Nós ficamos do lado da ciência, apesar do patente absurdo de algumas de suas construções, apesar de seu fracasso para cumprir muitas de suas extravagantes promessas em relação à saúde e à vida, apesar da tolerância da comunidade científica em prol de teorias certamente não comprovadas, porque nós temos um compromisso prévio, um compromisso com o materialismo. Não é que os métodos e instituições da ciência de algum modo compelem-nos a aceitar uma explicação material dos fenômenos do mundo, mas, ao contrário, somos forçados por nossa prévia adesão à concepção materialista do universo a criar um aparato de investigação e um conjunto de conceitos que produzam explicações materialistas, não importa quão contraditórias, quão enganosas e quão mitificadas para os não iniciados. Além disso, para nós o materialismo é absoluto; não podemos permitir que o 'Pé Divino' entre por nossa porta."

 


A razão pela qual teorias absurdas e  totalmente ilógicas como de Oparin e Miller de possivel hipotético surgimento da vida através de  aminoácidos racêmicos precursores de proteinas homoquirais e organizadas, para  que dessem um possivel inicio ao DNA e a uma celula replicadora, estarem presentes no que se  chama ciência e centenas de milhares de livros cientificos, reside no fato da ciência ter um histórico filosofico e político onde o naturalismo metodologico passou a ser estrategico não só como forma de destruir o poder religioso como ditador da verdade, como forma de conter sua reascenção e volta ao dominio sobre o estado. O Estado teve que se precaver de seu anterior dominador. 

Ou seja, por mais óbvio que seja  a qualquer observador da natureza, enxergar claramente um organizador de organicos, um codificador do codigo genetico,  um legislador de leis naturais, em engenheiro de coisas engenhosas, um design inteligente de coisas planejadas inteligentemente (chamado por principio básico pelos cientistas fundadores da ciencia moderna como Isaac Newton), por mais lógico que isso seja, se estabeleceu ideologicamente que isso não poderia ser pensado em termos de educação e ciência. A ideologica acadêmica em reação as ignorâncias perpretadas sob o dominio religioso medieval,  se propôs a explicar toda a realidade por meio da ciencia e dos fatos, excluindo a razão ao máximo, inclusive e sobretudo, as razões teologicas e metafisicas.

Assim em todos os campos de ensino, foram sendo substituídos explicações metafisicas e misturadas com religiosidade,  por explicações naturalistas misturadas com uma aversão proposital de se evitar Deus e aspectos religiosos. Desta forma isso explica a ascenção do dominio da  biologia pelo Darwinismo, da geologia pelo uniformitarianismo e gradualismo de Lyell, da psicologia dominada agora pela psicanálise freudiana que tenta reexplicar o surgimento da  moral e de Deus no pre-natal e infancia, ou dominada pelo Behavorismo, Skinner, que reduz nossos comportamentos a condicionamentos mecanicistas, da antropologia pela visão de um homem-animal, da filosofia e até parte da teologia pelo dominio do que se chama naturalismo metafisico, onde a figura religiosa de Deus passa a ser apenas um mito necessario do ser humano.


3. Aspectos historicos ligados a reação iluminista e laicismo educacional


O iluminismo ao separar religião do estado (laicismo), promoveu tambem um laicismo não só na esfera politica como na esfera educacional, impedindo e boicotando desde então hipóteses sobrenaturais e religiosas como forma de dominio da nova ordem iluminista centrada no humanismo e substituindo a razão pelo método cientifico onde   fatos mensuráveis (positivismo) ditam a verdade.  E por mais absurda que ela seja, sendo ela materialista e naturalista, tem preferencia em relação as mais inteligentes e lógicas, defendidas hoje pelo movimento cientifico denominado Design Inteligente. 

As novas filosofias que passaram a reger o cenario politico do mundo após a reforma protestante, passaram a dominar todas as diretrizes educacionais, determinando o naturalismo como regente das regras cientificas, marginalizando assim qualquer fosse o relacionamento com a religiosidade, considerada pelo iluminismo radical frances como inimigo nº 1 do Estado.


4. Cultura estabelecida


Desta forma, a ciência ficou cativa e se obrigou a não poder pensar em deduções óbvias como um Criador, para poder pensar em deduções materialistas, por pura submissão as mesmas diretrizes ideologicas que se manifestaram no mundo em reação contrária ao dominio pregresso da religião e do pensamento extremamente verticalizado e mistico que dominou o mundo desde  tempos pregressos. Reputando-o como pensamento "atrasado", propôs-se que o pensamento moderno o excluísse e que quem o mantivesse deveria ser considerado tão atrasado quanto ele.

Assim, a humanidade como corpo acadêmico passou de um extremo mistico a um extremo materialista, tão ridículo quanto todos os extremos desequilibrados na aferição de qualquer verdade. 


 

Clique na imagem e assista : Antevidência, e do tipo Genial: O 3º Pilar da Teoria do Design ...

www.sodregoncalves.

 

 

 

Biologia
 Portal Educação - Fórum : Áreas : Biologia  
Tópico: Hipervariabilidade Ancestral  
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Autor Mensagem
Sodré 
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Respostas: 71
 Tópico: Hipervariabilidade Ancestral
    Enviada 06 Jun 2008 as 9:37am

  NETO, G B Sodré, Hipervariabilidade Ascendente. Monografia apresentada em exigência da materia de Metodologia Cientifica, do curso de pós graduação em Ciência da Religião,  da Faculdade INTA . Maio de 2008




Quadro que ilustra diversos ramos gerando variações fenopticas e especiações cada vez mais afiladas (com menor patrimonio) e mais frágeis (aumento de carga genética negativa de alelos deleterios) culminando na extinção da especie. Excetua-se quadros onde especies primas se reencontram depois de segregaçãões pretéritas, onde ocorre o aumento de patrimonio e variabilidade, inclusive imunologica. Contudo, esta realidade de tendencia positiva é vista nestes contextos, em momentos da historia de uma população.





ADÃO E EVA E A GENÉTICA DE POPULAÇÕES
  
 EVIDENCIAS DE LITERALIDADE   EM TEMPO E QUANTIDADE , NO ESTUDO DE GENÉTICA DE POPULAÇÃO,  ATRAVÉS DE ESTUDO DA VARIABILIDADE, CARGA NEGATIVA E PATRIMÔNIO GENÉTICO NAS POPULAÇÕES ANCESTRAIS
 
por

 Sodré Gonçalves




1.Introdução

Cap 1 ..Genealogia e Ancestralidade Comum

1.2 Analisando Estudos sobre a Eva Mitocondrial (DNAmt)


Cap 2 -Baixa Variação Genética , doenças genéticas e Perigo de extinção

2.1 Os Perigos da Endogamia Continuada

2. 3 Situações Ideais Genéticas para Sobrevivência das Espécies Ancestrais


Cap 3 -Aumento de Potencial de Variabilidade nos genótipos ancestrais

3.1 Análise de Progressões Populacionais Convencionais
3. 2 Perímetro de convergência temporal

3.3 Análise de Parâmetros para Simulações de Sobrevivência de Espécies Ancestrais

3.4 Justificativas que Demonstram Longevidade nas Populações Ancestrais

Cap. 4. Conclusão



Resumo: O Estudo de Baixas populações demonstram risco de extinção por baixa variabilidade genética, onde os defeitos genéticos herdados aparecem com maior frequência. Esta realidade observada e testada, presente em inúmeros exemplos,  nos leva a questionarmos o modelo que descreve   uma média de  complexificação das espécies no histórico fóssil.  O inicio de populações  de especies ancestrais necessita de uma realidade genética hipervariável e com um minimo de defeitos deleterios, e ao mesmo tempo, com a   demonstração de vários casos onde especies-mães possuem menor carga genética de defeitos e maior patrimonio genético, nos faz observar  que o código genético nas populações ancestrais fosse cada vez mais hipervariável, com menor defeito ou acúmulo de mutações deleterias e com maior patrimônio e complexidade  genética, excetuando aspectos de imunidade, fruto de evolução de soluções geneticas de organismos selecionados frente as contingencias da vida. Em conformidade com isso, estudos demonstrando ancestralidade comum pelo DNAmt (DNA mitocondrial), pelo cromossomo Y e por cálculo estatístico, revelam individuo macho e fêmea como originador de toda humanidade vivendo não mais que  poucos milhares de anos atrás, remetendo-nos invariávelmente ao que os escritos antigos já falavam de alguma forma.



Introdução

GENEALOGIA E ANCESTRALIDADE COMUM




Marco Antônio Zago e Wilson Silva Jr., da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP) escrevendo sobre a origem das populações de indios nas 3 américas, e através de estudos no DNAmt (DNA mitocondrial), deduziram, entre outras assertivas:

"É como se todos os haplogrupos tivessem aparecido mais ou menos ao mesmo tempo."

"Como os ameríndios apresentam menos diversidade genética do que os asiáticos, os pesquisadores acreditam que os nativos da América sejam o resultado de um processo evolutivo chamado de efeito gargalo: a partir de poucos indivíduos - leia-se baixa diversidade genética - origina-se uma população enorme que vai colonizar uma grande área - as três Américas, no caso".

http://www.revistapesquisa.fapesp.br/novo_site/extras/imprimir.php?id=1853&bid=1


Observamos que o afunilamento nos ascendentes não é uma observação isolada, mas se comunica multidisciplinarmente com varios raciocinios, testes e até mesmo centenas de fontes arqueológicas, e  aponta não somente para baixas populações (com risco de homozigose continuada sempre aumentando quanto mais voltarmos), como também nos exige o desafio de respondermos  a difícil  pergunta de  como aumentariam sua variabilidade para sobreviverem  e justificar as centenas de variações e especiações  atuais?


Para isso, algumas respostas se destacam como na  matéria "Cientistas dos EUA têm nova teoria sobre evolução humana" 

http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/021224_hominideobg.shtml

"Há sinais de que houve cruzamento entre espécies nesse período"

Mas....

"Esta nova pesquisa sugere que aconteceram alguns cruzamentos, mas, como os próprios autores reconhecem, esses cruzamentos podem ter ocorrido em dose limitada. O que realmente aconteceu continua sendo uma pergunta sem resposta", acrescentou o cientista".


Uma das maneiras de se estabelecer que houve cruzamentos entre supostos antepassados comuns ao homem e aos chipanzés é a localização de retrovirus, porem este raciocinio  ignora que não existe aleatoriedade na inserção dos mesmos pois " os elementos transponíveis se inserem apenas entre determinados pares de base (e isso depende do transposon, uns são mais específioos que outros), o que dita isso são as características físico-químicas das enzimas que os inserem nesses lugares"
http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=26688928&tid=2597695239025054347&na=4&nst=141&nid=26688928-2597695239025054347-5202024475795995748

Estudos e testes efetuados pelo bioquímico Frank Sherer da alemanha, demonstram em testes feitos entre  mais de 2000 especies e  generos distintos , que para se estabelecer ancestralidade comum deveria haver ao menos um inicio de um embrião em cruzamentos artificiais, pelo menos uma coordenação cromossomica ajustavel. Ele procurou saber se isso ocorreu em tentativas artificiais entre homem e chipanzés, gorilas, etc... e não encontrou nem um inicio de formação embrionaria. "Evolução, Livro Texto Crítico"

Lembrando que existe certos setores do DNA onde acontecem mais erros de copias (por exemplo na heterocromatina) a polimerase do DNA comete mais erros. Ou seja, não reparam os erros outrora acontecidos, o que poderá coincidir mutações "justamente" em semelhantes locais, o que enfraquece a "coincidência" ainda mais. Certos setores concentram elevadas taxas de mutação também.

Ou seja, não apenas a pergunta sobre nossos ascendentes fica sem resposta como tambem os sinais de ascendência comun com chipanzés e o difícil  cruzamentos entre especies primas , ficam mais fracos ainda, se não bastasse a fraqueza do proprio argumento levando em conta a dificuldade que é descendentes férteis, e a necessidade imensa de maior parentesco e semelhança  com os simios, o que pesquisas recentes descartam cada vez mais esta possibilidade como vemos neste artigo da Science 29 June 2007: Vol. 316. no. 5833, p. 1836
Jon Cohen, EVOLUTIONARY BIOLOGY: Relative Differences: The Myth of 1%.

http://www.sciencemag.org/cgi/content/summary/316/5833/1836


Para verificar mais as numerosas diferenças genéticas, ver  23

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=14251159&tid=2544078963181814212&kw=o+mito+do+1%25

Para quem quiser ver o impacto desta edição em comunidades defensoras da ancestralidade comum com chipanzés, acesse:
http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=184959&tid=2552443873686910298&kw=o+mito+do+1%25


    Especiação
   



http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/idade-do-gelo/formacao-de-novas-especies.php



Os autores evolucionistas insistem em apelar para mecanismos de especiação para justificar o surgimento da especie humana e de todos os seres vivos


Mas percebemos que estes mecanismos precisariam sempre de uma população anterior, como temos em http://www.simbiotica.org/especiacao.htm


"Evolução divergente - ocorre quando duas populações se separam e acumulam diferenças que impossibilitam o cruzamento entre elas, originando novas espécies;
#

Radiação adaptativa - a partir de uma espécie inicial, verifica-se uma ocupação de grande número de habitats e o surgimento de numerosas espécies quase simultaneamente;
#

Evolução convergente - populações com origem diferente e sem qualquer parentesco, sujeitas a pressões selectivas semelhantes, vão desenvolver estruturas e modelos de vida semelhantes;
#

Evolução paralela - espécies distintas, mas com um antepassado comum, podem, independentemente, permanecer semelhantes devido ao mesmo tipo de pressões selectivas.

visão criacionista de especiação


http://www.unasp-sp.edu.br/campus/neo/downloads/gibson2.pdf

http://www.unasp-sp.edu.br/campus/neo/downloads/gibson1.pdf

http://www.unasp-sp.edu.br/campus/neo/downloads/gibson3.pdf

http://www.portaleducacao.com.br/forum/forum_posts.asp?TID=517&PID=1947 (ver mais especificamente em Baraminologia)


Encontrei 3 linhas de argumentação que parecem fundir em torno do que tentamos defender:

1.1 Há quem enfatiza homozigose como um bom fator evolutivo, apesar dos imensos  riscos

1.2. Outros enfatizam  exatamente o contrario, os riscos e a impossibilidade de sobrevivência com populações muito pequenas , requerendo cruzamentos entre especies primas na fundação, o que gera grandes complicações

1.3. Há  tambem quem defende justamente poucos descendendo muitos, a exemplo da capacidade de alguns poucos casos hoje,  o que recomendaria mais nosso modelo dadas as dificuldades que poderiam ser suplantadas ou minimizadas com a idéia da  hipervariabilidade ancestral


Estudos 1 em populações determinam que a existência de poucos indivíduos numa população de uma determinada espécie, indica em geral baixa VG (Variabilidade genética), ou seja, podem variar-se geneticamente pouco, e uma população com poucos indivíduos têm alto grau homozigótico (características geneticamente uniformes), trazendo sérios problemas a raça pelo aumento de freqüência de compartilhamento de alelos de genes deletérios gerando a impossibilidade de sobrevivência tendo em vista a baixa VG daquela população, pois os cruzamentos em uma cessação assim aumentarão a freqüência de transmissão de alelos deletérios, onde qualquer mutação deletéria pode se espalhar e fixar rapidamente sobre aquela frágil população, o que pode em pouco tempo condená-la a extinção. 

Neste trabalho procuraremos ressaltar esta dificuldade de sobrevivência com o objetivo de demonstrar que somente uma configuração genética diferenciada, mais perfeita, com menor carga genética e maior patrimônio genético, na maioria das espécies, poderia permitir a explosão populacional humana e de todos os seres vivos.

"Existem diversas cidades do Brasil onde casamento e reprodução só são realizados entre parentes. Como exemplo: Estrela D'Oeste - SP, o número de parentes casando com parentes são extremamente altos e não há nenhum caso de doença deletéria na família" 2. Sugerimos que estas exceções de comportamento nos cruzamentos entre parentes demonstram um pouco do retrato genético ideal que existia nas populações ancestrais.


Localização de Estrela do Oeste



Cap 1 ..Genealogia e Ancestralidade Comum

Estudos na universidade da Yale , Dr Chang, publicado na Nature, 2004, em estatística genealógica 3, e outros mais, em busca de ancestralidade comum, como da Eva mitocôndria, de datação com base de médias de intervalos regulares de mutações, demonstram a ancestralidade comum em humanos , e o fato de termos ancestrais comuns a todos vivos e mortos, implica em avistar em uma certa época, um numero populacional reduzido, com todos os problema genéticos que hoje avistamos.





Estudo feito nos Estados Unidos mostra que o mais recente ancestral comum a toda a população mundial atual, viveu, não há dezenas de milhares de anos, mas há apenas 3 mil anos . Simulações feitas em computador, baseadas em um novo modelo estatístico, mostraram que o ancestral comum a toda a humanidade não é tão velho como se imaginava. Cientistas norte-americanos descrevem na edição de 30 de setembro da revista Nature que tal indivíduo teria vivido há apenas 3 mil anos. Esse retorno com cada vez menor numero populacional nos desafia a encontrar hipóteses não uniformistas sobre a capacidade de nossos poucos ancestrais comuns nos descenderem, sem que os levasse a extinção.



1.2 Analisando Estudos sobre a Eva Mitocondrial (DNAmt)
 


"Os genes de uma criança são aproximadamente igualmente herdados do pai e da mãe. O rearranjo genético que ocorre a cada geração sucessiva dá ao feto duas cópias de cada gene de uma escolha de quatro possíveis dentre os genomas dos pais. A herança do DNA mitocondrial (DNAmt) é uma exceção à reprodução sexual. De singular na teoria da Eva Mitocondrial é a descoberta de que o DNAmt é herdado apenas da mãe, não havendo nenhuma contribuição do pai na época da fertilização. Quando o espermatozóide penetra o óvulo, não há entrada de mitocôndria. Apenas o DNA da cabeça do espermatozóide contribui para a formação do zigoto. A única fonte de DNAmt do zigoto é materna. A mãe passa o seu componente de DNA mitocondrial para suas filhas e filhos. Os filhos não podem passar sua informação genética adiante; a informação pode ser passada apenas pelas filhas".
"O resultado surpreendente foi que todas as ramificações da árvore se juntaram em um tronco rapidamente. Rapidamente significa que usando uma taxa assumida para as mutações no DNAmt, todos os indivíduos testados poderiam ser considerados tendo uma mãe comum africana em um passado evolutivo recente. Estes investigadores concluiram: "Todos estes DNAs mitocondriais partiram de uma única mulher que se postula ter vivido 200.000 anos atrás, provavelmente na África. Todas as populações examinadas, exceto a população africana, têm origens mútiplas, implicando que cada área foi colonizada repetidamente." O ancestral africano foi chamado Eva Mitocondrial pela imprensa. A descoberta de uma convergência na árvore evolutiva a um único ancestral materno comum que viveu na África sub-Saárica há apenas 200.000 anos é sem dúvida dramática".

tenciais falhas nessa teoria têm sido extensivamente debatidas. Os 200.000 anos estimados ao ancestral comum poderiam ser um erro significante se fosse assumido que a taxa de mutação para o DNAmt estivesse errada. O DNA mitocondrial possui uma taxa de mutação mais alta do que o DNA nuclear, porque a mitocôndria não possui o mecanismo de reparo extensivo do DNA, presente no núcleo da célula". 13


"Essa idade de 200 mil anos foi conseguida assumindo que o relogio molecular do DNAmt apresentasse uma taxa constante de mutação a cada 6 mil a 12 mil anos, algo em torno de 600 gerações (Gibbons, 1998). "Entretanto" escreve Wellington Silva, doutorando em Genética Humana na UNB, estudos revelaram uma taxa mutacional cerca de 20 vezes mais rápida, ou seja, uma mutação a cada 25 ou 40 gerações (Howell, 1996; Pearsons et al., 1997) . Estes dados , suscita am sérios questionamentos aos métodos utilizados para datar even6tos evolutivos (Paabo, 1996; Gibbons, 1998), enquanto para os criacionistas , soaram como boas-novas por estar em harmonia com o modelo de uma curta cronologia para nossa origem (Wieland, 1998)" 14
Ou seja, voltamos a cronologia arqueologica e bíblica e encontramos novamente Adão e Eva, será mesmo mito (no sentido usual) como dizem?


 

 
Baseando-se no ADN de um antigo czar russo, os investigadores descobriram que talvez o ADN mitocondrial esteja a sofrer mutações 20 vezes mais rápido do que se pensava.

Os autores também fazem referência a um outro estudo onde os investigadores sequenciaram 610 pares de base do ADN mitocondrial de 357 indivíduos de 134 famílias diferentes e repararam que as mutações ocorrem com muito mais frequência do eles pensavam. Estudos evolutivos anteriores fizeram os investigadores pensar que iriam encontrar uma mutação a cada 600 gerações (uma a cada 12.000 anos). No entanto, ficaram "estonteados" por encontrarem alterações em 10 pares de base, o que dá uma mutação a cada 40 gerações (uma a cada 800 anos).

Mais para a frente, o artigo apresenta a controvérsia:

"researchers have calculated that "mitochondrial Eve"-the woman whose mtDNA was ancestral to that in all living people-lived 100,000 to 200,000 years ago in Africa. Using the new clock, she would be a mere 6000 years old." - (Os investigadores calcularam que a "Eva mitocondrial" - a mulher cujo mtADN foi ancestral de todos os seres humanos - viveu entre 100.000 a 200.000 anos atrás em África. Utilizando o novo relógio, ela teria uns meros 6000 anos)

Fonte 1: http://www.dnai.org/teacherguide/pdf/reference_romanovs.pdf
Fonte 2: http://www.nature.com/ng/journal/v15/n4/pdf/ng04
 

Cap 2 -Baixa Variação Genética , doenças genéticas e Perigo de extinção

" Deve-se ressaltar que a variabilidade genética é a base da perpetuação de todos os seres vivos" 4 Pequenas populações apresentam em geral (não sempre) baixa VG, estas apresentam muitas doenças, fragilidades e deformidades, e está quase sempre condenada a extinção quanto maior for à taxa de cruzamentos endogâmicos

"Para uma Espécie poder se reproduzir e viver em um meio é necessário um número mínimo de espécies geneticamente diferentes. Sem essa variabilidade, mudanças no meio são fatais e ainda começam aparecer problemas de deformações e doenças consideradas raras pelo seu caráter recessivo, semelhante ao ocorrido em cruzamentos com pais e filho (caso bovino) ou entre primos (com os humanos) Por isso uma espécie é considerada oficialmente extinta quando o número de indivíduos é inferior a um número mínimo, em média 25. 

 



Por isso animais como a ararinha azul, e a subespécie chinesa dos tigres apesar de ainda terem exemplares vivos em cativeiro e na natureza, são consideradas extintas. 



Estudos em populações atuais determinam que a existência de número de  indivíduos numa espécie a ameaçam com diversas doenças genéticas e extinção. ex: Variabilidade genética de peixes-bois é alarmante 


 







 





Análise de DNA mitocôndria reflete drástica redução populacional e risco de extinção 5 Se para estudos em populações, quanto menor o numero de indivíduos , maior a ameaça de extinção, pela, em geral, baixa VG ,logo, é necessário que no passado recente, quando percebemos por estatística genealógica a presença de poucos ancestrais comuns (evidenciado por estatística genealógica, relógio molecular do DNAmt, cálculos matemáticos e fontes arqueológicas diversas, para pelo menos, os humanos) , que estes indivíduos da população anterior tenham características especiais genéticas e não uniformistas, diferentes da atualidade, que suportassem e compensem as ameaças de doença e de extinção, que hoje podem ser observadas




2.1 Os Vórtices da Extinção (Extinction Vortex)

- A Classe "R" do Vórtice é iniciada quando ocorrem distúrbios que diminuem o tamanho de uma População aumentando a variação do número de indivíduos nesta. As populações ficam vulneráveis a distúrbios posteriores e uma das principais conseqüências pode ser a mudança na proporção de machos para fêmeas, o que poderia acarretar numa diminuição brusca nas taxas reprodutivas;

- A Classe "D" do Vórtice ocorre quando o tamanho da População diminui e a sua distribuição espacial fica fragmentada. Além da diminuição do fluxo gênico entre os fragmentos, o risco de extinção da espécie em fragmentos se torna maior;

- O Vórtice "F" é o aumento do número de Homozigotos devido à diminuição no tamanho da População. Há o aumento da Oscilação Genética e a conseqüente perda de alelos e variabilidade genética, causada pelo aumento de cruzamentos entre indivíduos geneticamente semelhantes (cruzamentos consangüíneos);

- O Vórtice "A" ocorre devido às mesmas causas das outras Classes de Vórtice. A diminuição do tamanho populacional resulta em menos variabilidade genética (como no vórtice "F") e consequentemente há uma redução no Potencial de Adaptação de uma população a distúrbios externos (doenças ou mudanças climáticas, por exemplo).

"Darwin nos ensina desde 1859, as espécies extintas nunca serão substituídas ou copiadas, nunca haverá um ser que consiga ser igual a uma espécie extinta. Primack e Rodrigues, 2002, consideram as espécies como "soluções para a vida no planeta" e o crescente número de extinções não nos permitirá responder questões primordiais sobre a vida e a evolução na Terra".idem 1

2.1 Os Perigos da Endogamia Continuada




"O resultado final da "Endogamia continuada (característica de populações pequenas) é a perda terminal do vigor e a provável extinção da variabilidade genética, diminuindo a fertilidade, aumentando a taxa de mortalidade e aumentando a ocorrência de anomalias genéticas" 6

"Almeida (2004), em seu artigo intitulado Teoria das Ilhas Genéticas, propõe que as raças melhoradas devam ser tratadas também como em risco de extinção, argumenta que a perda de GENES causada pela endogamia é mais perigosa que a extinção de uma raça, pois reduz a variabilidade genética e a capacidade de reação a desafios futuros, como mudanças climáticas ou mesmo novas enfermidades" 7

2. 3 Situações Ideais Genéticas para Sobrevivência das Espécies Ancestrais

Sob baixa população, para que a população sobrevivesse milênios após, teríamos que ter na espécie um "fitness" perfeito em ambiente perfeitamente adequado, alta heterose sem alelos considerados deletérios, nenhuma ou baixíssima carga genética, alta Variabilidade genética apesar da reduzida população (algo raro de se observar hoje)

Ou seja, nada que lhes ameaçasse a extinção pela transferência alélica que seria quase homogenia de caracteres deletérios. Estes deveriam praticamente inexistir. 

Escreveu o biólogo Maximiliano a respeito do fato da existência do casal fundador de nossa espécie: 

"Aparentemente, para contrabalançar o efeito negativo do baixo pool gênico (máximo de quatro alelos por gene, já que são dois indivíduos) um casal do tipo ancestral teria de ter: 

1 -Fitiness igual ou muito próximo ao ótimo; 
2 - Alta heterose (=heterozigose, = vigor híbrido), e de preferência sem alelos considerados deletérios; 
3 - Baixa carga genética
4- Fatores ligados ao retardo do envelhecimento





Todavia, alguns modelos matemáticos (no livro Introdução à Genética, Lewontinl), prevêem que em poucas gerações o número de homozigotos tende a aumentar demais na população, o que com certeza é prejudicial, pois acarreta em redução do fitness devido aos cruzamentos consangüíneos próximos. Apesar de que, se a carga genética é baixa, e não encontramos alelos deletérios, a homozigose não seria tão catastrófica assim. 

Por outro lado, esses modelos matemáticos não parecem levar muito em consideração os efeitos da recombinação, elementos genéticos transponíveis (procurar por Ages - Altruistic Genetic Elements, na literatura criacionista) e mutações, na geração de novos alelos, então talvez os pontos a serem levados em consideração neste caso são: 

1 - Se estes processos são totalmente aleatórios ou se são regulados de alguma forma (aparentemente existem evidências pra se confiar que a recombinação e a transposição, são sim bem reguladas, haja vista a complexidade dos processos); 
2 - Com que rapidez esses processos ocorrem, ou seja, quanto tempo leva pra um processo desses produzir um alelo novo a ser adicionado ao pool gênico". 8



Cap 3 -Aumento de Potencial de Variabilidade nos genótipos ancestrais






A população de Chita têm uma variabilidade genética geralmente baixa "as crias da chita sofrem de elevados índices de mortalidade devido também a factuais genéticos" "Alguns biólogos defendem a teoria de que, em resultado da procriação consangüínea, o futuro da espécie está comprometido" . As chitas estão incluídas na lista de espécies vulneráveis da IUCN (União Internacional pela Conservação da Natureza), como subespécie africana ameaçada e subespécie asiática em situação crítica. É considerada uma espécie ameaçada de extinção no Apêndice I da CITES (Convenção sobre o comércio internacional das espécies da fauna e da flora selvagem ameaçadas de extinção)." 9

"Os caçadores exibem como troféus animais diferenciados com a chita de pelo longo e as de pelo cinzento e azul indicando que no passado havia uma diversidade genética muito maior nesta espécie hoje ameaçada de extinção". idem

Tal tendência que chamamos de funil de expressões da variabilidade ascendente pode ser demonstrada em quase todas as espécies. Onde se percebe que espécies ancestrais possuem cada vez maior capacidade de variar-se no passado.

Outro fator é que "toda vez que há um cruzamento os cromossomos se segregam aleatóriamente e se unem novamente nos gametas, também aleatóriamente. Como o novo indivíduo terá apenas 2 alelos, os outros dois ficaram de fora. Levando isso a nível de "população", por razões casuais, a cada geração teríamos uma menor variabilidade genética. Isso irá homogeneizar os indivíduos

Para facilitar, analogia:

Temos um dado comum, com 6 lados. Digamos que lançaríamos este dado 6 vezes em várias séries. Cada lançamento representa um indivíduo e cada série representa uma população. Toda vez que um dado número não aparecer na série de 6 ele será substituído pelo que aparecer com maior frequência.
Primeira série:

3 - 6 - 4 - 1 - 2 - 2 = 5 não apareceu, então mudaremos o 5 pelo 2. Agora nosso dado tem 2 faces com o número 2.

Segunda série:

6 - 2 - 4 - 1 - 2 - 4 = 3 não apareceu, então podemos substituir por 2 ou 4, que apareceram com maior frequência.

E assim por diante. Você pode notar que toda vez que substituímos um número ele terá maior probabilidade de aparecer em detrimento dos outros. No final teremos um dado com todas as faces iguais, ou seja, a variabilidade perdida". 

3.1 Análise de Progressões Populacionais Convencionais

Eis as estimativas usuais para o crescimento da população humana mundial desde a pré-história (anos negativos devem ser entendidos como a.C.):

Ano população crescimento % a.a.

-1.000.000 125.000 n/d
-300.000 1.000.000 0,0003%
-25.000 3.340.000 0,0004%
-10.000 4.000.000 0,0012%
-8.000 4.500.000 0,0059%
-5.000 5.000.000 0,0035%
-4.000 7.000.000 0,0337%
-3.000 14.000.000 0,0693%
-2.000 27.000.000 0,0657%
-1.600 36.000.000 0,0719%
-1.000 50.000.000 0,0548%
-800 68.000.000 0,1539%
-500 100.000.000 0,1286%
-400 123.000.000 0,2072%
-200 150.000.000 0,0993%
1 170.000.000 0,0623%
14 171.000.000 0,0451%
200 190.000.000 0,0567%
350 190.000.000 0,0000%
400 190.000.000 0,0000%
500 195.000.000 0,0260%
600 200.000.000 0,0253%
700 210.000.000 0,0488%
800 220.000.000 0,0465%
900 242.000.000 0,0954%
1000 265.000.000 0,0908%
1100 320.000.000 0,1888%
1200 360.000.000 0,1179%
1250 360.000.000 0,0000%
1300 360.000.000 0,0000%
1340 370.000.000 0,0685%
1400 350.000.000 -0,0926%
1500 425.000.000 0,1943%
1650 545.000.000 0,0000%
1700 610.000.000 0,2256%
1750 720.000.000 0,3321%
1800 900.000.000 0,4473%
1850 1.200.000.000 0,5770%
1875 1.325.000.000 0,3972%
1900 1.625.000.000 0,8197%
1920 1.813.000.000 0,5489%
1925 1.898.000.000 0,9206%
1930 1.987.000.000 0,9207%
1940 2.213.000.000 1,0831%
1950 2.516.000.000 1,2915%
1955 2.760.000.000 1,8684%
1960 3.020.000.000 1,8168%
1965 3.336.000.000 2,0103%
1970 3.698.000.000 2,0818%
1975 4.079.000.000 1,9806%
1980 4.448.000.000 1,7471%
1985 4.851.000.000 1,7497%
1990 5.292.000.000 1,7555%
1995 5.761.000.000 1,7128%
2000 6.272.000.000 1,7142%


Perguntas sobre o gráfico
-1.000.000 125.000 n/d
-300.000 1.000.000 0,0003%
-25.000 3.340.000 0,0004%
-10.000 4.000.000 0,0012%
-8.000 4.500.000 0,0059%
-5.000 5.000.000 0,0035%
-4.000 7.000.000 0,0337%
-3.000 14.000.000 0,0693%


Porque entre 4000ac e 3000ac a população dobrou de 7milhões para 14 milhões? Porque justamente entre 8000 AC e 5000 AC a população aumentou apenas 12%? De 4,5milhões para 5milhões? Ou seja, em um período de 1000 anos a população dobra, dá um salto de 7milhões pra 14 milhões, mas, em um período de três mil anos, três vezes maior que o anterior, a população aumenta míseros 12%? Ou seja, subiu de 4,5milhões para apenas 5 milhões?

Muitas respostas poderão existir, sem nenhuma base muito sólida, mais inferências conjecturais indiretas , e em franca desatenção às estatísticas genealógicas e fontes arqueológicas, bem como a uma lista de fatores que denominamos fatores de afunilamento populacional, são eles:

1.Línguas de afunilam a 3, 4 , 5 troncos básicos em 4-8 .000 AC 
2.População por calculo estatístico inicia a 4-8.000 anos
3.Costumes e culturas cada vez mais semelhantes no recente passado 
4.Genealogia (Yale, Nature aponta um ancestral comum a "apenas" 3000 anos)
5.Historia inicia em 4-8 mil anos
6.Número de Cidades reveladas pelas escavações
7. Referencias ao ciclo semanal de 7 dias

3. 2 Perímetro de convergência temporal

3.1.Vetor genealógico, estatísticas (Yale, dr Chang, Nature 2004) e genealogias antigas
3.2. Testes em C14 possível em rochas e diamantes(Dr Baumgardner) diminuindo tempo geológico convencional e apontando para idades recentes de camadas sedimentares e até pré-cambriana
3.3.Taxas diagênicas em fosseis sem sofrer total permineralização encontradas em ossos de T-rex com sua maior parte preservada e contendo carne com elasticidade ainda (pesquisas minhas)
3.4.Hipervariabilidade de patrimônio genético ascendente sem acumulo de doenças genéticas apontando um paraíso genético no passado sem o acúmulo delas (Pesquisas minhas semelhantes as do Dr Sanford)
3.5. Convergência de cronologias antigas
3.6. Estudo de afunilamento de nomes, de numero de cidades e referencias antigas 
3.7. Criações instantâneas (Robert Gentry) com diversas publicações na Nature, Science,desbancando decaimento continuo e estabilidade "ad infinitum" de isótopos radiotivos nos métodos de datação.

Obs.:.Abundancia de Fósseis em contradição com a previsão de Darwin que seriam raros, pressupõem a sua formação catastrófica assim como a Bíblia e 272 fontes arqueológicas testificam, no caso se acoplam com este pensamento quando pensamos em catástrofes e não em histórico gradual fóssil, o modelo catastrofista explica a separação deles por camadas ao citar diversos fatores como zoneamento ecológico, (onde viviam os tipos fossilizados de baixo para cima) mobilidade, flutuabilidade de corpos, ação seletiva de águas .

