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Cadê Especiação em tempo real nos 543 M de anos???

 

CSC cabeçalho gráfico

PALEONTOLOGIA DO T

 

 

Cadê a Especiação em tempo real

 

nos 543 milhões de anos?

(***o presente artigo está sofrendo constantes revisões e aprimoramentos por pares, portanto, visite-nos outras vezes para verificar atualizações,  e sendo da área,  ajude-nos a completá-lo! Desde já agradecemos sua visita)

 

"

"A história da maioria das espécies fossilizadas inclui duas características particularmente incoerentes com o gradualismo:

1) Estase. A maioria dos espécimes não exibe mudança direcional durante seu período de vida na Terra. Eles aparecem nos fósseis de maneira muito semelhante à época na qual desapareceram; a mudança morfológica é normalmente limitada e sem direção clara.

2) Aparecimento repentino. Em qualquer área, uma espécie não aparece gradualmente mediante a constante transformação de seus ancestrais; ela aparece de uma vez e plenamente formada.1

[3) Repetições Taxonômicas. Temos epetições das mesmas espécies nos bilhões de achados fósseis e não uma diversidade, que seria esperada para espelhar uma realidade abranendo 500 milhões de anos alternadamente]

 

Em outras palavras, Gould está admitindo que espécimes fósseis aparecem de repente, plenamente formados e permanecem os mesmos até a extinção, sem nenhuma mudança direcional — exatamente aquilo que esperaríamos encontrar se a criação fosse verdadeira. Contudo, em vez de adotar o criacionismo, Gould rejeitou o gradualismo de Darwin e formulou uma teoria chamada de equilíbrio pontual (EP).

Falar que não havia transicionalidade era uma previsão do modelo criacionista

O EP sugere que os espécimes evoluíram mais rapidamente durante um período de tempo mais curto, explicando assim as grandes lacunas dos fósseis. Gould não tinha nenhum mecanismo natural para explicar esse acontecimento, mas, uma vez que era ateu, tinha de explicar o registro fóssil de alguma maneira. Esse é um caso clássico de permitir que os seus preconceitos manchem as suas observações.

Mas nós divagamos. O ponto principal é que o registro fóssil na verdade se alinha melhor com a criação sobrenatural do que com a especiação sem limites baraminologicos (Marsh). Na verdade, não existem elos perdidos — existe uma cadeia perdida! Na verdade, não existe uma cadeia porque praticamente todos os grupos principais de animais conhecidos existentes aparecem no registro fóssil abruptamente e plenamente formados no extrato do período cambriano (que muitos cientistas afirmam ter ocorrido entre 600 a 500 milhões de anos atrás).

Jonathan Wells escreve: "A evidência fóssil é tão forte e o evento tão dramático que ficou conhecido como 'a explosão cambriana' ou o 'Big Bang biológico'".2 Essa evidência é naturalmente incompatível com o darwinismo e é compatível com o modelo geológico de Berthaut que demonstra que a fauna do cambriano foi sepultada repentinamente

Todos os grupos animais aparecem separadamente, plenamente formados e ao mesmo tempo. Não há evidência de evolução gradual, mas de uma criação instantânea, ou melhor, de uma diversidade  existente e completa em todo planeta como temos hoje, e mais diversificada ainda.. Assim, a árvore darwinista que estamos tão acostumados a ver não ilustra adequadamente o registro fóssil real. De fato, como observa Wells, "se qualquer analogia botânica fosse adequada, ela seria a de um gramado, em vez de uma árvore'.,3 Esse gramado teria pedaços de diferentes tipos de grama ou plantas, separados por grandes áreas de nada além de terra.

Nesse ponto, você pode estar pensando: "Mas e quanto à progressão dos crânios que estamos tão acostumados a ver? Não parece que o homem realmente evoluiu dos macacos?". Alguns anos atrás, eu [Norm] debati com um darwinista que colocou lado a lado vários crânios em cima de uma mesa para ilustrar que a evolução havia acontecido. "Senhoras e senhores, a prova da evolução está exatamente aqui", declarou ele. Uau, como é possível ignorar os fósseis? Os crânios pareciam realmente estar numa progressão. Aparentemente tinham um relacionamento ancestral. Seria essa uma boa evidência para o darwinismo? Não, ela não é melhor do que a evidência de que um caldeirão evoluiu de uma colher de chá. O problema para os darwinistas é que o registro fóssil não pode estabelecer relacionamentos ancestrais.

Por que não? Porque, de acordo com Michael Denton, "99% da biologia de um organismo reside em sua anatomia mole, que é inacessível em um fóssil".4 Em outras palavras, é extremamente difícil descobrir a cobertura biológica de uma criatura olhando para os seus restos fósseis. Jonathan Wells observa: "A prova dos fósseis é aberta a muitas interpretações porque espécimes individuais podem ser reconstruídos de várias maneiras e porque o registro dos fósseis não pode estabelecer relacionamentos ancestral-descendente". 5

Mas isso não pára os darwinistas. Uma vez que o darwinismo tem de ser verdadeiro por causa de seu comprometimento filosófico prévio, os darwinistas precisam encontrar evidências que o apóiem. Assim, em vez de admitir que os fósseis não podem estabelecer relacionamentos ancestrais, os darwinistas pegam o 1 % que os fósseis lhes contam e usam os outros 99% de incertezas para descrever suas descobertas fósseis como algo que pode preencher todas as lacunas que desejam. Com esse enorme número de desvios e nenhum fato para contê-los, os darwinistas sentem-se livres para criativamente construir "elos perdidos" completos com base em restos fósseis comuns, tais como um único dente. É por isso que muitos dos assim chamados "elos perdidos" mais tarde foram expostos como fraudes ou erros.6 Henry Gee, autor chefe da área de ciências da revista Nature, escreve:

 

"Fazer uma fila de fósseis e afirmar que eles representam uma linhagem não é uma hipótese científica que possa ser testada, mas, sim, uma afirmação que tem a mesma validade de uma história para fazer uma criança dormir agradável, talvez até mesmo instrutiva, mas não científica". 7

 

O registro fóssil não é apenas inadequado para estabelecer um relacionamento ancestral. À luz do que sabemos hoje sobre a natureza irredutivelmente complexa dos sistemas biológicos, o registro fóssil é irrelevante para a questão. A similaridade de estrutura ou de anatomia entre tipos (algumas vezes chamada de homologia) também não nos diz nada sobre um ancestral comum. Michael Behe escreve":

 

 

Sodregocalves@yahoo.com.br

 

Ficheiro:Phanerozoic Biodiversity.png

 

 SEDIMENTOS ACUMULADOS NOS TALUDES DESBARRANCAM E CRIAM FORTES TURBIDIDITOS

 

OS TURBIDITOS VÃO SOTERRAR SUBTAMENTE TUDO QUE ENCONTRAR PELA FRENTE, SOBRETUDO, O MUNDO MARINHO

As amostras tem que revelar o quadro geral da diversidade ou não, se encontro repetidas, o quadro geral não é muito diversificado, se encontro pouco repetidas,  posso deduzir um quadro sortido, multicor, racêmico e pouco homogênio (em "estase") ... ...imagine um quadro imenso e pintado com cores que vc não sabe quantas são e quais são (espécies fósseis) ..então vc tem a chance de pegar pontos de pixels deste quadro..e consegue pegar alguns (amostras fósseis da pesquisa paleontológica) ...pela repetição ou não das mesmas cores vc deduz um quadro mais, ou menos colorido ..pela repetição das mesmas especies vc deduz maior ou menor diversidade. Menor variedade significa menor tempo para se especiarem, uma vez que temos observado a grande plasticidade com que as especies atuais se variam e se especiam.

 

 


A possibilidade de se repetir muito as mesmas especies num achado fóssil, diante de suposta previsão de 500 milhões de anos de especies surgindo e se especiando no planeta. 

 

 http://c431376.r76.cf2.rackcdn.com/25783/fgene-03-00130-HTML/image_m/fgene-03-00130-g002.jpg



 As amostras fósseis teriam que revelar o quadro geral da diversidade fóssil. Mas  se encontro mesmas especies repetidas, posso deduzir que o quadro geral não é muito diversificado, se encontro pouco repetidas,  posso deduzir um quadro sortido, multicor, racêmico e pouco homogênio (em "estase"). Em um quadro imenso e pintado com cores que vc não sabe quantas são e quais são (espécies fósseis),  vc tem a chance de pegar pontos de pixels deste quadro..e consegue pegar alguns (amostras fósseis da pesquisa paleontológica) . Pela repetição ou não das mesmas cores vc deduz um quadro mais, ou menos colorido ..pela repetição das mesmas especies vc deduz maior ou menor diversidade. Menor variedade significa menor tempo para se especiarem, uma vez que temos observado a grande plasticidade com que as especies atuais se variam e se especiam.

RESUMO - Temos estimativas, de classificação de todas as  espécies,  que vão de 10 a 50 milhões de especies no planeta,  porém temos catalogado em torno de apenas 300.000 espécies fósseis, sendo que nossas 50 milhões  foram derivadas de  5% dos troncos familiares de espécies fósseis que sobreviveram as extinções em massa,  e algumas coexistem  até o dia de hoje (fósseis vivos), outros estudos ainda diminuem ainda mais o numero de classificações de especies fosseis, que foram erradamente diferenciadas por idade e outros aspectos. Esta comparação deste imenso número taxonômico atual,   com as pequenas classificações que em 200 anos de pesquisas do registro fossil,  puderam ser catalogadas, bem como o que uma estatistica de espaço amostral deveria prever sob o modelo historico da vida, é objeto do atual estudo.

