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Meio Ambiente
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Criacionismo e Ambientalismo

 

Milhares de Instiituições de caráter Científico-criacionista com milhares de conceituados cientistas de diversas áeas, se destacam atuando em defesa do meio ambiente, saúde  e diversos outros 1
http://members.aol.com/dwr51055/Creation.html#Local%20Creationist%20Groups

http://www.rae.org/revevlnk.html

http://ausable.org/au.pacificrim.cfm

http://www.nwcreation.net/groupcreation.html

A combinação cientifica ao redor do mundo, tem sido interessante ao processo de educação cientifica, até pela motivação que grande polêmica gera.

No meio de todo esforço, soluções cientificas diversas na área da saúde, ambientais, melhoiramento genético,  aparecem como resultado prático dos modelos de pensamento cientifico em competição. (Apesar que o modelo criacionista não seja ainda oficializado e trabalhe por conta propria em suas pesquisas ) ..Eu mesmo,  movido pela polêmica,  acabei por desenvolver e encaminhar um projeto que impede a emissão de mais de 10.000 tonelaas/dia de dióxido de carbono,  e outros gases altamente tóxicos e cancerígenos na atsmofera.

Mas este casamento não pára por ai, pois entender para resgatar a originalidade das florestas e entender o quadro genético ideal que funciona sob regras ideais , paradisiacas, capazes de fabricar florestas luxuariantes (carbonifero) de prover a existencia e dar sustento a animais imensos, e tornar as especies-mães em pequeno numero capazes de descender variabilidades inumeraveis sem se extinguirem no inicio, nos parece uma tarefa de profunda compreensão prática da vida em sua fragilizada historia adaptando-se e fugindo de todas as ameaças.


Para tentar fundamentar um pouco estas perspectivas em diversos argumentos , preparamos uma pequena amostra que julgamos importante como introdução a ela.

Boa leitura!






Baraminologia

Tradução de Giovana Izidoro







Espécies ancestrais

Espécies ancestrais na Biologia, são organismos que compartilham uma ascendência comum. A expressão foi tirada do Gênesis, que relata que  na semana da criação Deus criou muitos tipos de organismos. Eles também são referidos como "tipos", "espécies originais", "espécies do Gênesis", e mais formalmente por cientistas criacionistas como espécies básicas/tipos da criação (baramin). Baraminologia é um crescente domínio da ciência da criação/das origens envolvido com a identificação e estudo das espécies criadas/ancestrais.


Sumário

1 Definições Bíblicas
2 Diversificação de Espécies Originais
3 Limites entre espécies
4 Hipótese de espécies
 - 4.1 Identificar originalmente espécies ancestrais
 - 4.2 Registro Fóssil
 -  4.3 Dados da Hibridação
 - 4.3.1 Exemplos de híbridos
 - 4.4 Contas escriturais
 - 4.4.1 Criação
 - 4.5 A inundação
 - 4.6  Outras referências bíblicas para espécies
5 História do conceito
6   Referências Relacionadas
7 Ver Também