Berthaut G. 1986, em "Sedimentology-experimens on lamination of sedimdiments" demonstrou em laboratório a formação SIMULTANEA de estratos tanto na vertical quanto na horizontal, revivendo e convalidando as observações de Johanes Walther, ou seja, demonstrou que a maioria das camadas geológicas formadas por ação hidrodinâmica se formaram simultaneamente, onde foi demonstrado que princípios de estratigrafia não se aplicam aos depósitos estratificados formados em canaletas de laboratório, quando há escoamento e os experimentos confirmam e explicam os estratos escalonados que Johanens Walther tinha observado na fácies estudada por ele. Eles mostraram que os Princípios da superposição e da continuidade não se aplicam em nenhum dos casos: nem a fácies nem os estratos em seqüências sucedem-se cronologicamente. Ambos foram depositados simultaneamente para formar a seqüência estratigráfica. Os experimentos confirmam a lei de Walther em fácies. 
Os experimentos de Rubin e southard realizados na canaleta , juntamente com as observações submarinas, estabeleceram a relação entre as condições hidrodinâmicas e as estruturas e depósitos. Esses depósitos e estruturas são encontrados em rochas sedimentares, e a partir delas podem ser determinadas às condições hidrodinâmicas, em particular a velocidade do escoamento, como Austin fez com relação ao Grupo Tonto. O valioso trabalho dele foi complementado com a descoberta do mecanismo de formação dos estratos, em nossos experimentos. 16.

3.3 Análise de Parâmetros para Simulações de Sobrevivência de Espécies Ancestrais

Tentatiivas de simular como números extremamente baixos de população de espécies como as citadas pela Bíblia, tem sido feitas, mas sem respeitar todos os itens , ou pelo menos o que se pode avistar deles com progressões de como seria o DNA de 4000 anos atrás. Em simulações assim o resultado é sempre negativo, ou seja, em poucas gerações, as espécies se extinguem. 


Em debate sobre este tema com pesquisadores da área fui informado:
"Mesmo considerando a taxa de mortalidade como zero, o crescimento populacional chega ao máximo a 5,73% . Como é que 8 indivíduos conseguiriam chegar aos 6 bilhões atuais? (sem contar que depois de tantas guerras, desastres e epidemias tivemos grandes "baixas" nesse número)??? 

Esquece as mutações, pense somente numa população pequena e isolada sofrendo deriva genética...

Eu fiz a simulação para apenas 10 loci genênicos, todos inicialmente heterozigotos (variabilidade genética inicial 100%, como sugere o modelo bíblico), e os resultados foram: 


Não sobrou nenhum heterozigoto (freqüência = 0.5)

Ou seja, na primeira mudança no ambiente, na primeira pressão seletiva que houvesse, e a população se extinguiria".17 Conforme o quadro abaixo:








Outro desafio que fazemos ao modelo evolucionista é que demonstrem como as mais de 500 espécies, supostamente "bem adaptadas", que atravessaram "supostamente" milhões de anos, muitas desde o cambriano (considerado como tendo existido a 500 milhões de anos atrás) estão em flagrante extinção se foram elas, semelhanes  genóptica e fonópticamente, que fundaram e sobreviveram a tragédias e isolamentos por tanto tempo?
O comportamento cientifico atual, em relação à sobrevivência de espécies ancestrais sobre os moldes darwinistas, se apresentam bastantes distantes de uma síntese, justamente por assumirem um certo atualismo genético, que torna nossa ancstralidade genealogicamente falando incapaz de sobreviver e dar bilhões de descendentes atuais.

Por um lado defendem a sobrevivência até em homozigose, destacando que isso ajudaria evolução e surgimento de novas espécies, pouco dando atenção ao aspecto sobrevivência. Por outro lado, defendem exatamente o oposto quando se apresenta um modelo de poucos ancestrais como o bíblico, com espécies hipervariáveis, saudáveis e longevas, neste caso partem para demonstrar com gráficos a extinção mesmo até em heterozigose máxima (claro que não levando em conta diversos aspectos)

A solução mais sensata a meu ver seria uma ancestralidade diferente, mais longeva, mais hipervariável, com acumulo quase zero de mutações deletérias, assim como podemos progressionar em diversas espécies como a "cheetah", onde caçadores ainda exibem a variação "azul" de algumas décadas atrás. Contudo, o preconceito anti-religioso não permitiria tal linha de raciocínio em meio acadêmico, e se criaria muito alvoroço e protestos, claros e escondidos

O certo é que os parâmetros que poderíamos deduzir para um DNA ancestral dentro desta perspectiva bíblica não mais existem, devido a muitas deleções de genes , genes que se perderam na quase eliminação das espécies durante o dilúvio, patrimônio genético perdido, genes não foram selecionados e fixados, mutações que não existiam não se pode monitorar, etc.Então que parâmetros teríamos?"

Testar um modelo sem estas e muitas outras informações, tais como informações de longevidade, seria impossível. Talvez se perseguir o máximo de dados disponíveis em raras especies de baixas populações e com alta VG, ou tanto no relato de Gênesis como na ciência moderna que os espelham, tais como milhares de fatores genéticos ligados ao envelhecimento, seria uma saída mais razoável, mas não menos complexa. 

O aumento de hipervariabilidade genética claramente vista nas espécies ancestrais, deveria ser fator importante nesta averiguação. Pois temos casos hoje de poucos indivíduos conseguindo sobreviver e deixar muitos descendentes, bem como casos raros de populações pequenas com alta VG. A pergunta que nos surge é: Quê lições estes casos nos ensinariam? Até que ponto espelha o que pôde ter acontecido no recente passado? 

Para que se façam tais simulação é fundamental que enxerguemos que a necessidade de heterozigose hoje não é a mesma, pois que os cruzamentos "salvadores" de espécies ameaçadas que se fazem hoje, acontecem com espécies primas, ou seja, espécies que descenderam de espécies-mães comuns, apontando para um maior patrimônio e potencial anterior, sempre que retornamos


Ora, não precisa calcular muito para entender que se retornarmos míseros 4000 anos encontraremos DNAs hipervariáveis, sem mutações deletérias e excepcionais

Um exemplo do que falamos em historia antiga é a quase ausência de relatos de natimortos apesar de todas as culturas incentivarem casamentos primos, o que até pelas baixas populações era algo forçoso.
http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=6040841756223344831

3.4 Justificativas que Demonstram Longevidade nas Populações Ancestrais

Apesar de muitos defenderem aumento de expectativa de vida da população atual, lembramos que "o que a medicina aumentou foi a expectativa de vida e não a idade máxima que as pessoas alcançam. Expectativa de vida é a média das idades. Se você combate a mortalidade infantil você aumenta a expectativa de vida, a idade média das pessoas mas eventualmente não acrescenta nada às suas idades máximas"


"É interessante observar que as idades máximas registradas foram de escravos e pessoas do terceiro mundo. O que o primeiro mundo registrou foi um percentual maior de pessoas idosas mas os recordes de idade não estão com eles. Expectativa de vida se relaciona com as doenças e o combate delas. Quanto maior a densidade demográfica e ou menor o grau de higiene, menor a expectativa de vida útil" 18

Outros fatores ligados a longevidade são:

3.4.1. Jacks Cuozzo prova hominideos vivendo mais 300 anos
http://www.jackcuozzo.com/swanscombe.html

3.4.2. Padrão fossil maior dos seres vivos , possuem estreita ligação com maior longevidade

3.4.3. Comparação clara de pessoas que vivem em lugares mais naturais , com habitos frugais, e mais longevidade..em toda parte

3.4.4. Tenho evidencia de alimentação mais vegetariana de neandertais pelos dentes (Cuozzo e outros), e evidencia de longevidade em cidades de população de vegetarianos como Loma Linda
http://br.youtube.com/watch?v=2PYfrvaQ36w

3.4.5. Engana-se quem pensa que na antigiudade o homem era "carnívoro", ou comia predominantemente carne. Estudos arqueológicos de Burkit concluiram que o homem consumia cerca de 300g de fibras por dia (que só existem em vegetais). Atualmente o brasileiro médio consome em média 13g de fibras diariamente. AS recomendações de fibras estão entre 25-50g (dependendo de idade e sexo)". Pouca fibra=câncer, e vegetarianismo = maior longevidade, ESTÁ PROVADO SUYN, I'm sorry pelos evos, mas a ciência agradece


3.4.6. A Biblia, que é documento arqueológico, é  uma evidencia que se demonstra  honesta pois não esconde até mesmo erros do seu proprio povo, ao contrario de muitas fontes

3.4. 7. Centenas de  relatos de outros povos, onde a tradição de falar de longevidade ancestral é uma marca

3.4.8. Progressões de aumento/diminuição de acúmulo de mutações deletérias  em pesquisa de 5000 doenças genéticas (Dr Sanford) o que implica diretamente em longevidade dos ancestrais



   
Cap. 4. Conclusão
Concluímos que a única saída para se explicar a não extinção das espécies ancestrais é que as mesmas possuíam genética diferenciada, algo próximo ao que a Bíblia relata. Que as espécies atuais, na sua maioria, já desgastadas, tendo perdido volume patrimonial genético e feitas às adaptações das mais diversas para sobreviverem, estão por sua vez, cada vez mais comprometidas e frágeis, como se demonstra hoje em inúmeras extinções, mesmo com posterior protecionismo humano. O que percebemos hoje, é que caso espécies sofram algumas pressões ambientais, elas se extinguem, devido a vários fatores e principalmente ao acumulo de carga genética que a seleção natural foi e é incapaz de conter (Dr Sanford), e principalmente por terem fugido de sua configuração original, a qual lhes permitia suportar mais alguma sobrevida, pois que estariam cada vez mais próximas do plano original do Criador.

Sofremos em media por dia 500.000 reparos em nosso DNA! Isso se dá devido a força fraca que unem as letras do DNA das células, esta realidade nos fala de um código genético fragil e ameaçado em toda historia humana e dos seres vivos. Nos fala de antepassados com menor suceptibilidade de defeitos que os seres atuais, o que nos recomenda a não só dar um basta na direção de melhora dos caminhos evolutivos sobreviventes, como já fez o neutralismo, mas de reinvindicar a tendencia entrópica para o futuro, o que nos recomenda automaticamente para um paraíso perdido no recente passado.



V- Glossário










VI- Bibliografia


1 NUNES, R Vieira "Os Vórtices da Extinção (Extinction Vortex)" Novembro de 2007 . Acesso em 19 de maio de 2008 < http://rvnunes.multiply.com/reviews/item/4>

2 VESPA, Thiago Baseado em "ESTUDO DA VARIABILIDADE GENÉTICA DE POPULAÇÕES DE ECHINOMETRA LUc**tER" Disponivel em ,
www.prp.unicamp.br/pibic/congressos/xvcongresso/cdrom/pibic/cadernosderesumos/LivroIC.doc -> e <http://pt.wikipedia.org/wiki/Estrela_d'Oeste>

3. CHANG, J T; OLSON, Steve "Modelling the recent common ancestry of all living humans", de Douglas L. T. Rohde (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), Disponivel no site da Nature, em <http://www.nature.com> (Agência Fapesp, 1/10).

4 RECH, Elíbio "A biotecnologia, a sustentabilidade e a biodiversidade Brasileira" "Qual o impacto da biotecnologia sobre a diversidade genética?" Disponivel em <http://www.cib.org.br/pdf/biotecnologia_sustentabilidade_biodiversidade%20.pdf > <http://www.cib.org.br/faq.php?id=4> . Acesso em 19 de maio de 2008 

5 KUCK, .Denis Weisz em "Variabilidade genética de peixes-bois é alarmante
Análise de DNA mitocondrial reflete drástica redução populacional e risco de extinção" Disponivel em <http://cienciahoje.uol.com.br/controlPanel/materia/view/2646> acesso em 19 de amio de 2008

6. FALCÃO, a j s; "Efeitos da Endogamia sobre Características de Reprodução, Crescimento e Valores
Genéticos Aditivos de Bovinos da Raça Pardo-Suíça" ROBERTSON, A. 1961. Inbreeding in artificial selection programmes. Genet. Res., 2:189-194 . Disponivel em <http://64.233.183.104/search?q=cache:rUIw4YQVQqEJ:www.scielo.br/pdf/rbz/v30n1/5439.pdf+%22Os+pr%C3%B3s+e+contras+da+endogamia%22&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=2&gl=br> Acesso em 19 demaio de2008

7. .ALMEIDA, m J Oliveira; "CONSERVAÇÃO DE RECURSOS GENÉTICOS:, UTILITARISMO, PRESERVACIONISMO E CONSERVACIONISMO" Disponivel em < http://64.233.183.104/search?q=cache:TnCrKfR62i0J:www.ruralnet.com.br/upload/artigos/CONSERVA%C3%87%C3%83O%2520DE%2520RECURSOS%2520GEN%C3%89TICOS.doc+extin%C3%A7%C3%A3o+popula%C3%A7%C3%A3o+variabilidade+gen%C3%A9tica&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=1&gl=br> Acesso em 19 de amio de 2008

8. MENDES, maximiliano em "Problema Dificil de Resolver" Disponivel em <http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=5266336&tid=2439440642721406082&kw=pool+genico&na=4&nst=-8&nid=5266336-2439440642721406082-2440161943824063618> Acesso em 19 de maio 2008

9.WIKIPEDIA "Chita (animal)"Disponivel em <http://pt.wikipedia.org/wiki/Chita_(animal)> Acesso em 19 de maio de 2008

10. HARTWELL, Sarah "Inbreeding de A à Z .Prós e contras da endogamia" 2003 

11. SANFORD, john " Genetic Entropy & the Mystery of the Genome"
(October 2005) Disponivel em <http://en.wikipedia.org/wiki/John_C._Sanford>
<http://www.answersingenesis.org/PublicStore/product/Genetic-Entropy-the-Mystery-of-the-Genome,4632,226.aspx>
"O Dr. John Sanford, phd,"a maioria das mutações aleatórias são deletérias, e não neutras como proposto pela TE, "seleção natural não suficiente para filtrar estas mutações, a médio e longo prazo isto levará extinção
<http://www.uncommondescent.com/archives/1173>

12.HARTWELL, Sarah "Inbreeding de A à Z .Prós e contras da endogamia" 2003 

13. TRIUNFOL, Marcia; PARIS, M B Rivero "O DNA mitocondrial de Eva" Disponivel em <http://www.odnavaiaescola.com/artigo-eva.htm> Retirado do site O DNA vai à Escola. Acesso em 19 de maio de 2008

14 SILVA, W Santos, "Uma discussão sobre árvores evolutivas humanas obtidas de estudos com marcadores moleculares" Revista Criacionista numero 69 , segundo semestre de 2003, pag 36

15. DELONG, B; COHEN, J E "Estimating World GDP, One Million B.C. - Present" Disponivel em <http://www.j-bradford-delong.net/TCEH/1998_Draft/World_GDP/Estimating_World_GDP.html> Acesso em 19 de maio de 2008

16. Berthaut G. 1986, Sedimentology-experimens on lamination of sedimdiments" Austin, S A ,1994 "Grand Canyon, Monument to catastrophe" ICR, USA < http://qao.sites.uol.com.br/apostilageseao.htm> Acesso em 19 de maio de 2008

17 SUYNDARA, "Réplica ao Sodré" Disponivel em <http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=26688928&tid=2597695239025054347&na=4&nst=160&nid=26688928-2597695239025054347-5202378522903958155> Acesso em 19 de maio de 2008

18 JANSEN, w " Adão, Seus Filhos, População Mundial e Longevidade" Disponivel em <http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=26796515&tid=2524926147072319710&kw=120+anos> Acesso em 19 de maio de 2008

19. CUOZZO,Jacks "Buried Alive: The Startling Truth about Neanderthal Man" Disponível em <http://www.jackcuozzo.com/swanscombe.html> acesso em maio de 2008

20. JANSEN, w " Adão, Seus Filhos, População Mundial e Longevidade" Disponivel em <http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=26796515&tid=2524926147072319710&kw=120+anos> Acesso em 19 de maio de 2008

21. ´PADRÃO, A P "SBT Realidade - Estilo de Vida Adventista" Disponivel em <http://br.youtube.com/watch?v=2PYfrvaQ36w> acesso em 19 de maio de 2008

22. ANDRADE, S. C "Carne e Câncer" Disponível em < http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=26688928&tid=2595900350638544949&kw=+Burkit+concluiram+&na=3&nid=26688928-2595900350638544949-2596186286021636227&nst=71> Acesso em 19 de maio de 2008

23 PAULO J. O Mito do 1% Disponivel em acesso em 19 de maiode 2008

Um exame mais cuidado dos dados publicados provenientes do projeto do genoma do chimpanzé revela outras diferenças profundas que fazem com que a alegação de 1% de diferenças pareça um tanto tolice. Estas incluem: 1. Diferenças estruturais básicas entre os cromossomas das duas espécies incluindo o número de cromossomas, a posição dos centrómeros [3] e o número de inversões de segmentos e de relocações; 2. Diferenças profundas entre as espécies na seqüência do DNA dentro dos telomeros [4] nas extremidades de cada cromossoma; 3. Seqüências de DNA únicas em cada espécie envolvidas no controle particular e complexo de genes similares; e 4. Regiões radicalmente diferentes e especificas de cada espécie envolvidas na Recombinação Genetica [5], um processo iniciando na meiose que conduz à formação do esperma e do ovo.

Um trabalho mais recente destacou diferenças entre os seres humanos e os chimpanzés que são muito mais profundas do que se tinha reconhecido anteriormente. Por exemplo, Oldham at al. publicaram um trabalho que descreve redes geneticas nos cérebros do ser humano e do chimpanzé no "Proceedings of the National Academy of Sciences" [6]. De acordo com estes autores, 17.4% das conexões de rede no cérebro foram encontradas no ser humano mas não no chimpanzé. Para além disso, Matthew Hahn e colegas de trabalho relataram uma diferença de 6.4% no número da cópias de gene entre o ser humano e o chimpanzé, num artigo de dezembro 2006 da PLoS One [7]

Com a publicação continuada de dados do projeto ENCODE, tornar-se-á cada vez mais difícil manter a mitologia do 1% de diferença entre as duas espécies. As implicações para a evolução Darwinista são muitas.


Links:

[1] - Science - http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?cmd=Retrieve&db=PubMed&dopt=Citation&list_uids=17600195

[2]- Genoma do Chimpanzé - http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?cmd=Retrieve&db=PubMed&dopt=Citation&list_uids=16136131

[3] - Centromeros - http://en.wikipedia.org/wiki/Centromere

[4] - Telomeros - http://en.wikipedia.org/wiki/Telomere

[5] - Recombinação genética - http://en.wikipedia.org/wiki/Genetic_recombination

[6] - Proceedings of the National Academy of Sciences - http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?cmd=Retrieve&db=PubMed&dopt=Citation&list_uids=17101986

[7] - PLoS One - http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?cmd=Retrieve&db=PubMed&dopt=Citation&list_uids=17183716

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=14251159&tid=2544078963181814212&start=1

Mais Consultas


APREMAVI (Associação de Preservação do Meio Ambiente do Alto Vale do Itajaí). No Jardim das Florestas Org. Miriam Prochnow. Rio do Sul: Apremavi, 2007.

BIRDLIFE INTERNATIONAL. Threatened birds of the world. Lynx Edicions, Barcelona, e BirdLife International, Cambridge, Reino Unido. 2000.

BLOMQVIST, D.; PAULINY, A. Caught in extinction Vortex? A Population decline and genetics in a. metapopulation of Southern Dunlins (Calidris alpine). Departament of Zoology, University of Gothenburg, Sweden. 2007.

CORDEIRO, P.H.C. A Fragmentação da Mata Atlântica no Sul da Bahia e suas implicações na conservação de Psitacídeos. Instituto de Estudos Sócio-Ambientais do Sul da Bahia e Conservation International do Brasil. 2003.

DARWIN, C. A Origem das Espécies. Texto Integral. Tradução: John Green. São Paulo: Editora Martin Claret, 629 p. 2006.

FRANÇA, V.B. Dados preliminares sobre o estudo das Epífitas (Bromeliaceae, Orchidaceae e Cactaceae) que ocorrem na reserva do Parque do Zizo - São Miguel Arcanjo, São Paulo. Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio - CEUNSP. 2001.

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LEAL, I,R. DA SILVA, J.M.C.; TABARELLI, M. LACHER JUNIOR, T.E. Mudando o curso da conservação da biodiversidade na Caatinga do Nordeste do Brasil. Revista Megadiversidade. Vol. 1, n. 1. 2005.

MYERS, N.; MITTERMEYER, R.A.; FONSECA, G.A.B.; KENT, J. Biodiversity hotspots for conservation priorities. Nature 403: 853-858. 2000.

PRIMACK, B.R; RODRIGUES, E. Biologia da Conservação. Londrina, Paraná: Editora Planta, 2002.

RICKLEFS, R.E. A Economia da natureza. 5ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2003.

RODRIGUES, F.H.G. Biologia e Conservação do Lobo-guará Na Estação Ecológica de Águas Emendadas, DF. Tese de Doutorado. Campinas, 2002.

SOUZA, V.C. LORENZI, H. Botânica Sistemática, Guia Ilustrado para identificação das famílias de Angiospermas da flora Brasileira, baseado em AGP II. Nova Odessa: Instituto Plantarium, 635 p. 2005.


FAGAN, W.F.; HOLMES, E.E. Quantifying the extinction vortex. Ecology Letters, Vol. 9 p. 51-50. 2006

HARRIS, R.B.; MAGUIRE, L.A. SHAFFER, M.L. Sample Sizes for Minimum Viable Population Estimation Conservation Biology, Vol. 1, No. 1 , pp. 72-76. 1987
 


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Baraminologia 
http://creationwiki.org/Kinds

Tradução de Giovana Izidoro







Espécies ancestrais

Espécies ancestrais na Biologia, são organismos que compartilham uma ascendência comum. A expressão foi tirada do Gênesis, que relata que  na semana da criação Deus criou muitos tipos de organismos. Eles também são referidos como "tipos", "espécies originais", "espécies do Gênesis", e mais formalmente por cientistas criacionistas como espécies básicas/tipos da criação (baramin). Baraminologia é um crescente domínio da ciência da criação/das origens envolvido com a identificação e estudo das espécies criadas/ancestrais.


Sumário 

1 Definições Bíblicas
2 Diversificação de Espécies Originais
3 Limites entre espécies 
4 Hipótese de espécies 
 - 4.1 Identificar originalmente espécies ancestrais 
 - 4.2 Registro Fóssil 
 -  4.3 Dados da Hibridação 
 - 4.3.1 Exemplos de híbridos 
 - 4.4 Contas escriturais 
 - 4.4.1 Criação 
 - 4.5 A inundação 
 - 4.6  Outras referências bíblicas para espécies
5 História do conceito 
6   Referências Relacionadas
7 Ver Também 

Definições Bíblicas

O conceito de "espécie" provém do livro bíblico do Gênesis onde é primeiramente mencionado no capítulo 1.
12 A terra, pois, produziu relva, ervas que davam semente segundo a sua espécie e arvores que davam fruto,cuja semente estava nele,conforme a sua espécie.E viu Deus que isso era bom.13Houve tarde e manhã,o terceiro dia.14Disse também Deus: "Haja luzeiros no firmamento dos céus,para fazerem separação entre o dia e a noite,e sejam eles para dias e anos.15E sejam para luzeiros no firmamento dos céus,para alumiar a terra.E assim se fez.16Fez Deus os dois grandes luzeiros:o maior para governar o dia, e o menor para governar a noite;e fez também as estrelas.17E os colocou no firmamento dos céus para alumiarem a terra,18para governarem o dia e a noite e fazerem separação entre a luz e as trevas.e viu Deus que isso era bom.19Houve tarde e manhã,o quarto dia.20Disse também Deus:Povoem-se as águas de enxame de seres viventes;e voem as aves sobre a terra,sob o firmamento dos céus.21Criou,pois,Deus os grandes animais marinhos e todos os seres viventes que rastejam,os quais povoavam as águas,segundo as suas espécies;e todas as aves,segundo as suas espécies.E viu Deus que isso era bom.22e Deus os abençoou,dizendo: "Sede fecundos,multiplicai-vos e enchei as águas dos mares;e,na terra,se multipliquem as aves.23Houve tarde e manhã,o quinto dia.24 Disse também Deus: "Produza a terra seres viventes,conforme a sua espécie:animais domésticos,répteis e animais selvaticos,segundo a sua espécie.E assim se fez. Genesis 1:12-24
Em contraste com o princípio evolucionário de ascendência totalmente comum,  biólogos criacionistas defendem que toda a vida na Terra não está relacionada com uma única célula - final, mas que a vida foi criada em um número finito de diversas formas, tipos basicos,  que posteriormente sofreu especiação (segundo conceitos de especie atuais) e maciça mudança genética ao longo de milhões de gerações.
Visto que espécie ancestral refere-se à ascendência comum análogas à clado. Baraminologia, ou o esforço para classificar a vida, de acordo com as espécies criadas/ancestrais, é desse modo, o criacionista equivalente a cladística.

É muito importante não confundir as "espécies criadas/ancestrais" com espécies. Embora animais como a raposa e o coiote podem ser considerados como espécies impostamente diferentes (taxonômicas), eles ainda são a mesma "espécie" de animal.

A espécie criada/ancestral é considerada mais frequentemente como sinônimo de "Família", nível de classificação na hierarquia taxonômica; pelo menos em mamíferos; e ocasionalmente pode estender-se tão elevado como o ultimo nível.

Diversificação das Espécies Originais

A espécie criada/ancestral é baseada em uma idéia de que organismos foram criados com a habilidade inata para variar grande quantidade, e processos evolutivos (biomodificacões  adaptativas) são apenas o meio pelo qual essa capacidade inata para variar é expressa.
 
 
Um esquema de Respostas no Gênesis. 


 
A árvore filogenética da biologia evolutiva.



A árvore filogenética criacionista é semelhante em forma e função com a árvore evolucionista, mas tem duas diferenças importantes. 
 Primeiro, enquanto a árvore evolucionária traça uma vida de volta a uma única célula ou população da única célula dos organismos, a arvore da biologia criacionista traça uma vida de volta a um número de populações diferentes das formas de vida, o que praticamente assemelha-se com as formas de vida hoje.

 Em segundo lugar, enquanto a árvore evolucionária dá crédito à mudança evolutiva para um aumento da diversidade genética de organismos simples ou mais complexos, a arvore da criação biológica dá crédito a pequenas mudanças mutacionais para o reordenamento e expressão da variabilidade genética, que foi "construído em" para as espécies originais. 

Muitos criacionistas acreditam que as mudanças dentro de uma população são realizadas através da degradação do genoma criado. Outros afirmam que organismos moleculares foram concebidos com uma máquina molecular capaz da edição de genes,  acrescentando novos alelos para a população, o que gera diversidade.

[Segundo o criacionista  Sodré, as mudanças evolutivas a partir de tipos basicos criados, possuem direções primeiramente adaptativas e sobreviventes, possuem também aspecto degenerativo ligado a estas constantes necessidades de adaptações "dominantes" e ao acúmulo cada vez maior de doenças genéticas nas descendencias (Citando o Dr Sanford).  O Trabalho dele tem apontado as adaptações evolutivas como uma saída do tipo "custo-beneficio" relativo ao ambiente que o ser vivo deverá viver, onde o papel da seleção natural é reduzido a uma "poda" natural que ajuda na fixação de novas configurações sobreviventes].

É de acordo,geralmente, que a seleção natural,  isolamento reprodutivo (especiação), e deriva genética são eficazes nos levando à formação de populações que são altamente adaptados ao seu ambiente. Crê-se que especiação e deriva genética tenham ocorrido em altas freqüências durante a dispersão, imediatamente após a inundação mundial. 
"O criacionismo bíblico ainda descreve um histórico de sobrevivência degenerativa nas genealogias de Gênesis 10 e 11, que relatam queda vertiginosa de longevidade da espécie humana e fundação por efeito gargalo, de uma outra espécie humana degenerada, sobrevivente, porem mais adaptada em relação a anterior, especiando ou etnificando nos novos climas nos quais foram se isolando e criando novas subespécies e etnias, devido a variabilidade genética populacional reduzida vertiginosamente nas tragédias e nos isolamentos populacionais amplamente e repetidamente descritos na Bíblia, criando novas configurações genópticas e consequentemente fenópticas (quanto ao DNA e quanto aos novos ambientes), aumentando a expressão e biodiversidade sobrevivente da espécie humana, animais e vegetais".Sodré
http://www.forum.clickgratis.com.br/viewtopic.php?p=2&mforum=cienciadasorige#2

Seleção é usada para explicar a formação de espécies distintas por criacionistas e evolucionistas. Imagine uma pequena genética na qual há genes para ambos os olhos azuis e castanhos uniformemente distribuídos por toda a população. Em tal situação, algumas pessoas vão nascer com olhos castanhos e outras pessoas irão nascer com olhos azuis. No entanto, se uma parte da população separa-se do grupo principal e, a menor população tem apenas o gene para olhos castanhos, então os descendentes da menor população terão apenas olhos castanhos. A característica de olhos castanhos tornou - se "fixa" na população isolada. [Fora que os olhos castanhos demonstram ser mais adaptaveis aos climas da terra sobretudo em tempos de dano da camada ozonio e exposição cada vez maior aos raios solares] 

Muitos criacionistas acreditam que a formação das raças foi também resultado desse processo. Acredita-se que a população a bordo da arca tenha sido uma população hibrida contendo as características genéticas de todas as raças. Quando a população se espalhou sobre a Terra depois da inundação, a genética ficou isolada e começou a se adaptar diferentemente para as regiões em que se estabeleceram. Por exemplo, cor da pele clareou por ["comandos mutacionais adaptativos no crossing over nas descendencias" by Sodré] e  seleção natural, de modo que as populações do norte desenvolveram pele clara, a fim de produzir vitamina D em zonas desfavorecidas pelo sol, enquanto populações equatoriais desenvolviam pele escura para protegê-los dos efeitos nocivos do sol. Como conseqüência do isolamento das populações, a característica racial tornou-se "fixa" nas respectivas populações mais isoladas sobetudo nos tempos antigos, o que resultou nas características da raça humana observáveis hoje.


Limites entre espécies 


A maioria das controvérsias quanto a espécies criadas/ancestrais gira em torno de imporem limites entre espécies - a posição em que as espécies não são associadas. Alguns desafiadores da criação biológica frequentemente perguntam que bases biólogos criacionistas tem para afirmar que tais limites existem, ou para determinar quais são esses limites. O projeto de determinar com precisão o perímetro entre as espécies não é tarefa fácil, porque ele é, na sua essência, um projeto histórico, em que a prova é estritamente limitada pela evidência disponível hoje. Este problema é análogo a problemas na construção de árvores filogenéticas, onde a luta evolutiva de biólogos é para determinar quais os critérios que devem ser usados para determinar a forma como a vida é relacionada. Criacionistas geralmente afirmam que conclusões sobre ascendência comum só devem ser estabelecidas se houver provas substanciais para apoiar a conclusão. Isto é, não se deve presumir que as formas de vida estão relacionadas, mas deve realizar essa posição só se houver sólidas razões para fazê-lo.



Na ausência da capacidade de observar diretamente a vida na sua forma original, a classificação das espécies geralmente gira em torno da compatibilidade reprodutiva - o que é, espécies ancestrais são geralmente vistas como tendo ascendência comum se forem reprodutivamente compatíveis. [ou se não distarem tanto do seu mapeamento genético]
Assim, os seres humanos e os sapos são considerados como espécies diferentes porque não são reprodutivamente compatíveis em tudo, enquanto as raças africanas e européias são consideradas claramente da mesma natureza, porque elas são completamente reprodutivamente compatíveis. 

A classificação é mais difícil quando a compatibilidade reprodutiva é parcial, como no caso da mula, um híbrido do cavalo e do burro,  que, embora seja viável, não é fértil.

 Embora seja  possível que as duas espécies descendem de um antepassado comum devido à sua compatibilidade reprodutiva, também é possível que não, mas foram criados separadamente com sistemas reprodutivos semelhantes, suficientes para criar descendência viável, mas não o suficiente para criar descendência fértil semelhante. [Neste ponto alguns criacionistas sugerem  a possibilidade que até uma determinada altura nas descendencias a reprodução poderia ser compativel, diminuindo a mesma em isolamentos póstumos seguido de diversas fixações sobrepostas as descendencias, contudo,  mesmo tendo certa parcimonia,  tal argumento carece de solidez tanto quanto a arvore evolucionaria]

Outros critérios de ascendência comum são rejeitados. O simples fato de que são organismos vivos não é visto como evidência de ascendência comum, porque não há provas disponíveis para refutar a possibilidade que a vida surgiu nas diversas formas diferentes/não relacionadas. Semelhanças genéticas e fisiológicas não são vistas como evidencia de ascendência comum, porque não há possibilidade para refutar que as semelhanças genéticas são o resultado de um desenho semelhante, sendo usado em diferentes "tipos/espécies".

Desde 2001, biólogos criacionistas no Baraminology Study Group (Grupo de estudos de Baraminologia) estão desenvolvendo um novo método para delimitar espécies criadas/ancestrais. O novo método envolve a aplicação de caracteres morfológicos dados para criar um "espaço de caráter biológico", que podem então ser utilizadas para determinar continuidade e descontinuidade entre as espécies e, em última análise para determinar "trajetórias biológicas". Este método é discutido em maiores detalhes no artigo Baraminologia.

19 "Guardarão os meus estatutos" "Não se ajuntem diferentes tipos de animais." "Não planta seu campo com dois tipos de sementes." "Não use roupas tecidas de dois tipos de material." Levítico 19:19

[Este texto revela tal costume na antiguidade onde diversas "raças" podem ser consideradas hoje transicionais quando poderiam ser apenas experiencias humanas]

Hipótese de espécies 

Biólogos criacionistas têm proposto uma série de possibilidades para as "espécies" criadas/ancestrais:
 Humanidade - O criacionista Sigrid Hartwig - Scherer concluiu que H. erectus/ergaster , Neandertals e H. Erectus / ergaster, Neandertals e H. Sapiens eram membros de um mesmo tipo básico (que corresponde a um monobaramin). Homininae com os fósseis chamados Australopithecus afarensis, A. anamensis , A. Anamensis, A. africanus , A. Africanus, A. robustus , A. Robustus, A. aethiopithecus , A. Aethiopithecus, A. boisei e possivelmente Ardipithecus ramidus atribuído a outro tipo básico, Australopithecinae.
 Felídeos (Felidae) - Criacionistas do Creation Ministries International (Ministérios Internacional da Criação) e do Institute for Creation Research(Instituto de Investigação da Criação) têm proposto que os originais eram comparáveis aos tipos do Liger e os Tigon. 
 Canídeos (Canidae) - Semelhante à espécie associada a gatos, propõe - se que todos os caninos tinham um antepassado comum. http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=14251159&tid=2522777946175766980&kw=c%C3%A3es
 Camelidae - Inclui tanto o camelo e as llamas, que são reprodutivamente compatíveis, seus descendentes híbridos sendo conhecido como "Camas". 
  Equídeos - Incluindo Cavalos, Zebras e burros.
  Crocodilia - Incluindo todas as variedades de crocodilo, crocodilo, e gavial. 
  Elefantes - Elefantes africanos e indianos podem hibridizar ainda sendo classificados no mesmo gênero. 
Assim, a espécie criada/ancestral corresponde aproximadamente ao nível de família da classificação taxonômica, e possivelmente até o fim com a notável exceção da humanidade.