Autores citam que a cada ano,especies novas são descobertas, enquanto que poucas novas espécies fósseis  novas  são descobertas; alguns alegam que isso é devido ao estudo das especies vivas ser mais praticado que das especies fosseis, muitas delas já extintas. E que ocorre picos devido algum sitio fossil ser encontrado esporadicamente, contudo, o número atual comparado ao numero classificatorio do registro fossil de 543 milhões nos deixa muitos questionamentos, pois se temos até 50 milhões de espécie hoje, o  numero de espécies acumulado em 543 milhões de anos, com marcas de diversas catástrofes globais capazes de fotografar parte da biodiversidade,   deveria ser  pois inimaginável , incontável, imenso, e por isso que decidimos investigar porque isto não está sendo confirmado no registro fóssil, apesar dos  200 anos de intensa pesquisa paleontológica sobretudo depois da teoria de Darwin popularizada apartir do livro "Origem das Espécies" em 1859, que promoveu uma grande corrida nas escavaççoes até hoje, atrás dos elos perdidos transicionais. 

Dado o fato da verificação da especiação em tempo real, percebemos que até em pouco tempo, poderemos ter, em muitos casos, arbustos ricos e variáveis de espécies descendentes de uma linha genérica ou tronco familiar. Esperamos portanto,  que em muito tempo e com evidencias de grandes catástrofes intermediárias (as quais geram contingências e mudanças ambientais promotoras de evoluções e sub-especiações derivadas, adaptativas, selecionadas, etc) , que em milhões de anos, um número quase infinito e sortido de amostras de variabilidade das espécies antigas fósseis deveriam  haver nas camadas geológicas sedimentares contendo fósseis (99,9% do chamado éon fanerozoico).

Contudo,  a pobreza e a repetição das mesmas é o que ocorre no registro fóssil, se encontram mais das mesmas, segundo a paleontologia moderna, reformada por  milhares de estudos dos paleontólogos denominados pontualistas como Stephen Jay Gould , Eldregge e outros..

Pensando em especiação em tempo real e na alta capacidade de variação em pouco tempo, em contraste com a pouca amostragem de variação  no registro fóssil, saltam-nos algumas sugestões como:

1. Não houve tempo para muitas especiações e o ambiente era mais perfeitamente adaptado ao seres vivos, sem muitos isolamentos, radiações mutagênicas, situações que não exigiriam adaptação, sub-especiação e resposta imunológica a novos  ambientes. Neste caso imaginaríamos uma pangeia abrigando todos os seres vivos que se espelham por amostras no registro fóssil.  E os seres vivos sepultados tragicamente entre as camadas do cambriano ao pleistoceno,  representam resultados de gigantescos eventos de magnitude global , abertura de fendas em toda crosta da terra, como queda de grandes asteroides geradores de crateras (astroblemas), gigantescas marés e tsumanis imensos viajando a quase 1000 km/hora com pedras e larvas incandescenes, formando uma espéci de brica gigantesca capaz de desenhar em rochas,  vasta atividade vulcânica , com grande poder de erosão, trasnsporte e consequente deposição em larga escala sedimentar , enterrando repentinamente  quase todas os seres vivos e as famílias da terra, permirindo a fossilizção ímpar de completos esqueletos de animais imensos, bem como se comunicando com espessura, largura e extensão de grossas camadas de pacotes únicos.  Teoria Catastrofista lembrando os pais da geologia Cuvier, Steno, etc com seus representantes modernos (BAUMGARDNER; SNEELING; CHAWDUIC; NAHOR SOUZA; KURT WISE; BERTHAUD, CIZEAU, SCHULUMBER, STEGER, BRAND, ETC e tal).


2. Fossilização é rara e por isso temos poucas variáveis nas amostras  de espécies (300.000 apenas sendo 84% artrópodes), a repetição das mesmas variáveis ocorre justamente por causa de sítios onde foram fossilizados demonstrando catástrofes locais que as sedimentaram, e o maior numero de representantes fosseis demonstrando haver mais famílias é porque se acumula representantes de várias épocas. 


3. Uma catástrofe de um asteróide de grande porte gerando um astroblema gerador de mega erosões, gigantescas mares e tsunamis varrendo toda a terra, mega-transportes e mega sedimentações em imensas escalas (SADLER), não fotografariam fragmentos da biodiversidade antiga, mas varreria quase toda evidencia,  portanto os achados que temos representam o pouco que foi preservado em 543 milhões de anos.

 

 

A PALEONTOLOGIA T

 

Denominamos paleontologia do T o gráfico numérico de at´50 milhões de classificações atuais em contraste com o numero (aste) pequeno de apenas 300 mil espécies durante 543 milhões de anos. 

 

 

Ao observarmos  o contraste que existe entre o pequeno numero das amostras de variáveis fósseis, acumuladas supostamente em 543 milhões de anos, pesquisadas durante 200 anos, e com afinco durante 150 anos logo após a teoria de Darwin, com o grande número de amostras da biodiversidade de hoje, destacamos que  exige-se que amostras sejam um espectro da realidade , não se exige número, e portanto, o argumento da raridade fóssil,  por mais que diminua o número de fosseis, não diminuiria tanto amostras da variabilidade, muito menos sua proporção nos achados, pois não escolheríamos repetir as mesmas amostras...

O argumento que encontramos mais troncos familiares que variações, simulando que dada a raridade fossil encontrariamos apenas amostras de tempos mais distanciados, e portanto  encontraríamos "exatamente"  mais familias que mais variações, parece um pouco mais sensato, contudo, ele é falseado no estudo de grandes catastrofes provocadores de  extinções em massa, como tendo de fato a capacidade de fotografar paleontologicamente parte da biodiversidade em um dado momento.

Também citaremos abaixo que a presença de grandes asteroides atingindo a terra, significa exigir no registro fossil uma fotografia fragmentada da biodiversidade da época quando caiu o grande asteroide, devido as gigantescas ondas, tectônicas, marés, tsunamis gigantescos com pedras incandescentes e atividade magmática, regressões e transgressões marinhas, trazendo aos taludes grande quantidade de sedimentos que desbarrancariam formando poderosos e imensos turbiditos que sepultariam em sedimentos principalmente os animais de baixo oceano, e aqueles arrastados até os taludes para de lá escorregarem para os turbiditos e segregação e estratificações espontâneas.


Portanto, o  quadro do registro fóssil revela que não houve tempo e nem circunstancias isoladoras capazes de gerar biodiversidade esperada no mundo fóssil. Tal quadro no registro fossil não espelha pouca  diversidade de generos e espcies, de arbutos,  o que nos faz concluir que não houve muito tempo para sub-especiações entre o cambriano e a extinção do triássico.

 

 

Quantas espécies na Terra? Cerca de 8,7 milhões, Nova estimativa diz

 

 

  1. ~ 7.770.000 espécies de animais (dos quais 953.434 foram descritas e catalogadas)
  2. ~ 298 mil espécies de plantas (das quais 215.644 foram descritas e catalogadas)
  3. ~ 611.000 espécies de fungos (bolores, cogumelos) (das quais 43.271 têm sido descritos e catalogado)
  4. ~ 36.400 espécies de protozoários (organismos unicelulares com comportamento animal, como, por exemplo. Movimentos, dos quais 8.118 foram descritas e catalogadas)
  5. ~ 27.500 espécies de Chromista (incluindo, por exemplo, as algas marrons., Diatomáceas, moldes de água, dos quais 13.033 foram descritas e catalogadas)

Total: 8.740.000 espécies eucarióticas na Terra.

(* Observações:.. Organismos no domínio eukaryote têm células que contêm estruturas complexas fechados dentro das membranas O estudo analisou apenas a formas de vida concedidos, ou potencialmente concedido, o status de "espécie" por cientistas Não estão incluídos: certos micro-organismos e vírus "tipos", por exemplo, o que pode ser extremamente numerosos.)

No 8740000 total é de cerca de 2,2 milhões (mais ou menos 180 mil) espécies marinhas de todos os tipos, cerca de 250.000 (11%) dos quais foram descritas e catalogadas. Quando concluiu formalmente em outubro de 2010, o Censo da Vida Marinha ofereceu uma estimativa conservadora de 1 milhão + espécies nos mares.http://www.sciencedaily.com/releases/2011/08/110823180459.htm

 
 

 

 

Estima-se que hoje tenhamos entre 10 a 50 milhões de espécies, 2 milhões já classificadas por mais de 20 critérios, as vezes divergentes. Esta biodiversidade super-abundante  seria a traço do “T” num gráfico imaginário representando o grande número taxonômico de espécies.

 

A haste do “T” seria  a pobreza taxonômica no registro fóssil percorrendo supostos 543 Milhões de anos. Estima-se que tenhamos em torno de apenas 300 mil espécies, tendo um baixo padrão de diversidade (índice de diversidade).

 

O criacionismo antigo enfatizou a falha em registro transicional de espécies e o evolucionismo acabou por concordar com o criacionismo, quando surgiu o escape do pontualismo ou saltacionismo fóssil  (GOULD, ELDREDGE et e tal) que foi recebido debaixo de muitas críticas e intensa resistência  inicialmente , mas hoje domina  de forma majoritária os defensores da TE, tendo resistência hoje quase que apenas do pessoal da genética que ainda defende o gradualismo e que deveria haver formas graduais no registro fóssil).  

 

O pontualismo   defende que devido a raridade do evento “fóossilização”, apenas as espécies “na moda de um período” (como cobras e ratos hoje) ou  “em estase morfológica” teriam chance majoritária de representatividade fóssil, portanto devido a isso, aparecem apenas algumas formas já estabelecidas e depois salta-se para outras também estabelecidas.