Definições Bíblicas

O conceito de "espécie" provém do livro bíblico do Gênesis onde é primeiramente mencionado no capítulo 1.
12 A terra, pois, produziu relva, ervas que davam semente segundo a sua espécie e arvores que davam fruto,cuja semente estava nele,conforme a sua espécie.E viu Deus que isso era bom.13Houve tarde e manhã,o terceiro dia.14Disse também Deus: "Haja luzeiros no firmamento dos céus,para fazerem separação entre o dia e a noite,e sejam eles para dias e anos.15E sejam para luzeiros no firmamento dos céus,para alumiar a terra.E assim se fez.16Fez Deus os dois grandes luzeiros:o maior para governar o dia, e o menor para governar a noite;e fez também as estrelas.17E os colocou no firmamento dos céus para alumiarem a terra,18para governarem o dia e a noite e fazerem separação entre a luz e as trevas.e viu Deus que isso era bom.19Houve tarde e manhã,o quarto dia.20Disse também Deus:Povoem-se as águas de enxame de seres viventes;e voem as aves sobre a terra,sob o firmamento dos céus.21Criou,pois,Deus os grandes animais marinhos e todos os seres viventes que rastejam,os quais povoavam as águas,segundo as suas espécies;e todas as aves,segundo as suas espécies.E viu Deus que isso era bom.22e Deus os abençoou,dizendo: "Sede fecundos,multiplicai-vos e enchei as águas dos mares;e,na terra,se multipliquem as aves.23Houve tarde e manhã,o quinto dia.24 Disse também Deus: "Produza a terra seres viventes,conforme a sua espécie:animais domésticos,répteis e animais selvaticos,segundo a sua espécie.E assim se fez. Genesis 1:12-24
Em contraste com o princípio evolucionário de ascendência totalmente comum,  biólogos criacionistas defendem que toda a vida na Terra não está relacionada com uma única célula - final, mas que a vida foi criada em um número finito de diversas formas, tipos basicos,  que posteriormente sofreu especiação (segundo conceitos de especie atuais) e maciça mudança genética ao longo de milhões de gerações.
Visto que espécie ancestral refere-se à ascendência comum análogas à clado. Baraminologia, ou o esforço para classificar a vida, de acordo com as espécies criadas/ancestrais, é desse modo, o criacionista equivalente a cladística.

É muito importante não confundir as "espécies criadas/ancestrais" com espécies. Embora animais como a raposa e o coiote podem ser considerados como espécies impostamente diferentes (taxonômicas), eles ainda são a mesma "espécie" de animal.

A espécie criada/ancestral é considerada mais frequentemente como sinônimo de "Família", nível de classificação na hierarquia taxonômica; pelo menos em mamíferos; e ocasionalmente pode estender-se tão elevado como o ultimo nível.

Diversificação das Espécies Originais

A espécie criada/ancestral é baseada em uma idéia de que organismos foram criados com a habilidade inata para variar grande quantidade, e processos evolutivos (biomodificacões  adaptativas) são apenas o meio pelo qual essa capacidade inata para variar é expressa.
 
 
Um esquema de Respostas no Gênesis.


 
A árvore filogenética da biologia evolutiva.



A árvore filogenética criacionista é semelhante em forma e função com a árvore evolucionista, mas tem duas diferenças importantes.
 Primeiro, enquanto a árvore evolucionária traça uma vida de volta a uma única célula ou população da única célula dos organismos, a arvore da biologia criacionista traça uma vida de volta a um número de populações diferentes das formas de vida, o que praticamente assemelha-se com as formas de vida hoje.

 Em segundo lugar, enquanto a árvore evolucionária dá crédito à mudança evolutiva para um aumento da diversidade genética de organismos simples ou mais complexos, a arvore da criação biológica dá crédito a pequenas mudanças mutacionais para o reordenamento e expressão da variabilidade genética, que foi "construído em" para as espécies originais.

Muitos criacionistas acreditam que as mudanças dentro de uma população são realizadas através da degradação do genoma criado. Outros afirmam que organismos moleculares foram concebidos com uma máquina molecular capaz da edição de genes,  acrescentando novos alelos para a população, o que gera diversidade.

[Segundo o criacionista  Sodré, as mudanças evolutivas a partir de tipos basicos criados, possuem direções primeiramente adaptativas e sobreviventes, possuem também aspecto degenerativo ligado a estas constantes necessidades de adaptações "dominantes" e ao acúmulo cada vez maior de doenças genéticas nas descendencias (Citando o Dr Sanford).  O Trabalho dele tem apontado as adaptações evolutivas como uma saída do tipo "custo-beneficio" relativo ao ambiente que o ser vivo deverá viver, onde o papel da seleção natural é reduzido a uma "poda" natural que ajuda na fixação de novas configurações sobreviventes].

