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Drogas

 

Aluno é Arrancado da Sala de Aula e Triturado seu Braço a Chutes

 

Quando Lucas Mendonça de Almeida, 16,  adentrou em sua sala de aula no colegio Cavaleiro da pacata cidadezinha de 8 mil habitantes de  Engelheiro Coelho-SP, se viu arrancado para fora da sala e em seguida a chutes, foi quebrado tres dedos e e o braço  . Um dos dois agressores nem tomou punição da escola , provavelmente porque se vê ameaçada por gangs de marginais  viciados em drogas , sendo denunciada por pais como omissa "o tempo todo" segundo o conselho tutelar.

 

O crime ocorreu no dia 29 de abril de 2011, não se sabe ainda o motivo desta crueldade, depois de investigarmos bastante, só se sabe que tudo ocorreu após uma partida de futebol.

 

Este acontecimento infelizmente é apenas mais um dos muitos atos de agressão que vem acontecendo a anos nesta mesma escola.

 

Ano passado teve que um pai mobilizar e reunir o conselho tutelar, diretoras, mães de alunos agressores e agredidos , presidente do CONSEG, Sr. Sebastião Bras, secretario da educação e representante da policia militar,   O mesmo  nos relatou que reclamou da omissão dos diretores em enfrentar a situação, que uma das diretoras se referia aos vândalos como "um pouco briguentinhos". Houve reclamação geral, sobrou para pais super protetores, pais ausentes, televisão e até  atitudes nada educativas de professores que aos berros querem educar pessoas dando como exemplo atitudes de histeria e nervosismo.

 

No dia 25 de abril houve uma reunião do CONSEG de Arthur Nogueira tendo a participação espcial do delegado Donizette, para entrega de diplomados pelo DENARC  do curso agente multiplicadores no combate as drogas que o professor Dr Renato Mancinelli com esforço pessoal e pouquissimas e raras ajudas,  empreendeu o curso que beneficou quase 200 pessoas gratuitamente.

 

Na reunião havia algumas diretoras de escolas pedindo socorro a policia devido ao terror e medo que adolescentes e viciados tem imposto as mesmas, muitos deles, apoiados pelos pais, de forma que se apresentaram stressadas e amendrontadas com tudo que tem acontecido. Em resposta o delegado apontou uma atitude exemplar da professora Nilce de Cosmópolis, a qual tem liderado com excelencia uma escola que antes estava em semelhante condição a escola Cavaleiro. O que ela fez? "Ela não se abdicava de resolver quaisquer reclamações que houvessem, e situaçãoes de crime encaminhava para a policia" relatou. Ainda complementou dizendo que quando os adolescentes percebem que estão impondo medo as professores e diretorias, "aí que eles encontram mais segurança para se imporem".

 

A prefeitura de Engenheiro Coelho não tem feito nada para sanar os problemas ligados a drogas. Recentemente um pai de aluno marcou reunião para propor possibilidades de se montar uma clinica de recuperação, convidando todos os possiveis interessados,  e quase ninguem compareceu.

 

O Secretario de Educação da mesma cidade tambem recebeu proposta de trabalhar a questão das drogas mas não tem demonstrado nenhum interesse, exceto aqueles sob as vistas da burocracia exigida pela secretaria de educação, ou seja, a velha politica colonialista de se fazer as coisas "pra ingles ver".

 

Tem sido destacado que existe um preconceito dos alunos naturais de engenheiro coelho contra alunos adventistas que em vez de estudarem no UNASP ,  precisam recorrer  ao ensino gratuito. Houve ano passado projeto do então pastor do UNASP , Ari Celso   Cidral para implantar uma escola para os mais carentes no bairro universitario, mas esta ideia não pôde ir  avante. Ironicamente, quando as escolas adventistas foram fundadas , não havia nenhuma cobrança nem de taxas, dos seus alunos