 

Refutamos este posicionamento de leitura paleontológica com o catastrofismo geológico,  através de pontos como:

 

 

 

  1. Presença de centenas de astroblemas (crateras) gerados por asteroides   em todo planeta, bem como sua conjugação com LPIs (Large province Igneous) em diversos trabalhos,  em conjugação com a presença de fossilização em larga escala sedimentar contendo material de meteoritos e asteróides, demonstrando a fotografia do momento da bioiversidade, na qual deveria se conter tanto espécies em estase quanto as outras variações e transições.

 

  1. Mesmo se considerássemos “espécies na moda, em estase” , ao compararmos a imensa variação de cobras hoje por exemplo, teríamos que exigir variação enão repetição morfológica dos animais da moda de cada período também.  

 

  1. Abundância Fóssil em todo  planeta , somadas as trilhões de toneladas destruídas por dia pelas pedreiras, (só aqui no Brasil, deve-se perder inestimável patrimônio fóssil , devido  leis não permitirem  a comercialização de fósseis e ainda roubar o direito ao solo  da mineradora/pedreira que estiver ocupando espaço que contenha  fósseis, estimulando as mineradoras a escondê-los e a pagar propina por liberação de licenças de exploração)

 

  1. Diferenciação de padrões de fossilização como por exemplo, o grau de  completude de animais imensos fossilizados no passado, e a completa ausência e nulidade de candidatos a se tornarem fosseis com bom grau de completude,  de animais grandes do presente. Não se tem noticia de nenhum elefante, girafa, etc, em processo de fossilização quase completos hoje, apenas parte da carcaça. No registro fóssil ocorrem, em bom numero de casos,   graus de completude   Isso apela novamente para o catastrofismo que somente poderia fossilizar em larga escala sedimentar tanto grandes e muito mais pequenos animais, exigindo assim mais a idéia de fotografia do da biodiversidade que fotografia de espécies “na moda” ou “em estase”.  1991: The use of fossil occurrence data to distinguish between instantaneous and stepwise extinction [abstract], Geol. Soc. Am. Abstr. w/ Progr., 1991:A184.  
  2. Trabalhos demonstradores de Diferenciação entre fósseis formados rapidamente e formados lentamente 

 

 

  1. Simulações da NASA  demonstrando todo poder erosivo dos asteróides, as imensas marés e os mega tsunamis gerados (alguns de 1000 metros de altura viajando a uma velocidade de 900 km/h, tendo portanto a capacidade de gerar sedimentos em larga escala (devido grande poder erosivo), transportá-los  por muitos kilômetros, segregá=los devido no transporte os lementos se auto-organizarem pelo “comunismo físico-químico” explicando assim uma certa ordem na sedimentação (Ver trabalhos geológicos como de Berthaut de SEE – Segregação e Estratificação Espontânea http://www.sedimentology.fr/)

 

  1. Proporção fóssil demonstra mais um planta inteiro com suas faunas apropriadas geograficamente sepultado que períodos

 

  

Tese de doutorado em Haward  1102 páginas de Kurt Wise - http://books.google.com.br/books/about/The_Estimation_of_True_Taxonomic_Duratio.html?id=v_bpGwAACAAJ&redir_esc=y

 

 

  1. Ajuntamento de parte de sedimentos como minas de carvão, revela claramente segregação de parte de imensa catástrofe global que um período capaz de fossilizar tal ajuntamento de um tipo de sedimento.

 

  1. Sequência de extinções - A extinção de famílias inicia nas camadas mais profundas , chega a um climax de destruição ao meio e diminui nas camadas mais superficiais. Espelhando um conjunto de catástrofe em seus momentos ascendentes e posteriormente nos momentos descentes.

 

 

 

 

Conclusões

 

A primeira conclusão que chegamos é que não existe nenhuma coerência entre a proporção taxonômica hoje e a proporção taxonômica fóssil, nem se partirmos do pressuposto da “raridade fóssil” (pois as espécies “da moda ou em estase morfologica” de hoje revelam também alto índice de variação comparado a repetições das espécies “da moda” de cada período), e muito menos se considerarmos o fato dos diversos astroblemas que sacudiram este planeta e já demonstraram-se capazes de gerar fossilização em massa fotografando no registro fóssil parte da sua biodiversidade.

 

 

Pontos em vermelho são crateras de impacto (astroblemas) registrados na terra, alguns imensos

 

http://www.passc.net/EarthImpactDatabase/Worldmap.html

 

Estruturas de impacto Ordenado por Diâmetro - http://www.passc.net/EarthImpactDatabase/Diametersort.html

Estrutura Nome

Diâmetro (km)

Santa Fe

6-13

Wetumpka

6.5

Söderfjärden

6.6

Nuvem Creek

7

Crooked Creek

7

Piccaninny

7

Lockne

7.5

Matt Wilson

7.5

Wanapitei

7.5

Beyenchime-Salaatin

8

Bigach

8

Couture

8

Des Plaines

8

Cotovelo

8

Glover Bluff

8

La Moinerie

8

Neugrund

8

Serpent Mound

8

Vepriai

8

Calvin

8.5

Crawford

8.5

Ilyinets

8.5

Bacia Connolly

9

Lumparn

9

Semblante

9

Ragozinka

9

Red Wing

9

Vista Alegre

9,5

Eagle Butte

10

Flaxman

10

Karla

10

Kelly Ocidente

10

Paasselkä

10

Abóbada da agitação

10

Bosumtwi

10,5

Dhala

11

Ternovka

11

Avak

12

Serra da Cangalha

12

Vargeão

12

Wells Creek

12

Nicholson

12,5

Aorounga

12,6

Marquez

12,7

Deep Bay

13

Kentland

13

Sierra Madera

13

Aranha

13

Gweni-Fada

14

Jänisjärvi

14

Zhamanshin

14

Kaluga

15

Logoisk

15

Ames

16

Suavjärvi

16

Luizi

17

El'gygytgyn

18

Gramado Colina

18

Oásis

18

Dellen

19

Glikson

~ 19

Logancha

20

Obolon '

20

Amelia Creek

~ 20

Gosses Bluff

22

Haughton

23

Lappajärvi

23

Rochechouart

23

Boltysh

24

Presqu'ile

24

Ries

24

Tunnunik (Príncipe Albert)

~ 25

Kamensk

25

Rio Steen

25

Strangways

25

Clearwater Leste

26

Mistastin

28

Shoemaker (anteriormente Teague)

30

Slate Islands

30

Yarrabubba

30

Keurusselkä

~ 30

Manson

35

Clearwater Ocidente

36

Carswell

39

Araguainha

40

Chesapeake Bay

40 ****

Mjolnir

40

Puchezh-Katunki

40 ****

Saint Martin

40

Woodleigh

40

Montagnais

45

Kara-Kul

52

Siljan

52

Charlevoix

54

Tookoonooka

55

Beaverhead

60

Kara

65

Morokweng

70

Manicouagan

85 ****

Acraman

90

Popigai

90 ****

Sudbury

130 ****

Chicxulub

150 ****

Vredefort

160 ****

**** Este diâmetro revista é a melhor estimativa para o diâmetro da cratera transitória desmoronada (dimensão borda-a-borda). Nossos diâmetros anteriores citou estimativas máximas de diâmetro danos. Há uma considerável confusão na literatura sobre a definição de "diâmetro". No banco de dados de impacto da Terra, estamos nos esforçando para citar o valor cratera transitória em colapso sempre que possível. Isso pode afetar a ordem de grandeza: por exemplo, diâmetro máximo dano de Sudbury é ~ 260 km (conforme definido pelo diâmetro do anel mais externo), enquanto que a de Chicxulub é ~ 240 km. No entanto, o diâmetro do aro-de-armação de Sudbury é menor do que a de Chicxulub (130 contra 150 km, respectivamente).

A segunda conclusão é que as espécies ancestrais e extintas do registro fóssil não tiveram tempo para se variar tanto , subespeciar ou evoluir. Esta conclusão torna-se ainda mais impactante quando se percebe pesquisas atuais revelando que podemos acompanhar processos de especiações (dentro de um limite de  padrão tipológico) em tempo real.

 

O fator tempo para variação reduz também para o passado o surgimento das espécies, demonstrando que o surgimento foi muito recente ao registro fóssil,   pois é totalmente improvável que elas não se variassem caso existisse muito tempo entre seu surgimento e sua aparição no registro fóssil.

 

 Neste sentido, alem da própria evolução (bio-modificação)  contestar a suposta historia da evolução, a evolução biológica como que troca de lado,  pois desta vez, lança bases harmônicas com  o modelo criacionista de ancestrais básicos criados recenetemente, com a extinção de sua maioria e fossilizados de uma só vez (durante catástrofes conjugadas que levaram segundos, minutos, dias, meses....) e que a pouca variação das mesmas, se deve a um ambiente perfeitamente adaptado a vida, não exigindo das espécies, apesar de seu potencial a  hipervariabilidade, muitas bio-modificações.

