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Diferentes, mas Semelhantes ???
Diferentes, mas Semelhantes ???

 

NOTÁVEL DIFERENÇA ENTRE O HOMEM O RESTO DOS ANIMAIS
NOTÁVEL SEMELHANÇA ENTRE TODOS OS ANIMAIS 

(INCLUINDO SÍMIOS) 

 

Por Sodré Gonçalves




RESUMO :  80% das proteínas do chipanzé são diferentes do homem, gene não é apenas um gene, ele pode se manifestar de muitas maneiras. Grupos de espécies e gêneros relacionados tem uma igualdade que permite cruzamentos artificiais. Reunimos vários grupos de especies com cruzamentos artificiais , grupos com até 700 especies diferentes cruzando artificialmente entre si , grupos que incluem até gêneros diferentes , todos gerando pelo menos um inicio de embrião , posterior ao emparelhamento cromossômico, mas  em trilhões de tentativas, não houve nem inicio de embrião  entre homem e qualquer chipanzé, orangotango ou gorila.  Assim temos o homem isolado de possibilidade de cruzamento com símios e   a regra lógica evolutiva de ( semelhança anatômica e genética = possível parentesco ancestral ).  Temos também em seu comportamento um isolamento diferenciador para com todos animais (Blaise Pascoal).





Você pode ver em todas as escolas públicas este cartaz acima, sem o sinal de interrogação, afirmando e usando o  nome da USP, FAPESP e grandes centros cientificos do Brasil,  esta pretensa "verdade" científica como se a comunidade científica daqui e do mundo, estivesse  de acordo com isso e portanto, nada mais "justo", se isso fosse verdade inquestionável , que ensinar isso as nossas crianças. 

Ocorre que são tantas as inovações no estudo do DNA que já se fala até mesmo em se substituir o nome gene por entidade, já que se encontrou tantas novidades, como os "Splicing Alternativos" e tantas funções desconhecidas e recentemente descobertas conforme tabela abaixo.

Talvez bastaria mostrar aos estudantes que  existe 80% de diferenças entre nós e chipanzés  em termos de proteínas (MAKAYOWSKI, GALINA ET TAL, 2005) que são produtos gênicos, para desmontar a falsidade do mito de igualdade entre chimpazés e homens, mas nada que se estude e demonstre é capaz de mudar a religião darwinista desde que ela se fundou nas faculdades.

Mesmo com tantas diferenças encontradas, e citaremos diversas abaixo, mesmo demonstrando que o código genético é desconhecido e novas descobertas se descobrem todos os dias, nada disso impede a fé darwnista e querem de qualquer jeito, enfiar na cabeça infantil o conceito do darwinismo, como se no Brasil não existisse cientistas e pessoas que sabem ler artigos científicos,  que   podem perfeitamente desbancar tal doutrinação covarde de nossas crianças que não possuem nenhuma condição de ajuizar sobre tal assunto.

Os animais se diferenciam nas descendencias, e podemos nos perguntar,   porque um cãozinho Chihuahua pode ter  um ancestral comum com o gigante São Bernardo, e o homem não pode ter um ancestral comum com o gorila ou chipanzé?

Geneticamente se olharmos com olhos de 50 anos atrás ,  olhando bem superficialmente, a semelhança entre o DNA humano e do Chipanzé apresentam semelhanças  que levam muitos cientistas a defender que Darwin esteja certo e que somos mesmo, como os jogadores de futebol Neymar e Daniel disseram, "somos todos macacos". 

Mas como diz o professor e um dos maiores quimicos do mundo, Marcos Nogueira Eberlin, e forte crítico destas ideias,  "nada como um dia depois do outro" . A ciência não pára, ela continua investigando, e neste ritmo, é comum encontrarmos situações onde  o que era verdadeiro, pode se tornar mentira e o que era mentira,  pode voltar  a se tornar verdadeiro.