Identificar originalmente espécies ancestrais 

Para compreender a verdadeira história biomodificacional  (evolutiva) da vida na Terra, é importante identificar quais foram os organismos criados no início, é geralmente presumido que uma espécie é similar ao gênero ou família, dependendo do exemplo dado. A lista canônica de tipos/espécies, não foi construída e exemplos são extremamente provisórios (com exceção do homem, em que existe um forte consenso criacionista). Baraminologistas recorrem a várias fontes de informação para identificar as espécies ancestrais/criadas, que incluem contas escriturais, o registro fóssil e hibridização de dados. 


Registro Fóssil

    Para identificar se uma determinada variedade foi criada na evolução, baraminologistas compararam com os organismos vivos visíveis no registro fóssil (que criacionistas interpretam como sendo majoritariamente previsto durante a inundação). Criacionistas previram  que organismos mudam drasticamente ao longo do tempo, e muitas novas espécies têm desenvolvido desde a criação. [Pesquisas recentes ligadas a especiação em tepo real tem demonstrado a surpresa comque evolucionistas admitem mudanças drásticas 1] No entanto, também é visto como improvável que qualquer variedade específica teria evoluído independentemente antes e também após o grande dilúvio.  Portanto, acredita - se ser assumido que qualquer organismo vivo hoje, que tem óbvios antepassados no registro fóssil, é uma espécie ancestral/criada.[alguns defendem casos raros]


Dados da hibridação


Criacionistas vêem compatibilidade sexual sendo um dos melhores indicadores físicos que o organismo pertence ao mesmo baramin - espécies básicas(espécie ancestral).Isto é, em grande medida baseada nas observações que compatibilidade diminui ao longo do tempo em espécies afins devido à deriva genética. A Bíblia também afirma que Deus criou organismos com sementes, de acordo com os seus vários tipos. Portanto, a capacidade de espécies geneticamente dissimilares a acasalar com sucesso, parece indicar que elas estão relacionadas. Um híbrido é a descendência que os resultados desse tipo de acasalamento. 
Hibridação refere - se especialmente a reprodução humana de plantas ou animais de diferentes raças ou espécies, embora variedades selvagens sejam reconhecidas. Plantas híbridas são criadas quando o pólen de uma espécie de planta é usada para polinizar e completar diferentes variedades, resultando em uma nova planta. Neste tipo de cruzamento também é utilizado o apoio que a espécie criada/ancestral é mais ampla do que a denominação das espécies e, muitas vezes, sinônimo de nível de família na classificação taxonômica. 

Para ajuda na identificação de baramin (espécies básicas), uma base de dados de casos conhecidos de reprodução entre espécies era necessário.
Para atender essa necessidade, Ashley Robinson e Todd Wood começaram com uma base de dados da internet de referencias publicadas sobre híbridos interespecíficos.Esse importante instrumento de investigação da ciência da criação é chamado de HybriDatabase(Base de dados de Híbridos).A base de dados está hospedada e mantida no Centro de Investigação das Origens(CORE),na sede do Bryan College,e atualmente contém cerca de 5000 registros híbridos.

Exemplos de híbridos 

  
O Ligre (liger) é um híbrido (um cruzamento entre um macho leão e um tigre). 

* A mula - é um cruzamento entre um cavalo e um burro. 
* O ligre - é um cruzamento entre um leão e um tigre. 
* Wolphin (Keikaimalu) é um híbrido fértil de dois gêneros diferentes, a falsa baleia assassiana e golfinhos nariz-de-garrafa. (Dolphin + Whale = Wholphin)
* A própria Kekaimalu deu origem a um bezerro, mostrando que ela era um híbrido fértil. Assim, essas criaturas classificadas como gêneros deferentes são realmente uma única espécie politípica (muitos - tipo) . 
* Bos (verdadeiros bovinos) e Bison (búfalos americanos) podem produzir um híbrido fértil chamado cattalo. Bos e Bison são, portanto, igualmente a mesma espécie politípica embora classificada como diferentes gêneros. 
* Brassica e Raphanus são diferentes gêneros de vegetais que hibridizam e ao que foi dado um novo nome genérico Raphanobrassica. 
* O criacionista Don Batten ajudou a criar um híbrido de espécies de frutas lychee (Litchi chinensis), nativa da Ásia e longan (Dimocarpus longana),conhecida como olho de dragão, novamente classificados como gêneros diferentes.

Contas escriturais

Infelizmente, as descrições dos tipos de plantas e animais formados durante a semana da criação são muito gerais, e não fornecem definições específicas que possam ajudar. 
 9Então disse Deus: "Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num só lugar,e apareça a porção seca.e assim se fez.10A porção seca chamou Deus Terra e ao ajuntamento das águas,Mares.E viu Deus que isso era bom.11E disse: "Produza a terra relva,ervas que dêem semente e arvores frutíferas que dêem fruto segundo a sua espécie,cuja semente esteja nele,sobre a terra.E assim se fez.12A terra pois,produziu relva,ervas que davam semente segundo a sua espécie e arvores que davam fruto,cuja semente estava nele,conforme a sua espécie.E viu Deus que isso era bom.13Houve tarde,manhã,o terceiro dia. Gênesis 1:9-13
20Disse também Deus: "Povoem-se as águas de enxames de seres viventes,e voem as aves sobre a terra,sob o firmamento dos céus.21Criou,pois,Deus os grandes animais marinhos e todos os seres viventes que rastejam,os quais povoavam as águas,segundo as suas espécies;e todas as aves,segundo as suas espécies.E viu Deus que isso era bom.22E Deus os abençoou,dizendo: "Sede fecundos,multiplicai-vos e enchei as águas dos mares,e ,na terra, se multipliquem as aces.23Houve tarde e manhã,o quinto dia.Gênesis 1:20-23

24Então disse Deus: "Produza a terra seres viventes,conforme a sua espécie:animais domésticos,répteis e animais selvagens,segundo a sua espécie.E assim se fez.25E fez Deus os animais selvagens, segundo a sua espécie, e os animais domésticos, conforme a sua espécie, e todos os répteis da terra, conforme a sua espécie.E viu Deus que isso era bom.26Também disse Deus; "Façamos o homem à nossa imagem,conforme a nossa semelhança;tenha ele domínio sobre os peixes do mar,sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra.27Criou deus,pois, o homem à sua imagem,à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.28E Deus os abençoou e lhes disse: "Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todo animal que rasteja pela terra.29E disse Deus ainda: "Eis que vos tenho dado todas as ervas que dão semente e se acham na superfície de toda a terra e todas as arvores em que há fruto que dê semente,isso vos será para mantimento.30E a todos os animais da terra, e a todas as aves dos céus, e a todos os répteis da terra, em que há fôlego de vida, toda erva verde lhes será para mantimento.E assim se fez.31Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom.Houve tarde e manhã,o sexto dia.Gênesis 1:24-31
Resumo das espécies ancestrais/criadas detalhadas em conta da criação encontrados dentro de Gênesis 1

Muitas espécies de plantas a dar frutos; 
Muitas espécies de árvores a dar frutos; 
Muitos tipos de grandes criaturas do mar; 
Muitos tipos de organismos aquáticos sésseis e móveis.
Muitas espécies de aves; 
Muitos tipos de gado; 
Muitas espécies de insetos, e; 
Muitas espécies de animais selvagens



A inundação 


Referencias adicionais as espécies/tipos estão presentes durante a descrição da inundação mundial, mas novamente estas declarações são tão gerais como não fornecem definições especificas.Só podemos ter a certeza de que um grande número de espécies de cada um dos tipos de animais referidos estiveram presentes a bordo da arca. Por exemplo, sabemos que havia muitas aves devido à afirmação "todas aves  de cada espécie". No entanto, não podemos ter a certeza se Deus criou apenas uma espécie de aves, como as "aves de rapina", ou várias espécies diferentes. 

13Nesse mesmo dia entraram na arca Noé, seus filhos Sem, Cam e Jafé, sua mulher e as mulheres de seus filhos; 14eles, e todos os animais segundo as suas espécies, todo gado segundo as suas espécies, todo os répteis que rastejam sobre a terra segundo as suas espécies,todas as aves segundo as suas espécies,todos os pássaros e tudo o que tem asas.15De toda a carne, em que havia fôlego de vida, entraram de dois em dois para Noé na arca; eram macho e fêmea os que entraram de toda carne, como Deus havia ordenado; e o Senhor fechou a porta após ele.Gênesis 7:13-16

As únicas menções específicas no momento da inundação são a pomba e o corvo, que foram usados por Noé para testar se a terra tivesse suficientemente seca. A partir desta referência podemos suficientemente concluir que houve, de fato, um grande número aves a bordo da arca.
6Ao cabo de quarenta dias, abriu Noé a janela que fizera na arca.7e soltou o corvo, o qual, tendo saído, ia e voltava, até que se secaram as águas de sobre a terra.8Depois, soltou uma pomba para ver se as águas teriam já minguado da superfície da terra; 9mas a pomba, não achando onde pousar o pé, tornou a ele para a arca; porque as águas cobriam ainda a terra.Noé, estendendo a mão, tomou-a e recolheu consigo na arca.Gênesis 8:6-9

Outras referências bíblicas para espécies


Há outras menções de animais no final do Antigo e Novo Testamento, mas deve se ter cuidado à aceitação destas como baramin (espécies básicas). Dada a rapidez com que especiação e diversificação pode ocorrer, é possível que muitos dos animais listados noutras partes da Bíblia têm se desenvolvido desde a inundação global. 
Por exemplo, a lista de animais imundos e poluentes em Deuteronômio 14 contém referências para a asa preta e vermelha, que provavelmente deve ser encarada como pertencentes à mesma baramin(espécie básica).Ele também enumera várias espécies de mochos incluindo a coruja do deserto, que tem sem dúvida se adaptado às condições que não existiam antes da inundação. 
3Não comereis coisa alguma abominável. 4São esses os animais que comereis: o boi, a ovelha, a cabra, o veado, a corça, a cabra montes, o antílope, a ovelha montes e o gamo.6Todo animal que tem unhas fendidas, e o casco se divide em dois e rumina, entres os animais, isso comereis. 7Porem estes não comereis, dos que somente ruminam ou que tem a unha fendida: o camelo, a lebre e o arganaz, porque ruminam, mas não tem a unha fendida; imundos vos serão. 8Nem o porco, porque tem unha fendida, mas não rumina; imundo vos será. Destes não comereis a carne e não tocareis no seu cadáver. 9Isto comereis de tudo o que há nas águas: tudo o que tem barbatanas e escamas. 10Mas tudo o que não tiver barbatanas nem escamas não o comereis; imundo vos será. 11Toda ave limpa comereis. 12Estas, porem, são as que não comereis: a águia, o quebrantosso, a águia marinha, o açor, o falcão e o milhano, segundo a sua espécie; 14e todo o corvo, segundo a sua espécie; 15 o avestruz, a coruja, a gaivota e o gavião, segundo a sua espécie; 16 o mocho, a íbis, a gralha, 17º pelicano, o abutre, o corvo marinho, a cegonha, e a garça, segundo a sua espécie, e a poupa, e o morcego. 19tambpem todo inseto que voa vos será imundo; não se comerá. 20Toda ave limpa comereis. Deuteronômio 14:3-20


História do conceito 


Em 1941, o escritor criacionista Frank L.Marsh propôs que a espécie ancestral bíblica poderia ser definida em termos de reprodução. Ele argumentou que, enquanto duas criaturas modernas podem hibridizar com verdadeira fertilização, as duas criaturas são descendentes de uma mesma espécie.
Esta idéia foi adotada para apoiar a prática da baraminologia e a tentativa de classificar espécies ancestrais. Cientistas criacionistas afirmam que espécies são uma forma de clado,  em que uma espécie posicionada apresenta provas de linhas de ascendência comum entre os membros do organismo.Os poucos criacionistas que trabalham para fazer as classificações não têm até agora chegado a um conjunto coerente de regras para o estabelecimento quando este critério é cumprido. Como tal, as espécies não coincidem com um determinado nível da hierarquia taxonômica.  Em alguns casos, como a humanidade, tipos(kinds) coincidem com espécies ou gênero. Em outros casos, tais como Felídeos,  que podem ser equivalentes ao nível Família de classificação.
O microbiologista e criacionista Siegfried Scherer, refinou os critérios para indicar que se duas criaturas podem hibridizar com a mesma terceira criatura, elas pertencem ou mesmo "tipo básico".Assim, todos os membros de uma espécie em anel seriam membros de um mesmo tipo básico. Scherer também atualizou a explicação de Marsh da verdadeira fertilização:
"Dois indivíduos pertencem ao mesmo tipo básico se embriogênese de um híbrido continua além da fase materna, incluindo coordenadas posteriores de expressão de ambos os genes morfogenéticos paterno e materno" Existe alguma incerteza sobre o que a Bíblia significa exatamente quando se fala de "tipos". A palavra hebraica original usada é min, a qual é utilizada para descrever uma variedade de organismos. Russell Mixter, outro escritor criacionista, comenta que:

Não se deve insistir que 'tipos' significa espécies. A palavra "tipo", como usada na Bíblia pode ser aplicável a qualquer animal que pode ser distinguido, de alguma forma, de outro, ou ele pode ser aplicado a um grande grupo de espécies distinguíveis de um outro grupo. Há uma abundância de espaço para diferenças de opinião sobre quais são os tipos/espécies de Gênesis.

Cientistas criacionistas anunciaram que o elemento dos 'tipos' é aprovado por barimonologistas da ciência da criação/das origens através de provas de linhas de ascendência comum entre os organismos.Os poucos criacionistas que trabalham para fazer as classificações não têm até agora chegado a um conjunto coerente de regras para o estabelecimento quando este critério é cumprido dentro da taxonomia evolutiva. Como tal, os 'tipos' não coincidem com um determinado nível de táxon. Em alguns casos, como a humanidade,  tipos coincidir com espécies ou gênero.Em outros casos,como Felídeos,que podem ser equivalentes ao nível Família na classificação taxonômica.


Referências Relacionadas


 Genetic Variability by Design by Chris Ashcraft. TJ 18(2) 2004. 
 Ligers and wholphins? What next? by Don Batten, Creation ex nihilo 22(3):28-33 June 2000 
 Variation, information and the created kind by Dr. Carl Wieland TJ 5(1):42-47 April 1991 
Origins and the "Created Kind" Concept by Trevor Major, M.Sc., M.A. Apologetics Press 
Created kind by Wikipedia 
Ver também
 Nicho ecológico 
 Natural selection Seleção natural 
 Mendelian inheritance Herança Mendeliana

1. O que pareceu fascinar mais outros biólogos, porém, é a grande velocidade com que o fenômeno do deslocamento de caráter ocorreu. "Eu acreditava que fosse demorar muito mais", comentou na "Science" o biólogo David Pfening, da Universidade da Carolina do Norte. A redução média de 5% no tamanho de bico, considerada drástica pelos biólogos, ocorreu no intervalo de cerca de um ano, praticamente de uma geração para a outra.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u14848.shtml
 
2. A Seleção Natural no Criacionismo Bíblico e a Tese do Potencial de Patrimônio Genético Ascendente para a Hipervariabilidade Genética Adaptavel e Entrópica Descendentehttp://www.forum.clickgratis.com.br/viewtopic.php?p=2&mforum=cienciadasorige#2






PODEM OS CRIACIONISTAS ACEITAR A ORIGEM DE NOVAS ESPÉCIES?

 

 

Marcia Oliveira de Paula, Ph.D.

 

 

INTRODUÇÃO

 

          No capítulo 1 do livro de Gênesis é descrita a criação de todos os seres vivos por Deus. Todos ele foram criados "segundo sua espécie". No início do século dezenove, a maioria dos acadêmicos aceitava o relato de Gênesis bastante literalmente. Muitos, mesmo, parece que iam além da declaração literal, e afirmavam que as expressões encontradas em Gênesis 1 "segundo a sua espécie" significavam que nenhuma variação poderia ocorrer dentro das espécies básicas. Realmente, a Bíblia não fala em lugar algum de "nenhuma variação". Este ensino relativo a nenhuma variação tem sido chamado de Doutrina da Fixidez Extrema.

          Darwin aparentemente iniciou sua viagem ao redor do mundo crendo que "a ausência de variação" constituía a verdade ensinada no livro de Gênesis.  Porém, as sua observações, que revelaram muitas variações dentro das espécies, puseram-no em confronto direto com o que entendia ser a doutrina das origens expressa em Gênesis. Infelizmente, parece que Darwin não estudou por si mesmo, com o devido cuidado, o livro de Gênesis. Acreditava que seus mestres haviam interpretado Gênesis corretamente, e que a sua descoberta das variações tinha mostrado que o relato de Gênesis não poderia ser aceito. Tragicamente chegou à conclusão, como muitos desde então, que havia refutado o livro de Gênesis, quando na realidade o que fez foi refutar uma de sua interpretações extremadas. Quem ler Gênesis por si próprio nada encontrará dito a respeito de ausência de variações. Descobrirá, sim, que os tipos básicos foram criados conforme suas espécies.

          Então, será que o criacionista pode aceitar a origem de novas espécies? Alguns criacionistas fixistas acreditam que Deus criou todas as espécies que existem atualmente. Mas esse conceito resulta de uma má compreensão do termo "segundo a sua espécie" do livro de Gênesis.

          O que são espécies? Segundo Mayr (1963) "As espécies são grupos naturais de populações ativa ou potencialmente entrecruzantes e reprodutivamente isolados de todos os outros grupos similares." Esta definição não se aplica, entretanto, a todos os seres vivos. Certos organismos se reproduzem primária ou exclusivamente por via assexual, o que torna inviável o teste do entrecruzamento; e, algumas vezes, membros de diferentes espécies podem entrecruzar-se com êxito.

          Wolfe (1977) fornece uma definição de espécie um pouco mais aberta: "A espécie é um grupo de organismos que se assemelham entre si mais do que os organismos de um outro grupo qualquer e que se distinguem dos integrantes de qualquer outro ao menos por uma característica bem definida. Idealmente, os membros de uma espécie entrecruzam-se exclusivamente entre si para produzir descendentes férteis."

          As espécies de animais são consideradas grupos naturais de populações que se cruzam efetivamente ou potencialmente, mas as outras categorias da hierarquia taxonômica são arbitrárias e estabelecidas pelo homem. Elas pretendem refletir níveis diferentes de parentesco entre os animais, baseados na evolução. Duas ou mais espécies com certos caracteres em comum formam um gênero. Por sua vez, gêneros tendo caracteres comuns constituem uma família, as famílias são combinadas em ordens, as ordens em classes e as classes em filos. Todos os filos juntos constituem um reino.

          Quais teriam sido então os tipos básicos criados por Deus? Espécies, gêneros ou famílias? Seria bastante difícil chegar a uma conclusão com os dados que temos, mesmo porque a classificação é artificial, e, acima de espécie, não há critérios definidos. Mas é certo que nem todas as espécies que existem foram criadas por Deus: muitas delas, e provavelmente alguns gêneros também, surgiram por modificação dos tipos básicos originais. Veremos a seguir alguns exemplos.

 

 

EXEMPLOS DE ESPECIAÇÃO

 

          Existem vários exemplos atuais de surgimento de novas espécies que foram documentados. No Havaí, existem diversas espécies de mariposas do gênero Hedylepta que se alimentam exclusivamente de bananeiras. Todas as outras espécies havaianas desse gênero se alimentam de gramíneas, palmeiras ou leguminosas. O fato notável neste caso é que as bananeiras foram introduzidas nas ilhas do  Havaí pelos polinésios há apenas mil anos atrás. Aparentemente o gênero Hedylepta sofreu eventos múltiplos de  especiação durante este breve período de tempo, que originaram espécies que só se alimentavam das bananeiras recém-introduzidas no Havaí. Cada espécie de mariposa que se alimenta de bananeiras está confinada às florestas de montanhas de apenas uma ou duas ilhas. É compreensível esta distribuição das espécies em questão: elas ainda não tiveram tempo de se espalharem para muito longe de seus locais de origem.

          Outro exemplo que pode ser mencionado ocorreu na Uganda. O lago Nabugabo é um pequeno corpo de água doce desse país, e fica situado às margens do lago Vitória. Evidências geológicas indicam que o lago Nabugabo foi formado a partir do lago Vitória, pelo crescimento de um banco de areia através de uma pequena enseada na margem deste lago. A datação com radiocarbono indica que a separação ocorreu  há aproximadamente quatro mil anos atrás. Um fato extraordinário ocorre no lago Nabugabo: ele abriga quatro espécies de peixes da família dos ciclídeos que não são conhecidas em nenhum outro lugar, inclusive no lago Vitória, mas cada uma destas espécies se assemelha a uma espécie do lago ancestral. As espécies do lago Nabugabo diferem das espécies parentais óbvias do lago maior na coloração dos machos e em outras características menores. O padrão de coloração do macho é uma importante característica na identificação das espécies, servindo como um sinal de reconhecimento para o acasalamento. As pequenas populações das espécies parentais do lago Vitória foram aparentemente isoladas quando o banco de areia transformou o Nabugabo em um lago separado, e desde então elas vieram a se tornar novas espécies.

 

Especiação por poliploidia

          Um mecanismo que pode levar à especiação rápida é a poliploidia. Um indivíduo poliplóide é aquele que apresenta um número múltiplo exato do genoma característico da espécie. Os poliplóides são designados triplóides (3n), tetraplóides (4n), pentaplóides (5n) etc., conforme tenham três, quatro, cinco ou mais genomas. Os poliplóides podem se originar de duas maneiras principais:

a) por divisão mitótica incompleta, havendo duplicação do número de cromossomos dentro da própria espécie ou pela união de dois gametas não reduzidos (autopoliplidia)

b) por hibridização interespecífica, seguida por divisão mitótica incompleta (alopoliploidia)

          O geneticista russo Karpechenko foi o primeiro a conseguir obter uma espécie nova em laboratório usando a alopoliploidia. Ele cruzou rabanete, Raphanus  (2n =18), com couve, Brassica (2n = 18), desejando obter descendentes com raiz de rabanete e folhas de couve. Para sua decepção, o que conseguiu foram plantas com raiz de couve e folha de rabanete. O híbrido obtido era estéril, pois seus 18 cromossomos não se pareavam na meiose, sendo por isso distribuídos irregularmente nos gametas. A duplicação do número de cromossomos nos híbridos produziu plantas tetraplóides que se mostravam férteis, pois nelas 9 cromossomos da couve pareavam com 9 da couve, e 9 do rabanete com 9 do rabanete. Este tetraplóide recebeu o nome de Raphanobrassica e mostrou-se uma nova espécie, geneticamente isolada, tanto da couve como do rabanete, infelizmente sem as qualidades apreciadas daquelas plantas.

          Os alopoliplóides, sendo geneticamente isolados dos tipos parentais, constituem novas espécies, nas quais estão combinadas muitas das características de seus ancestrais.

          Novas espécies alopoliplóides podem também ser formadas na natureza. Um dos poliplóides mais bem conhecido é uma gramínea de brejo salgado do gênero Spartina. Uma espécie nativa deste gênero, S. maritima, ocorre em brejos ao longo da costa da Europa e da África. Uma segunda espécie, S. alterniflora, do leste da América do Norte, foi acidentalmente introduzida na Grã-Bretanha por volta do ano de 1800 e desenvolveu-se formando grandes colônias locais. A espécie nativa S. maritima possui estatura baixa, mas S. alterniflora é muito mais alta, alcançando freqüentemente 0,5 metro de altura e, ocasionalmente, um metro. Nas proximidades do porto em Southampton, tanto a espécie nativa quanto a introduzida existiram lado a lado , e, em 1870, coletou-se um híbrido estéril, que se reproduzia por rizomas. S. maritima possui um número somático de cromossomos (2n) de 60 e S. alterniflora, 62; o híbrido, devido a alguma divisão meiótica errada, possui também 62 cromossomos somáticos. Este híbrido estéril, que foi denominado S. townsendii persiste até hoje. Por volta de 1890, um vigoroso poliplóide fértil originou-se naturalmente deste híbrido espalhando-se rapidamente por todo o litoral da Grã-Bretanha e noroeste da França. Este poliplóide, S. anglica, com 122 cromossomos, surgiu devido à duplicação dos cromossomos do híbrido. S. anglica é freqüentemente plantado para ligar o lodo dos brejos e tal uso contribuiu para sua rápida disseminação. Na atualidade, está substituindo ambas as espécies parentais.

 

 

O PROCESSO DE ESPECIAÇÃO

 

          O material genético de uma população, interagindo com o meio e submetido às forças da mutação, seleção natural, deriva genética e migração, pode levar ao aparecimento de divergência dentro dessa população. Diferenças substanciais podem ocorrer entre dois grupos de uma dada população, a ponto de se poder identificá-los como entidades distintas. Essas diferenças freqüentemente estão associadas à existência de regiões ecologicamente distintas, fato que leva esses grupos a se adaptarem de maneira peculiar. Caracteres de alto valor adaptativo em uma região podem se comportar de maneira diferente em outras. As constituições genéticas de dois ou mais setores de uma população são passíveis de diversificação, por estarem submetidos a pressões seletivas distintas. Se do cruzamento entre membros de dois grupos resultar descendência fértil, admite-se que esses dois grupos constituam raças. As raças são definidas como populações da mesma espécie, que diferem nas freqüências relativas de genes ou de formas cromossômicas.

          Se os mecanismos de isolamento tornarem-se cada vez mais eficientes e o fluxo gênico (intercâmbio gênico através da reprodução) entre as raças for cada vez menor, elas tenderão a divergir até o ponto em que a reprodução entre elas se torne impossível. Quando isto ocorrer, o processo de diversificação tornar-se-á irreversível, não haverá mais troca de genes entre os dois grupos e estes poderão, agora, ser considerados duas espécies distintas (Ver Figura 1).

Este processo de especiação descrito por Stebbins pode ser perfeitamente aceito pelos criacionistas.

          O tempo requerido para a formação de uma nova espécie por este processo seria, segundo alguns evolucionistas, em média um milhão de anos. Porém, vários outros cientistas admitem que este processo possa ser muito mais rápido, sendo possível em centenas ou milhares de anos (ver exemplos acima).

 

Segundo Gibson, o dilúvio e as condições originadas após o seu término teriam fornecido condições muito favoráveis para uma rápida especiação. A maioria dos organismos foi destruída por esta catástrofe, deixando pequenas populações de sobreviventes . Os vertebrados terrestres foram preservados na arca em pequenos números. Após eles serem liberados da arca, eles teriam encontrado recursos quase ilimitados disponíveis, tornando possíveis rápidos aumentos no tamanho das populações, juntamente com níveis reduzidos de competição. Haveria um grande número de nichos ecológicos desocupados, aos quais os organismos poderiam se adaptar.  As condições ambientais da terra estariam instáveis, e processos geológicos como os vulcões, terremotos, e mudanças no nível do mar afetariam o clima, criariam e removeriam barreiras para a dispersão e produziriam muitas catástrofes localizadas que tenderiam a isolar populações de espécies em dispersão.

          Aquelas espécies que foram preservadas fora da arca também estariam sujeitas a condições favoráveis para especiação. Organismos aquáticos poderiam ser transportados por correntes, possivelmente resultando na dispersão de pequenos grupos de sobreviventes para muitos lugares isolados com diferentes condições ambientais. O mesmo poderia acontecer com grupos terrestre tais como insetos, vermes e outros invertebrados. Plantas e sementes poderiam também ser levadas pelas águas e dispersas por correntes. Estas condições provavelmente resultariam em especiação rápida em muitos grupos de organismos.

 

 

1o  estágio

Uma única população em um ambiente homogêneo.

 

 

2o  estágio

Diferenciação do ambiente e migração para novos ambientes produzem diferenciação.

 

3o  estágio

Modificações posteriores e migrações conduzem ao isolamento geográfico de algumas raças e subespécies.

 

4o  estágio

Algumas dessas subespécies isoladas se diferenciam no tocante a modificações gênicas e cromossômicas que controlam mecanismos de isolamento

 

5o  estágio

Modificações no ambiente permitem que populações geograficamente isoladas coexistam novamente na mesma região. Elas agora permanecem distintas por causa das barreiras de isolamento reprodutivo que as separam e podem ser reconhecidas como espécies distintas.

 

 

 

Fig. 1 - Diagrama mostrando a seqüência de acontecimentos que leva à diferenciação de raças, subespécies e espécies, tendo como ponto de partida um grupo homogêneo de populações (segundo Stebbins, 1974).

 

 

CONCLUSÃO

 

          Mudança nas espécies através dos tempos são irrefutáveis. Porém, essas mudanças são limitadas. A possibilidade de mudanças nas espécies não deveria surpreender os criacionistas. A má compreensão do termo "segundo sua espécie" no livro de Gênesis levou alguns a pensarem que os animais não podem mudar de maneira significativa. Porém uma leitura cuidadosa mostra que o texto está afirmando que Deus criou muitos tipos de organismos em um dia de criação. O termo não diz nada sobre se eles podem ou não mudar. Ao contrário, o livro de Gênesis claramente afirma que mudanças iriam acontecer (Gênesis 3: 14, 18). Parece então lógico aceitar o conceito de que Deus criou os "tipos" básicos de organismos, originando  a grande variedade de vida ao nosso redor, mas ocorreram mudanças morfológicas limitadas e formação de novas espécies e talvez gêneros. Estas mudanças podem ter acontecido em tempos relativamente curtos, após a criação.

 

 

BIBLIOGRAFIA

 

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CARVALHO, H.C. Fundamentos de Genética e Evolução. 3a ed. Rio de Janeiro, Livraria Atheneu, 1987. 556 p.

 

GARDNER, E. J., SIMMONS, M. J. & SNUSTAD, D. P. Principles of Genetics. 8a ed. New York, John Wiley & Sons, 1991. 649 p.

 

GIBSON, L. J.  Are there limits to change in species? Geoscience Research Institute

 

MARSH, F. L. Variação e fixidez entre os seres vivos - um novo princípio biológico. Folha Criacionista21: 17 - 24, 1979.

 

MAYR, E. Animal species and evolution. Cambridge, Mass., Belknap Press, Harvard Univers. Press, 1963. 797 p. 

 

MORRIS, H. M. O enigma das origens: a resposta. Belo Horizonte, Editora Origens, 1995. 265 p.

 

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STEBBINS, G. L. Processos de evolução orgânica. São Paulo, Editora da Universidade de São Paulo, 1970. 255 p.

 

WEBSTER, C. L. A perspectiva de um cientista sobre a criação e o dilúvio. São Paulo, Editora Universitária Adventista, 1999. 31 p.

 

WOLFE, S. L. Biology: the foundations. Belmont, Califórnia, Wadsworth Publishing Company, 1977. 460 p.




Editado por Sodré - 14 Jun 2008 as 5:11am
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 Enviada 10 Jul 2008 as 1:37pm
A ORIGEM DAS LÍNGUAS E DAS ETNIAS Entrevista concedida pelo Professor Orlando Rubem Ritter.
O criacionismo defende que, após a Criação, havia uma só língua, ou seja, uma só estrutura lingüística, A ORIGEM DAS LÍNGUAS E DAS ETNIAS


Entrevista concedida pelo Professor Orlando Rubem Ritter

O criacionismo defende que, após a Criação, havia uma só língua, ou seja, uma só estrutura lingüística, com um vocabulário comum, como pode ser observado em Gênesis 11:1. Entretanto, essa língua comum foi um dos fatores utilizados pelo ser humano para violar uma das primeiras recomendações divinas, a de encher e dominar a Terra. De fato, opondo-se a esse claro desígnio de Deus, o ser humano começou a construir uma cidade e uma torre, "para não serem espalhados pela superfície da Terra". Foi essa, em parte, a razão pela qual o mesmo Deus que havia dado a linguagem aos homens deu origem a várias famílias lingüísticas (Gên. 11:7), em resultado do que a humanidade acabou se espalhando por todo o planeta. O ponto de vista criacionista, baseado no relato bíblico, explica assim não só a unidade, mas também a diversidade das línguas.

É sobre isso que o professor Orlando Rubem Ritter fala nesta entrevista. Ritter é natural de Porto Alegre. Formado em Matemática pela USP, é também mestre em Educação pela Andrews University, nos Estados Unidos. Além de ter sido diretor de faculdades e fundador de escolas, foi professor de Matemática e Física por mais de 30 anos, e professor de Ciência e Religião por mais de 40 anos. Atualmente é coordenador do curso de Pedagogia do Centro Universitário Adventista, campus 1 (São Paulo).


Fale um pouco sobre a variedade lingüística e étnica no mundo.

A variedade é um fato marcante neste planeta. Enquanto seres humanos foram capazes de pintar a Capela Sistina e compor belíssimas sinfonias, há tribos que ainda não sabem usar o fogo. É um grande contraste. No que diz respeito aos aspectos étnicos, ou raciais,* e lingüísticos, também há grande variedade. Só na África são mais de mil etnias. Os ramos lingüísticos são cerca de cinco mil.

Existe consenso com relação à origem comum de toda a humanidade, a partir de um casal original?

Sim. É a Antropologia Descritiva (ou a Etnologia) que estuda as etnias humanas. A Lingüística* estuda as línguas. Conhecer a origem das etnias e das línguas é realmente algo empolgante. A origem comum da humanidade a partir de um par original é chamada monogenismo, e esse conceito também se aplica à origem das línguas.
Podemos utilizar a Bíblia como fonte de hipóteses, sustentadas, é claro, por evidências, para ter uma idéia de como se deu a origem das etnias e das diversas línguas.

O que a Bíblia fala sobre o primeiro homem?

Adão, ou Adam, em aramaico, quer dizer "tornar vermelho" ou "ficar vermelho", o que sugere que a pele dele tinha coloração avermelhada (e é bom lembrar que ele foi feito da terra). Na tradição hindu, aparece o ancestral Adamu; e na tradição sumeriana, a mais antiga civilização pós-diluviana, aparece Adapa. Segundo essa tradição, Adapa vivia num país onde não havia morte, o ar era puro e a água, limpa. Mas Adapa acabou perdendo o direito à imortalidade. Várias culturas possuem relatos que mostram uma origem comum para a humanidade, com Adão e Eva, no Jardim do Éden.


Por que o mundo antediluviano não promovia muita variabilidade?

A humanidade primeva vivia em um mundo bem diferente. O apóstolo Pedro fala do "mundo daquele tempo" ou "mundo de então" (II Pedro 3:6), deixando clara a idéia de que o mundo antediluviano era bem diferente do nosso. Os criacionistas e os evolucionistas concordam em que havia um único continente, a Pangea, com clima e topografia diferentes dos atuais. Esses fatores, e outros, promoviam a relativa invariabilidade de então, situação que perdurou até o Dilúvio.*

As características dos filhos de Noé sugerem alguma coisa ao pesquisador?

Noé tinha 480 anos quando Deus lhe ordenou construir a arca. Com 500 anos nasceu-lhe o primeiro filho: Jafé. Os dois seguintes, nasceram com dois anos de diferença cada: Sem e Cão. Creio que as características diferenciadas entre eles seja uma possibilidade de explicação para a variação étnica verificada entre os humanos.*
Jafé possivelmente tenha nascido com uma pele diferente da dos pais e um pouco mais clara, considerando-se as etnias que se originaram dele, ou seja, os caucasianos. Curiosamente, o significado do nome Sem é "nome". Isso mesmo. Nunca vi alguém chamado "Nome", mas o plano de Deus era que esse filho de Noé preservasse justamente o nome da família e o nome de Deus. Sem originou os povos semitas que, de fato, contribuíram para manter viva a religião monoteísta.
Cão significa "quente". Possivelmente sua bagagem genética tenha sido remodelada por Deus para enfrentar as regiões mais quentes que haveria no mundo, após o Dilúvio. Mas é claro que também devemos levar em conta o fato da adaptação biológica natural e o fator isolamento geográfico.
Gênesis 9:19 diz que desses três homens - Sem, Cão e Jafé - se povoou a Terra, originando-se as etnias e as línguas. O mundo passou por grande fragmentação geográfica e mudanças climáticas e topográficas, o que favoreceu a variabilidade em diversos aspectos.