 

 

Espaço Amostral aplicada a Biologia das Populações Ancestrais e Atuais

 

Segundo Marconi e Lakatos “amostra é uma parcela conveniente selecionada do universo (população); é um subconjunto do universo”.1  LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia cientí­fica. [S.l.]: Atlas, 2010. ISBN 9788522457588, p. 28)

 

"Em Estatística, amostra é o conjunto de elementos extraídos de um conjunto maior, chamado População. É um conjunto constituído de indivíduos (famílias ououtras organizações), acontecimentos ou outros objetos de estudo que oinvestigador pretende descrever ou para os quais pretende generalizar as suasconclusões ou resultados. Principais razões para se trabalhar com uma amostra:


- A população é infinita, ou considerada como tal, não podendo portanto ser analisada na íntegra;


- Custo excessivo do processo de recolha e tratamento dos dados, como resultado da grande dimensão da população ou da complexidade do processo de caracterização de todos os elementos da população;


- Tempo excessivo do processo de recolha e tratamento dos dados, conduzindoà obtenção de informação desatualizada;


- As populações são dinâmicas, de onde resulta que os elementos ou objetos da população estão em constante renovação, de onde resulta a impossibilidade de analisar todos os elementos desta população;


- Recolha de informação através de processos destrutivos (que, se aplicada exaustivamente, conduziria à completa destruição da população);


- Inacessibilidade a alguns elementos da população, por diversas causas.
Se a constituição da amostra obedecer a determinadas condições, a análise dascaracterísticas da amostra pode servir para se fazerem inferências sobre apopulação".

 

Portanto analisar criteriosamente, a infinita, dinamica, inacessível, etc..população de fósseis, é uma tarefa sobretudo do estudo de amostras.

 

Aqui temos um quadro que ilustra o que  temos em termos de visão do suposto cenário paleontologico contido nas camadas geológicas:

 

Onde temos a pergunta de como deveria ser o padrão amostral sob tais circunstâncias.

Exemplo de amostragem aleatorizada simulando o resultado do sorteio daquelas que deverão ser mensuradas.

1-graf-5.gif (22332 bytes)

 

Se temos um número infinito de variação de especies nos 543 milhões de anos, e encontramos apenas 300.000 de um numero infinito de achados fosseis no mundo, com mais repetições que variações, então temos uma impossibilidade de 

que houvesse um número infinito ou mesmo grande de variações de especies no mundo. Dado o fato que as especies se modificam e se especiam, concluimos que as especies contidas nas camadas geologicas não tiveram tempo para se especiar. Caso tivessem, nos achados fosseis,  haveria indice de variação (IV) elevado e indice de igualdade (II)  diminuído. IV > II e não o contrario como tem acontecido nas escavações paleontologicas.

 

Encontrar em camadas diferentes repetidas vezes as  mesmas especies, neste cenario, é como imaginar um piano caindo em cima de uma pessoa num barco em alto mar. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

havendo biodiversidade semelhante que que temos hoje, ou mais exuberante ainda, pois que o homem não havia  poluido a natureza e ocupado milhões de nichos extinguindo dezenas de milhares de especies, esperíamos encontrar uma fotografia fragmentada da biodiversidade antiga, sobretudo dos seres vivos que viviam em locais mais baixos mais vulneráveis a decantação de sedimentos, da seguinte forma:

 

 

 


 

Os animais que  que viviam em partes mais baixas do mar e da terra, e aqueles arrastados a grande massa sedimentar caindo em taludes e formando na sequencia imensos e energéticos turbiditos, foram quase todos extintos:

Foto de Sodré Gonçalves Jesus Neto Brasil.

 

 

 

 

 

 

Extinção em Massa


"A definição exata de uma extinção em massa é arbitrária, porém, podemos definir como um acontecimento relativamente comum no registo geológico que se caracteriza pelo decréscimo da biodiversidade através da extinção excepcionalmente alta de vários grupos ou, em outras palavras, uma redução acentuada na diversidade e abundancia de vida macroscópica"

"Extinção Cambriana - marca o fim do Cambriano. Extinguiu principalmente, diversas espécies de equinodermos braquiópodes e conodontes. No entanto, as evidências são pobres demais para que se possa dizer com certeza se as taxas de extinção foram excepcionalmente altas em alguma época daquele período.
Extinção do Ordoviciano (444 Ma) - ocorrida no fim do Ordoviciano, vitimou sobretudo trilobites, braquiópodes, crinoides e equinoides; provavelmente resultante de uma erupção de raios gama que atingiu a Terra, fazendo a atmosfera alterar-se, deixando passar os raios UV, e provocando uma era glacial;
Extinção do Devoniano superior (360 Ma) - na Devoniano superior / Carbonífero inferior, evento gradual que vitimou cerca de 70% da vida marinha, sobretudo corais e estromatoporóides. Os placodermos desapareceram neste evento.
Extinção Permo-Triássica (251 Ma) - a maior de todas as extinções em massa, que fez desaparecer cerca de 96% dos géneros marinhos e 50% das famílias existentes; desaparecimento total das trilobites.1
Extinção do Triássico-Jurássico (200 Ma).Cerca de 20% de todas as famílias marinhas e de arcossauros (com exceção dos dinossauros) foram extintas, o mesmo ocorreu com os grandes anfíbios da época.
Extinção K-T (65,5 Ma) - mais conhecida pelo desaparecimento dos dinossauros. Acredita-se ter destruído 60% da vida na Terra.
Extinção do Holoceno - é o nome dado a extinções recentes de plantas e animais".

Referência: http://pt.wikipedia.org/wiki/Extin%C3%A7%C3%A3o_em_massa

 

Que especies foram mais sepultadas e o que isso nos ensina?

Veja como houve extinção maior dos animais de baixo, porque a sedimentação toda de cima na transgressão e regressão marinha, traria e transportaria muitos sedimentos, desbarrancando em seguida nos taludes,  formaria mega-turbiditos até ao fundo dos oceanos , que soterrraria quase toda ou toda a vida dali.

A maioria absoluta dos fósseis são de organismos marinhos e/ou não vertebrados, coincidindo com uma visão global que despejaria o soterramento seguido de  sedimentação em maior volume no fundo dos oceanos, principalmente por turbiditos que são fortes correntes de sedimentos sub-aquáticas.


Veja como houve extinção maior dos animais de baixo, porque a erosão e transporte gerador de sedimentação emlarga escala se formaia em cima e  cobriria  o fundo dos oceanos, extinguindo para mais os de baixo e os que estariam no caminho dos gigantescos turbiditos formados.


https://fbcdn-sphotos-d-a.akamaihd.net/hphotos-ak-frc1/1013248_10200434641612116_1709016610_n.jpg

 

* 95% do total de fósseis são de animais marinhos.
* 95% dos 5% restantes são de algas e plantas.
* 95% dos 0,25% restantes são de invertebrados.
* Os 0,0125% restantes são de vertebrados, principalmente peixes.
Dr. Kurt Wise
Tese de doutoramento: The Estimation of True Taxonomic Durations from Fossil Occurrence Data Ph.D. Geologia (Paleontologia), Harvard University - 1989

 

 

Segundo tese de paleontologia de Harvard, de Kurt Wise, a maioria absoluta dos fósseis são de organismos marinhos e/ou não vertebrados:

* 95% do total de fósseis são de animais marinhos.
* 95% dos 5% restantes são de algas e plantas.
* 95% dos 0,25% restantes são de invertebrados.
* Os 0,0125% restantes são de vertebrados, principalmente peixes.

_____________Ph.D. Geologia (Paleontologia), Harvard University - 1989
Tese de doutoramento: The Estimation of True Taxonomic Durations from Fossil Occurrence Data

Prêmios/Honrarias

1983: "Certificate of Distinction in Teaching", Harvard-Danforth Center for Teaching and Learning, Harvard University
1984: "Certificate of Distinction in Teaching", Harvard-Danforth Center for Teaching and Learning, Harvard University

 

A. Snelling, Where are all the human fossils?Creation14(1):28–33, December, 1991; J. Morris, The Young Earth, Master Books, Green Forest, Arkansas, 2002, 71 http://www.answersingenesis.org/articles/cm/v14/n1/human-fossils Wise, K.P., ‘The Flood and the fossil record’, an informal talk given at the Institute for Creation Research, San Diego (USA) on August 17, 1988.


Wise, K. 2003. THE EVOLUTION OF CREATIONIST PERSPECTIVE ON THE FOSSIL EQUID SERIES. Geological Society of America Abstracts with Programs, Vol. 35, No. 6, p. 610
Austin, S.A., A.A. Snelling and K.P. Wise, Canyon-length mass kill of orothocone nautiloids, Redwall Limestone (Mississippian) Grand Canyon, Arizona, Abstracts with Programs, Geological Society of America Annual Meeting, Denver, Colorado, p. A-421, 1999.
Austin SA, Wise KP. 1999. Gigantic megaclasts within the Kingston Peak Formation (Upper Precambrian, Pahrump Group), Southeastern California: evidence for basin margin collapse. Geological Society of America Abstracts With Programs 31(7):A455.

tese de discussão
http://www.nceas.ucsb.edu/~alroy/pdfs/2010-PSPapers-16-55.pdf

https://www.google.com.br/#q=The+Estimation+of+True+Taxonomic+Durations+from+Fossil+Occurrence+Data+PDF


PORQUE NÃO ENCONTRAMOS CERTOS ANIMAIS NA CAMADA X E ENCONTRAMOS APENAS EM OUTRAS

Pelos criterios abaixo:

1. Estratificação espontanea separando elementos semelhantes em seus aspectos fisicos e quimicos (ver referencias abaixo)

2. Posição geográfica, é claro que os animais que moram nos fundos dos mares ou que fossem arrastados aos taludes e desbarrancassem formando imensos turbiditos seriam soterrados antes

3.Capacidade de Sobrevivencia como os mamiferos, elefantes que prevêem pelo tato nas patas catastofes e fogem para lugares mais altos.