É de acordo,geralmente, que a seleção natural,  isolamento reprodutivo (especiação), e deriva genética são eficazes nos levando à formação de populações que são altamente adaptados ao seu ambiente. Crê-se que especiação e deriva genética tenham ocorrido em altas freqüências durante a dispersão, imediatamente após a inundação mundial.
"O criacionismo bíblico ainda descreve um histórico de sobrevivência degenerativa nas genealogias de Gênesis 10 e 11, que relatam queda vertiginosa de longevidade da espécie humana e fundação por efeito gargalo, de uma outra espécie humana degenerada, sobrevivente, porem mais adaptada em relação a anterior, especiando ou etnificando nos novos climas nos quais foram se isolando e criando novas subespécies e etnias, devido a variabilidade genética populacional reduzida vertiginosamente nas tragédias e nos isolamentos populacionais amplamente e repetidamente descritos na Bíblia, criando novas configurações genópticas e consequentemente fenópticas (quanto ao DNA e quanto aos novos ambientes), aumentando a expressão e biodiversidade sobrevivente da espécie humana, animais e vegetais".Sodré
http://www.forum.clickgratis.com.br/viewtopic.php?p=2&mforum=cienciadasorige#2

Seleção é usada para explicar a formação de espécies distintas por criacionistas e evolucionistas. Imagine uma pequena genética na qual há genes para ambos os olhos azuis e castanhos uniformemente distribuídos por toda a população. Em tal situação, algumas pessoas vão nascer com olhos castanhos e outras pessoas irão nascer com olhos azuis. No entanto, se uma parte da população separa-se do grupo principal e, a menor população tem apenas o gene para olhos castanhos, então os descendentes da menor população terão apenas olhos castanhos. A característica de olhos castanhos tornou - se "fixa" na população isolada. [Fora que os olhos castanhos demonstram ser mais adaptaveis aos climas da terra sobretudo em tempos de dano da camada ozonio e exposição cada vez maior aos raios solares]

Muitos criacionistas acreditam que a formação das raças foi também resultado desse processo. Acredita-se que a população a bordo da arca tenha sido uma população hibrida contendo as características genéticas de todas as raças. Quando a população se espalhou sobre a Terra depois da inundação, a genética ficou isolada e começou a se adaptar diferentemente para as regiões em que se estabeleceram. Por exemplo, cor da pele clareou por ["comandos mutacionais adaptativos no crossing over nas descendencias" by Sodré] e  seleção natural, de modo que as populações do norte desenvolveram pele clara, a fim de produzir vitamina D em zonas desfavorecidas pelo sol, enquanto populações equatoriais desenvolviam pele escura para protegê-los dos efeitos nocivos do sol. Como conseqüência do isolamento das populações, a característica racial tornou-se "fixa" nas respectivas populações mais isoladas sobetudo nos tempos antigos, o que resultou nas características da raça humana observáveis hoje.


Limites entre espécies


A maioria das controvérsias quanto a espécies criadas/ancestrais gira em torno de imporem limites entre espécies - a posição em que as espécies não são associadas. Alguns desafiadores da criação biológica frequentemente perguntam que bases biólogos criacionistas tem para afirmar que tais limites existem, ou para determinar quais são esses limites. O projeto de determinar com precisão o perímetro entre as espécies não é tarefa fácil, porque ele é, na sua essência, um projeto histórico, em que a prova é estritamente limitada pela evidência disponível hoje. Este problema é análogo a problemas na construção de árvores filogenéticas, onde a luta evolutiva de biólogos é para determinar quais os critérios que devem ser usados para determinar a forma como a vida é relacionada. Criacionistas geralmente afirmam que conclusões sobre ascendência comum só devem ser estabelecidas se houver provas substanciais para apoiar a conclusão. Isto é, não se deve presumir que as formas de vida estão relacionadas, mas deve realizar essa posição só se houver sólidas razões para fazê-lo.