Por que o senhor acha que Deus promoveria essa diferenciação entre eles ou teria dotado a humanidade com essa capacidade adaptativa?

Vejo aqui a presciência de Deus em dotar a humanidade renascente com características que lhes ajudariam a se adaptar melhor ao estranho mundo pós-diluviano. Além disso, era também uma forma de conter a maldade, isolando os povos.
Coincidentemente com a visão bíblica, os etnólogos classificam as etnias a partir de três grandes "raças" e troncos lingüísticos. Mas o centro de dispersão, segundo a Bíblia, fica na Ásia Menor, no Cáucaso, ou terra de Ararate, e não na África, como querem alguns.
Aliás, na África, na última metade do século 20, foram encontrados fósseis de criaturas com aparência e características simiescas, como baixa capacidade craniana, membros aptos para agarrar e segurar, mas com o andar ereto, dentes pequenos, etc., e foram chamados de australopitecineos (Australopithecus africanus foi o nome de um dos primeiros encontrados).
Por causa das marcas humanas e de acordo com teorias correntes, muitos foram levados a considerá-los como antepassados pré-humanos e a África, como o "berço da humanidade". Nesse contexto, causou muita sensação o achado de um esqueleto quase completo de australopiteco, que inclusive recebeu o nome de Lucy.
Nos anos 1960 foram descobertos, num desfiladeiro da África Oriental, fragmentos fósseis de uma criatura jovem com abóbada craniana maior que a dos australopitecos. Como nas vizinhanças desse local alguns anos haviam sido encontradas pedras lascadas de modo bastante rude, presumiu-se que tivessem sido produzidas por essa criatura, razão pela qual foi-lhe dado o nome de Homo habilis.
Como era de se esperar, alguns viam nessa criatura um elo intermediário entre os gêneros Australopithecus e Homo. Contudo, após estudos posteriores e não pouca discussão, prevaleceu a tendência de considerá-la como um australopiteco, por causa de características tipicamente simiescas nas proporções corporais e na dentição.


Não parece simples colocar os australopitecos numa linha filogenética evolutiva indo do macaco em direção ao homem. O peso das características simiescas é muito grande e são observados diferentes graus de variabilidade nas diversas partes do corpo, não permitindo formar uma linha evolutiva, mas sim uma disposição em mosaico dentro do grupo. Por isso, para muitos, parece prevalecer a idéia de considerar os australopitecos apenas como um grupo diferente e peculiar de primatas.

Os traços peculiares dos três filhos de Noé podem ser identificados ainda hoje?

Sem dúvida. Até hoje os povos semitas (descendentes de Sem) podem ser reconhecidos pelos traços fisionômicos. As línguas que falam, apesar das variações, também podem ser identificadas através dos sons guturais fortes, como no árabe, e das raízes trilíteras, compostas unicamente de consoantes (só mais tarde os massoretas acrescentaram vogais ao hebraico).
Jafé deu origem aos povos indo-europeus, ou caucasianos, ou ainda arianos. Os jafetitas, além de povoarem a Europa, imigraram para o vale do Rio Indo (Índia), ocorrendo a miscigenação com os povos que lá já havia. Os hindus têm, portanto, ascendência jafetita e sua língua tem como base o sânscrito, que é uma língua jafetita. Dessa língua surgiu uma grande família que originou idiomas como o latim, o grego e o português, "a última flor do Lácio". São línguas agradáveis, "de cultura" e ampla flexão nominal e verbal, que permitem expressar idéias profundas, o que não ocorria com as línguas semíticas.
Um dos sete filhos de Jafé, Gômer, originou os europeus; Javã originou os gregos; Magog, os povos eslavos (russos); e Madai, os medo-persas.
Cão, por sua vez, deu origem às etnias negróides, australóides e mongolóides - ou camíticas. Suas línguas sofreram grande fragmentação. São silábicas e aglutinantes. Exemplo: Itatiaia, palavra indígena que significa pedra (ita) de muitas pontas.


Do filho mais velho de Cão, Cush, surgiram os cush*tas, que deram origem aos etíopes, sudaneses e núbios, ou seja, os negros. Ninrod, também filho de Cão, fundou Babel, onde houve a grande fragmentação lingüística. Misrain originou os egípcios; e Canã, que quer dizer púrpura, deu origem aos cananitas. Quando os gregos entraram em contato com os cananitas, na costa mediterrânea, chamaram-nos de fenícios, que quer dizer justamente púrpura.

Fale um pouco mais sobre as características das três grandes etnias.

Os semitas tinham propensão à religiosidade. Agarravam-se a Deus, ou a deuses. Como disse, o hebraico, por exemplo, é uma língua rígida, invariável, própria para transmitir verdades imutáveis. Cogitavam do mundo espiritual, característica que nossa cultura cristã herdou.
Os jafetitas, por causa de sua linguagem e estrutura mental, tinham vocação intelectual. Suas línguas eram próprias para a literatura, a poesia e o canto. Buscavam a verdade, o que fizeram de fato os grandes filósofos.
Já os povos camíticos foram os desbravadores do mundo. Preocupavam-se mais com o "aqui e agora", eram práticos. Desenvolveram tecnologia náutica e de outras naturezas. Veja o bumerangue dos aborígenes australianos, por exemplo. Uma maravilha da engenharia. Quando os outros povos se lançaram a descobrir novos territórios, os descendentes de Cão já estavam lá. Tome como exemplo a América.
Como se pode ver, todas essas etnias têm características positivas que ajudaram a humanidade, de uma ou de outra forma.


E o que dizer sobre os restos fossilizados de seres humanos com marcas divergentes das normalmente apresentadas pelo homem atual (Homo sapiens) e encontrados no Vale de Neanderthal, na Alemanha, e posteriormente em muitos lugares da Europa?

Foi um esqueleto completo, encontrado em 1908, na gruta Chapelle-aux-Saints, na França, que serviu de base para a descrição desse homem fóssil pelo paleontologista francês Marcelin. Conhecido como "homem das cavernas", o neanderthal era baixo, atarracado, com cabeça volumosa (capacidade craniana igual à do homem moderno), face longa, ossos nasais enormes e desenvolvidos, osso frontal fugidio, arcadas superciliares salientes, órbitas enormes e arredondadas, e outras marcas diversas, consideradas primitivas, que lhe davam um aspecto um tanto bestial.
Deve ter sido dos primeiros habitantes da Europa, onde enfrentou as agruras de um clima hostil e condições ambientais extremamente adversas. A adaptação ao frio daquelas regiões, segundo a regra de Állen, teria resultado em criaturas humanas com cabeça grande, corpo atarracado e estatura baixa, como ainda hoje se pode observar nos esquimós e nos lapões.
Por outro lado, segundo a mesma regra, a adaptação ao calor implicaria no desenvolvimento de criaturas com estatura elevada, membros longos e crânios pequenos, com capacidade variando entre 750 e 1.300 cm3, como pode ser verificado nos restos do chamado Homo erectus, encontrados na Ásia e na África (Homem de Java ou Pithecantropus erectus, Homem de Pequim, Homem da Rodésia, etc.). Num contexto criacionista, parece certo considerar o Homo erectus como uma variedade do Homo sapiens profundamente modificada.
Não parece difícil concluir que imediatamente após o dilúvio universal tenha havido condições para o aumento da variabilidade em pequenas populações, especialmente se sujeitas a isolamento geográfico, a profundas e rápidas mudanças ambientais e aos ataques da entropia.


Num tal contexto, haveria condições para a sobrevivência de eventuais aberrações decorrentes de genes mutantes que se espalhariam com mais facilidade graças à diminuição da competitividade resultante do pequeno número de indivíduos e do surgimento rápido de novas condições ambientais entrando em cena.
É o que pode ter ocorrido com populações desgarradas logo após o Dilúvio. Pequenas populações enfrentando condições muito adversas tendem a sofrer acentuada variabilidade física, preservando, contudo, suas marcas culturais.
Por outro lado, grandes populações tendem a sofrer menor variabilidade física em vista da possível eliminação de genes aberrantes, podendo ao mesmo tempo, em tal contexto, desenvolver maior variabilidade cultural, como se pode observar no estudo dos povos e etnias.
À luz da visão criacionista, não parece tão difícil explicar a tremenda diversidade física e cultural humana, evidente não só na humanidade do passado, mas em pleno século 21.

Quais o senhor acha são as maiores evidências de que o homem foi criado por Deus?

Há um grande número de atributos que conferem ao homem um status singular que jamais poderia ter se desenvolvido gradualmente a partir de atributos animalescos. Tampouco poderiam existir num mundo sem significado ou propósito. Vejamos alguns:
Capacidade para raciocínio abstrato e para o uso de linguagem complexa.* É significativa a conclusão de lingüistas de que as línguas possuem uma subestrutura universal que compreende a gramática, o vocabulário e, eventualmente, a fonologia. Por isso, não existem "línguas primitivas" ou "pré-línguas", mesmo entre os povos considerados atrasados. Por outro lado, é reconhecida a existência de uma superestrutura não universal transmitida culturalmente, o que explica a existência de "línguas de cultura", mostrando que a língua que a pessoa fala e o modo como é falada influi na vida intelectual. Os seres humanos estão, portanto, pré-programados para a fala, o que é em si forte evidência de desígnio.


pré-programados para a fala, o que é em si forte evidência de desígnio.
Capacidade de produzir cultura "cultivando" a mente ao prover-lhe conhecimento e ao interagir com outros nos modos de pensar, crer, relacionar-se e comportar-se.
Senso de história e temporalidade. É marca humana sui generis descobrir-se imerso no tempo, "datado", sentindo o presente, o hoje, sem a ele ficar preso, podendo atingir o ontem, o passado, e reconhecer o amanhã, o futuro.
Senso de responsabilidade e dever. Tremenda é a peculiar capacidade humana de possuir e de poder desenvolver uma consciência que o dirige ao que é certo, de acordo com códigos morais que o homem pode conhecer, entender, cumprir e ele mesmo elaborar.
Transcendência. O ser humano, embora consciente da realidade objetiva na qual se situa e imerso na matéria, é capaz de libertar-se da unidimensionalidade e do seu senso de finitude e transcender ao sobrenatural e ao espiritual.
Capacidade de fazer escolhas livres. Outro grande atributo do ser humano que normalmente possui o senso de que "existe" e não meramente de que "vive" ou "acontece". Ele é capaz de defrontar escolhas e opções, refletir antes de agir, e depois de haver optado e já tendo agido, bem ou mal, sente ainda que poderia ter agido diferente.
Apreciação da beleza e gratificação estética são outras marcas essencialmente humanas.* Apenas um ser muito singular em toda a natureza seria capaz de extasiar-se ante um amanhecer, ante uma noite estrelada ou na contemplação de uma paisagem calma. Somente o ser humano é capaz de apreciar a beleza, que parece estar sendo esbanjada, às vezes parece escondida e outras vezes se encontra até perdida na bagagem genética dos seres vivos. Interessante... há a beleza que parece propositalmente existir para ser apreciada e há o ser humano que, de propósito, parece feito para apreciá-las, desde o ciciar da brisa mansa até os acordes de uma Nona Sinfonia.


Por que apreciamos a beleza, desfrutamos a música, e temos essa grande indagação quanto à existência? Essas características mentais parecem ir além do nível mecanicista e estar acima dos requisitos de sobrevivência esperados da seleção natural.
Feitos incríveis da humanidade. É realmente notável perceber as culminâncias atingidas pela humanidade. Em todos os domínios do conhecimento e das realizações, são notáveis as realizações humanas, alcançadas em decorrência da tremenda força do espírito humano, capaz de enfrentar obstáculos e desafios os mais diversos e atingir alturas quase inimagináveis.
É impressionante o elenco de obras humanas, desde o busto de Nefertiti (rainha egípcia do 14º século a.C.), até a estátua de Moisés, esculpida por Michelangelo; desde a pintura da Capela Sistina, até os Girassóis de Van Gogh; desde a obra Les Misérables, de Victor Hugo, até Os Sertões, de Euclides da Cunha; desde o Salmo 19, de Davi, até a obra Kosmos, de Alexander von Humboldt; desde a Didática Máxima, de Johan Amos Commenius, até o livro Educação, de Ellen G. White.
Notáveis são no ser humano seus atributos racionais, morais, estéticos e espirituais, que quando cultivados permitem não só empreender a busca da verdade, mas desenvolver o amor, a bondade, o desprendimento, como se observa, por exemplo, nas vidas de Albert Schweitzer, Madre Tereza de Calcutá e tantos outros.
Lamentavelmente, está sendo consumada a grande tragédia humana, que consiste na opção pelo acaso e na renúncia a uma origem nobre. A comunidade intelectual, e especialmente a comunidade científica, escolheu a visão naturalista do mundo como cenário para a ciência, limitando assim o conhecimento e estreitando a visão de mundo. A visão naturalista, tanto quanto a visão criacionista, são emolduradas por pressuposições e atos de crença. A opção depende muito da formação, do contexto vivencial e da estrutura mental de cada um.

É só pensar e escolher.

* Nota do entrevistador: No entanto, em nível genético, essa diferença acaba sendo mínima, o que está de acordo com a visão criacionista. Note o que a revista Veja publicou, em sua edição de 5 de maio de 1999 (pág. 113): "Pesquisas de cientistas da Universidade da Califórnia, campus de San Diego, indicam que a humanidade por um tempo esteve às raias da extinção, e as razões apresentadas para tanto vão desde a provável queda de um meteoro que teria dizimado muitas espécies de vida, a epidemias por doenças trazidas por grupos nômades, mudanças bruscas na temperatura, etc. [E por que não um dilúvio global?]
"O fato é que foi descoberto que 'a diversidade genética das pessoas, mesmo entre populações distintas e de lugares muito distantes entre si, como a Amazônia e a Sibéria, é muito pequena. ... Isso leva à conclusão de que 'os seres humanos descendem todos de um pequeno grupo de ancestrais'. Daí entra a explicação de que uma imensa mortandade teria ocorrido em algum ponto da pré-história, ninguém sabendo exatamente o que ocorreu.
"'A variedade genética da humanidade hoje é muito pequena para uma árvore evolucionária que tem tantos elementos e ramificações', afirmou o coordenador da pesquisa, David Woodruff. ... 'É como se fôssemos todos clones de uma única matriz, como na experiência com a ovelha Dolly.'"

* N.E.: A Lingüística Histórica surgiu no final do século 18, com a descoberta feita na Índia - por um juiz britânico que se inclinou ao estudo das línguas e suas relações - de que muitas línguas da Europa e do Oriente estavam reunidas como em uma família, à qual se deu o nome de indo-europeu.


* N.E.: A ação da seleção natural ocorrendo nos diferentes ambientes pós-diluvianos juntamente com o total isolamento geográfico a que as populações humanas estavam submetidas no passado, pode ser uma boa explicação para a origem das etnias humanas. Por exemplo, se após o Diluvio um grupo de indivíduos migrou para o sul da África, acabou se isolando totalmente dos grupos que viviam na Ásia, pois as viagens eram difíceis naquele tempo, e eles nunca mais voltaram a casar entre si. Em lugares quentes, como a África, a pele negra apresenta vantagem em relação à pele branca; então, os indivíduos que nasciam com pele mais escura levavam vantagem seletiva em relação aos indivíduos de pele mais clara. Com o passar de muitos anos e total isolamento reprodutivo (ou seja, estes indivíduos de pele mais escura não se casavam com os de pele clara, pois estavam isolados geograficamente), a pele gradualmente se tornou mais escura. Atualmente estamos vendo o processo inverso acontecer: devido às facilidades de transporte, as barreiras geográficas estão sendo quebradas. Pessoas de etnias diferentes estão se casando e gradualmente estão desaparecendo as diferenças marcantes entre as "raças".

* N.E.: Essa diferença também poderia ser explicada pelas esposas dos filhos de Noé. Elas poderiam ser bastante diferentes entre si. Assim, entre os netos de Noé já poderia haver certa diferenciação. Mas certamente essas diferenças se acentuaram mais com o isolamento geográfico que ocorreu depois do Dilúvio.


* N.E.: Sobre o ponto de vista evolucionista, a própria evolução da linguagem não teria explicação sem a aceitação de uma convivência social de grupos de seres humanos cooperando entre si. Assim, não se pode adotar a hipótese da sobrevivência do mais apto por seleção natural, o que serve de alerta em relação à aplicação indiscriminada dos conceitos biológicos darwinistas - questionados até mesmo no âmbito da própria Biologia - a outros setores da ciência.
Outra dificuldade para o evolucionismo é explicar o surgimento da capacidade de raciocínio abstrato, que envolve a potencialidade cerebral para a compreensão e a utilização dos conceitos de concreto e abstrato. Max Müller, o eminente filólogo alemão, contemporâneo de Darwin, confrontando-o, criticou a teoria da evolução com as seguintes palavras: "É nosso dever advertir aos ilustres discípulos de Darwin que, antes de conseguirem uma verdadeira vitória, antes de poderem declarar que o homem descende de um animal mudo, devem cercar formalmente uma fortaleza que não se renderá por uns poucos tiros disparados ao acaso - a fortaleza da linguagem, que até o momento permanece inamovível exatamente na fronteira entre o reino animal e o homem" (Linguagem e Antropologia, citado em Folha Criacionista nº 22, pág. 46).


Curiosamente, o que não se conseguiu na Biologia, no sentido de se construir uma árvore genealógica dos seres vivos (o que confirma a estrutura conceitual criacionista, segundo a qual os seres vivos foram criados independentemente, "cada um segundo a sua própria espécie"), está se conseguindo aos poucos na Lingüística, já que os fatos apontam para uma árvore com muitos galhos e um tronco comum (confirmando, também, a posição criacionista baseada no relato de Gênesis, e estando plenamente de acordo com as declarações do apóstolo Paulo, feitas no Areópago de Atenas, perante os mais ilustres sábios da época: "O Deus que fez o mundo e tudo o que nele existe, sendo Ele Senhor do céu e da terra, não habita em santuários feitos por mãos humanas ... de um só fez toda a raça humana para habitar sobre a face da Terra" (Atos 17:24 e 26).

* N.E.: É interessante ler o que Darwin escreveu a seu amigo norte-americano Asa Gray, em The Life and Letters of Charles Darwin, vol. 2, pág. 296: "Lembro-me muito bem do tempo quando pensar no olho me fazia esfriar todo, mas já superei esse estágio da doença, e agora pequenos particulares insignificantes de estrutura muitas vezes me deixam muito pouco à vontade. A visão de uma pena na cauda de um pavão, toda vez que a observo, me deixa doente!"


Desculpem o post gigante.. mas é um bom estudo que deve ser lido por completo.
Considero a Biblia como a palavra de Deus, e não como um livro qualquer que contém a palavra.
Respeito quem pensa diferente.

[]´s
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mais referencias

3.3.1 Origem da Vida

http://www.questionandoasorigens.hpg.ig.com.br/origemdavidatexto2.htm

http://origins.swau.edu/papers/life/chadwick/defaultp.html

http://origins.swau.edu/papers/life/javor1/defaultp.html

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3.3.2 Biologia

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3.3.3 Especiação

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http://www.unasp-sp.e du.br/campus/neo/downloads/gibson3.pdf

3.3.4 Design Inteligente

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http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=25892

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3.3.5 Evolução molecular

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Filosofia e Religião(em iglês):Literalismo Bíblico
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3.3.6 Origem da Vida

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http://www.ateus.net/artigos/ciencias/genese_da_vida.html

Biologia

http://www.evoluindo.biociencia.org/evoxcria1.htm

Especiação

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Design Inteligente

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http://www.filosofiadasorigens.com.br/filosofiadasOrigens/seminarios/rio2k4.asp

http://www.scb.org.br/
Ver tópico menu Textos/Vídeos ... Anais e Palestras ... III e IV Encontro Nacional de Criacionistas

http://origins.swau.edu/papers/global/chadwick/defaultp.html

http://origins.swau.edu/papers/geologic/lava/defaultp.html

Colunas geológicas
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http://origins.swau.edu/papers/geologic/grandcnyn/defaultp.html

http://origins.swau.edu/papers/geologic/lava/defaultp.html

http://origins.swau.edu/papers/geologic/geology/indexp.html

Catastrofismo
http://origins.swau.edu/papers/global/chadwick/defaultp.html

Cronologia

http://www.unasp-sp.edu.br/campus/neo/downloads/Uetakat.pdf

http://www.unasp-sp.edu.br/campus/neo/downloads/ARoth.pdf

http://www.unasp-sp.edu.br/campus/neo/downloads/urias.pdf
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 Enviada 19 Mar 2009 as 12:44pm
 
 
 
 
Notícias Quinta-Feira, 19 de março de 2009
 
  JC e-mail 3723, de 18 de Março de 2009.
 
14. Espécie sobrevive sem variedade genética
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=62302
 
 
 
Sodré escreve:
 
Como vimos NA PRIMEIRA postagem deste tópico, genótipos sem alelos deleterios poderiam sobreviver apesar de baixa população. Veja o caso de estrela do Oeste por exemplo
 
A questão é que ancestrais com maior poder de variação em pequenas populações, tenderiam a reduzir variabilidade em troca da sobrevivencia, eliminando pela seleção natural, as combinações deleterias, como aconteceu com os preás na materia abaixo.
 
Esta situação onde a seleção natural elimina o poder patrimonial de variar-se, em troca de sobrevivencia, nos diz de especies anteriores hipervariaveis, que tinham recursos geneticos capazes de driblar pela seleção natural, do acúmulo de mutações deleterias.
 
As mutações deleterias devem ser portanto, cada vez mais evitadas nas populações sobreviventes, através de intensa proteção ambiental,  para que o poder de podar genotipos da seleção natural,  atue apenas  minimamente.
 
Ou seja, SALVEMOS OS PREÁS DAS MUTAÇÕES E CONSEQUENTES  SELEÇÕES  NATURAIS QUE OS TEM SALVADO A UM CUSTO CHAMADO EXTINÇÃO!
 
 
 
Leiam a noticia no link ou abaixo:
 
 
 
14. Espécie sobrevive sem variedade genética
   
Preás isolados em ilha catarinense contrariam teorias ao evoluir por 8.000 anos em população de apenas 40 indivíduos 

Ricardo Mioto escreve para a "Folha de SP":

Pesquisadores brasileiros descobriram uma espécie que, após 8.000 anos isolada mantendo uma população de cerca de 40 indivíduos, praticamente não apresenta mais diversidade genética. 

Os animais são tão parecidos entre si que um teste de paternidade através do DNA, como o utilizado em humanos, não seria viável entre eles.

Os preás da ilha catarinense vivem muito bem, obrigado, em uma área equivalente à de um campo de futebol - menos de um hectare. Pelas teorias genéticas tradicionais, ela deveria estar extinta há tempos.

"Parece claramente ser o caso mais extremo conhecido de uma espécie vivendo tanto tempo com uma população tão pequena", diz o geneticista Sandro Bonatto, da PUC (Pontifícia Universidade Católica) do Rio Grande do Sul.

"Pelos padrões clássicos, ela não poderia estar viva. Esses animais podem mudar nossa compreensão da biologia das pequenas populações."

Os pesquisadores encontraram os animais em uma das ilhas do arquipélago de Moleques do Sul, a 8 km da ponta sul da ilha de Florianópolis.

A espécie, a Cavia intermedia, é prima do preá que fica no litoral do continente, a Cavia magna. Uma possibilidade é que, após o término da última era do gelo, há cerca de 8.000 anos, quando o nível do mar subiu, elas tenham se separado.

Os poucos indivíduos ilhados deram, então, origem a uma nova espécie, que com o tempo se adaptou às condições da ilha: pouco espaço, vegetação baixa e nenhum predador.

O pouco espaço resultou numa população pequena. A ilha tem cerca de dez hectares, mas boa parte do terreno é rochoso. Sobra para os preás um décimo disso, em uma área com grama. Essa vegetação baixa fez com que eles ficassem menores do que os seus primos, que têm acesso a mais comida.

Os preás são os únicos mamíferos da ilha. A ausência de predadores, aliada à estabilidade climática do local - aparentemente nenhuma catástrofe natural aconteceu nos últimos tempos por lá-, permitiu milênios de sossego.

Os cientistas sabem que a população nunca foi grande porque todos são geneticamente parecidos, como se toda a espécie fosse uma grande família.

Para verificar a proximidade genética entre os preás, o grupo de Bonatto recorreu ao mesmo tipo de exame de DNA usado em testes de paternidade. "É uma das menores diversidades genéticas observadas no reino animal", diz Ricardo Kanitz, também da PUCRS.

O incesto, portanto, é comum. Em humanos, filhos de parentes podem nascer com alguns tipos de deformação. Não é o caso desses animais: como a população é muito pequena, os cruzamentos que poderiam gerar filhotes defeituosos já aconteceram e os alelos (versões de um mesmo gene) que poderiam causar problemas já foram eliminados pela seleção natural. É normal, portanto, que um filhote seja filho de irmãos.

Essas deformações não são frequentes o suficiente para extinguir uma espécie, mas a inexistência delas é sinal de que os preás se adaptaram à sobrevivência em um pequeno grupo.

Ameaças

Como qualquer grupo pequeno e isolado, entretanto, os bichos correm riscos. A ilha está dentro do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, o que deveria limitar o acesso a ela. Mas, na prática, não é assim.

"Alguns pescadores vão lá, usam como base para trabalhar. O perigo é soltar um gato, um cachorro ou algo assim sem querer e ele acabar com os preás", diz Bonatto.

Além de gatos fujões, eventuais catástrofes naturais também oferecem perigo aos preás. "Um furacão, por exemplo, poderia matar todos", diz Bonatto. E um já aconteceu, em 2004.

Além de Bonatto e Kanitz, participou do trabalho Carlos Salvador, então na Universidade Federal de Santa Catarina. Ao contrário dos preás, todas as espécies com poucos indivíduos vistas até hoje estavam no rumo da morte, fosse natural, fosse por ação humana.

"Alguns trabalhos afirmam que uma espécie, para sobreviver a longo prazo, deveria ter no mínimo 500 indivíduos", diz Kanitz. "Talvez os preás proporcionem lições importantes de estratégias de conservação", concorda Bonatto.
(Folha de SP, 18/3)


Editado por Sodré - 19 Mar 2009 as 12:48pm
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wladimircc 
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 Enviada 21 Mar 2009 as 1:30pm
Estou com uma dúvida sobre miscigenação humana.Sabemos que entre as pessoas de um mesmo grupo étnico(negroide,caucasoide,mongoloide)existem semelhanças no formato e tamanho medio do crânio.Então,ao cruzarmos um caucasiano com uma negra,poderemos ter uma prole com o mesmo formato e tamanho de crânio do pai e a pele negra ou parda?Qual a possibilidade de isso acontecer?Existe alguma ligação genética entre os genes que definem a cor da pele e os genes que definem o formato e tamanho do crânio?
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le.... 
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 Enviada 27 Mar 2009 as 2:50pm

APROVADO PELA REVISTA EXAME!!! 
VOCÊ PODE ATÉ NÃO ACREDITAR, MAS PELO MENOS LEIA ESTE 
TEXTO. VAI TE TOMAR UNS 3 MINUTOS QUE LHE VALERÃO A PENA. É SÉRIO! 
Leia com Atenção. 
'Meu nome é Elias, sou um pequeno empresário. Em Junho de 2002, recebi pelo correio eletrônico uma informação inusitada. É claro, ela veio espontaneamente. Simplesmente pegaram meu nome/e-mail em algum cadastro de mala direta ou de algum provedor. GRAÇAS A DEUS POR ISTO! Depois de ter lido a informação, mal pude acreditar no que meus olhos tinham visto. Diante de mim estava uma estupenda maneira de resolver todos os meus problemas. Eu não teria que investir quase nada, e mais, sem me endividar novamente. Pensei: Por que não? 'Pior do que eu estava não poderia ficar'. Segui as instruções correta e minuciosamente. Enviei, inicialmente, 250 e-mails, e o dinheiro começou a chegar. Vagarosamente no início, mas após algumas semanas eu estava recebendo mais do que eu poderia imaginar. Passados três meses, mais ou menos, o dinheiro parou de chegar. Como tinha feito um registro preciso do dinheiro recebido, fiquei estarrecido. O final totalizava R$ 111.972,00 (Cento e onze mil novecentos e setenta e dois reais). Fantástico!!! Paguei todas as minhas dívidas, comprei um carro novo, uma bela casa e enviei de forma intercalada (quatro vezes de 250) mais 1.000 cartas/e-mails. Em quatro meses, aproximadamente, recebi R$ 447.888,00 (Quatrocentos e quarenta e sete mil oitocentos e oitenta e oito reais). Leia atentamente, isso pode mudar sua vida para sempre. Lembre-se: este programa não funciona, se não for colocado em prática de forma correta e como indicado nas instruções adiante. ESTA É UMA GRANDE OPORTUNIDADE, COM POUQUÍSSIMO CUSTO OU RISCO!!!' Siga o texto: Por favor, siga estas diretrizes EXATAMENTE como descritas e você poderá ganhar muito dinheiro num espaço de 15 a 30 dias. 
OBS: 
Este programa permanece próspero por causa da honestidade, obediência e integridade dos participantes. 
Aqui estão os passos fáceis para sucesso: 
Siga os passos: 
PASSO 1) Deposite R$ 1,00 na conta bancária de cada um dos seis nomes na lista logo abaixo. 
  
(1) Rodrigo Amaral (Bradesco) AG-34215 C/P 213489 
  
(2) SHEILA MARA (Bradesco)AG2902-5 C/P-12340-4

 

(3) AFRÂNIO MAGALHÃES (banco do brasil) AG 2930-0 CC 11.176-7

 

(4) JEAN FRANCISCO VIDAL (CAIXA) AG 1555 / OP 013 / C.P. 5163-5

 

(5) ISIS GABLER LACOMBE (CAIXA) AG 1555 / OP 013 / C.P. 5327-1

 
(6) Leandro Murano (Banco Real) AG 0291 CC 2708486-4


  
PASSO 2) Retire o nome que está na posição (1) e introduza o seu nome juntamente com o número de sua conta bancária na posição de numero (6) da lista, e eleve os outros. 
EX:quem estava no número (2) sobe para o (1) e assim por diante até chegar em você que estará na posição (6). 
PASSO 3) Depois envie esse artigo a no mínimo 200 fóruns ou newgroups espalhados pela Internet (uol, terra, terravista, ubbi, etc...). Lembre-se que existem milhares e quanto mais você mandar, mais dinheiro você irá ganhar. 
Agora pare e pense faz sentido não faz?? Basendo-se em um sistema simples todo mundo ajuda todo mundo. 
E são só R$6,00 reais de investimento, que voltarão pra você em uma quantia bem maior. 
OBS: Só não vá errar o número da sua conta, e confira o primeiro nome da pessoa no deposito. 
Um sistema simples e seguro e sem envolvimento com ninguém e baseado na honestidade. E que pode ser repetido toda vez que você estiver no sufoco, é só passar pra frente e ACREDITE FUNCIONA MESMO!!! 
Aliás, o que você teria a perder caso não funcionasse? R$ 6,00!! dinheiro que muitas vezes arriscamos em alguma loteria ou qualquer outra coisa, sem ganharmos nada. 
Deposite R$ 1,00 para cada uma das pessoas e espere, pois em alguns dias começará a aparecer depósitos de de R$1,00 na sua conta, e até que você chegue na posição(1) da lista, já terá recebido muita grana. 
FAÇA O TESTE!!! 
CLARO AGORA VOU EXPLICAR COMO VC VAI GANHAR TANTO DINHEIRO E EU SEI QUE VC VAI ENTENDER; 
VAMOS CALCULAR: 
Vamos dizer que das 200 mensagens que eu enviei eu receba só 5 respostas (um exemplo muito ruim e baixo, quase impossível). 
Então receberei R$5,00 com meu nome na 6ª posição da lista. 
Agora, cada uma das 5 pessoas que há pouco me enviaram R$1.00 enviam mais 200 mensagens para outros lugares diferentes, cada com o meu nome agora na 5ª posição da lista, 5 pessoas multiplicado por 5 é igual a 25 pessoas, vezes R$ 1,00 é igual a R$25.00 de ganho. 
Agora, cada uma dessas 25 pessoas envia mais 200 mensagens para outros lugares diferentes, com meu nome na posição 4ª posição da lista. E, vamos supor, que novamente somente 5 indivíduos respondam para cada um dos 25 remetentes, totalizará 125 pessoas e eu receberei então mais R$125.00! 
Agora, essas 125 pessoas postam mais 200 mensagens para outros lugares diferentes, com meu nome na posição 3ª posição da lista. E, vamos supor, que novamente somente 5 indivíduos respondam, totalizará 625 pessoas e eu ganharei mais R$625.00! OK! 
Agora aqui é a parte divertida, cada dessas 625 pessoas postam mais 200 mensagens para outros lugares diferentes, com meu nome na posição 2ª posição da lista. E, cada um obtém somente 5 retornos. Teremos um total de 3.125 retornos de R$ 1,00. Isso me rende mais R$ 3,125.00!!! 
Finalmente, essas 3.125 pessoas também postem mais 200 mensagens para outros lugares diferentes, com meu nome na posição 1ª posição da lista. 
E, se ainda apenas 5 pessoas retornem teremos um total de 15.625 pessoas, que me dará um ganho de R$15,625,00! Inacreditável, com o pequeno Investimento de 'Apenas R$ 6,00' eu ganhei a bagatela de R$ 19.530,00. O mais incrível ainda, com apenas o retorno de 2,5% (05 retorno por cada das 200 mensagens enviadas) que eu e meus parceiros mandamos. 
PORTANTO ESTA É A OPORTUNIDADE DE MUDAR SUA VIDA! DEPOSITE AGORA (JÁ) 
E ENVIE SUAS MENSAGENS NOS FORUNS E NEWSGROUPS DIFERENTES, QUANTO MAIS, MELHOR!!! . . . E FELIZ VIDA 
NA DÚVIDA, LEIA O TEXTO ABAIXO 
OBS: como fiz os depósitos em caixa eletrônico pra facilitar a vida e se tornar mais prático, pois todos os bancos possuem um caixa para depósitos sem cartão, encontrei uma dificuldade! não existem mais cédulas de R$1,00 e moeda não tem como fazer depósito no caixa eletrônico, então fiz o depósito de R$ 2,00 mesmo, pois tenho certeza que esse valor se multiplicará várias vezes. 

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Sodré 
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 Enviada 02 Abr 2009 as 10:21am

 

http://www.genesisum.blogspot.com/

Terça-feira, 3 de Março de 2009

O Homem de Neanderthal e a geração de Caim


Após a chamada "queda" do homem, causada pela desobediência á uma ordem do Criador, Adão e Eva (os primeiros da espécie Homo heidelbergensis) foram expulsos de seu lar paradisíaco chamado Édem e passaram a habitar outra região. Adão e Eva tiveram dois filhos de início: Caim e Abel. Caim acabou, depois, matando Abel por inveja (e não enterrou seu corpo, típico do Homo heidelbergensis) e viveu errante, indo viver ao oriente do Édem. Ele gerou descendentes especialistas em engenharia e música. Sete, um filho que substituiu Abel, gerou descendentes que mais tarde toparam com os descendentes de Caim, ao passo que se relacionaram e viveram de forma pecaminosa, além dentre eles existirem "varões de fama". Uma extensa inundação, porém, exterminou todos os humanos, exeto Noé, descendente de Sete. A geração de Caim foi totalmente exterminada.


E o que o Homem de Neanderthal tem a ver com isso tudo??


Os estudos recentes em evolução, paleontologia e antropologia evidenciam que do Homo heidelbergensis (que você pode ver por que se trata de Adão e Eva na postagem "a origem do homem") surgiram duas espécies humanas: Homo sapiens e Homo neanderthalensis.