4. Flutuabilidade de corpos diferenciada poderia organizar enterro de uns primeiros

5. Especies ancestrais não são as sub-especies descendidas depois de grandes catastrofes as quais tiveram que se adaptar e seu sistema imunologico transformar genes para sobrevivencia pela informação dos pais expostos as novas condições ambientais(ver baraminologia)

6.Separação hidrodinâmica das águas como vemos claramente durante o vulcão santa Helena separando árvores


PONTUALISMO COMO TRABALHO SISTEMATICO DEMONSTRANDO A DESCONTINUIDADE GRADUAL FILOGENETICA  COMO INDICA A FIGURA ABAIXO CONTRASTANDO GRADUALISMO COM PONTUALISMO

 

 

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/69/Punctuated-equilibrium.svg/220px-Punctuated-equilibrium.svg.png

O problema princípio é a estase morfológica. Uma teoria só é tão bom quanto o seu
previsões e convencional neo-darwinismo, que afirma ser um abrangente
explicação do processo evolutivo, não foi capaz de prever a ampla
longo prazo estase morfológica, agora reconhecida como um dos mais marcantes
aspectos do registro fóssil. "(Williamson, Peter G.," estase morfológica e
Restrição de desenvolvimento:. Problemas reais para neo-darwinismo ", Nature, Vol. 294, 19 de novembro de 1981, p. 214)


"É uma verdade simples inelutável que praticamente todos os membros de uma biota continuam a ser
basicamente estável, com pequenas flutuações, ao longo de sua duração ... "
(Eldredge, Niles, o padrão de evolução, 1998, p. 157)

"Mas as espécies fósseis permanecem inalterados durante a maior parte de sua história e do registro não conter um único exemplo de uma transição significativa ".
(Woodroff, D.S., Science, vol. 208, 1980, p. 716)


"Os paleontólogos desde Darwin foram à procura (em grande parte em vão) para o
seqüências de séries insensivelmente classificados de fósseis que se destacam como exemplos do tipo de transformação no atacado de espécies que Darwin previu como
o produto natural do processo evolutivo. Poucos viram qualquer razão para objetar -
embora seja um fato surpreendente que ... a maioria das espécies permanecem reconhecidamente se, praticamente inalterada ao longo de sua ocorrência em geológico sedimentos de várias idades. "(Eldredge, Niles," O progresso na evolução? "Nova Cientista, vol. 110, 1986, p. 55)



"Bem-representadas espécies são geralmente estáveis durante toda a sua gama temporal, ou alterar tão pouco e em tais formas superficiais (geralmente em tamanho por si só), que uma extrapolação da mudança observada em longos períodos de tempo geológico poderia possivelmente não produzir os extensas modificações que marcam as vias gerais de evolução em grupos maiores. Na maioria das vezes, quando a evidência é o melhor, nada acontece à maioria das espécies. "(Stephen J. Gould," dez mil Atos de Bondade, "História Natural, 1988, p. 14)



"Os paleontólogos têm pago um preço enorme para o argumento de Darwin. Imaginamos-se como os únicos verdadeiros estudantes da história da vida, mas para preservar a nossa favorecido conta da evolução por seleção natural que ver os nossos dados como tão ruim que quase nunca vê o próprio processo que professamos para estudar. A história ...da maioria das espécies fósseis inclui reboque apresenta particularmente inconsistente com gradualismo:


1. Estase. A maioria das espécies não apresentam mudança direcional durante a
sua posse sobre a terra. Eles aparecem no registro fóssil procurando a mesma coisa
como quando desaparecem; mudança morfológica Eu geralmente limitada e
rumo.


2. Aparecimento súbito. Em qualquer local, uma espécie não
surge gradualmente pela transformação constante de seus ancestrais, que aparece todos de uma só vez e plenamente formada. "(Gould, Stephen J. Polegar do Panda, 1980, p.181-182)





"O registro certamente não revelam transformações graduais de estrutura no
curso do tempo. Pelo contrário, mostrou-se que as espécies permaneceram geralmente constante ao longo de sua história, e foram substituídos por de repente
formas significativamente diferentes. Novos tipos ou classes parecia aparecem totalmente formado, sem nenhum sinal de uma tendência evolutiva por que poderia ter emergido de um tipo mais cedo "(Evolução Bowler,:. História de uma Idéia, 1984, p.
187)





"Em vez de encontrar o desenrolar da vida, que os geólogos de Darwin
tempo, e geólogos do dia de hoje, na verdade, encontrar é altamente irregular ou
registro irregular, isto é, espécies aparecem na seqüência, de repente, mostrar
pouca ou nenhuma mudança durante sua existência no registro, em seguida, abruptamente sair do registro. e nem sempre é clara, de fato raramente é claro, que o
descendentes foram, na verdade, melhor adaptado do que seus antecessores. Em outra palavras, a melhoria biológica é difícil de encontrar. "(Raup, David M.," Conflitos
Entre Darwin e Paleontologia ", Boletim, Museu Field de História Natural,
vol. 50, 1979, p. 23)


"Eldredge e Gould, ao contrário, decidiu levar o registro pelo valor de face. On
este ponto de vista, existe pouca evidência de modificação dentro das espécies, ou de formas intermediário entre as espécies, pois nem ocorreram geralmente. Uma espécie
formas e evolui quase instantaneamente (à escala de tempo geológico) e, em seguida,
permanece praticamente inalterado até desaparecer, dando seu habitat a uma nova
espécies. "(Smith, Peter J.," Perguntas mais preocupante da evolução, "Revisão de
Pulso vida por Niles Eldredge, New Scientist, 1987, p. 59)


"Stasis, ou nonchange, da maioria das espécies fósseis durante sua longa geológica
expectativa de vida foi tacitamente reconhecido por todos os paleontólogos, mas quase nunca Estudou explicitamente porque a teoria prevalecente tratados estase tão desinteressante nonevidence para nonevolution. A prevalência esmagadora ... de estase se tornou uma característica embaraçoso do registro fóssil, o melhor esquerda ignorada como uma manifestação de nada (ou seja nonevolution,). (Gould, Stephen J.,
"Cordélia Dilemma", de História Natural, 1993, p. 15)

"Os paleontólogos não estavam vendo as mudanças esperadas em seus fósseis como
perseguiram-los através do disco de rock. ... Que tipos individuais de fósseis permanecem reconhecidamente o mesmo em toda a extensão de sua ocorrência
no registro fóssil tinha sido conhecida por paleontólogos tempo antes de Darwin
publicou a sua origem. O próprio Darwin, ... profetizou que as futuras gerações de
paleontólogos que preencher essas lacunas pesquisa diligente ... Cento e vinte anos de pesquisa paleontológica mais tarde, tornou-se abundantemente claro que o registro fóssil não confirma esta parte das previsões de Darwin. Nem é o problema de um registro miseravelmente pobre. O registro fóssil mostra simplesmente que esta previsão está errada. ... A observação de que as espécies são incrivelmente entidades conservadoras e estático ao longo de longos períodos de tempo tem todo o
qualidades de roupas novas do imperador: todos sabiam disso, mas preferiu
ignorá-la. Paleontólogos, confrontados com um registro recalcitrante obstinadamente
recusando-se a ceder padrão previsto de Darwin, simplesmente olhou para o outro. "
(Eldredge, N. e Tattersall, I., Os Mitos da Evolução Humana, 1982, p. 45-46)

 

 

Diminuição e número de classificação de especie fosseis

 

Horner deu como exemplo o Nanotyrannus que, ao que tudo indica, é a versão juvenil doTyrannosaurus rex e não uma espécie diferente.

 

pachysmanyone

 

 

 

 

 

 

A PALEONTOLOGIA TX



Foi pensando e estudando os limites evolutivos tão pesquisados e testados pelos grandes nomes da biologia baraminologista dos tipos básicos que elaborei este simples quadro que resume nossa posição:


http://igrejaadventista.no.comunidades.net/index.php?pagina=1414476357
http://crentinho.wordpress.com/

2.1 Na genética o criacionismo defende a entropia genética juntamente com os brilhantes  Dr J C Sanford (detentor de mais de 30 patentes genéticas), e o Dr Gerald Crabtree de Stanfor com sua última publicação (Fragil Intelecto) e antecipando a estes aqui no Brasil, eu mesmo defendia que as populações ancestrais tinham que ser mais hipervariáveis e ter cada vez menos acumulo de frequencia de alelos deleterios para poder sobreviver a uma previsão de  stress homozigotico no passado, como a tese da hipervariabilidade ancestral.


3. Na paleontologia tenho apresentado a tese da paleontologia do X e do T onde defendemos o contraste que existe entre as amostras de variáveis fósseis com a grande biodiversidade de hoje, representada por varias classificações. A
 falta de numero de variaveis morfologicas no registro fossil não é compativel com o tempo de 540 milhões de anos, que inclusive detém  maior numero de familias, e portanto tal quadro  revela que não houve tempo e nem circunstancias isoladoras capazes de gerar biodiversidade esperada no mundo fóssil. Defendemos que um astroblema como o KT fotografaria a biodiversidade da época em termos amostrais, fragmentada como a extinção em massa e sedimentação em massa fariam. Tal quadro no registro fossil não espelha nenhuma diversidade, o que nos faz concluir que não houve muito tempo para sub-especiações entre o cambriano e a extinção do triássico. 

