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Darwin roubou idéias de Wallace - Prova
Darwin roubou idéias de Wallace - Prova

 

http://www.evolutionnews.org/2015/06/john_west_on_al096631.html 

Uma pergunta se repete muito nos debates entre Criacionismo e evolucionismo, se Darwin foi honesto ou não com Wallace; abaixo lemos escritos de Wallace e depois  de Darwin que revelam por si mesmos a desonestidade de Charles Darwin: (Texto retirado de debate do professor  Rubens Antonio ) 

 

No livro "Origem das Espécies"  observamos a postura bajuladora de Darwin citando centenas de autores com muitos elogios juntos, parece que ele mesmo faz apenas uma revisão bibligráfica reunindo tudo o que todos já falavam, inclusive apresentando idéias lamarkistas mais presentes nas suas primeiras edições.

 

Abaixo vemos as considerações de Wallace onde observamos dominar muito mais o tema seleção natural, contrastadas com Darwin onde vemos estar muito mais influenciado pelo lamarkismo; o que demonstra quase que claramente que Darwin era lamarkista confesso e que as idéias de Wallace foram desenvolvidas após receber suas cartas.

 

 

WALLACE, Alfred Russel. “Sobre a tendência das variedades a divergirem indefinidamente do tipo original.” (1858):
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(p.84) “A vida dos animais selvagens é uma luta pela existência. Devem utilizar ao máximo todas as suas capacidades e energias para salvar a sua vida e defender a da sua prole durante a idade jovem. A possibilidade de encontrar o alimento durante as estações menos favoráveis e de fugir aos ataques dos inimigos mais perigosos, são as condições fundamentais que determinam a existência seja do indivíduo seja da espécie. As mesmas condições também determinarão o número total da população de uma espécie; uma cuidadosa meditação sobre todas as circunstâncias nos permite compreender, e de alguma forma explicar, o que à primeira vista parece inexplicável - a excessiva abundância de algumas espécies, enquanto outras, estritamente afins, são muito escassa.”
(p.88): "A maior parte ou talvez a totalidade das variações de uma espécie com forma típica, deve ter um efeito preciso, ainda que leve, sobre os hábitos ou sobre as capacidades dos indivíduos. Até uma mudança de cor, tornando os indivíduos mais ou menos evidentes, poderia influir na sua segurança; um maior ou menor desenvolvimento de seus pêlos poderia modificar os seus hábitos. Transformações mais importantes, tais como o aumento na potência ou nas dimensões dos membros ou de qualquer outro órgão externo, poderiam influir em maior ou menor grau no seu modo de procurar o alimento ou na extensão da zona por eles habitada. Também é evidente que a maioria das alterações poderia agir de modo favorável ou contrário sobre o prolongamento da sua existência. Um antílope com pernas mais fracas estará mais sujeito aos ataques dos felinos; o pombo-correio com asas menos robustas será mais cedo ou mais tarde derrotado em sua busca de alimentos regulares, e em ambos os casos o resultado será uma diminuição das populações da será uma diminuição das populações das espécies modificadas. Se por outro lado, uma espécie desse origem a uma população que apresentasse a possibilidade, ainda que pequena, de salvaguardar a sua existência, esta variedade adquiriria, inevitavelmente, uma superioridade numérica. Estes resultados se verificam exatamente como a velhice, a intemperança ou a escassez de alimento determinam um aumento na mortalidade.
Em ambos os casos podem existir numerosas exceções individuais, mas em média tal regra é invariavelmente válida. Todas as variedades, portanto, podem ser divididas em duas classes - aquelas que nas mesmas condições nunca poderão atingir a densidade populacional da espécie parental, e aquelas que com o tempo poderão obter ou manter uma superioridade numérica. Vamos supor agora que ocorram algumas alterações das condições físicas das regiões – um longo período de seca, uma destruição da vegetação pelos gafanhotos, a aparição de algum novo carnívoro em busca de “novos pastos” – qualquer mudança que de fato tendesse a tornar mais difícil a existência das espécies em questão e colocasse à prova a sua (p.89) capacidade de evitar o completo extermínio. É evidente que, entre todos os indivíduos que compõem a espécie, aqueles que