Homo sapiens é nossa espécie e atualmente é a espécie dominante.

Já o Homem de Neanderthal era mais alto, mais robusto e ligeiramente mais inteligente que o Homem moderno. Exatamente: Mais inteligente! Isso é devido á recentes estudos no Homem de Neanderthal que, além de apresentá-lo como sendo nosso primo e não ancestral, mostrou que estes eram bem inteligentes e possuíam uma cultura pouco rudimentar.

Mas enfim, será que o Neanderthal era descendente de Adão? Sim, e por um fato hoje incontestável: O Neanderthal possuía noção pré-concebida do espiritual!


Agora, vamos fazer uma relação dos fatos bíblicos e científicos sobre esse assunto.

Observe:


-Adão gerou a descendência de Caim e de Sete. O Homo heidelbergensis gerou os Neanderthais e Homens modernos

 

-A Bíblia fala que a geração de Caim era habilíssima em instrumentos de tocar e ferramentas, tais como realmente eram os Neanderthais.

 

-A Bíblia fala de um conflito entre as gerações de Caim(filhos dos homens) e de Sete(filhos de Deus). A ciência mostra que os Neanderthais conflituaram-se numa época com o Homo sapiens.

 

-Gênesis 6:4 diz: "Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama.". Essas características se encaixam com os robustos e inteligentes Homens de Neanderthal, além de haver certa evidência de relação sexual entre Homo sapiens e Homo neanderthalensis.

 

-A Bíblia diz que só a geração de Sete sobreviveu ao dilúvio(Noé). A ciência mostra que na convivência entre Sapiens e Neanderthalensis, só os Homo sapiens sobreviveram. Os Neanderthais se extinguiram misteriosamente.


Curioso, não?


Bem, qual a conclusão disso tudo? Obviamente, que os Neanderthais são descendentes de Caim, e que o Homem moderno descende de Sete, sendo que os Neanderthais foram extintos pelas águas do dilúvio (o degelo semiglobal do Pleistoceno).

Mais uma vez vemos, então, a estreita relaão da Bíblia com a evolução.


Para saber mais sobre o Homem de Neanderthal, recomendo os seguintes links:



 

 

 
 
Postado por gênesis 1 às 13:24 0 comentários Links para esta postagem  
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Sodré 
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 Enviada 16 Abr 2009 as 10:20am

Casamento entre parentes extinguiu linhagem de reis europeus, diz estudo

Dinastia dos Habsburgos da Espanha chegou ao fim no século XVII.
União entre primos ajudou a concentrar defeitos genéticos na família.

Reinaldo José LopesDo G1, em São Paulo

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Retrato de Carlos II: beleza não era o forte do soberano (Foto: Reprodução)

Carlos II da Espanha governava um império que ia do México às Filipinas, de Madri à Itália e aos Países Baixos. Por outro lado, aprendeu a falar só aos quatro anos de idade e a andar, apenas aos oito, além de sofrer de fraqueza muscular, vômitos, diarreias, edemas (inchaços), ejaculação precoce e impotência. Não por acaso, Carlos II não deixou herdeiros e foi o último membro de sua dinastia, os Habsburgos da Espanha. Pesquisadores espanhóis acabam de mostrar o porquê disso: a dinastia espanhola casou tanto entre si, forçando uniões entre parentes, que provavelmente virou um laboratório de doenças genéticas.

 

A infeliz história reprodutiva da Casa de Habsburgo está descrita num artigo recém-publicado na revista científica de acesso livre "PLoS One". A equipe coordenada por Gonzalo Alvarez, do Departamento de Genética da Universidade de Santiago de Compostela, usou dados históricos sobre os casamentos da família e sobre os filhos gerados neles para entender a razão das doenças, das mortes prematuras e da falta de herdeiros que culminou com a extinção da dinastia.

 

O resultado não é nada bonito. Após vários casamentos entre tios e sobrinhas, primos e primas de primeiro grau e primos e primas de segundo grau, os Habsburgos da Espanha acabaram gerando indivíduos com herança genética muito "fechada" -- como se fossem filhos de pai com filha ou de irmão com irmã, na prática. É o caso de Carlos II e de outro rei da dinastia, Filipe III, além do príncipe dom Carlos, filho de Filipe II e da rainha Maria de Portugal. No total, mais de 80% dos casamentos da família podem ser considerados consangüíneos (envolvendo parentes do nível de primos de segundo grau ou mais próximo). 

Parentesco aumentando

Alvarez e companhia estudaram mais de 3.000 indivíduos, ao longo de 16 gerações da família, e repararam que o grau de semelhança genética entre os membros da dinastia aumentou quase dez vezes desde que ela assumiu o trono da Espanha no começo do século XVI. Os geneticistas fazem isso calculando o chamado coeficiente de consanguinidade. Esse coeficiente é a probabilidade de alguém receber duas cópias idênticas de um gene, uma vinda do pai e outra da mãe, porque ambos tinham um ancestral comum que legou esse gene a eles.

 

Se parece complicado, lembre-se do seguinte: todos nós recebemos metade do nosso DNA do pai e metade, da mãe. Para ser mais exato, cada gene do DNA humano vem em duas versões, uma materna e outra paterna. Se seu marido ou sua mulher tem parentesco próximo com você, a chance de ambos carregarem o mesmo tipo de gene, e passarem duas versões iguais para os filhos, aumenta.  

 

Esse fato foi péssimo para os Habsburgos porque, além do parentesco direto com seus maridos ou suas mulheres, eles já eram aparentados lá atrás, porque a família tinha casado há séculos com outras dinastias da Europa. Isso fez com que versões iguais de genes se concentrassem em seus descendentes, o que facilita o aparecimento de doenças genéticas. O motivo é simples: normalmente é preciso carregar duas cópias de um gene defeituoso para desenvolver uma doença genética séria. Em geral, se a pessoa carrega um gene defeituoso e um gene sem problemas, o gene "saudável" impede que a doença se manifeste. Mas, se ambas as cópias de DNA têm problemas, o desastre é quase certo.

 

Foi isso o que parece ter acontecido com os Habsburgos -- para se ter uma ideia, a mortalidade infantil da família é muito pior do que a registrada entre moradores de vilarejos espanhóis no mesmo período histórico. No caso extremo de Carlos II, que morreu com aparência de velho aos 39 anos, os problemas de saúde eram tantos que o rei ganhou o apelido de "el Hechizado" ("o Zicado", em tradução livre). Sem conhecimento nenhum de genética, o povo e os nobres da Espanha atribuíam a péssima condição mental e física do rei à influência de bruxas e demônios

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Sodré 
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 Enviada 18 Jul 2009 as 9:35am
Discuti o tema acima com doutores em genética, doutores em biologia, da ala evolucionista, da ala criacionista (conheci  o dr em genetica wellington silva que tem semelhante linha , enfim,  até hoje, os argumentos apresentados se sustentam como NO MINIMO hipótese viável.


Mas na Europa, entre sécs XV e XIX:

*Milhões de religiosos "hereges" foram assassinados pela santa inquisição e sua influencia com povos e reis

*Milhões fugiram para américa do norte 

*Milhões censurados restaram CALADOS na Europa 

A Europa vazia deles e/ou de sua voz teológica perderia milhões de formadores de opinião

A guerrra dos protestadores religiosos abriria as comportas do pensamento humano. Milhões de vitimas com suas Biblias e corpos queimados pagaram por isso. O assunto religioso passou a significar perigo de vida, recomendando cada vez mais o crescimento de novas ideologias seculares e "neutras"

Vieram os "iluministas" com duas atitudes: Uma equilibrada e a outra extrema, com Voltaire na França.

A extrema, dominaria mais em paises catolicos e sua mega-esfera de influencia

Depois indexariam a filosofia materialista na educação e ciência, e, sob pretexto de laicismo educacional, transformariam universidades em "pulpitos do Ateísmo"

A filosofia naturalista seria cada vez mais imponente e ecoaria cada vez mais a frase -Deus norreu- de Niesztche. Tal declaraçao seria convalidada en ambiernte cientifico







Absurdos intelectuais
Comentário do falecido Stephen Jay Gould, paleontólogo da renomada Harvard. Preste atenção no que ele diz a respeito do propósito da vida: "Estamos aqui porque um estranho grupo de peixes tinha uma peculiar anatomia nas barbatanas que pôde transformá-las em pernas para criaturas terrestres; porque cometas se chocaram com a terra e eliminaram os dinossauros, dando com isso aos mamíferos uma chance que eles de outro modo não teriam (por isso, agradeça aos seus astros favoráveis, literalmente); porque a Terra não se congelou inteiramente durante a era do gelo; porque uma pequena e frágil espécie, surgindo na África há um quarto de milhão de anos, conseguiu sobreviver até agora, pelo uso do anzol e do cajado de pastor. Podemos suspirar uma resposta 'mais elevada' - mas não há nenhuma. Esta explicação, embora superficialmente perturbadora, se não aterradora, em última instancia é libertadora e hilariante." 




Editado por Sodré - 19 Ago 2009 as 6:44pm
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CSC cabeçalho gráfico
 
 
PEER-REVIEWED PUBLICAÇÕES CIENTÍFICAS PEER-EDITADOS APOIANDO A TEORIA DO DESIGN INTELIGENTE (ANOTADA) E 
por equipe 
Discovery Institute 
1 de fevereiro de 2012


Nota do Editor: Embora a pesquisa do design inteligente (ID) é um novo campo científico, os últimos anos têm sido um período de incentivar o crescimento, produzindo um forte histórico de publicações científicas peer-reviewed.

Em 2011, o movimento contou sua ID artigo científico 50 peer-reviewed e novas publicações continuam a aparecer. O boom atual remonta a 2004, quando o Discovery Institute sênior colega Stephen Meyer publicou um artigo pioneiro defendendo ID na revista Proceedings of the Biological Society of Washington . Existem vários centros de pesquisa relacionada com a ID.

Instituto Biológico, liderada pelo biólogo molecular Doug Axe, é "desenvolver e testar os argumentos científicos para o design inteligente na biologia." Biológico conduz laboratório e pesquisa teórica sobre a origem eo papel da informação na biologia, o ajuste fino do universo para a vida, e métodos de detecção de design na natureza.

Outro grupo de pesquisa de ID é o Evolutionary Informática Lab, fundada por sênior Discovery Institute companheiro William Dembski, juntamente com Robert Marks, professor emérito de Engenharia Elétrica e de Computação na Universidade de Baylor. Seu laboratório tem atraído pesquisadores de pós-graduação de estudantes e publicou vários artigos em ciência técnica e revistas de engenharia mostram que o computador de programação peer-reviewed "aponta para a necessidade de uma fonte de informação final qua projetista inteligente."

Outros cientistas pró-ID em todo o mundo estão publicando peer-reviewed publicações científicas pró-ID. Estes incluem biólogo Ralph Seelke na Universidade de Wisconsin Superior, Wolf-Ekkehard Lönnig que recentemente se aposentou do Instituto Max Planck de Melhoramento de Plantas Research, na Alemanha, e Lehigh University bioquímico Michael Behe.

Esses e outros laboratórios e pesquisadores publicaram seu trabalho em uma variedade de locais de técnicas apropriadas, incluindo revistas peer-reviewed científicos, livros científicos peer-reviewed (algumas publicadas por principais editoras universitárias), livros de comércio de imprensa, antologias científicas peer-editados, peer-editados anais de congressos científicos e peer-reviewed filosofia de revistas científicas e livros. Estes documentos foram publicados em revistas científicas, como a Ciência Protein , Journal of Molecular Biology , Biologia Teórica e Modelação médica , Journal of Computational Intelligence Avançada e Informática inteligentes , Quarterly Review of Biology, Cell Biology Internacional , Rivista di Biologia / Biology Forum , Física de Life Comentários , revisão anual de Genética , e muitos outros. Ao mesmo tempo, os cientistas pró-ID apresentaram suas pesquisas em conferências em todo o mundo em áreas como genética, bioquímica, engenharia e ciência da computação.

Coletivamente, este corpo de pesquisa está convergindo para um consenso: características biológicas complexas não pode surgir por mecanismos darwinianos desgovernados, mas requerem uma causa inteligente.

Apesar do histórico publicação do ID, notamos entre parênteses que o reconhecimento em peer-reviewed literatura não é uma exigência absoluta para demonstrar mérito científico de uma idéia . Própria teoria da evolução de Darwin, foi publicado pela primeira vez em um livro para o público em geral e científica - o seu Origem das Espécies - e não em um jornal peer-reviewed. No entanto, de publicações peer-reviewed de ID mostra que ele merece - e está recebendo - séria consideração por parte da comunidade científica.

O objetivo do programa de pesquisa de ID não é para convencer o unconvincible - críticos que repetir mais e mais nos meios de comunicação que não existe tal coisa como a pesquisa de identificação, que ID não produziu um único papel peer-reviewed. Em vez disso, a pesquisa ID procura envolver os cientistas de mente aberta e leigos atenciosas com credíveis, convincentes, peer-reviewed, dados empíricos apoiando o design inteligente.

E isso está acontecendo. ID já ganhou o tipo de reconhecimento científico que você esperaria de uma jovem (e muito subfinanciado), mas campo científico promissor. O progresso científico de ID ganhou a séria atenção de céticos da comunidade científica, que se envolvem em debate científico com ID e assistir a conferências científicas privadas, permitindo a discussão off-the-record com os proponentes do DI.

Nós fornecemos abaixo uma bibliografia comentada de publicações técnicas de vários tipos que oferecem suporte, desenvolver ou aplicar a teoria do design inteligente. Os artigos são agrupados de acordo com o tipo de publicação.

Publicações Científicas de apoio do Design Inteligente Publicado em revistas e jornais científicos, anais de conferências, ou Antologias Acadêmicos

  • Joseph A. Kuhn, "Dissecando o darwinismo," Baylor University Medical Centro Proceedings , vol. 25 (1): 41-47 (2012).

Este artigo do Dr. Joseph Kuhn, do Departamento de Cirurgia da Baylor University Medical Center apareceu na revista peer-reviewed Baylor University Medical Center Proceedings . Ela apresenta uma série de desafios para químicos e evolução biológica, incluindo:

1. Limitações da origem química de dados de vida para explicar a origem de ADN 
2. Limitações de mutação e teorias da seleção natural para abordar a complexidade irredutível da célula 
3. Limitações dos dados espécie de transição para explicar o grande número de mudanças envolvidas na transição.

Quanto à origem química da vida, Kuhn aponta para os experimentos de Miller-Urey e corretamente observa que "as condições experimentais de uma baixa concentração de oxigênio, rico em nitrogênio ambiente redutor foram refutadas". Citando Stephen Meyer assinatura no celular , ele afirma que "o problema fundamental e insuperável com a evolução darwiniana está na complexidade notável e informações inerentes contida no DNA." Kuhn explica também que "evolução darwinista ea seleção natural não poderia ter sido causas da origem da vida, porque eles exigem a replicação de operar, e não houve replicação antes da origem da vida", mas nenhuma outra causa conhecida pode organizar as informações na vida.

Dr. Kuhn, em seguida, volta-se para explicar o conceito de complexidade irredutível, citando Michael Behe livro A Caixa Preta de Darwin e observando que "complexidade irredutível sugere que todos os elementos de um sistema devem estar presentes simultaneamente, em vez de evoluir através de uma melhoria sequencial faseada, como teorizado por A evolução darwiniana. " Além disso, "O fato de que esses sistemas irredutivelmente complexos são especialmente codificados por meio de DNA acrescenta outra camada de complexidade chamado de" complexidade especificada. "Como médico, Kuhn propõe que os sistemas irredutivelmente complexos dentro do corpo humano incluem" visão, o equilíbrio, o respiratório sistema, o sistema circulatório, o sistema imunológico, o sistema gastrointestinal, a pele, o sistema endócrino, e sabor. " Ele conclui que "o corpo humano representa um sistema irredutivelmente complexo em um celular e uma base órgão / sistema."

Kuhn também explora a questão da ancestralidade comum humano / macaco, citando o livro de Jonathan Wells The Myth of Junk DNA e argumentando:

Homologia de DNA entre o macaco eo homem tem sido relatada a ser de 96% quando se considera apenas as seqüências de proteína de mapeamento atuais, que representam apenas 2% do genoma total.No entanto, a semelhança real do ADN é de aproximadamente 70% para 75% quando se considera o genoma completo, incluindo o anteriormente presumido "junk DNA", que já foi demonstrado para codificar elementos de transcrição ou expressão de apoio. A diferença de 25% representa quase 35 milhões de nucleotídeos únicos mudanças e 5 milhões de inserções ou exclusões.

Na visão de Dr. Kuhn, isso representa um problema para a evolução darwiniana, porque o "[o] macaco a mudança espécie humana exigiria uma taxa incrivelmente rápida mutação, levando à formação de um novo DNA, milhares de novas proteínas, e incalculáveis ​​celular, neural , digestivo e imune relacionada com alterações no DNA, o que o código para os milhares de novas proteínas funcionais ".

Kuhn também observa que um desafio para o neodarwinismo vem da explosão cambriana:

Milhares de amostras estavam disponíveis no momento de Darwin.Milhões de exemplares foram classificados e estudados nos últimos 50 anos. É notável observar que cada um deles mostra uma explosão de quase todos os filos (35/40) do reino animal ao longo de um período relativamente curto durante a época cambriana 525-530000000 anos atrás. Desde aquela época, houve ocasional extinção de espécies, mas apenas raros novos filos foram convincentemente identificado. O trabalho seminal de paleoantropólogos J. Valentine e DH Erwin observa que a ausência de espécies de transição para qualquer um dos filos Cambriano limita a explicação neo-darwinista da evolução.

Apesar do apelo do Texas para discutir os pontos fortes e fracos da evolução darwiniana científicas, Kuhn fecha observando: "Em 2011, quando os novos livros didáticos foram apresentados ao Conselho Estadual de Educação, 9 em cada 10 não conseguiu apresentar o currículo complementar obrigatório, que incluiria ambos os aspectos positivos e negativos da evolução (44). " Citando o relatório do Discovery Institute sobre os livros didáticos Texas , ele lamenta:

[S] árias dos livros continuou a promover incorretamente a derrocada origem Miller-Urey de experiência de vida, as reivindicações de longa desacreditados sobre apêndice não-funcionais e as amígdalas, e os desenhos de embriões fraudulentos de Ernst Haeckel. Em essência, os atuais alunos de biologia, que aspiram os estudantes de medicina e cientistas futuras não estão sendo ensinados a história toda. Pelo contrário, as evidências sugerem que eles continuam a receber material de forma incorreta e incompleta que exagera o efeito da mutação aleatória e da seleção natural para explicar DNA, a célula, ou a transição de espécie para espécie.

Kuhn conclui: "Por isso, é hora de afiar as mentes dos estudantes, biólogos e médicos para a possibilidade de um novo paradigma."

  • David L. Abel, "A vida é única?" Vida , vol. 2:106-134 (2012).

O que é que distingue a vida de entidades não-vivos? Este peer-reviewed artigo tenta responder a essa pergunta, observando que "a vida segue milhares de objetivos biofuncionais", enquanto "Nem physicodynamics, nem evolução, perseguem objetivos." É possível que a evolução não dirigida e estritamente material causa processos proposital produzido da vida? De acordo com este artigo, a resposta é não. Os objetivos da vida incluem o uso de "sistemas de símbolos" para manter a "homeostase longe do equilíbrio em ambientes mais severos, os mecanismos de feedback positivo e negativo, prevenção e correção de seus próprios erros, e organização de seus componentes em sistemas funcionais sustentado." Mas o artigo observa que "a integração e regulação das vias bioquímicas e ciclos no metabolismo homeostático é controlado por meio de programação, e não apenas physicodynamically constrangido." Esta programação é chamado de "cibernética", ainda de acordo com o controle cibernético papel "flui apenas a partir do mundo não-físico do formalismo no mundo físico através da instanciação de escolhas propositais. "De fato," Só contingência escolha proposital em nós de decisão de boa-fé pode salvar a partir de eventual deterioração da organização e função, previamente programado para a forma física. "A vida, portanto, não pode ser o resultado de materiais desgovernados processos alguma causa capaz de programar "escolhas propositais" é necessário.

  • Douglas D. Machado, Philip Lu, e Stephanie Flatau, "A Stylus Genoma Artificial Gerado com analogia ao genoma bacteriano mínimo ", BIO-Complexity , vol. 2011 (3) (2011).

Este artigo peer-reviewed é um follow-up até a 2008 PLoS One papel de co-autoria de Machado e Lu em Stylus , uma simulação de computador da evolução que é mais fiel à realidade biológica do que muitos outros. Este artigo 2011 explica que as "funções" dos organismos digitais em outras simulações são muitas vezes divorciada do significado do mundo real. Eles projetaram Stylus para apresentar uma imagem mais precisa:

A motivação para a Stylus foi o reconhecimento de que os modelos anteriores usados ​​para estudar a inovação evolutiva não representam adequadamente a conexão causal complexa entre genótipos e fenótipos.

Stylus visa corrigir essas deficiências, simulando a evolução darwiniana de uma forma que reflete com mais precisão a relação biológica entre genótipo e fenótipo. É também mais realista, porque ele resolve os problemas do mundo real. Como o jornal explica: "especificidade funcional, portanto, tem uma base estrutural na Stylusmundo, tal como acontece no mundo real. " Stylus manipula objetos digitais que têm um significado no mundo real: as metas de evolução em Stylus são caracteres chineses. Como o jornal explica:

Estes produtos de tradução, chamadas proteínas vetor, são sem função, a menos que eles formam os caracteres chineses legíveis, caso em que eles servem a função real da escrita. Este acoplamento de causalidade genética artificial para o mundo real da linguagem torna a experimentação evolucionária possível num contexto em que a inovação pode ter uma riqueza de variedade e profundidade de complexidade causal que, pelo menos, aponta para o que é necessário para explicar a complexidade dos proteomas de bactérias.

Esses personagens não só têm sentido no mundo real, mas suas formas função relacionadas suportar analogias interessantes para proteínas. Uma semelhança entre os personagens adicionais e proteínas chineses é que, assim como domínios de proteínas são reutilizados ao longo de muitas proteínas, formas de modo particular, os chamados "cursos", são comumente encontrados em toda caracteres chineses.

Básico para a vida é uma conversão de informação, em que a informação transportada nos genes (genótipo) é convertida em características observáveis ​​de um organismo (fenótipo). Essas estruturas biológicas, em seguida, executar várias funções. Outra maneira de enquadrar esta conversão informação é, portanto: seqüência → Estrutura → função. Machado, Lu e Flatau explicar que muitos programas de computador anteriores, tentando simular a evolução atingir parte desta conversão, mas não a coisa toda.

Por exemplo, o famoso jogo de Conway da vida começa com uma estrutura, e, em alguns casos em que a estrutura pode desempenhar uma função. Mas não existe uma sequência envolvida na conversão. Avida começa com uma seqüência de comandos de programação e, quando bem sucedido executa determinadas funções lógicas. Mas em Avida não existe uma estrutura para mediar entre sequência e função. Stylus , por outro lado, é mais avançada em que simula a sequência completa → estrutura → função de transferência da informação. Ele faz isso através de partida com um genoma programado. Como o jornal explica:

[A] Stylus genoma codifica para um tipo especial de texto, isto é, um que descreve como a decodificação do genoma. Ou seja, o genoma desejado irá codificar uma seqüência de caracteres chineses (na forma de proteínas vetoriais) que diz um leitor de chineses comoStylus genes são traduzidas em seqüências de vetores, e como essas seqüências são processados ​​para produzir proteínas vetor legíveis.

O jornal explica: "O Stylus dispõe que nenhuma outra ofertas do modelo, a nosso conhecimento, é uma versão artificial do gene-a-proteína causa genética, que se assemelha a coisa real. "

No mundo da Stylus , um caractere chinês é como uma proteína. Então, como podemos determinar se uma "proteína" funcional evoluiu? De acordo com o jornal, "No cerne da Stylus software é um algoritmo que quantifica a semelhança de uma determinada proteína vetor para um caractere chinês especificado. " Este algoritmo complexo é descrito como se segue:

Stylus dota essas construções gráficas com semelhanças interessantes com os seus homólogos moleculares por descobrir e explorar uma analogia pré-existente - a analogia entre o conjunto de caracteres utilizados na escrita chinesa eo conjunto de estruturas de proteínas utilizadas na vida. Especificamente, as proteínas vetoriais são objetos que podem funcionar como caracteres chineses legíveis se forem adequadamente formados desenhado. ... Stylus é único na sua uso do real função que mapeia bem à biologia molecular. É, por conseguinte, representa um avanço significativo no campo da modelagem evolutiva. (Citações internas omitido)

O documento apresenta um conjunto de caracteres chineses que podem ser utilizados para simular o processo evolutivo no Stylus mundo. Mas pode esses grupos de caracteres chineses, que têm muitas qualidades que famílias de proteínas do mundo real paralelas, evoluem por mutação aleatória e da seleção natural? Esse é o tipo de pergunta que os criadores de Stylus esperam responder.Os resultados de tais simulações provavelmente será concretizada em papéis futuros. Mas o papel atual nos deixa com um forte sentimento de que tudo isso é título:

Causalidade evolutiva está intrinsecamente ligada à relação entre genótipo e fenótipo, que depende de causalidade genética de baixo nível. Segue-se que as explicações evolutivas sobre a origem dos sistemas de proteínas funcionais devem subordinar-se a nossa compreensão de como esses sistemas funcionam. Em outras palavras, o estudo do nexo de causalidade evolutiva não pode desfrutar da autonomia disciplinar que os estudos de causalidade genética pode.

Em vista disso, a contribuição da Stylus é fazer com que a experimentação evolucionária possível em um mundo onde a causalidade modelo genético de baixo nível tem o papel essencial que ele tem no mundo real. Combinado com o livre Stylus software, a completa Stylus genoma disponibilizados livremente com este trabalho abre caminho para estudos baseados em analogia em uma ampla variedade de temas importantes, muitos dos quais são difíceis de estudar por experimentação direta. Entre elas estão a evolução de novas dobras de proteínas através da combinação de peças existentes, a otimalidade e otimização evolutiva do código genético, o significado dos limiares de seletivas para a origem e otimização das funções das proteínas, bem como a fiabilidade dos métodos utilizados para a detecção de homologia e filogenética- construção da árvore.

Há, provavelmente, nunca será uma simulação de computador perfeito da evolução biológica, mas Stylus traz novos e melhores métodos para o campo da modelagem evolutiva. Esta ferramenta irá ajudar os interessados ​​em testar a viabilidade das reivindicações darwinistas para avaliar se os recursos complexos podem ser criados através de mutações aleatórias no nível molecular.

  • Stephen C. Meyer and Paul A. Nelson, "Pode a origem do código genético ser explicado pelo direto RNA Templates?" BIO-Complexity, vol. 2011 (2) (2011).

Este artigo peer-reviewed teve suas origens em um debate na Universidade de Biola, em 2009, onde Stephen Meyer debatidos dois biólogos críticos. Um desses cientistas era Arthur Caça da Universidade de Kentucky, que já havia citado a pesquisa de Michael Yarus que propôs que certas afinidades químicas entre trigêmeos RNA e aminoácidos poderiam ter formado uma base química para a origem do código genético. De acordo com a caça, a pesquisa de Yarus mostrou que "a química ea física ... pode explicar a origem do código genético" e, portanto, "o cerne da tese de Meyer (e seu livro [Assinatura no celular]) é errado." De Meyer e NelsonBIO-Complexity documento responde às reivindicações de Yarus, mostrando que, quando desafiado, proponentes do DI pode produzir réplicas técnicas convincentes.De acordo com a sua resposta detalhada, as alegações de Yarus (e Hunts ') falhar devido ao "uso seletivo de dados, modelos nulos incorretas, um sinal fraco, mesmo a partir dos resultados positivos, ... e os pressupostos não suportados sobre a disponibilidade pré-biótica de aminoácidos." Em vez de refutar design, a pesquisa mostra a necessidade de "uma forma inteligente-dirigiu" origem do código.

  • Ann K. Gauger e Douglas D. Machado, "A Acessibilidade Evolutiva de novas funções de enzimas: Um Estudo de Caso do Caminho biotina," BIO-Complexity , vol. 2011 (1) (2011).

Este artigo relata pesquisa realizada por cientistas do Instituto Biológico Ann Gauger e Douglas Machado sobre o número de alterações mínimas que seriam necessários para evoluir uma proteína para outra proteína com uma função diferente. Os pesquisadores estudaram duas proteínas, KBL e BIOF, com funções diferentes, mas as estruturas muito similares - pensado pelos evolucionistas ser muito intimamente relacionados. Através da análise mutacional, Gauger e Machado descobriu que um mínimo de sete mutações independentes - e provavelmente muitos mais - seria necessário converter KBL para exercer a função de sua supostamente parente genético, BIOF. Por 2010 da Axe BIO-Complexity papel, "Os limites da adaptação complexa: uma análise baseada em um modelo simples de populações bacterianas estruturadas", eles relatam que isso está além dos limites da evolução darwiniana:

A medida em que a evolução darwiniana pode explicar a inovação enzimática parece, em uma inspeção cuidadosa, para ser muito limitado. Inovações em larga escala que resultam em novas dobras de proteínas parecem ser bem fora do seu alcance. Este artigo argumenta que, pelo menos, algumas inovações em pequena escala também pode ser além do seu alcance. Se os estudos deste tipo continua a implicar que esta é representativa e não excepcional, em seguida, as respostas a perguntas origens mais interessantes permanecerá, provavelmente, indescritível até toda a gama de alternativas é considerada explicativos.

  • Ann K. Gauger, Stephanie Ebnet, Pamela F. Fahey, e Ralph Seelke, "Evolução redutiva pode prevenir as populações contra Tomar Caminhos adaptativos simples de alta aptidão", BIO-Complexity , vol. 2010 (2) (2010).

Esta pesquisa, publicada pelo biólogo molecular Ann Gauger do Instituto Biológico, Ralph Seelke na Universidade de Wisconsin Superior iniciada com a quebra de um gene da bactéria Escherichia coli, necessários para a síntese do aminoácido triptofano. Quando o gene foi quebrado em um só lugar, as mutações aleatórias no genoma das bactérias eram capazes de "consertar" o gene. Mas quando duas mutações foram necessárias para restaurar a função, a evolução darwiniana não poderia fazer o trabalho. Tais resultados mostram que é extremamente improvável para os processos darwinianos cegos e não guiados para encontrar sequências de aminoácidos raros que produzem proteínas funcionais. Em essência, as proteínas funcionais são características de multi-mutação no extremo.

  • Michael J. Behe, "Evolução Experimental, mutações de perda de função, e" A primeira regra de Adaptive Evolution, " The Quarterly Review of Biology , vol. 85 (4) :1-27 (Dezembro de 2010).

Este artigo peer-reviewed por Michael Behe na revista Quarterly Review of Biologyajuda a explicar por que não observar a evolução de novas funções de proteínas.Depois de analisar vários estudos sobre a evolução bacteriana e viral, ele concluiu que a maioria das adaptações a nível molecular "são devido à perda ou modificação de uma função molecular pré-existente." Em outras palavras, uma vez que darwinianos evolução prossegue ao longo do caminho de menor resistência , Behe descobriram que os organismos são muito mais propensos a desenvolver-se por uma perda de uma função bioquímica do que por ganhar um. Ele concluiu que, assim, "a taxa de aparição de uma mutação de adaptação que surgem a partir da diminuição ou eliminação da actividade de uma proteína deverá ser de 100-1000 vezes a taxa de aparecimento de uma mutação de adaptação que requer alterações específicas de um gene . "Se Behe estiver correta, então a evolução molecular enfrenta um problema grave. Se uma perda (ou redução) da função é muito mais provável do que um ganho de função, a lógica dita que, eventualmente, uma população em evolução vai ficar fora das funções moleculares para perder ou diminuir. O trabalho de Behe sugere que, se a evolução darwiniana é no trabalho, algo mais deve estar gerando as informações para novas funções moleculares.

  • Douglas D. Machado, "Os limites da adaptação complexa: uma análise baseada em um modelo simples de populações bacterianas estruturadas", BIO-Complexity, vol. 2010 (4): 1 (2010).

A capacidade de evolução darwiniana para produzir recursos que requerem múltiplas mutações antes de ganhar um benefício tem sido uma questão muito debatida entre os defensores do design inteligente e defensores do neo-darwinismo. Este documento responde aos argumentos de Michael Lynch e Adam Abegg, achando que eles cometeram um erro - na verdade, dois erros - em seu cálculo do tempo necessário para múltiplas mutações que ocorrem quando não há nenhum benefício adaptativo até que todas as mutações são em lugar.

O propósito do artigo de Machado é, então, para determinar matematicamente quanto tempo é necessário para evoluir as características que exigem múltiplas mutações antes de qualquer benefício adaptativo é conferido o organismo. Ele observa que existem basicamente três modelos que podem ser invocadas para explicar a origem desses recursos complexos: saltation molecular, fixação sequencial e estocásticos tunelamento. O trabalho de Machado aborda estocástico tunelamento, um modelo que está em um sentido no meio do caminho entre o saltation molecular e modelos de fixação seqüenciais. De acordo com Machado, estocástico tunneling "difere de fixação sequencial apenas na medida em que depende de cada ponto de mutação sucessiva aparecendo sem o anterior ter ficado resolvido." No entanto, porque as mutações anteriores ainda não foram fixados na população maior, isso significa que o número de organismos que possuem as mutações anteriores pode ser pequena.Assim, este mecanismo "deve sim contar com as mutações necessárias que aparecem dentro de subpopulações muito menores", ou como modelos Axe ele, as linhas de bactérias. Este modelo se assemelha saltation molecular na medida em que depende de todas as mutações requeridas eventualmente aparecem por acaso - mas antecipa isso vai acontecer após mutações são fixados em subpopulações menores. Machado explica que todos esses modelos enfrentar improbabilidades estatísticas inevitáveis: "tendo em vista o fato de que a limitação subjacente é um aspecto inevitável de estatísticas - que os eventos raros independentes só muito raramente ocorrem em combinação - parece certo que baseada em acaso tudo mecanismos devem encontrá-lo. "

Axe visa, assim, para modelar com precisão a evolução de uma característica multi-mutação. Ele investiga dois casos: (1) quando as mutações intermediárias são ligeiramente desvantajosa, e (2) quando as mutações intermediárias são seletivamente neutro. Machado procura dar a evolução neo-darwinista uma ajuda generosa de recursos probabilísticos modelando a evolução das bactérias - organismos assexuados que se reproduzem rapidamente e têm tamanhos muito grandes efetivos de população. Sem surpresa, Machado descobriu que a evolução darwiniana tem grande dificuldade de fixação múltiplas mutações quando essas mutações têm coeficientes de seleção negativo (ou seja, são desvantajosos, ou inadequadas). Mutações neutras têm uma melhor chance de se tornar fixo, mas mesmo aqui Machado considera que a capacidade de evolução neo-darwinista para produzir características multi-mutação é bastante limitada. As implicações desta análise para a evolução darwiniana é grande e negativo. O modelo de Axe fizeram suposições que eram muito generoso com a evolução darwiniana. Ele assumiu a existência de uma enorme população de reproduzir assexuadamente bactérias que poderiam replicar rapidamente - talvez cerca de três vezes por dia - ao longo de bilhões de anos. Nestas circunstâncias, adaptações complexas que exigem até seis mutações com intermediários neutros pode se tornar fixo. Além disso, as coisas se tornam implausível. Se forem necessárias apenas mutações intermediárias ligeiramente desajustados para uma adaptação complexa, apenas um par de mutações (no máximo dois) poderia ser corrigido. Se forem necessárias mutações altamente adaptativos, o traço nunca vai aparecer. Machado discute as implicações de seu trabalho:

No final, a conclusão de que as adaptações complexos não pode ser muito complexa sem correr em problemas de viabilidade parece ser robusto. ... Embora os estudos deste tipo tendem a ser interpretados como apoiar o paradigma darwinista, o presente estudo indica o contrário, ressaltando a importância de combinar medidas cuidadosas com os modelos de população adequada.