Os animais que que viviam em partes mais baixas do mar e da terra, e aqueles arrastados a grande massa sedimentar caindo em taludes e formando na sequencia imensos e energéticos turbiditos, foram todos extintos:

 

A tese da paleontologia do T (SODRE, 2013) assim se espressa:

 

 

 

 

 

 

 

 

 REFERENCIAS: 

SADLER, P.M. 1981. Sediment Accumulation Rates and the Completeness of Stratigraphic Sections. The Journal of Geology, 89(5): 569-584

WHITE, R. V. - Volcanism, Impact and Mass Extinctions. Lithos, Vol. 79, Nº 3-4. 2005.

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SOUZA JUNIOR, Nahor - Criacionismo - UNASPRESSBRAND, Leonard - Fé , Razão e Historia da Terra - UNASPRESS

SHERER, Frank & Junker - Evolução, Um Livro Texto Crítico -

SCBDAWKINS, Richard - A Grande Historia da EvoluçãoFÓSSEIS: EVIDÊNCIAS DE RÁPIDO SOTERRAMENTO

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CATÁSTROFES GEOLÓGICAS: FENÔMENOS GEOLÓGICOS GLOBAIS INTERLIGADOS

SOUZA JR., N. N. - O "Entablamento" em Derrames Basálticos da Bacia do Paraná: Aspectos Genéticos e Caracterização Geotécnica. Tese de Doutoramento. EESC-USP, 257p. 1992a.

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Begossi http://www.fgel.uerj.br/Pos_Grad/res_rbegossi.htm

SEE - Segregação e Estratificação Espontâneas:

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CIZEAU, P. et alii - Mechanisms of Granular Spontaneous Stratification and Segregation in Two-Dimensional Silos - Phys. Rev. E, vol 59, Nº 4 (4408-4421), 1999.

FINEBERG, J. - From Cinderella´s Dilemma to Rock Slides - Nature, vol 386 (323, 324), 1997.MAKSE, H. A. et alii - Spontaneous Stratification in Granular Mixtures - Nature, vol 386 (379-381), 1997.

MAKSE, H. A. - Grain Segregation Mechanism in Aeolian sand ripples - Eur. Phys. J. E-1 (127-135), 2000.

MAKSE, H. A. et alii - Dynamics of Granular Stratification - Phys. Rev. E, vol 58, Nº 3 (3357-3367), 1998.

SCHLUMBERGER - SEED - Stratification and Segregation - disponível:, 2003, acessado em 28/05/03.Objeções a Berthauthttp://www.evolutionpages.com/berthault _critique.htmhttp://noanswersingenesis.org.au/questi ons_berthault_k_henke.htmTectônicas de Placas http://static.icr.org/i/pdf/technical/Catastrophic-Plate-Tectonics-A-Global-Flood-Model.pdfhttp://static.icr.org/i/pdf/technical/Catastrophic-Plate-Tectonics-The-Physics.pdfQuestionamento dos métodos de Datação Absolutahttp://www.geobrasil.net/geoinfo/docs%5Cgeocron.pdf1.http://www.grisda.org/site/1/portugue s/georpts/2001.htm2. http://www.grisda.org/site/1/portugues/ georpts/2101.htm3.http://www.grisda.org/site/1/portugue s/georpts/2201.htm4.http://www.icr.org/index.php?search=AdvancedSearch&f_keyword_all=Baumgardner&f_context_all=any&f_keyword_exact=&f_context_exact=any&f_keyword_any=&f_context_any=any&f_keyword_without=&f_context_without=any&f_search_type=all&f_articles_date_begin=&f_articles_date_end=&f_authorID=&f_topicID=&f_typeID=&f_type=&f_events_date_begin=&f_events_date_end=&f_regionID=&f_speaker=&f_location=&f_radio_date_begin=&f_radio_date_end=&f_format=§ion=0&f_constraint=both&=Search&module=home&action=submitsearchAnacronismos DatacionaisTrueman, C.N., et al. (2008) Comparing rates of recrystallisation and potential for preservation of biomolecules from distribution of trace elementes in fossil bones. C.R. Palevol 7, 145-158.Scweitzer, M.H. et al. (2007) Soft tissue and cellular preservation in vertebrate skeletal elements from the cretaceous to the present. Proc. R. Soc. B. 274, 183-197Tuross, N. (2002) Alteration of the fossil colagen. Archeometry 44, 427-434.Schweitzer, M.H. et al. (1997) Hem compounds in dinosaur trabecular tissue. PNAS. USA, 94, 6291-6296.

http://noanswersingenesis.org.au/questions_berthault_k_henke.htm


ANACRONISMO DATACIONAL

 

A formação geológica do cambriano ao pleistoceno foi rápida devido a diversos fatores como:

 

 

  1. Dimensão, extensão, espessura e largura das camadas geológicas contrastadas com menores extensões, larguras e  espessuras  conjugada a largura, das camadas geológicas formadas a partir do pleistoceno.

 

  1. Completude de grandes animais fossilizados e bem preservados, em contraste com a inexistência de girafas, elefantes, hipopótamos e rinocerontes completos sendo fossilizados atualmente, revelam eventos contextuais formadores do fanerozoico até o pleistoceno distintos e maiores que os atuais.

 

  1. Milhões de erosões muito violentas energéticas, transportes e deposições, verificadas em todo o globo, revelam conjugação de eventos catastróficos globais, num tipo efeito-dominó, e defesa destas com a presença de grandes astroblemas como causas naturais das mesmas.

 

  1. O acúmulo de tipos de sedimentos em determinadas camadas, bem como diversas  linhas em plano paralelo das mesmas,  revelam que houve separação hidrodinâmica automática pela diferença de composição fisico-química,  assim como bem expressa à lei da segregação e estratificação espontânea (SEE) defendida por Marske e Berthaud.

 

5. Pouco desgaste de trilhões de rochas erodidas em atrito com águas.http://www.adamsapple.com.br/2013/10/tempo-de-formacao-do-cambriano-ao-pleistoceno-i-projeto-de-pesquisa/

 

 

 

 

 

Sim, depois de muita sabatina em sedimentologia pude perceber que existe franca contradição entre a perspectiva sedimentar de altas taxas (SADLER) e a perspectiva datacional, depois tambem estudei genealogia estística e mudança de taxas mutacionais na medição de tempo pelo DNAmt (CRABTREE) , e percebi que somos recentes. Fazendo uma revisão bibliográfica, encontramos inúmeras perspectivas datacionais em harmoinia com poucos milhares de anos como:

1. As Galáxias que se desfazem muito rápido.
2. Muito poucos restos de supernovas.
3. Os Cometas se desintegram muito rapidamente.
4. Não existe lama suficiente no fundo dos oceanos.
5. Não existe sódio suficiente nos oceanos.
6. O campo magnético da terra esta diminuindo muito rapidamente.
7. Muitos estratos estão dobrados muito proximamente.
8. O material biológico se deteriora muito rápido.
9. Radioatividade fóssil reduz as "eras" geológicas a poucos anos.
10. Muito hélio em minerais.
11. Muito carbono 14 em estratos geológicos profundos.
12. Não existem esqueletos suficientes da idade da pedra.
13. A agricultura é muito recente.
14. A história é muito recente.
15. A distância entre a Terra e a Lua.
16. O DNA mitocondrial que prova que a humanidade surgiu há 6 mil anos.
17. As incontáveis evidencias nas camadas de rochas de todo o planeta que apontam para um acontecimento catastrófico em grande escala.
18. Abundante atividade de água subterrânea nos continentes.
19. Milhares de camadas de sedimento sobre os continentes.
20. Distribuição ampla de sedimentos exóticos.
21. Ausência de erosão nas lacunas das camadas sedimentares.
22. Sistemas ecológicos incompletos.
23. A formação rápida do Grand Canyon.
24. O limo argilo-arenoso estratificado procedente do dilúvio.
25. Ecossistemas Incompletos.
26. Erosão Rápida dos Continentes.
27. Água no árido deserto de Atacama, no Chile.
28. As evidências do catastrofismo em contraste com o uniformitarismo.
29. As lacunas do registro fóssil.
30. Os halos de polônio.

31. Genalogia estística (Dr Chang Yale , Science - 2004)

32. Necessidade de pouco fardo genético em familias isoladas ancestrais

33. Poucos e repetidos nomes antigos, deuses, cidades, linguas, culturas

34. Tendencia de afunlamento populacional

35. Rochas não desgastadas pela água nas cachoeiras e rios sendo esta passagem a mais profunda e portanto com tendencia quase perene

36. Espalhamento de bolders e pedras em diversos lugares


http://lucasbanzoli.no.comunidades.net/index.php?pagina=1082856583

MAIS EVIDENCIAS DE ANACRONISMOS DATACINAIS

.http://s8int.com/dinolit1.html 2

http://igrejaadventista.no.comunidades.net/index.php?pagina=14137233123

http://khmeroverseas.blogspot.com/2005/08/angkors-mysterious-carvings.html

http://www.livescience.com/animalworld/060724

_fossil_bonemarrow.htmlhttp://www.msnbc.msn.com/id/13342029/http://www.agiweb.org/geotimes/june06/WebExtra061506.html 5 http://www.iamtonyang.com/index.php?date=050409


http://www.answersingenesis.org/articles/am/v1/n1/humans-and-dinosaurs

Chineses incluem ossos de dinos na dieta
http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL63621-6091,00.html


Trueman, C.N., et al. (2008) Comparing rates of recrystallisation and potential for preservation of biomolecules from distribution of trace elementes in fossil bones. C.R. Palevol 7, 145-158.

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Schweitzer, M.H. et al. (1997) Hem compounds in dinosaur trabecular tissue. PNAS. USA, 94, 6291-6296.