Na ausência da capacidade de observar diretamente a vida na sua forma original, a classificação das espécies geralmente gira em torno da compatibilidade reprodutiva - o que é, espécies ancestrais são geralmente vistas como tendo ascendência comum se forem reprodutivamente compatíveis. [ou se não distarem tanto do seu mapeamento genético]
Assim, os seres humanos e os sapos são considerados como espécies diferentes porque não são reprodutivamente compatíveis em tudo, enquanto as raças africanas e européias são consideradas claramente da mesma natureza, porque elas são completamente reprodutivamente compatíveis.

A classificação é mais difícil quando a compatibilidade reprodutiva é parcial, como no caso da mula, um híbrido do cavalo e do burro,  que, embora seja viável, não é fértil.

 Embora seja  possível que as duas espécies descendem de um antepassado comum devido à sua compatibilidade reprodutiva, também é possível que não, mas foram criados separadamente com sistemas reprodutivos semelhantes, suficientes para criar descendência viável, mas não o suficiente para criar descendência fértil semelhante. [Neste ponto alguns criacionistas sugerem  a possibilidade que até uma determinada altura nas descendencias a reprodução poderia ser compativel, diminuindo a mesma em isolamentos póstumos seguido de diversas fixações sobrepostas as descendencias, contudo,  mesmo tendo certa parcimonia,  tal argumento carece de solidez tanto quanto a arvore evolucionaria]

Outros critérios de ascendência comum são rejeitados. O simples fato de que são organismos vivos não é visto como evidência de ascendência comum, porque não há provas disponíveis para refutar a possibilidade que a vida surgiu nas diversas formas diferentes/não relacionadas. Semelhanças genéticas e fisiológicas não são vistas como evidencia de ascendência comum, porque não há possibilidade para refutar que as semelhanças genéticas são o resultado de um desenho semelhante, sendo usado em diferentes "tipos/espécies".

Desde 2001, biólogos criacionistas no Baraminology Study Group (Grupo de estudos de Baraminologia) estão desenvolvendo um novo método para delimitar espécies criadas/ancestrais. O novo método envolve a aplicação de caracteres morfológicos dados para criar um "espaço de caráter biológico", que podem então ser utilizadas para determinar continuidade e descontinuidade entre as espécies e, em última análise para determinar "trajetórias biológicas". Este método é discutido em maiores detalhes no artigo Baraminologia.

19 "Guardarão os meus estatutos" "Não se ajuntem diferentes tipos de animais." "Não planta seu campo com dois tipos de sementes." "Não use roupas tecidas de dois tipos de material." Levítico 19:19

[Este texto revela tal costume na antiguidade onde diversas "raças" podem ser consideradas hoje transicionais quando poderiam ser apenas experiencias humanas]

Hipótese de espécies

Biólogos criacionistas têm proposto uma série de possibilidades para as "espécies" criadas/ancestrais:
 Humanidade - O criacionista Sigrid Hartwig - Scherer concluiu que H. erectus/ergaster , Neandertals e H. Erectus / ergaster, Neandertals e H. Sapiens eram membros de um mesmo tipo básico (que corresponde a um monobaramin). Homininae com os fósseis chamados Australopithecus afarensis, A. anamensis , A. Anamensis, A. africanus , A. Africanus, A. robustus , A. Robustus, A. aethiopithecus , A. Aethiopithecus, A. boisei e possivelmente Ardipithecus ramidus atribuído a outro tipo básico, Australopithecinae.
 Felídeos (Felidae) - Criacionistas do Creation Ministries International (Ministérios Internacional da Criação) e do Institute for Creation Research(Instituto de Investigação da Criação) têm proposto que os originais eram comparáveis aos tipos do Liger e os Tigon.
 Canídeos (Canidae) - Semelhante à espécie associada a gatos, propõe - se que todos os caninos tinham um antepassado comum. http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=14251159&tid=2522777946175766980&kw=c%C3%A3es
 Camelidae - Inclui tanto o camelo e as llamas, que são reprodutivamente compatíveis, seus descendentes híbridos sendo conhecido como "Camas".
  Equídeos - Incluindo Cavalos, Zebras e burros.
  Crocodilia - Incluindo todas as variedades de crocodilo, crocodilo, e gavial.
  Elefantes - Elefantes africanos e indianos podem hibridizar ainda sendo classificados no mesmo gênero.
Assim, a espécie criada/ancestral corresponde aproximadamente ao nível de família da classificação taxonômica, e possivelmente até o fim com a notável exceção da humanidade.