formam a variedade menos numerosa e com organização mais fraca serão atingidos primeiro e, se a pressão for forte, poderão extinguir-se completamente em breve tempo. Se as mesmas causas continuassem a agir, em seguida seriam atingidas as espécies parentais que diminuiriam gradativamente de número e, se tais condições desfavoráveis se repetissem, poderiam por fim extinguirem-se. A variedade superior permaneceria então sozinha e com o retorno das condições favoráveis aumentaria rapidamente de número e substituiria as variedades e espécies extintas. A variedade substituiria portanto a espécie, da qual constituiria uma forma de desenvolvimento mais perfeito e com organização mais elevada. Ela estaria, sob todos os aspectos, melhor adaptada a assegurar a sua sobrevivência individual e de raça. Uma tal variedade não poderia voltar à forma original porque esta é inferior, e por isso mesmo nunca poderia competir com a primeira pela existência. Mesmo admitindo, então, uma “tendência” a reproduzir o tipo originário da espécie, a variedade deve sempre permanecer numericamente preponderante e, em condições físicas adversas, é mais uma vez a única a sobreviver. Mas esta nova raça, melhorada e numerosa, também poderá com o tempo dar origem a novas variedades, que apresentarão novas e divergentes modificações de forma, algumas das quais, tendendo a aumentar a possibilidade de sobrevivência, deveriam por sua vez, com base na mesma lei geral, tornar-se predominantes. Em tais casos teríamos portanto uma progressão e uma divergência ininterrupta conseqüente às leis gerais que regulam a existência dos animais no estado natural e ao fato indiscutível do freqüente surgimento de variedades. Não afirmamos, porém, que este resultado seja invariável. Uma alteração das condições físicas da região poderia às vezes modificá-la acentuadamente de forma a tornar a raça que foi mais capaz de tolerar as velhas condições de existência, a menos adaptada àquelas presentes, a ponto de determinar a extinção da raça mais nova e por algum tempo superior, enquanto a espécie antiga ou parental e as suas primeiras variedades inferiores continuarão a se desenvolver. Poder-se-iam também verificar variações morfológicas pouco importantes que não acarretariam efeitos apreciáveis sobre a possibilidade de sobrevivência, e as variedades (p.90) que as apresentassem poderiam sofrer um desenvolvimento paralelo àquele das espécies parentais, dando assim origem a outras variações ou voltando ao tipo originário. O que se quer demonstrar é que algumas variedades apresentam uma tendência a sobreviver mais tempo do que as espécies originárias e que esta tendência deve manifestar-se; porque as leis da casualidade e da média não podem ser aplicadas a números baixos, e quanto, aplicando-as a números altos, os resultados se aproximam das exigências da teoria e ao chegarem perto de um número infinito de exemplos, tornam-se rigorosamente exatas. Agora, a natureza opera numa escala tão vasta - o número de indivíduos e os períodos de tempo com que lida se aproximam de tal forma do infinito que qualquer causa, por mais leve ou sujeita a ser escondida ou bloqueada por circunstâncias acidentais, deveria acabar produzindo resultados plenamente legítimos.”
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(p.91):
“A hipótese de Lamarck - segundo a qual as transformações progressivas nas espécies foram produzidas por tentativas dos animais para aumentar o desenvolvimento de seus órgãos e , portanto modificar a sua estrutura e seus hábitos - foi repetida e facilmente rejeitada por todos aqueles que escreveram sobre as variedades e as espécies, e acreditou-se que depois disto toda a questão estivesse definitivamente resolvida; mas a teoria aqui desenvolvida torna tal hipótese totalmente inútil porque demonstra que resultados similares se produzem pela ação de princípios que operam continuamente na natureza.”
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Darwin (“A Origem das Espécies.”, 1859)
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(p.444):
“O uso e o não-uso parecem, tanto nas variedades como nas espécies, ter produzido efeitos importantes. É impossível não se chegar a esta conclusão quando se considera, por exemplo, o pato de asas curvas (micróptero), cujas asas, incapazes de servir para o vôo, estão quase no mesmo estado que as do pato doméstico.”