O trabalho de Machado, porque incide sobre bactérias, não modelar a evolução de organismos que se reproduzem sexualmente. Na reprodução sexuada organismos eucarióticos, mais tempos de geração e tamanhos menores efetivos de população reduziria drasticamente o número de mutações que poderiam ser corrigidos antes de adquirir alguma vantagem adaptativa. Na evolução dos vertebrados, os recursos disponíveis para probabilística evolução Darwiniana seria muito menor do que as disponíveis para as bactérias, e o resultado difícil de explicar proporcionalmente ao longo de linhas Darwinianas. Alguns outro mecanismo deve gerar características multi-mutação complexos.

  • Wolf-Ekkehard Lönnig ", Mutagênese em Physalis pubescens L. . ssp floridana : Algumas novas pesquisas sobre a lei de Dollo ea Lei de Variação recorrente ",Floricultura e Biotecnologia Ornamental , 1-21 (2010).

Este trabalho de pesquisa original sobre a mutagênese em plantas cita favoravelmente "defensores do design inteligente", incluindo Michael Behe, William Dembski, Jonathan Wells e Stephen Meyer, que defende um dos vários legítimas "as teorias científicas sobre a origem das espécies". Citando os céticos do neo-darwinismo como Behe ​​e "os quase 900 cientistas da Dissidência Científica do Darwinismo", observa o papel que:

Muitos desses pesquisadores também levantar a questão (entre outros), por que - mesmo após a indução literalmente bilhões de mutações induzidas e (ainda mais) rearranjos cromossômicos - todos os programas importantes de criação de mutação ter chegado ao fim, no mundo ocidental, em vez de suscitar uma revolução no melhoramento de plantas, seja por sucessivas rodadas de seletivas "micromutações" (seleção cumulativa no sentido da síntese moderna), ou por "mutações maiores" ... e por a lei de variação contínua é infinitamente corroborada pela repetição quase infinita dos espectros de fenótipos mutantes em cada um e qualquer nova experiência extensa mutagénese (como previsto), em vez de regular a produção de uma gama de novas espécies sistemáticas ...

Lönnig centra-se na origem de uma determinada característica encontrada em algumas angiospermas, onde sépalas formam mais um abrigo para o desenvolvimento de fruta chamada síndrome inflado cálice, ou "ICS". De acordo com Lönnig, os dados filogenéticos indicam que sob uma interpretação neo-darwinista, essa característica foi perdida em múltiplas linhagens ou evoluíram independentemente várias vezes. Se o traço evoluiu várias vezes de forma independente, então por que tantas plantas ainda não têm uma "lanterna" abrigo como proteção? Depois de notar que alguns defensores do neo-darwinismo fazer apelos irrefutáveis ​​às vantagens seletivas desconhecidos, ele conclui que o neodarwinismo não é fazer previsões falsificáveis ​​e descobre que este "infinito principalmente de explicações não-testáveis ​​(muitas vezes apenas-assim-histórias) em si pode colocar a teoria fora da ciência ".

No entanto, existe uma outra possibilidade, a saber, a hipótese científica de cartão inteligente. Em contraste com o neo-darwinismo, o autor observa a vista ID pode "ser falsificada por provar (entre outros pontos) que a probabilidade de formar uma ICS por processos puramente naturais é alta, que a complexidade especificada é baixa e, finalmente, através da geração de uma ICS por mutações aleatórias em uma espécie visualizadas Nenhum ". Lönnig narra as muitas frases Darwin para explicar que sua teoria da evolução requer "inúmeras pequenas variações", e argumenta que o ICS não poderia evoluir de uma forma tão gradual. Depois de analisar os passos complexos vários envolvidos na formação de um ICS, afirma que sua pesquisa "parece estar de acordo com os estudos de Behe ​​(2007): ela parece ser muito improvável que as teorias evolucionistas atuais, como a síntese moderna (evolução contínua) ou a abordagem promissor monstro (em um ou poucos passos) pode explicar satisfatoriamente a origem do ICS. " No fechamento, Lönnig cita ainda conceito de complexidade irredutível e argumentos de Dembski sobre a probabilidade universal obrigado de Behe, alegando que o ICS pode ser além da borda da evolução. No entanto, ele deixa a presente questão em aberto para novas pesquisas, que ele entusiasticamente convida. No entanto, citando o trabalho de Stephen Meyer, William Dembski, e Robert Marks, ele conclui que "parece ser mais do que improvável para gerar todo o mundo dos organismos vivos pelo método neo-darwinista."

  • George Montañez, Winston Ewert, William A. Dembski, e Robert J. Marcas II, "A Vivissecção do organismo Computer ev: identificação de fontes de informação activas," BIO-Complexity , vol. 2010 (3) (2010).

Este trabalho dá continuidade ao trabalho do Laboratório de Informática Evolutiva mostrando que alguma outra causa que mecanismos darwinianos é necessário para produzir novas informações. Programa "ev", de Thomas Schneider tem sido amplamente citado como mostrando que os processos darwinianos pode aumentar a informação. Neste artigo peer-reviewed, William Dembski e seus co-autores demonstram que, ao contrário de tais alegações, o programa "ev" é, na verdade manipulado para produzir um determinado resultado. Segundo o jornal ev "exploit [s] uma ou mais fontes de conhecimento para fazer o [evolutiva] busca bem-sucedida" e esse conhecimento "predispõe a busca para o seu destino." Eles explicam como o programa contrabandeia informação activa:

O sucesso do ev é em grande parte devido à informação ativa introduzida pelo oráculo de Hamming e da estrutura perceptron. Não é devido ao algoritmo evolutivo utilizado para realizar a busca. De fato, outros algoritmos são apresentados a mina activa de informação de forma mais eficiente das fontes de conhecimento fornecidos pelo ev.

Schneider afirma que ev demonstra que os sistemas de ganho de informação genética que ocorre naturalmente por processos evolutivos e que "ganho de informação pode ocorrer por equilíbrio pontuado".Nossos resultados mostram que, ao contrário destas reivindicações, ev não demonstrar "que a informação biológica ... pode aparecer rapidamente em sistemas de controle genéticos submetidas a replicação, mutação e seleção." Nós mostramos isso, demonstrando que há pelo menos cinco fontes de informação activa ev.

1. A estrutura perceptron. A estrutura perceptron está predisposto a geração de seqüências de uns polvilhado por zeros ou seqüências de zeros espalhados por outros. Uma vez que o local de ligação ao alvo é na maior parte zeros com uns poucos, há uma maior predisposição para gerar o alvo do que se fosse, por exemplo, um conjunto de uns e zeros, produzidos pela inversão de uma moeda justo.

2. O Oráculo de Hamming. Quando alguns filhotes estão corretamente anunciado como mais aptos do que outros, o conhecimento externo está sendo aplicado na pesquisa e informação activa é introduzido. Tal como acontece com jogo da criança, que está sendo dito com respeito à solução se estamos ficando "mais frio" ou "quente".

3. Consultas repetido. Duas consultas conter mais informações do que um. Consultas repetidas podem contribuir activa de informação.

4. Otimização por mutação. Esse processo descarta mutações com baixa aptidão e propaga aqueles com alto fitness. Quando a taxa de mutação é pequeno, este processo assemelha-se de um processo de Markov nascimento simples que converge para o alvo.

5. O grau de mutação. Como pode ser visto na Figura 3, o grau de mutação para ev devem ser ajustados a uma banda de valores utilizáveis.

Um crítico pode afirmar que alguns desses itens representa uma modelagem adequada da evolução darwiniana. No entanto, a maneira que vc usa esses processos é diferente de evolução darwiniana. Por exemplo, em (1), vemos que a utilização do programa de um "perceptron" faz com que a saída seja altamente inclinado para o alvo correspondente. É uma forma de fazer batota para garantir que o programa atinge sua seqüência alvo. Da mesma forma, em (2) e (4), o programa pode efetivamente olhar para frente e marcha na direção certa para o alvo, enquanto que a evolução darwiniana unguided não teria capacidade de "olhar em frente". A informação activa no Oráculo de Hamming faz um forte contraste com a evolução dos sítios de ligação real, onde pode não haver capacidade de ligação até múltiplas mutações são fixos.

Mutação e seleção não são as causas de sucesso nestes algoritmos genéticos.Sim, ocorre mutação aleatória e sim, há seleção. Mas selecção é realizada por uma função de aptidão que é codificada pelo programador. E em programas como ev, o programador intencionalmente molda a função de aptidão para ser passíveis de evolução darwiniana gradual. Isso pressupõe efetivamente a verdade da evolução darwiniana. Mas no mundo real da biologia, as funções de fitness pode parecer muito diferente: pode haver ilhas solitárias de função em um vasto mar de seqüências não-funcionais. De fato, se usa uma função de aptidão randomizado, a busca executa mal e pode até não superar uma busca cega.

Assim, a escolha da função de aptidão para a direita (a partir do conjunto de possíveis funções de aptidão) requer tanto ou mais informações do que escolher a corda direito do conjunto de seqüências de caracteres possíveis em seu espaço de pesquisa. A própria função de adequação é uma estrutura rico em informações. O programa começa com a função de fitness rico em informações e, em seguida, produz algo muito menos rico de informações - a sequência alvo. E, como os shows de papel, vc faz isso de uma forma relativamente ineficiente: usando a mesma função de aptidão rico em informações, você pode encontrar o alvo de 700 vezes mais eficiente do que usando simples agente único estocástico escalada morro.Informação activa é contrabandeada para a função de fitness. Ao invés de mostrar que a informação pode surgir pela evolução darwiniana, ev mostra que a inteligência é necessária.

  • William A. Dembski e Robert J. Marcas II, "a busca por uma pesquisa: Medindo o Custo Informações de Nível Superior Search," Journal of Computational Intelligence avançada e inteligente Informática , vol. 14 (5) :475-486 (2010).

Este trabalho, levando ID teóricos William Dembski e Robert marcas argumenta que, sem informações sobre um alvo, algo maior do que uma busca trivial está fadado ao fracasso: "Problemas Needle-in-the-palheiro procurar alvos pequenos em grandes espaços. Nesses casos, a busca cega se nenhuma esperança de sucesso. "Eles citam" Não há almoço grátis teoremas ", segundo a qual" qualquer técnica de busca vai trabalhar, em média, bem como a busca cega. "No entanto, em tal caso, "O sucesso exige uma pesquisa assistida. Mas de onde a assistência necessária para uma pesquisa para ser bem sucedido? "Dembski e Marks argumentam, assim, que" pesquisas bem-sucedidas não surgem espontaneamente, mas precisa-se de ser descoberto por meio de uma pesquisa. "No entanto, sem informações sobre o destino, a busca de uma pesquisa em si ainda não é melhor que uma busca cega: "Provamos dois resultados: (1) A Horizontal No Free Lunch Theorem, o que mostra que o desempenho médio relativo de pesquisas nunca excede pesquisas desassistidas ou cego, e (2) The Vertical No Free Lunch . Teorema, o que mostra que a dificuldade de procurar uma busca bem-sucedida aumenta exponencialmente em relação à informação activa mínimo permitido sendo procurado "A implicação, naturalmente, é que, sem a entrada definitiva de um agente inteligente - activa de informação - como pesquisas falhará.

  • Douglas D. Machado, "The Case Against a origem darwiniana da Folds proteína",BIO-Complexity , vol. 2010 (1) (2010).

Este artigo por Biologic Institute diretor Douglas Machado argumenta que sequências de aminoácidos que produzem dobras de proteínas funcionais são muito raro de ser descoberto pelos processos de tentativa e erro da evolução darwiniana. Ele começa por observar que, quando o código genético foi descoberto pela primeira vez, "O código tinha deixado claro que o vasto conjunto de possíveis proteínas que poderia concebivelmente ser construídos por mutações genéticas é muito grande para ter sido realmente amostrados de forma significativa no história de vida. No entanto, como poderia a amostragem altamente incompleto que tenha ocorrido ter sido tão bem-sucedido? Como poderia ter localizado a impressionante variedade de funções de proteínas necessárias para a vida em todas as suas formas, ou a comparativamente impressionante variedade de estruturas de proteínas que executam essas funções? Essa preocupação foi levantada várias vezes, nos primeiros dias do código genético [1-4], mas recebeu pouca atenção da comunidade biológica. "Depois de analisar o problema, Machado conclui que" com nenhum atalho perceptível a novas dobras de proteínas, concluímos que o problema de amostragem é realmente um problema para as contas evolutivas de suas origens. "Ele argumenta que" um mecanismo de busca capaz de localizar uma pequena mancha em um grão de areia nível-14 não está apto a fornecer a explicação das origens vezes que procuramos . Claramente, se essa conclusão é correta, ela exige uma reflexão séria de como podemos explicar as origens de proteínas, o que significa um repensar das origens biológicas como um todo ".

  • Winston Ewert, George Montañez, William Dembski e Robert J. Marcas II, "Efficient informações por consulta Extração de um Oráculo de Hamming," 42 Sudeste Simpósio sobre Teoria dos Sistemas , pp 290-297 (Março de 2010).

Este trabalho dá continuidade ao trabalho peer-reviewed co-publicado pela William Dembski, Robert Marks, e outros filiados com o Laboratório de Informática Evolutiva.Aqui, os autores argumentam que o algoritmo evolutivo "METHINKSITISLIKEAWEASEL", de Richard Dawkins começa com grandes quantidades de informação ativo - ou seja, a informação de forma inteligente inseridos pelo programador para ajudar a busca. Este documento cobre todas as reivindicações conhecidas de operação do algoritmo Weasel e mostra que em todos os casos, é utilizada informação activa. Algoritmo de Dawkins pode ser melhor entendida como a utilização de um "Hamming Oracle" como se segue: "Quando uma sequência de cartas é apresentado a um oráculo Hamming, o oráculo responde com a distância de Hamming igual ao número de desfasamentos de letras na sequência." Os autores achar que esta forma de pesquisa é muito eficiente em encontrar seu alvo - mas isso é só porque ele é pré-programado com grandes quantidades de informação activa precisava encontrar rapidamente o alvo. Esta informação activa pré-programado torna distante de uma verdadeira algoritmo de busca evolutiva darwiniana. Um conjunto de ferramentas on-line de programas chamado "Weasel Ware" acompanha o papel e pode ser encontrada emhttp://evoinfo.org/weasel .

  • David L. Abel, "Restrições vs controles", a cibernética abertas e sistêmicas Journal , vol. 4:14-27 (20 de Janeiro de 2010).

Este artigo explica que a organização da matéria na vida requer causas não-materiais, tais como "a escolha mental de símbolos (veículos símbolo físico) em um sistema de símbolos materiais", que, em seguida, "instancia informações prescritivas formal, não-físico (PI) para a forma física." Ele também reconhece que a vida é fundamentalmente baseado em informações: "A vida, por outro lado, é altamente informativo. Organização metabólica e controle é altamente programado. A vida é marcada pela integração de um grande número de soluções computacionais em um meta-sistema holístico. Sem as-de-lei ainda não descoberto nunca será capaz de explicar a organização altamente informativa dos organismos vivos "O artigo explica que" contingência escolha "é um conceito em que o resultado é determinado pela escolha de um agente inteligente.:

Considerando contingência acaso não pode causar quaisquer efeitos físicos, contingência escolha possível. Mas contingência escolha, como contingência acaso, é formal, não física. Então, como poderia contingência escolha não-físico possivelmente tornar-se uma causa de efeitos físicos? A resposta reside na nossa capacidade de instanciar escolhas formais em mídia física. Como veremos a seguir, as escolhas formais podem ser representadas e gravadas em fisicalidade usando veículos símbolo físico propositadamente escolhidos em um sistema de símbolos materiais arbitrariamente atribuído. As escolhas também podem ser gravadas através da definição de chaves configuráveis. Interruptores configuráveis ​​são physicodynamically indeterminado (inerte; dissociado e incoerente com a causação physicodynamic). Isso significa que physicodynamics não desempenha nenhum papel na forma como o interruptor está definido. Fatores Physicodynamic são iguais no virar de um interruptor binário independente de qual opção é formalmente escolhido.Interruptores configuráveis ​​representam nós de decisão e portas lógicas. Elas são definidas de acordo com as regras arbitrárias, não leis. Aqui arbitrário não significa aleatória. Meios arbitrários "não physicodynamically determinado." As regras não são limitados por natureza física. Arbitrário significa "livre escolha" - contingente escolha.

Apenas uma causa inteligente - um "agente" - poderia implementar tal contingência escolha. O artigo explica ainda que limitações físicas não são o que rege a vida, mas os controles em vez de escolha, que não podem ser explicados pelo naturalismo metafísico:

Volition (contingência escolha) é tão repetidamente observável, previsível (dado qualquer tipo de verdadeira organização) e como potencialmente falsificáveis ​​como qualquer hipótese naturalista.Volition e controle não são mais metafísico do que a aceleração, dualidade onda / partícula, peso, altura, quarks, e luz. Não podemos rotular vontade e controle "metafísica", e Matemática mecânica quântica e mecânica estatística "físicos". Eo método científico em si são não-física. Controles volitivas (ao contrário de meras restrições) são um fato da realidade objetiva. Se este fato não se encaixa dentro do perímetro de nosso premiado ao longo da vida visão de mundo, talvez seja hora de abrir nossas mentes e reconsiderar os pressupostos puramente metafísicas que forma essa percepção inadequada. Naturalismo filosófico não pode empiricamente ou logicamente gerar controles de boa fé organizacionais. Ela só pode gerar auto-ordenação, de baixo informativos, sem imaginação, sem restrições de capacidades cibernéticas formais. Naturalismo Metafísico é demasiado pequeno para conter um perímetro de todas as peças. Naturalismo é muito inadequada a metanarrativa de ser capaz de incorporar todos os dados científicos observáveis.

O artigo conclui que os formalismos que vemos na vida "surgem apenas nas mentes dos agentes."

  • David L. Abel ", o GS (seleção genética) princípio" Frontiers in Bioscience , vol.14:2959-2969 (1 janeiro de 2010).

Este trabalho estuda o código genético, observando-se isso, mas argumenta que a teleologia é necessário explicar os controles de escolha em tais sistemas "Nucleotídeos funcionar como veículos de símbolos físicos em um sistema de símbolos material.": "O desafio de encontrar um mecanismo natural para digital linear programação se estende desde a genética primordiais para o reino muito maior de semântica e semiótica em geral. Barham diz: "O principal desafio para a ciência da informação é a naturalizar o conteúdo semântico das informações. Isto só pode ser conseguido no contexto de um teleology naturalizada (por "teleology" entende-se a coerência e a coordenação das forças físicas que constituem o estado de vida). O termo alternativo "teleonomia" tem sido usado para atribuir ao processo natural "o surgimento de teleologia" (43-45). De qualquer forma, o resultado final de tais fenômenos é a seleção para maior função ao nível da programação da porta lógica. "O artigo explica por que a seleção natural não é suficiente para explicar muitas características que observamos em biologia, e por isso em vez disso, exigem uma causa que pode antecipar função : "seleções de programação em nós de decisão sucessivos exige antecipação do que seleções e que seqüências seria funcional. A seleção deve ser para a função potencial. A natureza não pode antecipar, e muito menos planejar ou buscar função formal. A seleção natural só pode preservar o mais apto a vida holística já existente. "

  • D. Halsmer, J. Asper, N. Romano, e T. Todd, "A coerência de um mundo Engineered," International Journal of Design & Natureza e EcoDynamics , vol. 4 (1) :47-65 (2009).

Este artigo científico peer-reviewed argumenta que vivemos em um "mundo de engenharia." Ele observa que "os sistemas humanos de engenharia são caracterizadas pela estabilidade, previsibilidade, confiabilidade, transparência, controlabilidade, eficiência e (idealmente) optimality. Esses recursos também são predominantes ao longo dos sistemas naturais que compõem o cosmos. Entanto, o nível de engenharia parece estar muito acima e além, ou transcendente, atuais capacidades humanas ". O jornal cita o ajuste fino do universo para a vida, tais como as propriedades especiais de água, a prevalência de elementos necessários para a vida (por exemplo, hidrogênio, oxigênio e carbono), a taxa de expansão do universo, assim como o Galactic zona habitável, um conceito desenvolvido pelo Discovery Institute sênior colega Guillermo Gonzalez:

Na escala universal, no entanto, pode-se ver que o nosso planeta está em uma região relativamente estreito do espaço conhecida como a "Zona Habitável Galactic." Esta zona permite que a temperatura da superfície direita, metalicidade clima estável, a capacidade de reter a água líquida, e muitas outras condições necessárias para a vida. Não há nenhuma razão prática para que o universo tem para conter a vida, mas o fato de que ele não dá grande importância a esta zona para o benefício de nossa existência.

Os autores, então, explicar Gonzalez e "Privileged planeta" O argumento de Jay Richards:

Não só esta zona de satisfazer as exigências da vida, mas também dotou os seres humanos com uma posição privilegiada para ver as maravilhas do universo. Há muitas qualidades que fazem da terra um excelente ponto de partida para estudar o universo. Antes de tudo é a transparência da atmosfera. Nossa atmosfera admite a radiação necessária para a vida, bloqueando a maior parte de sua energia letal.Essa transparência também permite que os seres humanos para ver o espaço sem as distorções causadas por uma espessa atmosfera, como seria o caso de Vênus. Em segundo lugar, a regularidade das órbitas do nosso sistema solar faz o cálculo do tempo de eventos planetários mais previsíveis, mesmo tendo em conta as estimativas das órbitas planetárias milhões de anos atrás. Finalmente, o gás e poeira em nossa região da Via Láctea são difusas em comparação com outras regiões do plano médio local. Isso permite que os seres humanos para ver 80% do universo sem bloqueio. Se nosso sistema solar foi transferido para mais longe, perpendicularmente ao plano médio, que seria capaz de ver os outros 20%. No entanto, isto faria com que uma grande percentagem do nosso ponto de vista de corrente a ser bloqueada pela poeira, bem como a luminosidade de estrelas em estreita proximidade. O lugar da humanidade no universo é incrivelmente único quando se trata de descoberta. Planeta Terra está em posição privilegiada para os rabiscos de conhecimento das estrelas.

O documento também se concentra em fine-tuning em biologia como evidência do design biológico, citando o trabalho de uma variedade de notáveis ​​defensores do design inteligente, incluindo Walter Bradley, Michael Behe, Jonathan Wells, e William Dembski. O artigo analisa a engenharia da vida, observando que "[b] sistemas iological estão constantemente passando por processos que modularidade exposição, especificidade, adaptabilidade, durabilidade e muitos outros aspectos de sistemas de engenharia." Ele cita William Dembski e livro de Jonathan Wells The Design of Life , afirmando: "Muitos dos sistemas dentro da célula representam nanotecnologia em escala e sofisticação que supera engenharia humana Além disso, nossa capacidade de compreender a estrutura eo funcionamento desses sistemas depende. diretamente na nossa unidade com os princípios de engenharia. " Os autores citam ainda mais o trabalho de Michael Behe, como a Caixa Preta de Darwin e The Edge da evolução , explicando que os sistemas biológicos exibir "complexidade irredutível", que exige um processo de meta-dirigida ou "'baixo para cima, de cima para baixo" design ". Depois de examinar a engenharia do nosso universo das escalas microscópio macro-a, eles concluem: "Um estudo interdisciplinar do cosmos sugere que um mundo transcendente de engenharia podem ser a explicação mais coerente para a realidade que vivemos como seres humanos."

  • Winston Ewert, William A. Dembski, e Robert J. Marcas II, "Síntese Evolutiva de Nand Logic: Dissecando um organismo Digital", Proceedings of the Conference 2009 IEEE Internacional sobre Sistemas, o homem ea Cibernética , pp 3047-3053 (Outubro , 2009).

    Em 2003, pesquisadores da Universidade de Michigan publicado na Nature os resultados de uma simulação de computador da evolução chamado Avida. Os autores do papel expressamente enquadrado "Avida" como uma refutação de argumentos de design inteligente (ID), alegando que o programa mostra "que os traços adaptativos complexos que surgem através dos mecanismos darwinianos padrão." Mas será que Avida verdadeiramente modelo "mecanismos darwinianos padrão"? Em 2009, quatro pesquisadores da pró-ID Evolutiva Informática Lab promoveu este debate científico em um jornal peer-reviewed, intitulado "Síntese Evolutiva de Nand Logic: Dissecando um organismo Digital." Construir em conceitos previamente estabelecidos por William Dembski e Robert J. Marks, o documento argumenta que os programadores de Avida contrabandear "informação activa" para permitir a sua simulação para encontrar as suas metas evolutivas. De acordo com o jornal, fontes de inteligência programada "informação activa" em Avida incluem o seguinte:

    • "Informações do Active de inicialização do Avida" onde "[o] inicialização em Avida reconhece o papel essencial da instrução nop-C em encontrar o EQU."
    • "Mutação, fitness, e escolher o mais forte de uma série de descendência mutante."
    • Mais importante, há "escadas informação activa", onde as "mutações" digitais em Avida são essencialmente pré-programado para executar uma função útil, e são recompensados ​​por isso.

Ewert, Dembski, e Marks focar neste terceiro ponto, observando que, "A importância da escada etapa activa de informação é evidente a incapacidade de gerar um único EQU [a função de destino] em Avida sem usá-lo." Eles perguntam: "O que acontece quando não passo informação activa escada é aplicada "e nota que os autores originais do papel Avida em? Natureza revelam:

"No outro extremo, 50 populações evoluíram em um ambiente onde somente EQU foi recompensado, e nenhuma função mais simples rendeu energia. Esperávamos que EQU iria evoluir muito menos frequência porque a seleção não iria preservar as funções mais simples que fornecem bases para a construção de recursos mais complexos. Na verdade, nenhuma destas populações evoluíram EQU, uma diferença altamente significativa da fração que fez na recompensa todo o ambiente. "

Mas será que a biologia mutações reais "recompensa" na medida em que Avida faz?O trecho citado acima mostra que quando Avida é calibrado para modelar biologia real - onde podem ser necessárias muitas mudanças antes que haja qualquer função benéfica para selecionar a (complexidade irredutível) - "nenhuma destas populações evoluíram" a função de destino. Os criadores do Avida alardear o seu sucesso, mas Ewert, Dembski, e marcas mostram que Avida usa "escadas informação activa" por formas gratificantes de "mutações" digitais que são pré-programados para produzir o resultado desejado. Não modelar verdadeira evolução darwiniana, que é cego para os resultados futuros e não pode usar informações ativa. As implicações podem ser perturbador para os defensores da teoria neo-darwinista: Não é apenas a evolução darwiniana "na média ... não é melhor do que a busca cega", mas Avida é manipulado por seus programadores para ter sucesso, mostrando que a inteligência é de fato necessário para gerar biológico complexo características. Um conjunto de ferramentas on-line de programas chamado "Mini Vida" acompanha o papel e pode ser encontrada em http://evoinfo.org/minivida .

  • William A. Dembski e Robert J. Marcas II, "Princípio da Razão Insuficiente e Conservação de Informação em Informática Pesquisa de Bernoulli", Proceedings of the 2009 IEEE Conferência Internacional sobre Sistemas, o homem ea Cibernética , pp 2647-2652 (de outubro de 2009 ).

Em seu livro de 2001 No Free Lunch , William Dembski argumenta que pesquisas evolutivas de Darwin não pode produzir nova informação complexa e específica, e informação que é "encontrado" por pesquisas de Darwin, na verdade, reflete a informação que foi contrabandeada por uma inteligência externa para a pesquisa.Este artigo peer-reviewed co-escrito com argumentos Robert J. Marcas promove de Dembski, alegando que em todas as pesquisas - inclusive os darwinistas - "., Em média, nenhuma pesquisa supera qualquer outra" informação é conservado de tal forma que a implicação de seu princípio de "Conservação de Informação" (COI) é que a evolução darwiniana, na base, é realmente melhor do que uma busca aleatória.Para fazer o seu argumento, o artigo desenvolve uma metodologia para medir a informação contrabandeada para um algoritmo de busca por inteligência.Informações exógena (I Ω ) representa a dificuldade de uma busca para encontrar seu alvo sem nenhuma informação prévia sobre a sua localização. Informações Ativa (I + ) é a quantidade de informação contrabandeados pela inteligência para ajudar o algoritmo de busca para encontrar seu alvo. Informações endógena (Is), em seguida, mede a dificuldade de pesquisa terá de encontrar seu alvo após a adição de informações Ativa. Assim, I + = I Ω - I s . Depois de estabelecer esta base teórica, Dembski e Marks começar a aplicar as suas ideias para algoritmos evolucionários que pretendem produzir novas informações. Eles argumentam que as simulações de computador muitas vezes não modelar corretamente a evolução darwiniana verdadeiramente unguided: "COI levou à formulação de informação activa como uma medida que precisa ser introduzido para tornar uma busca evolutiva bem sucedida.Como um atleta em esteróides, muitos desses programas são manipuladas, intencionalmente ou não, para ter sucesso ", e, portanto," COI coloca para descansar as alegações exageradas para a informação de geração de energia de simulações evolutivos como Avida e ev. "Eles concluem que quando se tenta para gerar nova informação complexa e específica ", na biologia, como na computação, não existe almoço grátis", e é necessário, portanto, alguma ajuda de inteligência para auxiliar a evolução darwiniana encontrar alvos improváveis ​​no espaço de busca.

  • William A. Dembski e Robert J. Marcas II, "Conservação de Informação em Pesquisa: Medindo o Custo de sucesso", IEEE Transactions on Systems, Man, e Cibernética-Parte A: Sistemas e Humanos , vol. 39 (5) :1051-1061 (setembro de 2009).

Este artigo peer-reviewed por William A. Dembski e Robert J. Marcas II desafia a capacidade de processos darwinianos para criar nova informação genética funcional.A evolução darwiniana é, na sua essência, um algoritmo de busca que usa um processo de mutação aleatória e da seleção natural não guiados de tentativa e erro para encontrar genótipos (ou seja, sequências de DNA) que levam a fenótipos (ie, biomoléculas e planos corporais) que têm alta aptidão (ou seja, promover a sobrevivência e reprodução). O artigo de Dembski e Marks explica que, se você começar com algumas informações sobre onde os picos em uma paisagem de fitness pode mentir, qualquer pesquisa - incluindo pesquisas de Darwin - estão, em média, nada melhor do que uma busca aleatória. Depois de avaliar vários exemplos de pesquisas evolucionárias, Dembski e Marks mostram que as tentativas de modelo de evolução darwiniana por meio de simulações de computador, por exemplo famoso exercício Richard Dawkins "METHINKSITISLIKEAWEASEL", começar, como Dembski e Marks colocou, "o problema específico de informações sobre a pesquisa alvo ou a estrutura do espaço de busca. " De acordo com o jornal, tais simulações apenas atingir os seus objectivos de evolução, porque há "informações precisas para guiá-los," pré-especificada ou o que eles chamam de "informação ativa". A implicação, naturalmente, é que algum programador inteligente é necessário para front-carregar uma pesquisa com a informação ativa se a busca é encontrar sucesso seqüências genéticas funcionais raros. Eles concluem que "as informações do Active é claramente necessária em pesquisas, mesmo modestas."Este trabalho é, em muitos aspectos, uma validação de algumas das idéias centrais de Dembski, em seu livro 2001 No Free Lunch: Por complexidade especificada não podem ser comprados sem inteligência , que argumentaram que alguma entrada inteligente é necessário para produzir informação complexa e especificada romance.Dembski tem escrito sobre este artigo na Uncommon Descent, explicando como ele suporta ID: "Nossos críticos dirão imediatamente que este não é realmente um artigo pró-ID, mas que se trata de outra coisa (que eu vi essa linha agora por mais de um década, uma vez que o trabalho em ID começou invadindo o território peer-review).Antes de acreditar, ter um olhar para o artigo. Nela crítica, por exemplo, Richard Dawkins me parece * IT * É * COMO * A * WEASEL (p. 1055). Pergunta: Quando Dawkins introduziu este exemplo, ele estava argumentando pró-darwinismo? Sim, ele era. Ao criticar o seu exemplo e argumentando que a informação não é criado por processos evolutivos não guiados, estamos realmente fazendo um argumento que suporta ID ".

  • David L. Abel, "The Universal plausibilidade Metric (UPM) e Princípio (UPP),"Biologia Teórica e Modelação de Medicina , vol. 6 (27) (2009).

Materialistas, muitas vezes vagamente apelar para grandes períodos de tempo e recursos ilimitados probabilísticos do universo para fazer seu som cenários plausíveis. Mas é "mera possibilidade" justificação suficiente para afirmar "plausibilidade científica"? Este peer-reviewed artigo na Biologia Teórica e Modelagem médicos responde a essa pergunta, argumentando que "[m] antes de possibilidade não é uma base adequada para afirmar plausibilidade científica", porque "[a] precisamente definido bound universal é necessária para além do qual a afirmação da plausibilidade , particularmente nos modelos de origem da vida, pode ser considerado operacionalmente falsificados. "O documento observa que" a imaginação Combinatória e cenários hipotéticos pode ser infinitamente argumentou simplesmente alegando que eles são teoricamente possíveis ", mas, em seguida, argumenta que a falta de vontade dos materialistas considerar determinada origem de modelos de vida para ser falso é realmente parar o progresso da ciência, uma vez que "em algum momento nossa relutância para eliminar qualquer possibilidade torna-se paralisante para a ciência operacional." O jornal observa que "Só porque uma hipótese é possível não deve conceder essa hipótese respeitabilidade científica ", uma réplica importante materialistas que propõem histórias especulativas sobre a auto-organização ou co-opção para explicar a origem da complexidade biológica. O autor, então, calcula rigorosamente a plausibilidade Universal Metric (UPM), incorporando o máximo de recursos disponíveis para probabilísticos do universo, galáxia, sistema solar e da terra;

c Ω u = universo = 10 13 reacções / seg x 10 17 x 10 seg 78 átomos = 10108 
c Ω g = Galaxy = 10 13 X 10 17 X 10 66 10 = 96 
c Ω s = Sistema solar = 10 13 X 10 17 X 10 55 10 = 85 
c Ω e Terra = 10 = 13 10 X 17 X 10 40 10 = 70

O autor conclui que a análise das métricas de plausibilidade Universal permitir falsificação de origem especulativa dos cenários da vida: "A aplicação do princípio da plausibilidade Universal (UPP) opõe-se a inclusão na literatura científica de conjecturas metafísicas selvagens que convenientemente ignoram ou ilegitimamente inflar recursos probabilísticos para além os limites da ciência observacional. "Quando hipóteses requerem recursos probabilísticos que excederem essas métricas, o autor argumenta que" deve ser considerada não apenas hipóteses operacionalmente falsificados, mas metafísica ruim em um plano equivalente a fé cega e superstição. "Conclui-se que o complexidade que vemos na vida requer uma causa baseada em agentes que podem fazer escolhas: "sistemas de símbolos e configuráveis-definições do interruptor só pode ser programado com contingência de escolha, não de contingência acaso ou lei fixa, se a coordenação não-trivial e organização formal são esperados. "

  • David L. Abel, "as capacidades do Caos e Complexidade," International Journal of Molecular Sciences , vol. 10:247-291 (2009).