Identificar originalmente espécies ancestrais

Para compreender a verdadeira história biomodificacional  (evolutiva) da vida na Terra, é importante identificar quais foram os organismos criados no início, é geralmente presumido que uma espécie é similar ao gênero ou família, dependendo do exemplo dado. A lista canônica de tipos/espécies, não foi construída e exemplos são extremamente provisórios (com exceção do homem, em que existe um forte consenso criacionista). Baraminologistas recorrem a várias fontes de informação para identificar as espécies ancestrais/criadas, que incluem contas escriturais, o registro fóssil e hibridização de dados.


Registro Fóssil

    Para identificar se uma determinada variedade foi criada na evolução, baraminologistas compararam com os organismos vivos visíveis no registro fóssil (que criacionistas interpretam como sendo majoritariamente previsto durante a inundação). Criacionistas previram  que organismos mudam drasticamente ao longo do tempo, e muitas novas espécies têm desenvolvido desde a criação. [Pesquisas recentes ligadas a especiação em tepo real tem demonstrado a surpresa comque evolucionistas admitem mudanças drásticas 1] No entanto, também é visto como improvável que qualquer variedade específica teria evoluído independentemente antes e também após o grande dilúvio.  Portanto, acredita - se ser assumido que qualquer organismo vivo hoje, que tem óbvios antepassados no registro fóssil, é uma espécie ancestral/criada.[alguns defendem casos raros]


Dados da hibridação


Criacionistas vêem compatibilidade sexual sendo um dos melhores indicadores físicos que o organismo pertence ao mesmo baramin - espécies básicas(espécie ancestral).Isto é, em grande medida baseada nas observações que compatibilidade diminui ao longo do tempo em espécies afins devido à deriva genética. A Bíblia também afirma que Deus criou organismos com sementes, de acordo com os seus vários tipos. Portanto, a capacidade de espécies geneticamente dissimilares a acasalar com sucesso, parece indicar que elas estão relacionadas. Um híbrido é a descendência que os resultados desse tipo de acasalamento.
Hibridação refere - se especialmente a reprodução humana de plantas ou animais de diferentes raças ou espécies, embora variedades selvagens sejam reconhecidas. Plantas híbridas são criadas quando o pólen de uma espécie de planta é usada para polinizar e completar diferentes variedades, resultando em uma nova planta. Neste tipo de cruzamento também é utilizado o apoio que a espécie criada/ancestral é mais ampla do que a denominação das espécies e, muitas vezes, sinônimo de nível de família na classificação taxonômica.

Para ajuda na identificação de baramin (espécies básicas), uma base de dados de casos conhecidos de reprodução entre espécies era necessário.
Para atender essa necessidade, Ashley Robinson e Todd Wood começaram com uma base de dados da internet de referencias publicadas sobre híbridos interespecíficos.Esse importante instrumento de investigação da ciência da criação é chamado de HybriDatabase(Base de dados de Híbridos).A base de dados está hospedada e mantida no Centro de Investigação das Origens(CORE),na sede do Bryan College,e atualmente contém cerca de 5000 registros híbridos.

Exemplos de híbridos

 
O Ligre (liger) é um híbrido (um cruzamento entre um macho leão e um tigre).