Ao perguntar no sermão da montanha “não valeis vós mais que muitos pardais e lírios do campo? e "não sabeis que vós sois deuses? "  Jesus  ressaltou o maior valor que o homem tem diante dos animais e plantas da terra. Hoje está na moda igualar as coisas, comunismo, socialismo, feminismo, direitos iguais, etc.. e talvez destacar as diferenças hierárquicas não seja assim tão popular como   Darwin e a ciência evolutiva, que  não cansam de repetir a igualdade, por mais que inumeráveis diferenças sejam nítidas entre um único gênero para o resto dos gêneros (inclusive os simios)..portanto, peço ao leitor que  deixe um pouco de lado esta moda igualitaria do nosso século , e pergunte se   estaria Jesus nos enganando e Darwin nos libertando para conhecer de fato a verdade... 

Recentemente, o memorável  Ariano Suassuna voltou a tocar neste assunto destacando a superioridade do homem sobre símios, ao que foi duramente “refutado” e um verdadeiro diluvio de impropérios lhe foram oferecidos pela turba representante da ciência biológica darwinista.

Quem estaria certo, Jesus e Suassuna ou a ciência evolutiva darwinista que iguala a todos e faz do homo sapiens apenas uma ramificação fortuita de todos os primatas?

Apesar de vários trabalhos científicos tentarem demonstrar que a semelhança genética entre homens e símios é apenas superficial, e demonstrarem dezenas de exemplos fazendo revisão bibliográfica do assunto  (EBERLIN, 2014), de admissões como da ex-editora da prestigiada revista Science que  existe uma lacuna imensa no histórico-arqueológico filogenético entre homem e chimpanzé (HOLDEN, 1998) , que as igualdades de retrovírus em pontos comuns do DNA não sofreram mutações iguais (TOMKINS, 2014), de milhares de artigos cientificos e testes demonstradores que existem limites nas linhagens diferenciadas, limites para emparelhamento cromossomico, formando diversos grupos e clados denominados tipos básicos que ajuntam e separam  especies possiveis de ancestralidade  e sem elos de parentesco (WOOD, 2006)  ,   nada ainda consegue distinguir homens dos animais na cultura acadêmica que mais parece uma religião, que se recusa atualizar, mas apenas publica aquilo que fortalece o paradigma vigente.

É  como se estivéssemos guerreando contra um Leviatã instituído invencível (HOBBES, 1651.. ) e por mais que demonstrássemos a falsidade desta afirmação, de nada adiantaria. Quanto mais artigos científicos desmontam este monstro, mais ainda ele ressurge, e se não pode nos convencer, ganha verba do governo para atacar nossas crianças com cartazes e marketing.

 

Diferenças entre testes de paternidade e ancestralidade

 

Paternidade e maternidade

"No genoma humano existem regiões polimórficas, geralmente presentes em regiões não codificantes, que apresentam diferenças de um indivíduo para outro. Isto é, juntas tais regiões representam uma característica distintiva típica de uma pessoa. Além disso, as regiões polimórficas também são herdadas 50% do pai e 50% da mãe, o que permite identificar se um indivíduo é ou não progenitor de outro.

No caso de pais falecidos, a dificuldade vai aumentando, devido a qualidade do DNA das ossadas estarem danificadas (racemização, ou perda de homoquiralidade)

 

 

Dificuldades Aumentando

para se identificar ancestralidade etnicas, raciais, as dificuldades aumentam, pois as divergencias serão cada vez maiores.  precisaremos para tal fazermos uma  "viagem de volta ao lar primordial através da (bio)revelação dos segredos escondidos no DNA mitocondrial e no cromossomo Y";

 

Na pesquisa dos famosos testes de DNA, verificando paternidade, não se  pesquisa mutação no DNA, se  pesquisa alelos que são herdados, se pelo menos cinquenta por cento dos alelos presentes no suposto pai,  estão presentes no filho, então se determina a paternidade. mas para se identificar ancestrais mais longes, especies e generos, o teste admite divergencias e se observa apenas marcadores, mutações nos mesmos trechos, e a forma como se deu tal mutação, se foi igual ou diferente. 