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(p.449):
“A falta de uso, ajudada, algumas vezes, pela seleção natural, deve, muitas vezes, contribuir para reduzir órgãos tornados inúteis, em seguida a alterações nas condições de vida ou nos costumes; depois disto, é fácil compreender a significação dos órgãos rudimentares. Mas a falta de uso e a seleção atuam comumente sobre o indivíduo apenas quando é adulto e quando é chamado a tomar parte direta e total na luta pela sobrevivência, e agem, pelo contrário, somente em pequena escala sobre um órgão nos primeiros tempos de vida; conseqüentemente, um órgão inútil aparecerá pouco reduzido e a custo rudimentar durante a primeira idade.”
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Darwin (“A Origem do homem e a seleção natural.”, 1871)
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(p.647)
“Foi observado que o homem deve ter feito sempre menor uso de maxilas e dos dentes visto que se colocou gradualmente numa posição ereta e começou a usar continuamente as mãos e os braços para combater com paus e pedras e para outros usos. Por conseguinte, as maxilas e os músculos se reduziram por causa do não-uso e o mesmo aconteceu com os dentes, segundo aqueles princípios da correlação e economia do crescimento ainda pouco conhecidos; sabemos, com efeito que as partes que não se usam com freqüência, pouco a pouco vão se atrofiando. Desta maneira ficou anulada a originária desigualdade das maxilas e dos dentes entre os dois sexos do gênero humano.”
. Darwin (“A Origem do homem e a seleção natural.”, 1871)
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(p.651)
“Para que fosse capaz de alcançar o mesmo nível do homem, quando em idade quase adulta, a mulher deveria praticar a energia e a perseverança, e exercitar ao máximo a razão e a imaginação; provavelmente poderia então transmitir tais qualidades às filhas adultas. Seja como forma, as mulheres não poderiam alcançar estes resultados, a menos que durante muitas gerações aquelas que excedem nas supraditas qualidades e se casassem e dessem ao mundo mais filhos do que as outras. Com respeito à força corpórea, já temos visto que, embora os homens não combatam pelas mulheres pois que tal forma de seleção já está superada, na maturidade eles devem sustentar uma luta dura para manter a si mesmos e a família; e isto vem contribuir para conservar e aumentar as suas qualidades mentais e conseqüentemente a atual desigualdade entre os sexos.”
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(p.692)
“Pelo fato de que a mulher possui menos pelos do que o homem e de que este caráter é comum em todas as raças, podemos concluir que foram as mulheres dos nossos antepassados semi-humanos as primeiras a perder o pelo, coisa esta que se verificou num período remotíssimo, quando as raças não se haviam ainda diferenciado de sua origem comum. As fêmeas dos nossos antepassados, à medida que iam adquirindo gradualmente o novo caráter de nudez, transmitiam-no de igual modo à prole de ambos os sexos; desta maneira tal transmissão não ficou exclusiva de um sexo nem limitada a um período de vida, conforme, aliás acontece também com os ornamentos de muitos mamíferos e pássaros. (...) É possível também que o uso continuado de arrancar os pelos tenha causado um efeito hereditário.”
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Darwin (“A Origem do homem e a seleção natural.”, 1871)
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(p. 234)
“Nas nações civilizadas a diminuição dos maxilares em virtude do menor uso – visto que o movimento habitual dos diversos músculos serve para exprimir diversas emoções – e o aumento do tamanho do cérebro por causa de uma atividade intelectual maior têm determinado conjuntamente um considerável efeito em seu aspecto geral, quando comparado àqueles dos selvagens.”
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(p.700)
“Como qualquer outro animal, o homem certamente apresenta estruturas que ao nosso limitado conhecimento parece que não lhe são de nenhuma utilidade, e que não o foram nem sequer anteriormente, seja em razão das condições gerais de vida ou das relações entre si. Tais estruturas não se explicam com nenhuma forma de seleção, sem com os efeitos hereditários do seu uso e do não-uso das partes.”