Este trabalho pretende abordar a questão: "Se toda a vida conhecida depende instruções genéticas, como foi a primeira informação genética prescritivo digitais linear gerado pelo processo natural?" O autor adverte materialistas que não há uma solução fácil para os desafios colocados pelo design inteligente "Para conter a crescente onda de invasões do Design Inteligente, é imperativo que nós fornecemosstand-alone processo natural evidência de auto-organização não-trivial à beira do caos. Devemos demonstrar em sólidos fundamentos científicos das capacidades formais de ocorrência natural complexidade physicodynamic. "No entanto, enquanto o autor observa que, muito esforço tem sido gasto", argumentando com a comunidade leiga que provaram o paradigma biológico atual ", ele conclui que o real evidência de auto-organização é "extremamente carente" e foi "inflada". O autor enfatiza a distinção entre a "ordem" e "organização", argumentando que as estruturas auto-ordenada como banheiras de hidromassagem são facilmente construídos por processos naturais, mas "nunca foram observados para alcançar 1) programação, 2) computacional travar, 3) engenharia criativa, 4) sistemas de símbolos, 5) da linguagem, ou 6) bona fide organização "- todas as características de organismos vivos. Em contraste, os organismos vivos são construídos sobre a programação e são altamente organizados, mas ". Physicodynamics sozinho não pode organizar-se em sistemas formalmente funcionais que requerem otimização algorítmica, computacional travar e integração circuito" A solução oferece um argumento positivo para o projeto: "Não conhecido naturais processo existe que, espontaneamente, escreve sintaxe significativo ou funcional. Apenas os agentes têm sido conhecida a escrever sintaxe significativa e pragmática ". Ele observa que o tipo de" função formal, sofisticado "encontrado na vida" de forma consistente exige regulamentação e controle ", mas" Control sempre emana de contingência escolha e intencionalidade, não de espontânea molecular caos ".

  • David L. Abel, "O biosemiosis de informações prescritivas", Semiotica , vol. 174 (1/4) :1-19 (2009).

Este artigo explica que as medidas clássicas de informação, como Shannon Informação, são insuficientes para explicar a função biológica, sugerindo que a informação biológica funcional ser medido como informação prescritiva ("PI").Argumenta-se que a escolha de um agente inteligente é necessário para produzir PI: "PI surge compromissos escolha expediente em nós de decisão bona fide Tais decisões orientar eventos para resultados pragmáticos que são valorizados pelos agentes evidência empírica de PI surge espontaneamente da natureza inanimada.. é muita falta. nem oportunidade nem necessidade tem sido mostrado para gerar informações prescritivas (Trevors e Abel, 2004). escolha de contingência, não chance de contingência, prescreve função não-trivial. " Segundo o artigo, a escolha do agente é necessária para gerar os formalismos encontrados no organismo vivo: "Formalismos de todos os tipos envolvem idéias abstratas e escolhas propositais agente mediadas. Inanimados física e química nunca foi mostrado para gerar sistemas formais com base em opção de vida ou ".

  • AC McIntosh, "Informação e Entropia - de cima para baixo ou de baixo para cima nos sistemas vivos," International Journal of Design & Natureza e EcoDynamics , vol. 4 (4) :351-385 (2009).

Este trabalho apoia expressamente o design inteligente (ID), depois de explorar uma questão-chave no pensamento ID. "A questão fundamental na origem deve ser: informação pode aumentar de uma forma puramente materialista ou naturalista?Não é satisfatória para simplesmente assumir que a informação tem de ter surgido desta maneira. A alternativa de design original deve ser permitido e todas as opções examinadas cuidadosamente. "Um professor de termodinâmica e da teoria da combustão, McIntosh está bem familiarizado com o funcionamento de máquinas.Seu argumento é essencialmente duas vertentes: (1) Em primeiro lugar, ele define o termo "máquina" (um dispositivo que aumenta localmente a energia livre) e observa que o celular está cheio de máquinas. Essas máquinas representam um desafio para a evolução neo-darwinista devido à sua natureza irredutivelmente complexa. (2) Em segundo lugar, ele argumenta que a informação em sistemas vivos (similar ao software de computador) usa essas máquinas e, de fato requer máquinas para funcionar (o que é um bom programa, sem um computador para executá-lo?). Um exemplo é o genoma da molécula de ADN. Do ponto de vista da termodinâmica, a única maneira de dar sentido a isso é entender que a informação é não-material e restringe a termodinâmica para que a questão local e energia estão em um estado de não-equilíbrio. McIntosh aborda a objeção de que, termodinamicamente falando, baixa entropia estruturas altamente organizadas podem ser formados à custa de um aumento na entropia em outras partes do universo. No entanto, ele observa que este argumento falha quando aplicado à origem da informação biológica:

enquanto este argumento funciona para estruturas tais como flocos de neve que são formadas por forças naturais, que não trabalha para a informação genética, porque o sistema de informação é composto por máquinas que requer níveis precisos e não-espontâneo levantadas energia livre - e cristais como flocos de neve ter zero energia livre como a transição de fase ocorre.

McIntosh, em seguida, aborda a visão reducionista predominante de informação biológica, que "diz respeito à codificação e linguagem de DNA essencialmente como um fenômeno da física e da química dos próprios nucleotídeos." Ele argumenta que essa visão clássica está errada, pois "as estruturas biológicas contêm instruções codificadas que ... não são definidos pela matéria e energia das moléculas que transportam esta informação." De acordo com McIntosh, informação de Shannon não é uma boa medida de informação biológica, uma vez que é uma "grande não é relevante para informação funcional ao nível do fenótipo". Na sua opinião, "[t] o considerar informações biológicas como simplesmente um" subproduto "de forças seletivas naturais que operam em mutações aleatórias não é apenas contra-intuitivo, mas cientificamente errado." De acordo com McIntosh, uma das principais razões para isso é "a natureza irredutivelmente complexo da maquinaria envolvida na criação do DNA / mRNA / ribossomo / aminoácidos / proteína / conexões de DNA-polimerase." Ele continua:

Todas estas partes funcionais são necessárias para tornar as formas básicas de células vivas para trabalhar. ... Isso, pode-se argumentar, é uma repetição do argumento de complexidade irredutível de Behe ​​[67], e muitos pensam que esse debate tenha sido resolvido pelo trabalho de Pallen e Matzke [68], onde uma tentativa de explicar a origem da bactéria foi feito motor rotativo flagelo, como um desenvolvimento do sistema de secreção de tipo 3. No entanto, esta argumentação não é robusta, simplesmente porque é evidente que existem características de ambos os mecanismos, que não estão claramente dentro da estrutura genética do outro. Ou seja, a evidência, longe de apontar para um ser o ancestral do outro, na verdade, aponta para os dois sendo irredutivelmente complexa. Na visão do autor deste argumento ainda é muito poderoso.

Além disso citando assinatura no celular , McIntosh afirma: "O que é evidente é que o conteúdo da informação inicial em DNA e proteínas de vida ao invés de ser pequeno, deve ser de fato grande, e é de fato fundamental para qualquer processo de trabalho, para começar. A questão da complexidade funcional e da informação é considerada exaustivamente por Meyer [93, 94] que argumenta que o modelo neo-darwinista não pode explicar todas as aparências de design na biologia. "Então como é que os sistemas biológicos alcançar seus altamente ordenada, estados de baixa entropia ?O argumento de McIntosh é complementar ao de Stephen Meyer, mas é preciso uma abordagem mais termodinâmico. De acordo com McIntosh, a informação é o que permite aos sistemas biológicos para atingir os seus elevados graus de ordem: "a presença de informação é a causa da entropia lógico reduzido num determinado sistema, e não o resultado. Em sistemas vivos, o princípio é sempre que a informação é transcendente, mas usando levantou energia livre sítios de ligação química. "McIntosh resolve o problema da origem da informação, argumentando que deve surgir em uma" moda top-down ", exigindo a entrada da inteligência:

[T] aqui é uma visão perfeitamente consistente que é uma abordagem top-down, onde a informação biológica já presente na criatura fenotípica (e não emergente, como reivindicado na abordagem tradicional bottom-up) restringe o sistema de matéria e energia que constituem a entidade viva a seguir caminhos químicos não-equilíbrio intrincados. Estas vias obedecendo todas as leis da termodinâmica são constantemente apoiando o software codificado que está presente dentro de ... Sem a adição de inteligência do lado de fora, a matéria em bruto e não vai produzir energia auto-organização e máquinas. Esta última afirmação é realmente repetidamente confirmada pela observação experimental - novas máquinas requer inteligência. E inteligência em sistemas biológicos é de as instruções não-materiais de DNA.

Esse raciocínio pode ser aplicado ao DNA: uma vez que "a codificação básica é a causa (e, portanto, reflete um propósito inicial) ao invés de conseqüência, [a abordagem top-down] dá uma muito melhor paradigma para a compreensão do mecanismo molecular que agora é consistente com os princípios termodinâmicos conhecidos. " McIntosh explica que o estado de baixa entropia dos sistemas biológicos é o resultado do funcionamento das máquinas, que devem ser construídas pela inteligência: "Ele tem sido muitas vezes afirmado que a entropia lógica de um sistema não isolado poderia reduzir, e, assim, novas informações poderia ocorrer à custa do aumento da entropia noutro local, e sem o envolvimento de inteligência. Neste trabalho, procuramos refutar essa afirmação com base no que esta não é uma condição suficiente para alcançar um aumento na ordem local. A gente sempre precisa de uma máquina no local para fazer uso de um fluxo de energia nova e de uma nova máquina, inevitavelmente, envolve o levantamento sistemático de energias livres de tais máquinas para o trabalho. A inteligência é um pré-requisito "Ele conclui seu artigo com um aval expresso do design inteligente:" a implicação deste estudo é que ele suporta a chamada tese do design inteligente - que um designer inteligente é necessário para colocar as informações em. o sistema biológico ".

  • AC McIntosh, "Evidências de projeto em penas de aves e respiração das aves,"International Journal of Design & Natureza e EcoDynamics , vol. 4 (2) :154-169 (2009).

Neste artigo peer-reviewed, professor da Universidade de Leeds Andy McIntosh argumenta que dois sistemas vitais de vôo do pássaro - penas e do sistema respiratório das aves - exposição ". Complexidade irredutível" O artigo descreve esses sistemas usando o tipo exato de definições que Michael Behe usa para descrever a complexidade irredutível:

[F] unctional sistemas, a fim de operar as máquinas de trabalho, tem de ter todas as peças necessárias no local a fim de ser eficaz. Se uma parte está faltando, então todo o sistema é inútil. A inferência de design é o passo mais natural quando se apresenta com evidência, como neste trabalho, que é uma evidência sobre as penas de aves e de respiração.

Em relação à estrutura das penas, ele argumenta que eles exigem muitos recursos para estar presente, a fim de funcionar corretamente e permitir vôo:

[I] t não é suficiente simplesmente ter bárbulas a aparecer a partir das farpas, mas que bárbulas opostas devem ter características opostas - ou seja, os ganchos de um lado da barbela e cumes sobre a outra de modo que farpas adjacentes se ligam por bárbulas enganchados a partir de uma barbela se prenderem bárbulas sulcadas do próximo farpa (Fig. 4). Pode muito bem ser que como Yu et al. [18] sugere, uma proteína crítica é de facto presentes em tais sistemas vivos (aves), que têm as penas, a fim de formar pena de ramificação, mas isso não resolve o problema de arranjo relativo canhoto e bárbulas destros. É essencial que a rede de bárbulas que é necessariamente uma função da informação codificada (software) nos genes. Informação funcional é vital para esses sistemas.

Ele observa ainda que muitos autores evolucionários "procurar evidências que as penas verdadeiras desenvolvidos pela primeira vez em pequenos dinossauros não-voadores antes do advento de voo, possivelmente como um meio de aumentar o isolamento das espécies de sangue quente, que foram surgindo." No entanto, ele encontra que quando se trata de evidência fóssil para a evolução das penas, "Nenhuma das evidências fósseis mostram qualquer evidência de tais transições."

Em relação ao sistema respiratório aviário, McIntosh sustenta que uma transição funcional a partir de um sistema respiratório répteis pretendia a concepção aviária conduziria a fases intermédias não funcionais. Ele cita John Ruben afirmando: "As primeiras etapas da derivação do sistema de saco de ar abdominal das aves a partir de um ancestral diafragma ventilação teria precisado de seleção para uma hérnia diafragmática na taxa de transição entre terópodes e aves. Tal condição debilitante teria imediatamente comprometido todo o aparato ventilatório pulmonar e parece improvável que tenha sido de qualquer vantagem seletiva. "Com tais restrições exclusivas em mente, McIntosh argumenta que" mesmo que se leva a evidência fóssil como o registro de desenvolvimento, a prova é na verdade muito mais consistente com uma ab initio posição do projeto - que o mecanismo de respiração das aves é de fato o produto de design inteligente ".

Papel de McIntosh argumenta que a ciência deve permanecer pelo menos abrir a possibilidade de detectar design na natureza, uma vez que "negar a possibilidade do envolvimento de inteligência externa é efetivamente uma hipótese na categoria religiosa." Desde penas eo aviária sistema respiratório apresentam irredutíveis complexidade, ele defende expressamente que a ciência deve-se considerar a hipótese de design:

Como exemplos de complexidade irredutível, eles mostram que os sistemas naturais têm máquinas intrincada que não surge em um "bottom up", em que alguns método seletivo natural de obtenção de mudanças de pequena escala poderia dar a criatura intermediária alguma vantagem. Isto não irá funcionar, pois, em primeiro lugar, não há nenhuma vantagem, a menos que todas as partes da nova máquina estão disponíveis em conjunto e, por outro, no caso do pulmão aviário a criatura intermediário não seria capaz de respirar, e há pouca vantagem selectiva se a criatura não está mais vivo. Como referido na introdução, a possibilidade de uma causa inteligente é tanto um pressuposto científico válido e confirmado pela própria evidência.

  • David L. Abel, "O 'Cut cibernético': progredindo da descrição para a prescrição na Teoria dos Sistemas," a cibernética abertas e sistêmicas Journal , vol. 2:252-262 (2008).

Este artigo tenta explicar como os cientistas podem produzir inteligência artificial e colmatar o "cut cibernética" - a partir de reações programadas para escolhas reais.Assim, afirma: "Como é que a natureza inanimada dar origem a uma vida de algoritmos organizado, semiótica e cibernética? Tanto a prática da física e da própria vida exigem atravessando não só um corte epistemológico, mas um corte cibernético. A dicotomia fundamental da realidade é delineado. A dinâmica da fisicalidade ("acaso e necessidade") encontram-se em um dos lados. Do outro lado encontra-se a capacidade de escolher com a intenção que aspectos do ser ontológico será preferido, perseguido, selecionado, reorganizadas, integrado, organizado, preservado e utilizado (formalismo cibernética). "O artigo afirma que a escolha de contingência é necessária para produzir as formas de vida biológicas funcionais, para: "escolha de contingência, por outro lado, envolve a selecção intencional entre opções reais. Ao contrário de contingência acaso, com contingência escolha um objetivo internalizada motiva cada seleção. ", O jornal observa ainda que" As capacidades de contingência oportunidade muitas vezes são muito inflacionados ", sugerindo que" agente de terceira classe "é necessário explicar as características biológicas. Segundo o jornal "escolhas Proposital são necessários para alcançar utilidade formal, sofisticado. A possibilidade e / ou necessidade de physicodynamics sozinho nunca foram observados para gerar um sistema de controle formal, não-trivial ".

  • V Richard Sternberg, "Códigos de DNA e de informação: estruturas formais e causas relacionais" Acta Biotheoretica , vol. 56 (3) :205-232 (setembro de 2008).

Este artigo de pró-ID biólogo evolutivo Richard Sternberg compara a capacidade de processamento de informação da célula de programação de computador. Sternberg observa que os símbolos não-físicos e códigos subjacentes biologia, afirmando que "Não há restrições químicas ou as leis que explicam o 64-a-20 mapeamento de códons para aminoácidos e parar locais - as relações são" arbitrária ", com relação ao . os componentes moleculares no sentido de que os mapeamentos podem ser realocados "De acordo com Sternberg, o código genético é como códigos de computador que contem as seguintes propriedades:" redundância, capacidade de amortecimento de erro, a flexibilidade simbólica e semântica, versatilidade, capacidade de realização Multiple Output, . e edição de texto "Há também um suporte informático como de recursividade em biologia molecular", como um produto de proteínas pode por sua vez ser parte da transcrição, processamento de RNA, ou aparelho de translação -. mesmo ligação ao seu próprio ARNm "Ele explica a natureza interdependente de DNA e outras biomoléculas, afirmando que "Qualquer código de DNA é apenas o domínio de um sistema maior;. sistema maior, por sua vez depende de códigos de DNA (pelo menos em parte)" A conclusão do autor é que os trabalhos de biologia , fundamentalmente, não são reduzíveis a moléculas de materiais, mas, em vez reside na informação, símbolos e conjuntos de regras lógicas matematicamente: "As estruturas matemáticas que as proteínas e RNAs (!) são o resultado de não são 'em' um gene. Em vez disso, a sequência de ADN é a plataforma de material para as cadeias de símbolos que permitem que a informação a ser acedida. Neste sentido, em seguida, o ADN é menos do que a sua interpretação dogma central porque não é onticamente informativa. No entanto DNA permite muitos mais sistemas de código "tha [n] comumente reconhecido e, desta forma é mais do que apenas uma coleção de códons.

  • Douglas D. Machado, Brendan W. Dixon, Philip Lu, " Stylus : um sistema para experimentação evolucionária baseada em uma proteína / Modelo Proteome com restrições funcionais não-arbitrárias " PLoS One , vol. 3 (6): e2246 (junho de 2008).

Simulações em computador da evolução como Avida têm sido amplamente elogiado como tendo refutado design inteligente. Mas o exame minucioso destas simulações revelam que eles não modelam verdadeiros processos Darwinianas porque são essencialmente pré-programado para evoluir sistemas complexos. Este peer-reviewed papel por ID-defensores tenta apresentar uma simulação de computador que corrige estes defeitos por modelagem evolução darwiniana de uma forma biologicamente precisas, superior à utilizada por outras simulações evolutivos como Avida.

  • Michael Sherman, "Genome Universal na origem de Metazoa: Pensamentos sobre a evolução," Ciclo Celular , vol. 6 (15) :1873-1877 (1 de Agosto, 2007).

Este papel marcante suporta os defensores do design inteligente que vêem a vida como sendo "front-loaded" para permitir a evolução biológica. Por exemplo, o jornal afirma: "Este modelo tem duas grandes previsões, primeiro que uma fração significativa de informação genética em táxons inferiores devem ser funcionalmente inútil, mas torna-se útil em táxons superiores, e segundo que a pessoa deve ser capaz de ligar em táxons menores alguns dos programas de desenvolvimento latentes complexos, por exemplo, um programa de desenvolvimento ou anticorpo síntese olho em ouriço do mar. "Em outras palavras, a menor taxa de alguma forma têm as ferramentas genéticas para a produção de sistemas que eles não têm, mas que existem em maior taxa . Como o artigo diz: ". Genes que são aparentemente inúteis em ouriço do mar, mas são muito úteis em táxons superiores exemplificar informação genética excessivo em táxons menores Não está claro como tal complexidade genética poderia ter evoluído." Ao discutir o uso convergente da Pax-6 no amplamente diversos organismos, afirma: "Então, como é que acontece que os sistemas convergente evoluídos têm as mesmas opções de desenvolvimento Estes resultados são muito difíceis de explicar no contexto de ideias darwinistas". O autor propõe uma hipótese que algum ancestral pré-cambriano que tinha "um genoma Universal, que codifica todos os principais programas de desenvolvimento essenciais para todos os filos de metazoários surgiu em um unicelular ou um organismo multicelular primitiva." Este ancestral comum, em seguida, perdeu muita informação genética em muitas linhagens: "O modelo proposto de um genoma Universal implica que uma grande quantidade de informação codificada no genoma não é utilizada em cada taxon individual, e, portanto, é efetivamente inútil." O artigo sugere que a microevolução é no trabalho, mas que a macroevolução darwiniana não pode ser creditado com grandes inovações: "Além disso, a evolução genética em combinação com a seleção natural poderia definir a microevolução, no entanto, dentro deste modelo não é responsável pelo surgimento dos principais programas de desenvolvimento." Este é um modelo evolutivo, mas ele desafia o tipo de evolução não dirigida e aleatória inerente ao neo-darwinismo, e suporta um modelo de design inteligente.

  • Kirk K. Durston, David Chiu KY, David L. Abel, Jack T. Trevors, "Medindo a complexidade seqüência funcional de proteínas", Biologia Teórica e Modelação de Medicina , vol. 04:47 (2007).

Este artigo elabora um método de medição da complexidade de sequência funcional de proteínas, que por sua vez permite a "distinguir entre a ordem, a aleatoriedade e função biológica." Os autores sugerem que o "Se os genes podem ser pensados ​​como as rotinas de processamento de informação, em seguida, as proteínas podem ser analisadas em termos dos produtos de informação interagindo com as leis da física. "A métrica de complexidade de sequência funcional avançado por estes autores é altamente semelhante à noção de informação complexa e especificada.

  • Wolf-Ekkehard Lönnig e Heinz-Albert Becker, "plantas carnívoras", em Handbook of Plant Science , Vol. 2:1493-1498 (editado por Keith Roberts, John Wiley & Sons, 2007).

Este capítulo 2007 sobre plantas carnívoras por Lönnig e Becker no volume de John Wiley & Sons Handbook of Plant Sciences observa que "parece ser difícil até imaginar as vantagens seletivas de corte raso para todos os milhares de passos intermediários postulados em um cenário gradual, não de mencionar a formulação e análise das científicos (ou seja testável) hipóteses para a origem das complexas estruturas de plantas carnívoras examinadas acima "Eles vão citar favoravelmente o trabalho de Michael Behe, afirmando.:

O leitor é ainda convidado a considerar o seguinte problema. Charles Darwin, desde um teste de suficiência para a sua teoria (1859, p 219.): "Se pudesse ser demonstrado que existiu algum órgão complexo que não poderia ter sido formado por numerosas, sucessivas e ligeiras modificações, minha teoria seria absolutamente quebrar ". Darwin, no entanto, afirmou que poderia "não encontrar um caso assim." O bioquímico Michael J. Behe (., 1996, p 39) refinou a afirmação de Darwin, introduzindo e definindo o seu conceito de "complexidade irredutível", especificando: "Por irredutivelmente complexo quero dizer um sistema único composto de várias partes que interagem bem combinado que contribuem para a função básica, em que a remoção de qualquer uma das peças faz com que o sistema funcione eficazmente cessar. " Alguns biólogos acreditam que o mecanismo de armadilha (s) de Utricularia e vários outros gêneros planta carnívora (Dionaea , Aldrovanda , Genlisea ) vem, pelo menos muito perto de "um caso" de complexidade irredutível.

  • David L. Abel, "Complexidade, auto-organização e emergência na beira do caos nos modelos de origem da vida," Jornal da Academia Washington de Ciências , vol.93:1-20 (2007).

Este artigo sugere que a mente inteligente é responsável pela complexidade da vida, afirmando: "Em ciência da computação, só a mente do programador determina o caminho que o botão do interruptor é pressionado. Na ciência da evolução dizemos 'favores' "que a seleção do meio ambiente os mais aptos pequenos grupos. Mas a seleção ainda é o fator chave, e não o acaso ea necessidade. Se physicodynamics definir os switches, os interruptores ou seria definida aleatoriamente por agitação térmica, ou eles iriam ser definidos por relações de força e constantes. Nem a possibilidade nem necessidade, nem qualquer combinação dos dois, pode programar. Possibilidade produz apenas ruído e código de lixo. Lei deve definir todas as opções da mesma maneira. Interruptores configuráveis ​​deve ser definido usando "escolha com a intenção 'se' computacional travar" é esperado ".

  • Felipe Houat de Brito, Artur Noura Teixeira, Otávio Noura Teixeira, Roberto CL Oliveira, "Um controlador difuso inteligente para parâmetros de algoritmo genético", em Avanços em Computação Natural (Licheng Jiao, Lipo Wang, Xinbo Gao, Jing Liu, Wu Feng, eds , Springer-Verlag, 2006); Felipe Houat de Brito, Artur Noura Teixeira, Otávio Noura Teixeira, Roberto CL Oliveira, "Uma abordagem fuzzy para controlar parâmetros do algoritmo genético", SADIO Revista Eletrônica de Informática e Investigação Operacional , vol. 7 (1) :12-23 (2007).

Este artigo (publicado em dois locais diferentes) usa algoritmos genéticos que são controlados por um "agente inteligente baseado em lógica fuzzy" e descobre que um tal método é mais eficiente do que uma busca aleatória típica do darwinismo.Citando o Design Inteligente e consciência Evolution (IDEA) Center, ele afirma: "O sucesso alcançado na implementação de um agente inteligente controlar o processo evolutivo é um pouco semelhante à abordagem controversa da Teoria do Design Inteligente [14], que é defendida por muitos cientistas como uma resposta a vários aspectos que não estão bem explicado pela teoria neo-darwinista ".

  • Wolf-Ekkehard Lönnig, Kurt Stüber, Heinz Saedler, Jeong Hee Kim, "de Biodiversidade e Dollo Lei: até que ponto é que as diferenças fenotípicas entreMisopates orontium e Antirrhinum majus ser superada por mutagênese, "Biorremediação, biodiversidade e biodisponibilidade , vol. 1 (1) :1-30 (2007).

Este estudo pretende traçar a história evolutiva dos dois táxons de plantas com flores que os biólogos evolucionários acreditam ser intimamente relacionados. Os autores tentaram usar experimentos de mutagênese para fazer com que as plantas "traços de reverter para uma forma mais" primitivo ", mas descobriu que tais experimentos básicos mutagênese foram incapazes de provocar a reversão da taxa para o" estado primitivo "." Os autores tem uma explicação para as suas observações, que explica a lei de longa data da evolução, e apóia os princípios básicos de design inteligente: "uma vez que a maioria dos novos personagens surgem, não por adições simples, mas pela integração de redes complexas de funções de genes que tornam muitos sistemas a ser irredutivelmente complexo (Behe, 1996, 2004, para uma revisão, ver Lönnig 2004), tais sistemas não pode - de acordo com a lei de Dollo - simplesmente reverter para o estado original, sem destruir o padrão de integração de toda a garantir a sobrevivência de uma espécie "Eles. Conclui-se que ", para o aumento destes taxa, bem como para a concepção de sistemas complexos irredutíveis, o debate continua se mutações e selecção por si só, ser suficiente para produzir todas as novas funções genéticas e inovações necessárias para o citoplasma, membranas, e células . paredes "O artigo cita favoravelmente obras de cientistas ID-amigáveis, como os artigos de Doug Machado no Journal of Molecular Biology , de Michael Behe,A Caixa Preta de Darwin , Behe e artigo de Snoke de 2004, em Ciência Protein ; escritos de David Berlinsky em Commentary , livros de William Dembski o design inferência , No Free Lunch , e A Revolução Projeto ; artigo de Stephen C. Meyer emProceedings of the Biological Society of Washington , e seu trabalho em Darwinismo, Design e Educação Pública , e também cita entradas pró-ID do Debatendo projeto .

  • Wolf-Ekkehard Lönnig, "Mutações: a lei de variação recorrente," Floricultura, Biotecnologia e Plantas Ornamentais , vol. 1:601-607 (2006).

Citando A Caixa Preta de Darwin e de outros artigos de Michael Behe sobre complexidade irredutível, bem como o trabalho de William Dembski e Stephen Meyer, este artigo afirma: "todos os modelos e os dados recentemente avançados para resolver o problema de completamente novas seqüências funcionais ea origem de novos órgãos e sistemas orgânicos por mutações aleatórias têm-se revelado manifestamente insuficiente aos olhos de muitos pesquisadores sobre a inspeção e análise científica cuidadosa. "Citando o trabalho de Meyer, que regista ainda os" limites da origem das espécies através de mutações. "

  • David L. Abel e Jack T. Trevors, "Auto-organização versus eventos de auto-ordenação nos modelos de origem da vida," Physics of Life Comentários , vol.3:211-228 (2006).

Este artigo, co-autoria de um biólogo teórico e um biólogo ambiental, os desafios explicitamente a capacidade dos mecanismos darwinianos ou modelos de auto-organização para explicar a origem do código químico da vida baseada na linguagem subjacente. Eles explicam que "os algoritmos evolutivos, redes neurais e autômatos celulares não foram mostrados para se auto-organizar-se espontaneamente em funções não-triviais." Os autores observam que a vida "normalmente contém grandes quantidades de informação prescritiva." Eles argumentam ainda que "[p] rescription requer contingência escolha ao invés de contingência oportunidade ou necessidade", o que implica um apelo necessário para uma causa inteligente. Ao longo do artigo, os autores usam argumentos positivos que fazem referência ao poder criativo de "agentes" como eles citam o trabalho do Discovery Institute companheiros e ID-teóricos William Dembski, Charles Thaxton, e Walter Bradley. Críticas modelos de auto-organização, eles concluem que "[t] ele só eu que pode organizar suas próprias atividades é um agente cognitivo vivo".

  • David L. Abel e Jack T. Trevors, "mais de metáfora: Genomas são sistemas sinal objetivo", Journal of biossemiótica , vol. 1 (2) :253-267 (2006).

Este artigo defende o design inteligente, observando-se que só a inteligência capaz de fazer escolhas pode criar a complexidade que vemos nos seres humanos. Os autores afirmam: "Nem contingência acaso (quantificada pela teoria de Shannon), nem qualquer lei ainda-a-ser-descoberto da natureza pode gerar contingência seleção (Trevors e Abel, 2004) No entanto, contingência de seleção é bastante evidente em toda a natureza.". O tipo de causa que é necessário se parece com isso: "Se nós de decisão do cérebro foram constrangidos pela lei natural, nossas decisões não seria verdadeiro se nossas escolhas foram constrangidos por acaso ou por necessidade, devemos parar de prender os engenheiros responsáveis ​​pela construção desmorona,. e parar de prender os criminosos responsáveis ​​pelo seu comportamento. seleção / escolha de contingência real não só antecede a existência da metáfora humana e utilização heurística da analogia, produziu atividade mental humana. " De acordo com os autores, "os sistemas de sinal na experiência humana surgem apenas da contingência escolha em nós de decisão sucessivas, não de contingência oportunidade ou necessidade."

  • Øyvind Albert Voie ", função biológica e do código genético são interdependentes",Caos, Fractais e Solitons , vol. 28:1000-1004 (2006).

Neste artigo, o cientista norueguês Øyvind Albert Voie examina uma implicação do teorema da incompletude de Gödel para as teorias sobre a origem da vida. Primeiro teorema da incompletude de Gödel afirma que certas afirmações verdadeiras dentro de um sistema formal são improváveis ​​a partir dos axiomas do sistema formal. Voie argumenta, então, que o sistema de processamento de informação na célula constitui uma espécie de sistema formal, porque "expressa tanto a função e sistemas de signos." Como tal, pelo teorema de Gödel possui muitas propriedades que não são dedutíveis dos axiomas que sustentam o sistema formal, neste caso, as leis da natureza. Ele cita "Estrutura irredutível da vida" seminal ensaio de Michael Polanyi em apoio a esta reivindicação. Como Polanyi colocou, "a estrutura da vida é um conjunto de condições de contorno que aproveitar as leis da física e da química sua (as condições de contorno") a estrutura não pode ser definida em termos das leis que aproveitar. " Como ele explicou ainda: "Como o arranjo de uma página impressa é estranha à química da página impressa, assim é a sequência de bases de uma molécula de DNA estranho às forças químicos no trabalho na molécula de DNA." Como Polanyi, Voie argumenta que a informação ea função do DNA e as máquinas de replicação celular devem ser provenientes de uma fonte que transcende a física ea química. Em particular, desde que Voie argumenta, "acaso e necessidade não pode explicar sistemas de signos, significado, propósito e metas", e uma vez que "mente possui outras propriedades que não têm estas limitações," é ", portanto, muito natural que muitos cientistas acreditam que a vida é sim um subsistema de uma mente maior do que os humanos. "

  • Kirk Durston KY e David Chiu, "um modelo funcional Entropy para seqüências biológicas," Dinâmica de Sistemas contínuos, discretos e impulsivo: Série Suplemento B (2005).

Este artigo peer-reviewed por ID-defensores busca oferecer definições de informação que a informação medida em termos de funcionalidade. A abordagem do autor reflete o conceito de complexidade especificada. Eles explicam que "O propósito deste artigo é mostrar que a entropia de Shannon também podem ser redefinidos em função dos padrões comuns entre dados e funcionalidades, incorporando, assim, uma interpretação funcional para a medida." Eles explicam que os seus métodos também podem ser usados para medir o grau de alterações mutacionais necessárias para converter uma proteína funcional em outro: "A diferença de entropia funcional entre as duas seqüências diferentes não só fornece uma estimativa para a quantidade de informação necessária para mudar a seqüência de partida para a seqüência final, mas também calcula o número estimado de ensaios para alcançar a seqüência final em evolução "e, portanto," A mudança de entropia funcional calculado ... pode ser interpretado como um quantificador de mudança evolutiva. "Seu papel experimentalmente testa seus métodos, calculando diferença de entropia funcional entre um Hox enzima encontrada em insetos e crustáceos, pensado para ser homolagous. Eles escrevem: "Desde que a novela funciona como expressa não entrarão em vigor até que todas as seis mutações estavam no local, o caminho evolutivo foi modelada como um passeio aleatório" e produziram uma mudança de ~ 26 bits. De acordo com o machado (2010), esta, claro, empurra o limite do que pode ser produzido pela evolução Darwiniana.

  • David L. Abel e Jack T. Trevors, "Três subconjuntos de complexidade de sequência e sua relevância para a informação biopolímeros", biologia teórica e Modelagem de Medicina , vol. 2 (29) :1-15 (11 agosto de 2005).

Este artigo reconhece o ponto importante que a informação biológica deve ser definido em termos do tipo de informação específica que representa. Shannon informação e informação Komologorov seriam medidas inadequadas de informação.Em vez disso, os autores recomendam o uso complexidade seqüência funcional, um conceito essencialmente idêntica à complexidade especificada, para medir a informação biológica. O artigo também se refere a "contingência escolha" implica uma "escolha inteligente arbitrária" como uma causa conhecida: "Compressão da linguagem é possível por causa do uso repetitivo de letra e combinações de palavras. As palavras correspondendo a módulos de programação reutilizáveis. As frequências de letras e padrões de sintaxe de qualquer linguagem de restringir opções disponíveis de um escritor entre seqüência espaço. Mas essas restrições são da exclusiva produto de escolha inteligente arbitrário no contexto de que a linguagem. A origem eo destino chegar a um consenso de metodologia comunicativa antes de qualquer mensagem é enviada ou recebida. Esta metodologia é chamado uma língua ou um sistema operativo. Conceito abstrato ("contingência escolha") determina o sistema de linguagem, e não 'contingência acaso', e não por necessidade (o padrão ordenado de físicos "leis. ')" Em seguida, ele argumenta que a verdadeira organização, como o estudado em biologia, requer esta "contingência escolha", o que implica o design inteligente: "Auto-ordenação fenômenos são observados diariamente de acordo com a teoria do caos. Mas sob nenhuma circunstância conhecidas podem auto-ordenação fenômenos como furacões, pilhas de areia, cristalização, ou fractais produzir organização algorítmica. Algorítmica "auto-organização" nunca foi observada apesar das inúmeras publicações que têm abusado do termo. Óssea organização fide sempre surge a partir de contingência escolha, não de contingência oportunidade ou necessidade. "

  • John A. Davison, "A hipótese evolutiva prescrita", Rivista di Biologia / Biology Forum , vol. 98: 155-166 (2005).