A Bióloga Dra. Margaret Helder alertava sobre achados documentados de ossos de dinossauro não fossilizados e "fresquinhos" já em 1992.3 Creation 14(3):16. The secular sources were Geological Society of America Proceedings abstract. 17:548, also K. Davies in Journal of Paleontology 61(1):198-200.

Mais recentemente, baseada nesses relatos, uma equipe associada a Buddy Davis, um membro da equipe do Answers in Genesis, no norte de Kentucky, descobriu, da mesma forma, ossos de dinossauro não fossilizados do Alaska.See Buddy Davis interview, Creation 19(3):49-51, 1997
http://wml.christiananswers.net//catalog/bk-alaska.html

http://www.alaska.edu/opa/eInfo/index.xml?StoryID=19

Sobre rapidez de sedimentos se transformar em rocha , temos "Contibuição ao Estudo da Formação Botucatu: Sedimentos Aquosos , Estruturas Sedimentares e Silfificação". Tese de Doutoramento, EESC, USP, pagina 131

Sobre fossilização rápida . "Estudo Experimental de Processo Geológico de Substituição de Carbonato por Silica. Tese de Livre Docencia , EESC-USP, pagina 71
Noticias e casos sobre Silicificação rápida
Ursos de pelucia no Yorkshire
http://www.answersingenesis.org/creation/v24/i3/stone_bears.asp

Farinha Petrificada- Walker do Tas http://www.answersingenesis.org/home/area/magazines/docs/v23n1_flour.asp

(Fossilização ultra-rápida) - Renton Maclachlan
http://www.answersingenesis.org/docs/1310.asp

 

 

 

http://c431376.r76.cf2.rackcdn.com/25783/fgene-03-00130-HTML/image_m/fgene-03-00130-t001.jpg

 

 

 

"Existem actualmente cerca de 1.150 espécies de aranhas descritas fósseis , o que representa 2,6% de todas as aranhas descritas ( ou seja extinto e existentes ) . Os dados para o número de fósseis e taxa aranha viva descrito anualmente (e diversas outras métricas para a taxa fóssil) foram compilados a partir atuais catálogos taxonômicos. Os dados relativos a taxa existente mostraram um aumento linear constante de cerca de 500 novas espécies por ano na última década , refletindo a atividade de pesquisa bastante constante nesta área por um grande número de cientistas, que podem ser esperados para continuar. Os resultados para as espécies fósseis eram muito diferentes , com picos de novas descrições de espécies seguidas por longos vales "

http://www.pensoft.net/journals/zookeys/article/3093/

 

(C) 2012 David Penney. This is an open access article distributed under the terms of theCreative Commons Attribution License 3.0 (CC-BY), which permits unrestricted use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original author and source are credited.

 

 

http://burgess-shale.rom.on.ca/images/science/shale/science_shale_fossils_05.jpg

http://burgess-shale.rom.on.ca/en/science/burgess-shale/03-fossils.php

 

http://deepseanews.com/2011/08/new-innovative-estimate-of-total-marine-species/

 

 

 

http://www.whole-systems.org/extinctions.html

 Gráfico baseia-se num modelo matemático que liga a perda de espécies de habitat desenvolvido por Edward O. Wilson e outros.Hipóteses: número total de espécies = 10 milhões taxa de extinção de fundo a partir de registros fósseis é uma extinção por milhão de espécies por ano, o número total estimado de espécies 10000000 - Taxa de fundo = 10 espécies por ano.Extinção Preços:1. Edward Wilson estima que 27.000 espécies estão atualmente perdidos por ano. Em 2022, 22% de todas as espécies serão extintas se não forem tomadas medidas.2. Niles Eldridge estima 30 mil por ano atualmente.3. M. Georgina Mace utilizando uma metodologia diferente com base em extrapolações dos actuais listas de espécies ameaçadas de extinção chega a uma figura de 14-22% de perda de espécies e subespécies ao longo dos próximos 100 anos.4. Paul Ehrlich, usando outra abordagem baseada no consumo total de energia estima que as taxas de extinção de 7.000 a 13.000 vezes a taxa de fundo, (70 mil a 130 mil espécies por ano), o que ele diz é maior do que os números com base em dados de ordens superiores de animais indica, mas temos poucos dados sobre insetos e micro flora

 

 

http://www.nature.com/ncomms/journal/v3/n2/full/ncomms1663.html

e

 

 

 

 

 

 

http://origins.swau.edu/papers/dinos/paleo/indexp.htmlfauna.

 Paleontologia Arthur V. Chadwick

 

 

 

Uma reunião de 33 de pólen e esporos fósseis, recuperado da 3600 m de altura Pislepampa localidade de EW Berry, Cordilheira Oriental, Bolívia, aumenta consideravelmente o nosso conhecimento de três aspectos da região, no final do tempo Neogene: (1) a paleovegetação, ( 2) a paleoclimate, e (3) o paleoelevation da Central Andes . A planta de microfósseis são reconhecidos Isoetes, Lycopodium (três tipos), Cnemidaria, Cyathea (três tipos), Grammitis, Hymenophyllum, Pteris, esporos de samambaia trilete (dois tipos), Danaea, monolete esporos de samambaias (quatro tipos), Podocarpus, Gramineae, Palmae , Ilex, cf. Oreopanax, Cavanillesia, cf. Pereskia, Compositae (três tipos), Ericaceae, Tetrorchidium e incógnitas (três tipos). A diversidade das Compositae sugerem que este tem uma flora idade máxima em torno do limite miocênica-pliocena, isto é, 6-7 milhões de anos. Todos os membros da paleocommunity atualmente crescer no bosque montano húmedo (nuvem floresta) ao longo da encosta leste do Central Andesda Bolívia, que ocorre entre MATs (temperaturas médias anuais) de? 10 ° e 20 ° C. O Pislepampa flora provavelmente representa os limites inferiores dessa floresta, porque o fóssil folhas coletadas por Berry da mesma localidade têm margens inteiras, o que sugere que a flora cresceu perto da transição floresta-tropical nuvem. Atualmente, o limite inferior da floresta nuvem tem Esteiras? 20 ° C, a precipitação média anual entre 1000 e 1500 mm, e que parte que contém a maioria dos gêneros identificados de pólen fossilizado é encontrado em altitudes? 1200-1400 m. Essas condições são, portanto, inferir para o Pislepampa flora, no entanto, por causa da incerteza da magnitude da mudança climática global e de possíveis alterações na gama ecológica dos gêneros de plantas, estima-se um erro de pelo menos ± 1,000 m para a estimativa paleoelevation. Quando o total de elevaçãoé corrigida para valores prováveis ​​de erosionally impulsionado recuperação isostática, a estimativa paleoelevation sugere que a partir de um terço à metade do soerguimento da Cordilheira Oriental havia ocorrido no início do Plioceno. Esta estimativa é consistente com outras estimativas paleoelevation da Central Andes . PMID: 21669687
Graham, A; Gregory-Wodzicki, KM; Wright, KL
2001-09-01

 

 

Desenvolvimento do perfil do rio é estudado em diferentes escalas de tempo, a partir da resposta ao elevar ao longo de milhões de anos sobre as taxas de erosão no estado de equilíbrio ao longo de milénios para a resposta a um único evento, como um grande deslizamento de terra. Neste momento, foram feitas algumas tentativas para comparar os dados obtidos através de várias escalas de tempo. Portanto, não sabemos até que ponto os dados e resultados do modelo são compatíveis: que os modelos de desenvolvimento do perfil do rio a longo prazo produzir taxas de erosão que são compatíveis com as informações obtidas durante períodos de tempo mais curtos, tanto em termos de taxas absolutas e padrões espaciais ou não? Tais comparações podem fornecer informações importantes sobre a natureza do desenvolvimento do rio e permitem-nos avaliar a confiança que podemos ter quando prever a resposta rio em diferentes escalas de tempo (por exemplo, Kirchner et al., 2001). Uma questão importante a dificultar tal comparação é a incerteza envolvida na calibração de modelos de desenvolvimento do perfil do rio a longo prazo. Além disso, dados de calibração em diferentes escalas de tempo raramente estão disponíveis para uma região específica. Nesta pesquisa, montamos um rio modelo de desenvolvimento perfil semelhante ao utilizado por Roberts & White (2010) e calibrado com sucesso para o norte do EquadorAndes usando detalhado levantamento de dados e sedimentológicos.Posteriormente, foi utilizado o modelo calibrado para simular o desenvolvimento do perfil do rio no sul do Equador Andes . O modelo calibrado permite reconstruir andina sobreelevação história no sul do Equador, que é caracterizada por uma forte elevação de fases durante os últimos 5 meu. Taxas de erosão decorrentes das taxas de incisão rio modelados foram então comparadas com as taxas de erosão em toda a bacia derivados 10BE para uma série de bacias dentro da área de estudo.Descobrimos que as-inferidas modelo taxas de erosão para o último milénio são amplamente compatível com as taxas de desnudação derivados cosmogênicos, tanto em termos de taxas de erosão absolutos como em termos da sua distribuição espacial. Assim, um modelo de desenvolvimento do perfil do rio relativamente simples captura os controles essenciais no desenvolvimento de paisagem a longo prazo nas paisagens estudadas.Kirchner, J. Finkel, R., e Riebe, C., 2001, a erosão da montanha sobre 10 anos, 10 de ky, e meus 10 escalas de tempo: Geologia, v.29, n º. 7, p. 591-594. Roberts, G., and White, N., 2010, Estimativa soerguimento histórias taxa de perfis do rio usando exemplos africanos: Journal of Geophysical Research, v 115, p. 1-24.
Campforts, Benjamin; Govers, Gerard; Vanacker, Veerle; Tenorio, Gustavo
2013-04-01

 

 

 

 

 

Idades de resfriamento de fissão-track apatita e zircão restringir o resfriamento Terciário e elevação história da Cordilheira Oriental e Altiplano da Bolívia. Dados de traços de fissão são de dois plútons Triássico e que cercam metassedimentos do Paleozóico no leste dos Andes ao norte de La Paz. Idades de arrefecimento zircão indicam que o telhado do Huayna Potosi pluton foi colocadas na zona de recozimento parcial zircão e que o Zongo pluton foi completamente colocadas na zona de recozimento total de zircão.Idades de resfriamento de apatita, tanto para plútons registro elevação no passado 5-15 minha, e as idades de resfriamento de zircão da Zongo pluton refletir elevação nos últimos 25-45 meus Uplift taxas calculadas por estas idades de resfriamento de apatita e zircão sugerem que o soerguimentotaxas foram de 0,1 0,2 milímetros / ano entre 20 e 40 mA e aumentaram significativamente entre 10 e 15 mA. Por 3 Ma, soerguimento preços podem ter sido tão alto quanto 0,7 milímetros / ano.
 