CONCLUSÕES DO PROFESSOR RUBENS ANTONIO EM  21/12/2007

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São só alguns recortes simples... Isso nas suas principais obras acabadas...
Não procurei mais... Para o gasto dá...
E olha que não estou com o "rascunho" de Darwin aqui para apresentar a vcs... A coisa é muito... muito mais grave...
Se a argumentação é mais completa em Darwin... como eu disse... Ele tinha os dados mas não os transformara em Informação. Não era burro... Era um malandro.
Só fez sua proposição quando o mecanismo veio através do texto primeiro de Wallace... Esse Wallace... em que não há uma Vírgula dque seja lamarckista... Se alguém tiver, atire essa pedra. Só que essa pedra não há.
Mas isso é sobre o conteúdo.
A discussão aqui era sobre a Maneira como se deu um furto...
Se o texto de Wallace não é tão elaborado, porque comparam esses dois livros com o texto de Wallace... deveriam comparar, na verdade, os texto de Wallace com o "rascunho" de Darwin..
A chave para o entendimento da Seleção Natural? A força ampla da Linha Wallace.
A que Darwin cita? Constrangedor casualismo...
Depois, Wallace, contido pela avalanche da autoridade da Royal Society, naturalmente se afastou do centro do debate, permanecendo meio isolado... meio como sendo uma vergonha sua constrangedora presença ali...
Bem... É isso...
  • Wallace, por sua vez, fragmentou sua argumentação sobre o assunto em pequenos artigos escritos para especialistas, e sua importância acabou parecendo secundária a ele próprio. Num segundo momento, em virtude da reação do próprio Darwin (expressa na carta para Lyell de 18/06/1858) e convictos de sua falsidade, alguns estudiosos passaram a dar uma importância cada vez maior ao manuscrito de 1858 de Wallace, a ponto de considerar que o maior mérito, com efeito, pertenceu a ele, e que Darwin fora efetivamente antecipado.
    6 Segundo Papavero (cf. Papavero & Llorente-Bousquets, 1994, p. 91), Darwin chegou à teoria da seleção natural, mas não entendeu a origem das espécies:
    “O ensaio de Wallace [é] incomparavelmente melhor escrito e desenvolvido do que os ‘resumos’ de Darwin ... o ‘princípio da divergência’ de Darwin não ofereceu nenhuma explicação para o ‘desvio contínuo’. Não explicou nem a formação de linhagens nem de ‘morfoespécies’. Darwin disse apenas que: ‘... a prole variada de cada espécie tentará (e só alguns conseguirão) ocupar tantos e tão diversos lugares na economia da natureza quantos sejam possíveis’. Essa conjectura contraria a experiência de Wallace ... [e] só poderia ser vista por Wallace como uma especulação de alguém que conhecia muito pouco da variação que ocorria na natureza (Papavero & Llorente-Bousquets, 1994, p. 105).”
  • “A interpretação clássica do artigo de 1858 de Wallace é que ele representa uma descoberta independente do mecanismo darwiniano de seleção natural; o texto certamente contém a descrição de uma forma de seleção natural, aparentemente próxima o suficiente para persuadir o próprio Darwin de que ele havia sido antecipado.