Otto Schindewolf uma vez escreveu que a evolução postula "um curso único, histórico de eventos que ocorreram no passado, não é repetível experimentalmente e não pode ser investigado nesse sentido." Neste peer-reviewed artigo de um jornal italiano biologia, John A. Davison concorda com Schindewolf. Uma vez que "[o] ne dificilmente pode esperar para demonstrar um mecanismo que simplesmente não existe e não existe", Davison tenta encontrar novas explicações para a origem da convergência entre as formas biológicas. Davison afirma que "[o] chamado fenômeno de evolução convergente pode não ser nada disso, mas simplesmente a expressão dos mesmos 'blueprints' pré-formadas por organismos independentes." Ao discutir muitos exemplos notáveis ​​de "evolução convergente", especialmente os tigres dente de sabre marsupiais e placentários, Davison é inconfundível em seu significado. A evidência, escreve ele, "tem, não só sobre as questões levantadas aqui, mas também, em toda a questão do Design Inteligente". Davison implica, claramente, que esta evidência é esperado em um modelo de design inteligente, mas não sob a um neo-darwinista.

  • Douglas D. Machado, "estimar a prevalência de seqüências de proteína Adotando Folds enzima funcional", Journal of Molecular Biology , vol. 341:1295-1315 (2004).

Este estudo experimental mostra que as dobras de proteínas funcionais são extremamente raras, achando que "cerca de um em 10 64 seqüências de assinatura consistentes constitui um domínio de trabalho "e que" a prevalência global de sequências que executam uma função específica por uma dobra de tamanho domínio pode ser tão partir de 1 em 10 77 . " Machado conclui que "dobras funcionais requerer sequências altamente extraordinários." Uma vez que a evolução darwiniana só preserva as estruturas biológicas que conferem uma vantagem funcional, seria muito difícil para um mecanismo como cego para produzir dobras de proteínas funcionais. Esta pesquisa também mostra que há altos níveis de complexidade especificada em enzimas, um indicador de marca de design inteligente. Machado se confirmou que este estudo contribui para a evidência de design inteligente:. "No artigo de 2004 eu relatei dados experimentais usados ​​para colocar um número sobre a raridade de seqüências esperadas para formar enzimas que trabalham A figura relatado é menos de uma em um trilhão trilhões de trilhões de trilhões de trilhões de trilhões de dólares. Novamente, sim, este resultado parece pôr em causa a adequação do acaso, e que certamente contribui para o caso do design inteligente ".Veja Cientista diz que sua pesquisa no Journal of Molecular Biology Avaliado por Pares ", acrescenta o caso para o Design Inteligente" .

  • Michael Behe e David W. Snoke, "simulando a evolução por duplicação de genes de proteínas que requerem características de múltiplos resíduos de aminoácidos," Proteína de Ciência , vol. 13 (2004).

Neste artigo, Lehigh University bioquímico Michael Behe ​​e University of Pittsburgh físico Snoke mostrar o quão difícil é para os processos evolutivos não guiados para tirar estruturas de proteínas existentes e adicionar novas proteínas cuja compatibilidade interface é tal que eles poderiam combinar funcionalmente com as proteínas de origem. De acordo com a análise, os mecanismos em adição aos processos Darwinianas padrão são necessárias para gerar muitas interacções proteína-proteína:

O fato de que grande população tamanhos-10 9 ou superior, são obrigados a construir ainda uma característica mínima MR exigindo duas alterações de nucleotídeos dentro de 10 oito gerações pelos processos descritos em nosso modelo, e que enormes tamanhos populacionais são necessários para funções mais complexas ou tempos mais curtos, parece indicar que o mecanismo de duplicação de genes e mutações pontuais por si só seria ineficaz, pelo menos para as espécies diplóides multicelulares, porque algumas espécies multicelulares alcançar os tamanhos da população necessários.Assim, os mecanismos para além da duplicação de genes e mutações pontuais podem ser necessários para explicar o desenvolvimento de características de MR em organismos multicelulares.

Ao demonstrar limitações inerentes aos processos evolutivos não guiados, este trabalho dá apoio científico indireta para o design inteligente e reforça o caso de Behe ​​para o design inteligente em resposta a alguns de seus críticos.

  • Wolf-Ekkehard Lönnig, "genomas dinâmicos, estase morfológica, ea origem da complexidade irredutível", em Parisi Valerio, Valeria De Fonzo, e Filippo Aluffi-Pentini eds., Genética Dinâmicos (2004).

Biologia apresenta inúmeras invariantes - aspectos do mundo biológico que não mudam ao longo do tempo. Estes incluem processos genéticos básicos que persistem inalterados por mais de três e meio bilhões de anos e os mecanismos moleculares da ontogênese animal que tem sido constante por mais de um bilhão de anos. Tais invariantes, no entanto, são difíceis de conciliar com genomas dinâmicas à luz da teoria da evolução convencional. De fato, Ernst Mayr considerou este como um dos grandes problemas não resolvidos da biologia. Neste artigo Dr. Wolf-Ekkehard Lönnig, Cientista Sênior do Departamento de Genética Molecular de Plantas no Max-Planck-Institute for Research Melhoramento de Plantas (agora aposentado), emprega os conceitos da teoria da complexidade irredutível (desenvolvida por Michael Behe ) e complexidade especificada (tal como desenvolvida por William Dembski) para elucidar essas invariantes, representando-os em termos de um projeto (ID) hipótese inteligente explícito.

  • Stephen C. Meyer, "A origem da informação biológica e as categorias taxonômicas superiores," Proceedings of the Biological Society of Washington , vol. 117 (2) :213-239 (2004) ( HTML ).

Este artigo defende o design inteligente como uma explicação para a origem da fauna cambriana. Não surpreendentemente, ele criou uma tempestade internacional na comunidade científica quando foi publicado. (Veja David Klinghoffer, " A marca de um herege ", Wall Street Journal , 28 de janeiro de 2005, bem como o seguinte site pelo editor que supervisionou processo de revisão do artigo:http://www.richardsternberg.net / .) O tratamento do editor que enviou o artigo de Meyer fora para peer-review é um exemplo notável dos obstáculos sociológicos que os proponentes de encontro do design inteligente na publicação de artigos que defendem explicitamente a teoria do design inteligente.

  • John Angus Campbell e Stephen C. Meyer, Darwinismo, Design e Educação Pública (" DDPE ") (East Lansing, Michigan: Michigan State University Press, 2003; publicado como parte do peer-reviewed Retórica e Relações Públicas Series).

    Esta é uma coleção de ensaios interdisciplinares que aborda as controvérsias científicas, filosóficas e educativas sobre a teoria do design inteligente. De acordo com a descrição original da Michigan State University Press do livro: "O darwinismo, Design e Educação Pública examina ID como uma ciência, uma filosofia e um movimento para a reforma educacional Neste livro, os principais teóricos do projeto apresentar seu caso científica para o design inteligente. , suas críticas do darwinismo contemporâneo e os seus argumentos para um modelo baseado em polêmica do ensino de ciências pluralista ". O livro foi revisados ​​por um filósofo da ciência, a retórica da ciência, e um professor em ciências biológicas de uma universidade da Ivy League. O livro inclui cinco artigos científicos que promovem o caso para a teoria do design inteligente, o conteúdo do que estão resumidos abaixo.

    • SC Meyer, "Dna ea Origem da Vida: Informação, Especificação e Explicação", DDPE , pp 223-285.

    Meyer afirma que o design inteligente fornece uma explicação melhor do que concorrentes modelos evolutivos químicos para a origem da informação presente em grandes bio-macromoléculas, como DNA, RNA e proteínas.Meyer mostra que o termo informação aplicada ao ADN conota não só improbabilidade ou a complexidade, mas também a especificidade da função.Em seguida, ele afirma que nem a possibilidade nem necessidade, nem a combinação dos dois, pode explicar a origem da informação a partir de antecedentes puramente físico-químicas. Em vez disso, ele argumenta que o nosso conhecimento dos poderes causais de ambas as entidades naturais e agência inteligente sugere o design inteligente como a melhor explicação para a origem da informação necessária para a construção de uma célula em primeiro lugar.

    • MJ Behe, "design nos detalhes: A Origem das máquinas biomoleculares,"DDPE , pp 287-302.

    Behe apresenta um conceito central do argumento do design contemporâneo, a noção de "complexidade irredutível". Behe baseia seu argumento em uma análise dos fenômenos estudados em seu campo, bioquímica, incluindo sistemas e mecanismos que exibem funções complexas, interdependente e coordenada. Tal complexidade, Behe ​​argumenta, desafia o poder causal da seleção natural atuando sobre a variação aleatória, o "sem fim à vista" mecanismo de neo-darwinismo. Por outro lado, ele observa que a complexidade irredutível é uma característica de sistemas que são conhecidos por ser desenhado por agentes inteligentes. Portanto, ele conclui que, em comparação com a teoria darwiniana, design inteligente oferece uma melhor explicação para a presença de complexidade irredutível nas máquinas moleculares da célula.

    • Nelson P. e J. Wells, "A homologia em Biologia: Problema para ciência naturalista e Prospect para o Design Inteligente", DDPE , pp 303-322.

    Paul Nelson e Jonathan Wells reexaminar o fenômeno da homologia, a identidade estrutural de peças em espécies distintas, como o plano de pentadáctilo da mão humana, a asa de um pássaro, ea nadadeira de um selo, em que Darwin estava disposto a descansar a argumento inteiro.Nelson e Wells afirmam que a seleção natural explica alguns dos fatos de homologia, mas deixa anomalias importantes (incluindo muitos dos chamados homologias de seqüência molecular) inexplicáveis. Eles argumentam que o design inteligente explica a origem de homologia melhor do que os mecanismos citados pelos defensores do neo-darwinismo.

    • SC Meyer, M. Ross, P. Nelson, P. Chien, "A Explosão Cambriana: Big Bang da biologia", DDPE , pp 323-402.

    Meyer, Ross, Nelson, e Chien mostram que o padrão de aparência fóssil no período cambriano contradiz as previsões ou expectativas empíricas do neo-darwinista (e punctuationalist) teoria da evolução. Eles argumentam que o registro fóssil apresenta vários recursos - um padrão top-down hierárquica da aparência, o isolamento morfológico de planos corporais diferentes, e um aumento descontínuo no conteúdo da informação - que são fortemente reminiscente do padrão de evidências encontradas na história da tecnologia humana. Assim, eles concluem que o design inteligente proporciona uma melhor e mais causalmente adequado explicação da origem das novas formas de animais presentes na explosão cambriana.

    • WA Dembski, "Reposição Design Within Ciência", DDPE , pp 403-418.

    Dembski argumenta que os avanços nas ciências da informação têm proporcionado uma base teórica para detectar a acção prévia de um agente inteligente. A partir da observação do senso comum que fazemos inferências de design o tempo todo, Dembski mostra que fazê-lo com base em critérios claros. Em seguida, ele mostra como os critérios, complexidade e especificação, indicam de forma confiável causa inteligente. Ele dá uma reconstrução racional de um método pelo qual os agentes racionais decidir entre os tipos de concorrentes de explicação, aquelas baseadas no acaso, necessidade físico-química, ou o design inteligente. Uma vez que ele afirma que pode detectar projeto com base em critérios objetivos, Dembski também defende a legitimidade científica de inferências para o design inteligente.

  • Frank J. Tipler, "vida inteligente em Cosmologia," International Journal of Astrobiology , vol. 2 (2): 141-148 (2003).

Este artigo pelo matemático e cosmólogo Tulane Frank Tipler observa que as explicações teleológicas são possibilidades ao vivo dentro da física. Tipler também afirma que o universo está configurado para permitir a existência de vida, e que o universo parece guiado por um objetivo final que inerente. A implicação, como Tipler escreve, é que a evolução da vida tem sido orientada por esse objetivo, ao invés de ser totalmente aleatória.

  • David L. Abel, "Life redutível a complexidade é?" Fundamentos da Vida , capítulo 1.2 (2002).

Este artigo sugere que explicar a complexidade funcional na vida requer uma força que pode fazer escolhas: "O progresso na compreensão da derivação de bioinformática através de processos naturais só virá através de elucidar os mecanismos mais detalhados de 'escolhas' pressão de seleção em seqüências de nó decisão biofuncionais. O último é o assunto de ambos "teoria BioFunction 'e' teoria de instrução" mais interdisciplinar. ... A vida, então, não só não é redutível a complexidade, não é mesmo redutível a FSC! A vida é uma sinfonia de dinâmicas, processos algorítmicos, altamente integrados produzindo metabolismo homeostático, desenvolvimento, crescimento e reprodução (ignorando as dúvidas daqueles poucos teóricos de origem vida com fixações mula!). Mas, como Yockey argumenta, ele continua a ser visto se tais processos algorítmicos altamente sofistica-ed pode existir para além dos segregatable,,, instruções FSC digitais lineares observadas no comando de toda a vida empírica conhecida. "O autor argumenta que" A chave para pesquisa a origem da vida está em descobrir os mecanismos pelos quais essas escolhas de programação algorítmica produtivas foram feitas e registradas no ácido nucleico "Ele compara os processos que geraram a vida para aqueles que geram programação de computadores:". seleção é exatamente o que é encontrado em algoritmos de computador. Escolhas corretas em cada nó de decisão sucessiva sozinho produzir software sofisticado. Cordas RSC estão pragmaticamente diferenciado de cordas do FSC, em virtude do fato de que as cordas RSC quase nunca são observados para fazer algo útil em qualquer contexto.Cordas do FSC, por outro lado, pode ser contado para contribuir utilidade específica. "

  • KY David Chiu e Thomas WH Lui, "uso integrado de vários padrões interdependentes para Análise de Sequência Biomolecular," International Journal of sistemas fuzzy , vol. 4 (3) :766-775 (Setembro de 2002).

Citando a obra de William Dembski, o parágrafo de abertura deste artigo lê-se: "Detecção de informação especificada complexa é introduzido para inferir causas desconhecidas para os padrões observados. Por informações complexas, refere-se a informações obtidas de padrão observado ou padrões que são altamente improvável por acaso sozinho. Nós avaliamos aqui o complexo padrão correspondente a várias observações de interdependência estatística de tal forma que todos eles se afastam significativamente da hipótese anterior ou nulo. Tais padrões múltiplos interdependentes quando consistentemente observados pode ser uma indicação poderosa de causas comuns. Isto é, a detecção de padrões múltiplos significativas interdependentes de uma maneira consistente podem conduzir à descoberta de novos conhecimentos possível ou escondido. "

  • Michael J. Denton, Craig J. Marshall, e Michael Legge, "a proteína se dobra como formas platônicas: Novo apoio à concepção pré-darwiniana da evolução por Direito Natural," Journal of Theoretical Biology , vol. 219: 325-342 (2002).

Esses pesquisadores chegar a uma conclusão que é completamente teleológica e não-darwiniana. Os autores fazem a legislação de forma embutida na natureza como possuindo a capacidade de orientar a formação de estruturas biológicas. O programa de pesquisa em design inteligente refletida aqui é amplo, certamente, ainda reconhecível, postulando projeto como um recurso programado na natureza.

  • Wolf-Ekkehard Lönnig e Heinz Saedler "Rearranjo cromossômico e elementos transponíveis," Revisão Anual de Genética , vol. 36:389-410 (2002).

Este artigo examina o papel de transposons na origem abrupta de novas espécies ea possibilidade de uma geração em parte pré-determinada da biodiversidade e novas espécies. Abordagem dos autores é não-darwiniano, e eles citam favoravelmente o trabalho de teóricos projeto Michael Behe ​​e William Dembski, reconhecendo que alguns sistemas biológicos são irredutivelmente complexa.

  • Douglas D. Machado, "Radical sensibilidade funcional para as alterações de aminoácidos conservadores para exteriores, Enzyme", Journal of Molecular Biology , vol. 301:585-595 (2000).

Este estudo publicado pelo biólogo molecular Douglas Machado, agora no Instituto Biológico, desafia a idéia generalizada de que a alta variação de espécies-a-espécies na seqüência de aminoácidos de uma enzima implica restrições funcionais modestas. Darwinistas geralmente assumem que essa variação indica baixa pressão de seleção nos locais de aminoácidos variáveis, permitindo que muitas mutações com pouco efeito. A pesquisa de Machado mostra que, mesmo quando as mutações são restringidos a estes locais, são gravemente perturbador, o que implica que as proteínas são altamente específicos, mesmo em locais variáveis. De acordo com este trabalho, as seqüências não divergem porque as regiões substanciais estão livres de restrições funcionais, mas porque a maioria dos filtros de seleção mutações, deixando apenas a minoria inofensivo. Ao mostrar limitações funcionais a ser a regra e não a excepção, levanta a questão de saber se acaso pode sempre produzir seqüências que atendem a essas restrições, em primeiro lugar. Machado se confirmou que este estudo contribui para a evidência de design inteligente: '. Restrições seqüência graves "Cheguei à conclusão no papel JMB 2000 que a catálise enzimática implica A mais grave dessas restrições, menos provável é que eles podem ser atendidos por acaso. Então, sim, esta conclusão é muito relevante para a questão da adequação do acaso, o que é muito relevante para o caso de design. " Veja Cientista diz que sua pesquisa no Journal of Molecular Biology Avaliado por Pares ", acrescenta o caso para o Design Inteligente" .

  • Salomão Victor e Vijaya M. Nayak, "antecipação Evolutiva do coração humano",Anais do Royal College of Surgeons of England , vol. 82:297-302 (2000).

Este artigo argumenta que o design inteligente é reconhecível no coração do homem, afirmando: "pontos de anatomia comparada a um projeto e um Designer. Cirurgiões, anatomistas e qualquer um que estuda a forma ea função humana tem uma oportunidade inigualável para refletir sobre as maravilhas da criação e contemplar as questões básicas: de onde viemos? por que estamos aqui? e para onde estamos indo? "

  • Salomão Victor, Vljaya M. Nayek e Raveen Rajasingh, "Evolução dos ventrículos,"Texas Heart Institute Journal , vol. 26:168-175 (1999).

Este artigo conclui que "não é um projeto para a evolução das conexões venoso do coração, músculos pectinate, valvas atrioventriculares, os tendões do ventrículo esquerdo, vias de saída, e grandes artérias." Mas a versão de "evolução" que apresenta é decididamente não -darwinista, pois observa que a evolução parece ser o objetivo-dirigido por um designer: "Um aspecto negligenciado no estudo da evolução é a de antecipação. Átrios e ventrículos peixes parecem ter uma disposição interna para tornar-se atualizado para o ser humano estrutura de 4 câmaras. Esta transformação é realizada em etapas: a truncus produz grandes artérias apropriado deslocamento tem lugar em grandes artérias, o ventrículo esquerdo diminui em esponjosidade e aumentos no tamanho do seu lúmen, o aparelho chordopapillary torna-se mais sofisticada, a circulação coronária sofre alterações , eo defeito septal ventricular fecha. "O artigo encerra afirmando:" Este evolutivos pontos progressão para um projeto e um plano mestre para incontáveis ​​milênios ".

  • WA Dembski, The Design Inference: Eliminar Possibilidade através de pequenas probabilidades (Cambridge: Cambridge University Press, 1998).

Este livro foi publicado pela Cambridge University Press e revisados, como parte de uma série notável monografia, estudos de Cambridge em Probabilidade, indução e Teoria da Decisão. O conselho editorial da série inclui membros da Academia Nacional de Ciências, bem como um prêmio Nobel, John Harsanyi, que dividiu o prêmio em 1994 com John Nash, protagonista do filme Uma Mente Brilhante .Comentando sobre as idéias em The Design Inference , físico bem conhecido e escritor de ciência Paul Davies observou: "A tentativa de Dembski para quantificar design, ou fornecer critérios matemáticos para o projeto, é extremamente útil, eu estou preocupado que a suspeita de uma agenda oculta é. vai impedir que esse tipo de trabalho de receber o reconhecimento que merece. " Citado em Larry Witham, By Design (San Francisco: Encounter Books, 2003), p. 149.

  • R. Kunze, H. Saedler e W.-E. Lönnig, "elementos transponíveis fábrica", emAvanços na Pesquisa Botânica , vol. 27:331-470 (Academic Press, 1997).

Este capítulo peer-reviewed de um livro acadêmico na pesquisa de plantas favoravelmente as referências conceito de complexidade irredutível de Michel Behe.Depois de notar que "alguns dos principais problemas têm de ser resolvidos para duplicações de genes a ser de importância evolutiva fundamental", cita a 1996, o livro de Behe, A Caixa Preta de Darwin para justificar a pergunta: "Qual seria a vantagem seletiva do intermediário (" ainda inacabado "cadeias) reação?" Os autores referem ainda que "exemplos de" irredutível "encontram-se" sistemas complexos em biologia.

  • Michael Behe, A Caixa Preta de Darwin: O Desafio da Bioquímica à Teoria da Evolução (New York: The Free Press, 1996).

Neste livro, Behe ​​desenvolve uma crítica ao mecanismo de seleção natural e um caso positivo para a teoria do design inteligente baseado na presença de "máquinas moleculares" irredutivelmente complexos e circuitos dentro das células. Embora este livro foi publicado pela The Free Press, a imprensa especializada, a editora submetido o livro padrão científico peer-review por vários bioquímicos importantes e cientistas biológicos.

  • Charles B. Thaxton, Walter L. Bradley, Roger L. Olsen, O Mistério da Origem da Vida: Reavaliando Teorias atuais (New York: Philosophical Library, 1984; Dallas, Texas:. Lewis & Stanley Publishing, 4 ª ed, 1992).

Neste livro Thaxton, Bradley e Olsen desenvolver uma crítica seminal de origem dos estudos de vida e desenvolver um caso para a teoria do design inteligente com base no conteúdo de informação e "baixa entropia configuracional" dos sistemas vivos.

  • Stanley L. Jaki, "Ensino da Transcendência em Física," American Journal of Physics , vol. 55 (10) :884-888 (Outubro de 1987).

Este artigo do American Journal of Physics procura para ajudar educadores a entender como eles podem ensinar os alunos sobre a prova de transcendência no universo. O artigo parte do princípio de que existe um reino transcendente além do universo e que o universo pode ser plausivelmente disse para refletir design.

  • Granville Sewell, "Postscript", em Análise de um Método de Elementos Finitos: PDE / Protran (New York: Springer Verlag, 1985) ( HTML ).

Neste artigo publicado no livro de referência 1985 técnica, matemático Granville Sewell compara a complexidade encontrada no código genético de vida para que um programa de computador. Ele reconhece que o problema fundamental da evolução é o "problema de novidades", que por sua vez, levanta a questão: "Como a seleção natural pode causar novos órgãos a surgir e orientar o seu desenvolvimento através dos estágios iniciais, durante o qual eles apresentam nenhuma vantagem seletiva?"Sewell explica como um típico darwinista vai tentar colmatar as duas lacunas funcionais e fósseis entre as estruturas biológicas por meio de "uma longa cadeia de pequenas melhorias em sua imaginação", mas o autor observa que "a analogia com software coloca suas idéias em perspectiva." Grandes mudanças para uma espécie exigem a previsão inteligente de um programador. A seleção natural, um processo que é "incapaz de planejar além do próximo pequena mutação", nunca poderia produzir a complexidade da vida.

  • William G. Pollard, "Rumores de transcendência na física," American Journal of Physics , vol. 52 (10) (Outubro de 1984).

Neste artigo peer-reviewed, físico nuclear William G. Pollard observa que a cosmologia do Big Bang requer algum tipo de realidade transcendente. Pollard argumenta que a justificativa científica para este domínio transcendente pode ser encontrada na mecânica quântica, porque leis e constantes universais são finamente ajustados para permitir a existência de vida avançado, que apontam para uma fonte inteligente, a mente, como a concepção do universo.

Artigos peer-editados ou Editor Avaliado de apoio do Design Inteligente publicados em revistas científicas, antologias científicas e em actas de conferências

  • AC McIntosh ", informações funcionais e de entropia em sistemas vivos", Projeto Natureza e III: Comparando projeto na natureza com a Ciência e Engenharia , vol.87 (Ashurt, Southampton, Reino Kindom: Transações WIT sobre ecologia e meio ambiente, WIT Press, 2006).

Este artigo explora a maneira correta de medir a informação e entropia em organismos vivos. Citando o trabalho de Stephen Meyer, o autor argumenta que as mutações aleatórias não podem aumentar a ordem em um sistema vivo: "[R] mutações Andom sempre tem o efeito de aumentar a desordem (ou o que em breve definir como entropia lógico) de qualquer sistema particular e, consequentemente, diminuir o teor da informação. O que é evidente é que o conteúdo inicial de informações ao invés de ser pequeno deve ser de fato grande, e é de fato fundamental para qualquer processo de trabalho, para começar. A questão da complexidade funcional e da informação é considerada exaustivamente por Meyer, que argumenta que o modelo neo-darwinista não pode explicar todas as aparências de design na biologia "McIntosh continua, explicando que só teleologia -. Design inteligente - pode explicar os aumentos de informações que geram complexidade biológica, observou: "Mesmo dentro do campo neo-darwinista a evidência de convergência (similaridade) no desenvolvimento evolutivo sugerido de filogenia disparate fez com que alguns autores a considerar" canalização "da evolução. Tal pensamento é uma admissão tácita de uma influência teleológica. . Essa informação não aumenta por mudanças aleatórias (contrariamente à afirmação de Dawkins) é evidente quando consideramos na seção seguinte, a entropia lógica de um sistema bioquímico "Ele conclui que os processos de meta-dirigida, ou Teleonomia, são necessários:" Não tem de ser previamente informação ou ordem (muitas vezes chamado teleonomia "), escrito por passivos produtos químicos, não-vivos para responder e tornar-se ativo".

  • Jonathan Wells, "Não Centríolos Gerar uma ejeção Força Polar?" Rivista di Biologia / Biology Forum , vol. 98:71-96 (2005).

O biólogo molecular Jonathan Wells escreve no jornal italiano biologia Rivista di Biologia que a célula pode ser vista e estudada como um sistema projetado com máquinas de engenharia. Mostrando o valor heurístico do design inteligente, ele escreve: "Em vez de ver centrioles através dos óculos do reducionismo molecular e neo-darwinismo, esta hipótese supõe que eles estão holisticamente concebido para ser turbinas. ... E se centrioles realmente são pequenas turbinas? Isto é muito mais fácil de conceber, se adotarmos uma abordagem holística ao invés de abordagem reducionista, e se considerarmos centrioles como estruturas destinadas ao invés de subprodutos acidentais da evolução neo-darwinista. Se centrioles realmente são turbinas, então fluido que sai através das lâminas iria levá-los a girar no sentido horário quando visto a partir de suas extremidades proximais. "Wells hipótese de que tais abordagens podem levar a compreensão do funcionamento de centríolos, talvez até descobrindo algumas causas de câncer.

  • Heinz-Albert Becker e Wolf-Ekkehard Lönnig ", Transposons: Eukaryotic,"Encyclopedia of Life Sciences (John Wiley & Sons, 2005).

Esta entrada enciclopédia relata que alguns sistemas biológicos podem ser irredutivelmente complexo, afirmando: "A dificuldade geral a ser mencionado neste contexto (mas não inerente à hipótese de DNA egoísta) é que a mutação ea seleção não pode ser a explicação completa para a origem da espécies, ou seja os elementos de cenário neodarwiniana podem encontrar os seus limites, por exemplo, na produção de «estruturas complexas irredutível '(Behe, 1996) Este é um termo usado para descrever estruturas que, de acordo com Behe ​​e co-. trabalhadores, não pode ser explicada por uma produção fragmentada através de passos intermédios. "O artigo discorre sobre o argumento de Behe ​​afirmando: "Entre os exemplos discutidos por Behe ​​são as origens (1) o cílio, (2) o flagelo bacteriano com filamento, gancho e motor incorporado nas membranas e parede celular e (3) a bioquímica de coagulação do sangue em seres humanos ". Em seguida, propõe que os sistemas adicionais podem desafiar explicações darwinistas, afirmando: "Além disso, as armadilhas de Utricularia (e alguns outros gêneros de plantas carnívoras), bem como vários outros aparelhos no mundo animal e vegetal parecem representar problemas semelhantes para a síntese moderna (juntas, localização eco, flores enganosas, etc.) Até agora, nenhum desses sistemas tem sido explicada de maneira satisfatória pelo neo-darwinismo. se as atividades TE acelerados com todas as consequências mutagénicos acima nomeados podem resolver as questões colocadas permanece em dúvida. "

  • Scott A. Minnich e Stephen C. Meyer, "A análise genética de coordenadas flagelar e III circuitos reguladores tipo de bactérias patogênicas," Anais da Segunda Conferência Internacional sobre Design & Natureza , Rhodes, Grécia, editado por MW Collins e CA Brebbia (Ashurst , Southampton, Reino Unido: WIT Press, 2004).

Este artigo foi submetido conferência de revisão por pares para ser incluído neste volume peer-editado do processo. Minnich e Meyer fazer três coisas importantes no papel. Primeiro, eles refutar uma objeção popular, ao argumento de Michael Behe ​​para a complexidade irredutível do flagelo bacteriano. Em segundo lugar, eles sugerem que o Tipo III sistema secretor presente em algumas bactérias, ao invés de ser um intermediário para a evolutiva flagelo bacteriano, provavelmente representa uma forma degenerada da mesma. Por último, alegam explicitamente que, em comparação com o mecanismo neo-darwinista, design inteligente explica melhor a origem do flagelo bacteriano. Como os autores explicam, "Em todos os sistemas irredutivelmente complexos em que a causa do sistema é conhecido por experiência ou observação, cartão inteligente ou de engenharia desempenhou um papel importante na origem do sistema".

  • Quatro artigos científicos em William A. Dembski e Michael Ruse, eds,. Debatendo Projeto: De Darwin ao DNA (Cambridge, Reino Unido: Cambridge University Press, 2004) (a seguir " Debatendo o Projeto ").

    • William A. Dembksi, "os fundamentos lógicos do Design Inteligente"Debatendo projeto , pp 311-330.

    Neste artigo, descreve Dembski seu método de detecção de cartão. Ele propõe uma forma rigorosa de identificar os efeitos da causação inteligente e distingui-los dos efeitos de causas naturais, sem direção e os mecanismos materiais. Dembski mostra como a presença de complexidade especificada ou "informação complexa especificada" proporciona um marcador fiável da actividade inteligente anterior. Ele também responde a uma crítica comum feita contra o seu método de detecção de design, ou seja, que inferências de design constituem "um argumento da ignorância."

    • Walter L. Bradley, "Informação, Entropy, e A Origem da Vida", Debatendo projeto, pp 331-351.

    Walter Bradley é um engenheiro mecânico e cientista polímero. Em meados de 1980, ele co-autoria que partidários consideram uma crítica seminal de origem dos estudos de vida no livro O Mistério da origem da vida . Bradley e seus co-autores também desenvolveu um argumento para a teoria do design inteligente com base no conteúdo de informação e "baixa entropia configuracional" dos sistemas vivos. Neste capítulo, ele atualiza esse trabalho. Ele esclarece a distinção entre a entropia configuracional e térmica, e mostra por que as teorias materialistas da evolução química não ter explicado a entropia configuracional presente em sistemas vivos, uma característica que Bradley tem que ser forte evidência de design inteligente.

    • Michael Behe, "Complexidade Irredutível: Obstáculo à Teoria da Evolução de Darwin", Debatendo projeto , Pp. 352-370.

    Neste ensaio Behe ​​explica brevemente o conceito de complexidade irredutível e comentários porque ele acha que representa um grave problema para o mecanismo darwiniano de seleção natural. Além disso, ele responde a várias críticas de seu argumento para o design inteligente de complexidade irredutível e vários equívocos sobre como a teoria do design inteligente se aplica em bioquímica. Em particular, ele discute vários contra-exemplos putativos que alguns cientistas avançaram contra a sua afirmação de que sistemas bioquímicos irredutivelmente complexos demonstrar o design inteligente. Behe vira a mesa sobre seus críticos, afirmando que tais exemplos, na verdade reforçam a barreira que a complexidade irredutível representa para explicações darwinistas, e, se alguma coisa, mostrar a necessidade de design inteligente.

    • Stephen C. Meyer, "A Informação Explosão Cambriana: Evidência do Design Inteligente" Debatendo projeto , pp 371-391.

    Meyer defende projeto em função da explosão do Cambriano, o surgimento geologicamente súbito de novo do corpo do animal planos durante o período Cambriano. Meyer observa que este episódio na história de vida representa um aumento dramático e descontínua na informação especificada complexa do mundo biológico. Ele argumenta que nem o mecanismo darwiniano de seleção natural agindo sobre mutações aleatórias nem mecanismos de auto-organizacionais alternativas são suficientes para produzir tal aumento da informação no tempo permitido pela evidência fóssil. Em vez disso, ele sugere que tais aumentos de informação complexa especificada são invariavelmente associadas com a atividade consciente e racional, isto é, com um design inteligente.

  • Granville Sewell, "vista de um matemático da evolução," The Mathematical Intelligencer , vol. 22 (4) (2000). ( HTML ).

Matemático Granville Sewell explica que os argumentos de Michael Behe ​​contra o neo-darwinismo de complexidade irredutível são suportados pela matemática e as ciências quantitativas, especialmente quando aplicado ao problema da origem de nova informação genética. Sewell observa que há "um bom número de matemáticos, físicos e cientistas da computação que ... estão revoltados que a explicação de Darwin para o desenvolvimento da vida é tão amplamente aceito nas ciências da vida." Sewell compara o código genético da vida a um programa de computador - uma comparação também feita por gurus do computador, como Bill Gates e biólogos evolucionistas como Richard Dawkins. Ele observa que a experiência ensina que o software depende de muitos elementos coordenados funcionalmente separadas.Por esta razão, "[m] RINCIPAIS melhorias para um programa de computador, muitas vezes requerem a adição ou modificação de centenas de linhas interdependentes, ninguém de que faz algum sentido, ou resulta em qualquer melhoria, quando adicionado por si só." Desde que as mudanças individuais de parte de um programa genético geralmente não conferem qualquer vantagem funcional (em isolamento de muitas outras mudanças necessárias para outras partes do código genético), Sewell argumenta que as melhorias a um programa genético requerem a previsão inteligente de um programador. Mutação sem direção e seleção não será suficiente para produzir a informação necessária.

Artigos de apoio do Design Inteligente Publicado em revistas e jornais Filosofia, ou peer-reviewed Filosofia Livros de suporte do Design Inteligente

  • Michael C. Rea, Mundo sem design: As Conseqüências ontológica do naturalismo(Oxford University Press, 2004).

  • William Lane Craig, "Desenho e antrópico ajuste fino do Universo", de Deus e do projeto: O argumento teleológico e Ciência Moderna , pp 155-177. (Neil Manson, ed, London:. Routledge, 2003).

  • Michael Behe, "Resposta ao meu Critic: Uma Resposta a comentários de A Caixa Preta de Darwin: O Desafio da Bioquímica à Teoria da Evolução ", Biologia e Filosofia , vol. 16, 685-709, (2001).

Neste artigo publicado no mainstream revista Biology and Philosophy, Michael Behe, defende seus pontos de vista a apoiar o design inteligente como afirmado A Caixa Preta de Darwin.

  • Del Ratzsch, Nature, Design e Ciência: O Estado de Projeto em Ciência Natural(State University of New York Press, 2001).

  • William Lane Craig, "O Princípio Antrópico", em A História da Ciência e Religião na tradição ocidental: An Encyclopedia , pp 366-368 (Gary B. Ferngren, general ed, Garland Publishing, 2000.).

  • Michael Behe, "auto-organização e sistemas de complexidade irredutível: Uma Resposta a Shanks e Joplin," Philosophy of Biology , vol. 67 (1) :155-162 (Março de 2000).

Michael Behe ​​defende seus argumentos para a complexidade irredutível contra as críticas de vários cientistas darwinistas.

  • William Lane Craig, "Barrow e Tipler sobre o Princípio Antrópico vs Divine Design"Jornal britânico para a Filosofia da Ciência , vol. 38: 389-395 (1988).

  • William Lane Craig: "Deus, Criação, eo Sr. Davies," British Journal para a Filosofia da Ciência , vol. 37: 168-175 (1986).



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