* A mula - é um cruzamento entre um cavalo e um burro.
* O ligre - é um cruzamento entre um leão e um tigre.
* Wolphin (Keikaimalu) é um híbrido fértil de dois gêneros diferentes, a falsa baleia assassiana e golfinhos nariz-de-garrafa. (Dolphin + Whale = Wholphin)
* A própria Kekaimalu deu origem a um bezerro, mostrando que ela era um híbrido fértil. Assim, essas criaturas classificadas como gêneros deferentes são realmente uma única espécie politípica (muitos - tipo) .
* Bos (verdadeiros bovinos) e Bison (búfalos americanos) podem produzir um híbrido fértil chamado cattalo. Bos e Bison são, portanto, igualmente a mesma espécie politípica embora classificada como diferentes gêneros.
* Brassica e Raphanus são diferentes gêneros de vegetais que hibridizam e ao que foi dado um novo nome genérico Raphanobrassica.
* O criacionista Don Batten ajudou a criar um híbrido de espécies de frutas lychee (Litchi chinensis), nativa da Ásia e longan (Dimocarpus longana),conhecida como olho de dragão, novamente classificados como gêneros diferentes.

Contas escriturais

Infelizmente, as descrições dos tipos de plantas e animais formados durante a semana da criação são muito gerais, e não fornecem definições específicas que possam ajudar.
 9Então disse Deus: "Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num só lugar,e apareça a porção seca.e assim se fez.10A porção seca chamou Deus Terra e ao ajuntamento das águas,Mares.E viu Deus que isso era bom.11E disse: "Produza a terra relva,ervas que dêem semente e arvores frutíferas que dêem fruto segundo a sua espécie,cuja semente esteja nele,sobre a terra.E assim se fez.12A terra pois,produziu relva,ervas que davam semente segundo a sua espécie e arvores que davam fruto,cuja semente estava nele,conforme a sua espécie.E viu Deus que isso era bom.13Houve tarde,manhã,o terceiro dia. Gênesis 1:9-13
20Disse também Deus: "Povoem-se as águas de enxames de seres viventes,e voem as aves sobre a terra,sob o firmamento dos céus.21Criou,pois,Deus os grandes animais marinhos e todos os seres viventes que rastejam,os quais povoavam as águas,segundo as suas espécies;e todas as aves,segundo as suas espécies.E viu Deus que isso era bom.22E Deus os abençoou,dizendo: "Sede fecundos,multiplicai-vos e enchei as águas dos mares,e ,na terra, se multipliquem as aces.23Houve tarde e manhã,o quinto dia.Gênesis 1:20-23

24Então disse Deus: "Produza a terra seres viventes,conforme a sua espécie:animais domésticos,répteis e animais selvagens,segundo a sua espécie.E assim se fez.25E fez Deus os animais selvagens, segundo a sua espécie, e os animais domésticos, conforme a sua espécie, e todos os répteis da terra, conforme a sua espécie.E viu Deus que isso era bom.26Também disse Deus; "Façamos o homem à nossa imagem,conforme a nossa semelhança;tenha ele domínio sobre os peixes do mar,sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra.27Criou deus,pois, o homem à sua imagem,à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.28E Deus os abençoou e lhes disse: "Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todo animal que rasteja pela terra.29E disse Deus ainda: "Eis que vos tenho dado todas as ervas que dão semente e se acham na superfície de toda a terra e todas as arvores em que há fruto que dê semente,isso vos será para mantimento.30E a todos os animais da terra, e a todas as aves dos céus, e a todos os répteis da terra, em que há fôlego de vida, toda erva verde lhes será para mantimento.E assim se fez.31Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom.Houve tarde e manhã,o sexto dia.Gênesis 1:24-31
Resumo das espécies ancestrais/criadas detalhadas em conta da criação encontrados dentro de Gênesis 1

Muitas espécies de plantas a dar frutos;
Muitas espécies de árvores a dar frutos;
Muitos tipos de grandes criaturas do mar;
Muitos tipos de organismos aquáticos sésseis e móveis.
Muitas espécies de aves;
Muitos tipos de gado;
Muitas espécies de insetos, e;
Muitas espécies de animais selvagens



A inundação


Referencias adicionais as espécies/tipos estão presentes durante a descrição da inundação mundial, mas novamente estas declarações são tão gerais como não fornecem definições especificas.Só podemos ter a certeza de que um grande número de espécies de cada um dos tipos de animais referidos estiveram presentes a bordo da arca. Por exemplo, sabemos que havia muitas aves devido à afirmação "todas aves  de cada espécie". No entanto, não podemos ter a certeza se Deus criou apenas uma espécie de aves, como as "aves de rapina", ou várias espécies diferentes.