    Mas um bom número de historiadores tem argumentado que uma leitura atenta do manuscrito sugere maiores diferenças nos modos pelos quais Darwin e Wallace formularam a idéia ... A teoria da seleção natural de Darwin depende da luta pela existência entre variantes individuais dentro da mesma população (mas o termo ‘variedade’ foi freqüentemente utilizado para denotar o que agora chamamos de subespécies – populações locais diferindo em algum modo bem marcado do resto da espécie). Minha posição é que uma leitura atenta do artigo sugere que Wallace estava pensando em competição entre variedades neste ponto; ele não oferece qualquer explicação sobre como as variedades são formadas, mas argumenta que, uma vez formadas, elas competirão umas com as outras até restar apenas uma, após o que elas novamente dividir-se-ão em variedades para repetir o processo. Significativamente, Wallace não viu qualquer ligação entre o mecanismo que apresentou e a seleção artificial dos criadores – por contraste, um fator chave que forneceu a Darwin uma visão da seleção individual na natureza. Observe-se também que, na versão reimpressa depois de Wallace ter lido Darwin, foram adicionados subtítulos que tendem a realçar a impressão de que ele estava pensando em seleção individual (Bowler, 2003).”
  • importância do texto de 1858 de Wallace:
    “Desde 1844 ... Darwin tinha escrito um esboço de uma teoria da evolução por seleção natural, com a sobrevivência diferencial de indivíduos mais aptos. Alertado por Lyell sobre a importância da ‘Lei de Sarawak’ de Wallace, em 1856 começa a escrever seu livro, Seleção natural. Quando escreve a carta a Asa Gray, em 5 de setembro de 1857, ele propõe um ‘princípio de divergência’ que contudo não explica a divergência progressiva dos registros fósseis. Essa teoria ‘incompleta’ ele tinha incluído no capítulo VI do livro em 31 de março de 1858. Em algum momento entre 16 de maio e 12 de junho Darwin recebeu a correspondência de Wallace. Brooks propõe que foi a 18 de maio, quando escreveu a carta para Lyell ... Darwin percebeu de imediato a força do argumento de Wallace, e quanto mais pensava mais via como sua teoria ainda era incompleta. Releu cuidadosamente o artigo ‘Sobre a lei que regula a introdução de novas espécies’... Foi então que Darwin escreveu as 41 páginas extras que inseriu no manuscrito do livro grande (Ferreira, 1990, p. 62).”
    Em seguida, Ferreira sustenta que “no artigo de Wallace o problema da divergência está completamente resolvido” (Ferreira, 1990, p. 51). Essa posição está perfeitamente alinhada com a afirmação de Ferreira, na Apresentação de seu livro, de que:
    “esses últimos anos ... foram também testemunhas de uma revisão na historiografia da teoria da evolução biológica. Tornou-se claro que a contribuição de Alfred Russel Wallace foi muito mais importante do que até então se pensava” (Ferreira, 1990, p. 15).
  • “... a similaridade entre a versão de Darwin da ‘seleção natural’ e o princípio que Wallace propôs neste ensaio tem sido superestimado por muitos escritores. Gostaria de sugerir que a apresentação de Wallace foi, de alguma forma, superior à de Darwin. Wallace não se preocupou com o problema da variação do mesmo modo que Darwin – ao invés, tomou a variação como admitida. Ele também colocou muito maior acento na ação contínua e rigorosa do princípio como uma explicação de por que não se vê nenhuma forma desequilibrada e pobremente adaptada ... Mais importante, Wallace evitou personificar o princípio, tanto que ele permaneceu um processo, mais do que uma força. Isso permitiu-lhe evitar o pensamento teleológico, que ainda encantava adeptos da ‘seleção natural’ de Darwin ... É lugar comum que Wallace, através de sua vida, foi um ‘selecionista’ mais estrito que Darwin. Esta diferença já está refletida neste primeiro ensaio de Wallace, que por isso tem uma estrutura mais clara que qualquer dos escritos de Darwin (como o geólogo Charles Lyell apontou) (Reiss, 2003).”