Quando se vasculha a mutação distingue-se  é  a mesma ou não, e no caso de homem-chipanzé e gorila, verificou-se mutações de um mesmo trecho  (mas devemos lembrar que existem trechos mais vulneráveis a mutações , portanto isso apenas não prova parentesco pois tais trechos são vulneráveis mesmo) mas quando se verificou  as mutações ocorridas, perceberam que  eram distintas, mostrando que por mais semelhantes que sejam nos trechos, não foram na forma, logo, descartou-se mais uma vez a fundamentação de ancestralidade comum por tal critério de ancestralidade genética do homem e chipanzé.

De forma que a ideia de igualdade continua onipresente nas campanhas lideradas pelos cientistas Neymar e Daniel “somos todos macacos” e em marketing educacional do MEC no Brasil destacando descobertas jurássicas de que 96% do DNA é semelhante, como se o olhar mais profundo sobre o DNA simplesmente não existisse!!!

No final de cada cromossomo é uma seqüência de repetição de seqüências de DNA chamados telômeros. Os chimpanzés e outros macacos têm cerca de 23.000 pares de bases de DNA em seus telômeros. Os seres humanos são únicos entre os primatas com telômeros mais curtos apenas 10.000 longos. 9

Mesmo com semelhança genética, pode haver diferenças na quantidade de proteínas específicas produzidas. Só porque seqüências de DNA são semelhantes, não significa que as mesmas quantidades de proteínas são produzidas. Tais diferenças na expressão da proteína pode produzir respostas muito diferentes nas células. Cerca de 10 por cento dos genes analisados ​​mostraram diferenças significativas nos níveis de expressão entre chimpanzés e seres humanos

 

A Extrema Sabedoria de um Filósofo Resolve Muito

O francês Blaise Pascal, um dos maiores gênios da humanidade, nos traz uma diferença que ao meu ver, acerta em cheio a questão evolutiva e define de forma pontual a questão de que homens e animais são extremamente diferentes.

Ele destaca que animais em geral mantem o mesmo costume, jeito, dimensão e modo de capacidade, e cita as  abelhas que constroem da mesma maneira sua casa em forma hexagonal durante toda a sua historia na terra , e repete outros exemplos de continuidade instintiva de animais, que repetem suas mesmas maneiras de ser, modificando as vezes muito pouco, dependendo de alguma alteração ambiental.

Mas muito diferentemente de todos os animais, o homem vem aperfeiçoando ao infinito todas as suas formas de pensar, arquiteturas, filosofias, teologia, tecnologias, musicas, línguas, sotaques, etc... o homem, diferente dos animais tende ao infinitas combinações e aperfeiçoamentos, enquanto os limites de todos os  animais é  comparativamente falando monótono.

E não somente a superioridade do homem se destaca, mas a semelhança do resto dos animais em sua limitação, é notória, nítida, clara.

Mas apesar disso, devemos admitir que existe um lado instintivo e animalesco nos homens que continuam e continuarão seguindo a mesma ordem de coisas; e ironicamente, no mesmo capítulo, Pascal cita já em sua época como é recebido com maior pecado quando se ousa falar de forma inovadora no campo cientifico, mais do que quando falamos algo novo em campo teológico, parece que neste sentido animal, orgulhosos, teimoso, arrogante, o homem não muda, só em seu sentido eterno, aberto, criativo e divino. Quando somos animais, aí sim, somos iguais :P

 

 

 

REFERÊNCIAS

 

 

Eighty percent of proteins are different between humans and chimpanzees (Oitenta por cento de proteínas são diferentes entre os seres humanos e chimpanzés Galina Glazko, Vamsi Veeramachaneni, Masatoshi Nei, Wojciech Makayowsk.  Disponivel em http://www.personal.psu.edu/nxm2/2005%20Publications/2005-glazko-etal.pdf

Ann Gibbons, "Qual de nossos genes nos torna humanos?" Ciência 281 (1998): 1432-1434.

S. Kakuo, K. Asaoka e T. Ide, "Human é uma espécie única entre os primatas em termos de comprimento do telômero", Biochem. Biophys. Res. Commun 263 (1999):. 308-314.