13Nesse mesmo dia entraram na arca Noé, seus filhos Sem, Cam e Jafé, sua mulher e as mulheres de seus filhos; 14eles, e todos os animais segundo as suas espécies, todo gado segundo as suas espécies, todo os répteis que rastejam sobre a terra segundo as suas espécies,todas as aves segundo as suas espécies,todos os pássaros e tudo o que tem asas.15De toda a carne, em que havia fôlego de vida, entraram de dois em dois para Noé na arca; eram macho e fêmea os que entraram de toda carne, como Deus havia ordenado; e o Senhor fechou a porta após ele.Gênesis 7:13-16

As únicas menções específicas no momento da inundação são a pomba e o corvo, que foram usados por Noé para testar se a terra tivesse suficientemente seca. A partir desta referência podemos suficientemente concluir que houve, de fato, um grande número aves a bordo da arca.
6Ao cabo de quarenta dias, abriu Noé a janela que fizera na arca.7e soltou o corvo, o qual, tendo saído, ia e voltava, até que se secaram as águas de sobre a terra.8Depois, soltou uma pomba para ver se as águas teriam já minguado da superfície da terra; 9mas a pomba, não achando onde pousar o pé, tornou a ele para a arca; porque as águas cobriam ainda a terra.Noé, estendendo a mão, tomou-a e recolheu consigo na arca.Gênesis 8:6-9

Outras referências bíblicas para espécies


Há outras menções de animais no final do Antigo e Novo Testamento, mas deve se ter cuidado à aceitação destas como baramin (espécies básicas). Dada a rapidez com que especiação e diversificação pode ocorrer, é possível que muitos dos animais listados noutras partes da Bíblia têm se desenvolvido desde a inundação global.
Por exemplo, a lista de animais imundos e poluentes em Deuteronômio 14 contém referências para a asa preta e vermelha, que provavelmente deve ser encarada como pertencentes à mesma baramin(espécie básica).Ele também enumera várias espécies de mochos incluindo a coruja do deserto, que tem sem dúvida se adaptado às condições que não existiam antes da inundação.
3Não comereis coisa alguma abominável. 4São esses os animais que comereis: o boi, a ovelha, a cabra, o veado, a corça, a cabra montes, o antílope, a ovelha montes e o gamo.6Todo animal que tem unhas fendidas, e o casco se divide em dois e rumina, entres os animais, isso comereis. 7Porem estes não comereis, dos que somente ruminam ou que tem a unha fendida: o camelo, a lebre e o arganaz, porque ruminam, mas não tem a unha fendida; imundos vos serão. 8Nem o porco, porque tem unha fendida, mas não rumina; imundo vos será. Destes não comereis a carne e não tocareis no seu cadáver. 9Isto comereis de tudo o que há nas águas: tudo o que tem barbatanas e escamas. 10Mas tudo o que não tiver barbatanas nem escamas não o comereis; imundo vos será. 11Toda ave limpa comereis. 12Estas, porem, são as que não comereis: a águia, o quebrantosso, a águia marinha, o açor, o falcão e o milhano, segundo a sua espécie; 14e todo o corvo, segundo a sua espécie; 15 o avestruz, a coruja, a gaivota e o gavião, segundo a sua espécie; 16 o mocho, a íbis, a gralha, 17º pelicano, o abutre, o corvo marinho, a cegonha, e a garça, segundo a sua espécie, e a poupa, e o morcego. 19tambpem todo inseto que voa vos será imundo; não se comerá. 20Toda ave limpa comereis. Deuteronômio 14:3-20