 
Radiações espécies fornecem uma visão única para processos evolutivos subjacentes a diversificação de espécies e padrões de biodiversidade. Para comparar diversificação planta ao longo de um período de tempo semelhante às recentes radiações peixes ciclídeos, que são de uma ordem de magnitude mais rápido do que pássaro documentado, artrópode, e radiações da planta, nos concentramos sobre a flora de alta altitude da Cordilheira dos Andes , que é a maioria das espécies rico de quaisquer montanhas tropicais. Por causa da recente elevação do norte dos Andes , os ambientes de montanha, onde grande parte desta rica flora endémica é encontrado estiveram disponíveis para a colonização apenas desde o final do Plioceno ou do Pleistoceno, com 2-4 milhões de anos (Myr) atrás. Usando dados de seqüência de DNA, identificamos um grupo monofilético dentro do gênero Lupinus representando 81 espécies endêmicas do Andes . A idade deste clado é estimada 1,18-1,76 Myr, implicando uma taxa de diversificação 2,49-3,72 espécies por Myr. Isso excede as estimativas anteriores para as plantas, proporcionando o exemplo mais espetacular de explosivo diversificação de espécies de plantas documentado até o momento. Além disso, ele sugere que as altas taxas de diversificação de ciclídeos não são únicos. Falta de inovações importantes associados com o Lupinus clade Andina sugere que a diversificação foi impulsionado por oportunidades ecológicas oferecidas pelo surgimento de habitats ilha como depois Andina elevação . Dados de outros gêneros indicam que tremoço é uma de um conjunto de forma semelhante rápidas radiações de plantas andinas, em escala continental e ilha como no estímulo, sugerindo que a alta altitude andina flora fornece um sistema que rivaliza com outros grupos, incluindo ciclídeos, para a compreensão espécies rápidas diversificação.
 
Paleoaltimetric métodos físicos são cada vez mais utilizados para estimar a quantidade eo momento da superfície elevação em orogens. Por causa do aumento de montanhas cria novos ecossistemas e desencadeia mudanças evolucionárias, os dados biológicos também podem ser utilizados para avaliar o desenvolvimento ea temporização da superfície regionais elevação . Aqui podemos aplicar essa idéia para o peruano Andes através de uma filogeografia molecular e análise phylochronologic de Globodera pallida, um nematóide parasita da batata, que exige temperaturas amenas e prospera, portanto, acima de 2,0 2,5 quilômetros nestes planaltos tropicais. As populações peruanas desta espécie apresentam um padrão evolutivo claro com linhagens mais profundas, mais antigas que ocorrem no sul do Peru, Andina e rasa, linhagens mais novas que ocorrem progressivamente para o norte. Geneticamente divergentes populações G. pallida, assim, progressivamente colonizado áreas montanhosas como estes foram se expandindo para o norte, demonstrando que a altitude no Peru Andes foi adquirida longitudinalmente de norte a sul, ou seja, no sentido de reduzir o volume orogenic. Esta estrutura filogeografia é reconhecida em outros, independente highland biotaxa, e apontam para a Central Andina Orocline (CAO), como a região onde altas altitudes surgiu pela primeira vez. Além disso, relógios moleculares relativos à taxa andina, incluindo o grupo de tomate de batata, de forma consistente estimam que altitudes altas o suficiente para induzir a radiação biótico foram adquiridas pela primeira vez no Mioceno. Após a calibração por geológicos e biológicos tie-pontos e intervalos, a filogenia de G. pallida é usado como um relógio molecular, que estima que os 2,5 km de alcance elevação limiar 2.0 foi atingido no Mioceno no extremo sul do Peru, no meio e final Mioceno no segmento de Abancay (NW sul do Peru), e do mais recente Mioceno no centro e no norte do Peru.Embora as incertezas associadas a idades phylochronologic são significativamente maiores do que os derivados de métodos geocronológicos, estes resultados são bastante consistentes com os fenômenos geológicos coevos ao longo do Peruvian Andes . Eles sugerem fortemente que o volume orogenic inicialmente desenvolvido no CAO durante a maior parte do Mioceno até que um avanço na última Mioceno permitiu que o norte propagação de espessamento crustal para o centro e norte do Peru, possivelmente pelo fluxo crustal dúctil do CAO. Essa abordagem filogeográfica e phylochronologic combinada regionais elevação abre perspectivas para estimar a direção (s) e tempo de aquisição de altitude em relação a outros orogens Cenozóico.
Picard, Damien; Sempere, Thierry; Plantard, Olivier
2008-07-01

 

 

http://www.jstor.org/discover/10.2307/1300432?uid=3737664&uid=2&uid=4&sid=21102794689411

 

Quantas espécies na Terra? Cerca de 8,7 milhões, Nova estimativa diz

 

  1. ~ 7.770.000 espécies de animais (dos quais 953.434 foram descritas e catalogadas)
  2. ~ 298 mil espécies de plantas (das quais 215.644 foram descritas e catalogadas)
  3. ~ 611.000 espécies de fungos (bolores, cogumelos) (das quais 43.271 têm sido descritos e catalogado)
  4. ~ 36.400 espécies de protozoários (organismos unicelulares com comportamento animal, como, por exemplo. Movimentos, dos quais 8.118 foram descritas e catalogadas)
  5. ~ 27.500 espécies de Chromista (incluindo, por exemplo, as algas marrons., Diatomáceas, moldes de água, dos quais 13.033 foram descritas e catalogadas)

Total: 8.740.000 espécies eucarióticas na Terra.

(* Observações:.. Organismos no domínio eukaryote têm células que contêm estruturas complexas fechados dentro das membranas O estudo analisou apenas a formas de vida concedidos, ou potencialmente concedido, o status de "espécie" por cientistas Não estão incluídos: certos micro-organismos e vírus "tipos", por exemplo, o que pode ser extremamente numerosos.)

No 8740000 total é de cerca de 2,2 milhões (mais ou menos 180 mil) espécies marinhas de todos os tipos, cerca de 250.000 (11%) dos quais foram descritas e catalogadas. Quando concluiu formalmente em outubro de 2010, o Censo da Vida Marinha ofereceu uma estimativa conservadora de 1 milhão + espécies nos mares.

 

 

Page 967 of Journal of Paleontology, Vol. 30, No. 4, Jul., 1956

 

 

 

http://faculty.plattsburgh.edu/thomas.wolosz/howmanysp.htm

Os totais não incluem espécies de animais domésticos, como ovelhas, cabras e camelos. Também não inclui organismos unicelulares, como bactérias. http://www.currentresults.com/Environment-Facts/Plants-Animals/number-species.php
 
 
Referência  http://www.iucnredlist.org/about/summary-statistics

A União Mundial para a Conservação. 2010. Lista Vermelha da IUCN de espécies ameaçadas. Estatísticas resumo para espécies globalmente ameaçadas. Tabela 1: Número de espécies ameaçadas por grandes grupos de organismos (1996-2010) .

por pais
 
 

Foi pensando e estudando os limites evolutivos tão pesquisados e testados pelos grandes nomes da biologia baraminologista dos tipos básicos que elaborei este simples quadro que resume nossa posição:


http://igrejaadventista.no.comunidades.net/index.php?pagina=1414476357
http://crentinho.wordpress.com/

2.1 Na genética o criacionismo defende a entropia genética juntamente com os brilhantes  Dr J C Sanford (detentor de mais de 30 patentes genéticas), e o Dr Gerald Crabtree de Stanfor com sua última publicação (Fragil Intelecto) e antecipando a estes aqui no Brasil, eu mesmo defendia que as populações ancestrais tinham que ser mais hipervariáveis e ter cada vez menos acumulo de frequencia de alelos deleterios para poder sobreviver a uma previsão de  stress homozigotico no passado, como a tese da hipervariabilidade ancestral.

 
SEE SEGREGAÇÃO E ESTRATIFICAÇÃO ESPONTANEA
Berthault, G., Sédimentologie: Expériences sur la lamination des sédiments par granoclassement périodique postérieur au dépôt. Contribution à l'explication de la lamination dans nombre de sédiments et de roches sédimentaires, CRAcad.Sc. , 1986, vol.303, Série2, N°17, pp.1569-1574.

Berthault, G., Sédimentation d'un mélange hétérogranulaire. Expériences de lamination en eau calme et en eau courante, CR. Acad.Sc. , 1988, vol.306, Série II, pp.717-724.

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