Análise global das diferenças de splicing alternativo entre humanos e chimpanzés http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2049197/

http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1678-31662010000100005&script=sci_arttext

O splicing alternativo

Desafia o conceito de gene de forma muito substancial pelo fato de ser bastante comum. Ele conduz a uma significativa expansão do proteoma de metazoários e é considerado um dos grandes responsáveis pela complexidade funcional do genoma humano, porque permite que grande diversidade proteica coexista com um número relativamente limitado de genes. É difícil estimar a frequência dos processos de splicing alternativo nos organismos, porque eles ocorrem, na maior parte das vezes, em momentos precisos do desenvolvimento e em tecidos específicos. Estima-se que a média do número de transcritos diferentes de RNA por locus é bem maior do que um, chegando a 5,4 transcritos/locus (cf. Gericke & Hagberg, 2007). Modrek e Lee (2002) chegam a relatar que de 35 a 59% dos genes humanos sintetizam rnas que sofrem splicing alternativo. Mesmo que uma porção significativa das variantes preditas de splicing não seja funcional (Sorek et al., 2004), ainda assim é o caso de que o splicing alternativo é um dos componentes mais significativos da complexidade funcional do genoma dos metazoários.

Pseudogene ou Gene?

O achado de que pseudogenes podem ser funcionais traz novas dificuldades para a conclusão de que eles não são genes. Este não é um problema de pequena monta. Estima-se que cerca de 19% de todos os pseudogenes são, de fato, transcritos (The Encode, 2007). Assim, se estudos posteriores mostrarem que pseudogenes são também traduzidos, a distinção entre genes e pseudogenes ficará insustentável. Ao que tudo indica, estamos caminhando nessa direção. Por exemplo, o "gene" phosphoglicerato mutase 3 (pgma3) é considerado um pseudogene em humanos, mas um estudo mostrou que esse pseudogene produz proteínas funcionais em chimpanzés (cf. Betrán et al., 2002). Trata-se, então, de um gene ou de um pseudogene? Uma entidade pode ser considerada um pseudogene em humanos e um gene em chipanzés? Casos como este mostram claramente como pode ser arbitrário chamar determinada sequência de DNA de gene ou de pseudogene. Idem

E sobre a semelhança entre humanos e DNA do chimpanzé? https://answersingenesis.org/genetics/dna-similarities/what-about-the-similarity-between-human-and-chimp-dna/ -  Para colocar esse número em perspectiva, uma página típica de 8 ½ x 11 polegadas de texto pode ter 4.000 letras e espaços. Levaria 10.000 essas páginas cheias de texto à igualdade de 40 milhões de cartas! Assim, a diferença entre os seres humanos e chimpanzés inclui cerca de 35 milhões de bases de ADN que são diferentes, de cerca de 45 milhões no humano que estão ausentes do chimpanzé, e cerca de 45 milhões no chimpanzé que estão ausentes do humano.

http://www.fomosplanejados.com.br/capitulos/assuntos/assunto.asp?codcapitulo=22&codassunto=134&numero=10

http://sodregoncalves.no.comunidades.net/index.php?pagina=1399603296

https://answersingenesis.org/genetics/human-gulo-pseudogene-evidence-evolutionary-discontinuity-and-genetic-entropy/

http://www.creationresearch.org/crsq/articles/43/43_3/baraminology.htm

PASCAL, Blaise. Coleção Pensamento e Vida
Volume 9: Pascal - Cientista e Filósofo Místico, pag 95.

DNAmt http://www.africanancestry.com

GASPAR NETO, Verlan Valle  and  SANTOS, Ricardo Ventura. Biorrevelações: testes de ancestralidade genética em perspectiva antropológica comparada. Horiz. antropol. [online]. 2011, vol.17, n.35, pp. 197-226. ISSN 0104-7183.  http://dx.doi.org/10.1590/S0104-71832011000100008.

JOAQUIM, Leyla Mariane  and  EL-HANI, Charbel Niño. A genética em transformação: crise e revisão do conceito de gene. Sci. stud. [online]. 2010, vol.8, n.1, pp. 93-128. ISSN 1678-3166.  http://dx.doi.org/10.1590/S1678-31662010000100005. 

Descobertas Genéticas que tornam obsoleto o conceito de genes -