História do conceito


Em 1941, o escritor criacionista Frank L.Marsh propôs que a espécie ancestral bíblica poderia ser definida em termos de reprodução. Ele argumentou que, enquanto duas criaturas modernas podem hibridizar com verdadeira fertilização, as duas criaturas são descendentes de uma mesma espécie.
Esta idéia foi adotada para apoiar a prática da baraminologia e a tentativa de classificar espécies ancestrais. Cientistas criacionistas afirmam que espécies são uma forma de clado,  em que uma espécie posicionada apresenta provas de linhas de ascendência comum entre os membros do organismo.Os poucos criacionistas que trabalham para fazer as classificações não têm até agora chegado a um conjunto coerente de regras para o estabelecimento quando este critério é cumprido. Como tal, as espécies não coincidem com um determinado nível da hierarquia taxonômica.  Em alguns casos, como a humanidade, tipos(kinds) coincidem com espécies ou gênero. Em outros casos, tais como Felídeos,  que podem ser equivalentes ao nível Família de classificação.
O microbiologista e criacionista Siegfried Scherer, refinou os critérios para indicar que se duas criaturas podem hibridizar com a mesma terceira criatura, elas pertencem ou mesmo "tipo básico".Assim, todos os membros de uma espécie em anel seriam membros de um mesmo tipo básico. Scherer também atualizou a explicação de Marsh da verdadeira fertilização:
"Dois indivíduos pertencem ao mesmo tipo básico se embriogênese de um híbrido continua além da fase materna, incluindo coordenadas posteriores de expressão de ambos os genes morfogenéticos paterno e materno" Existe alguma incerteza sobre o que a Bíblia significa exatamente quando se fala de "tipos". A palavra hebraica original usada é min, a qual é utilizada para descrever uma variedade de organismos. Russell Mixter, outro escritor criacionista, comenta que:

Não se deve insistir que 'tipos' significa espécies. A palavra "tipo", como usada na Bíblia pode ser aplicável a qualquer animal que pode ser distinguido, de alguma forma, de outro, ou ele pode ser aplicado a um grande grupo de espécies distinguíveis de um outro grupo. Há uma abundância de espaço para diferenças de opinião sobre quais são os tipos/espécies de Gênesis.

Cientistas criacionistas anunciaram que o elemento dos 'tipos' é aprovado por barimonologistas da ciência da criação/das origens através de provas de linhas de ascendência comum entre os organismos.Os poucos criacionistas que trabalham para fazer as classificações não têm até agora chegado a um conjunto coerente de regras para o estabelecimento quando este critério é cumprido dentro da taxonomia evolutiva. Como tal, os 'tipos' não coincidem com um determinado nível de táxon. Em alguns casos, como a humanidade,  tipos coincidir com espécies ou gênero.Em outros casos,como Felídeos,que podem ser equivalentes ao nível Família na classificação taxonômica.


Referências Relacionadas


 Genetic Variability by Design by Chris Ashcraft. TJ 18(2) 2004.
 Ligers and wholphins? What next? by Don Batten, Creation ex nihilo 22(3):28-33 June 2000
 Variation, information and the created kind by Dr. Carl Wieland TJ 5(1):42-47 April 1991
Origins and the "Created Kind" Concept by Trevor Major, M.Sc., M.A. Apologetics Press
Created kind by Wikipedia
Ver também
 Nicho ecológico
 Natural selection Seleção natural
 Mendelian inheritance Herança Mendeliana

1. O que pareceu fascinar mais outros biólogos, porém, é a grande velocidade com que o fenômeno do deslocamento de caráter ocorreu. "Eu acreditava que fosse demorar muito mais", comentou na "Science" o biólogo David Pfening, da Universidade da Carolina do Norte. A redução média de 5% no tamanho de bico, considerada drástica pelos biólogos, ocorreu no intervalo de cerca de um ano, praticamente de uma geração para a outra.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u14848.shtml
 
2. A Seleção Natural no Criacionismo Bíblico e a Tese do Potencial de Patrimônio Genético Ascendente para a Hipervariabilidade Genética Adaptavel e Entrópica Descendentehttp://www.forum.clickgratis.com.br/viewtopic.php?p=2&mforum=cienciadasorige#2